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Norte Energia Vídeos
Belo Monte tem novo vídeo
Norte Energia, Vídeos
Postado em 13.04.2015

O novo vídeo institucional da Usina Hidrelétrica Belo Monte está disponível no Youtube. Nele, é possível compreender a magnitude da obra da maior hidrelétrica 100% nacional em construção no rio Xingu, no Pará, e os benefícios que os investimentos socioambientais estão trazendo à região.

A diversidade humana, de vivências e expectativas de quem trabalha nos quatro canteiros de obra também está nos sete minutos e 12 segundos do audiovisual. Ele traz informações atualizadas sobre o empreendimento, iniciado em junho de 2011 com previsão de conclusão para janeiro de 2019.

Belo Monte, atualmente, está com mais de 75% das obras civis concluídas. Tem em andamento, ainda, a montagem eletromecânica com a instalação de peças importantes nas primeiras quatro turbinas da Casa de Força Principal, no sítio Belo Monte.

A Usina vai gerar 11.233 MW para beneficiar 60 milhões de pessoas em 17 estados, além de garantir investimentos de R$ 3,7 bilhões em ações socioambientais para 11 municípios da área de influência direta e indireta do empreendimento, incluindo o pioneiro Projeto Básico Ambiental de Componente Indígena (PBA-CI).

  • O maranhense Raimundo Dionizio, 41 anos, sempre acreditou que a Usina Hidrelétrica Belo Monte estava em seu caminho, mas jamais pensou que sua missão iria além de erguer estruturas de concreto, aço e cimento. Hoje, Raimundo tem a nobre tarefa de manter vivo o o berçário de árvores que garante o futuro do imenso patrimônio natural da região do Xingu. A porta de entrada no empreendimento para Raimundo foi a função de pedreiro no canteiro de Canais e Diques, onde ele trabalhou por um ano e oito meses. Até que encontrou a “comunhão com natureza”, como ele chama sua atual função. Atualmente, o maranhense lidera 15 pessoas no plantio, reposição e manutenção das mudas num viveiro que hoje ultrapassa as 500 mil sementes germinadas de espécies nativas. “(Em Belo Monte) eu aprendi a valorizar e respeitar cada planta, cada inseto, pois sei que eles são importantes para o desenvolvimento do meio ambiente”, diz Raimundo. O trabalho trouxe uma nova consciência ao hoje “homem das árvores”, mas também inaugurou uma etapa de satisfação pessoal e de perspectivas: no segundo semestre deste ano, ele conclui o ensino fundamental. “É daqui que tiro o sustento para a minha família, e é aqui que estou aprendendo coisas novas”, avalia. O trajeto de Grajaú, terra natal do operário, até Belo Monte passou antes por Manaus, onde ele trabalhou como atendente em uma padaria. Raimundo é um dos muitos trabalhadores que executam as ações de recuperação vegetal das áreas da Usina Hidrelétrica Belo Monte, iniciadas no segundo semestre de 2013. Até o momento. foram recuperados aproximadamente 200 hectares nos canteiros Belo Monte, Pimental e Canais e diques.
  • A saúde ganhou endereço fixo no bairro São Joaquim, um dos cinco novos núcleos urbanos que estão sendo construído pela Norte Energia em Altamira. Inaugurado nesta quarta-feira (15/04), o novo espaço foi bem recebido pelos moradores, como a dona de casa Dalva dos Santos, 28 anos: “Me mudei pra cá já faz três meses, acredito que vai melhorar muito o atendimento”. Novo, refrigerado e todo equipado, o espaço conta com um moderno consultório odontológico com aparelho de ultrassom com jato de bicarbonato para limpeza e prevenção de cárie. O anúncio dos serviços chamou a atenção de Dalva. “Serei a primeira para o tratamento no dentista”, comentou. A doméstica Francisca Sousa, 35 anos, lembrou que a unidade de saúde vai facilitar o acesso ao pré-natal dela, que está esperando o pequeno Samuel. “Agora vou andar bem menos para fazer meu pré-natal. Isso faz a gente se sentir especial", afirmou. A nova Unidade Básica de Saúde atende uma população de até 12 mil pessoas e tem 287,33 metros quadrados de área construída, com ambiente refrigerado  e confortável. Construída e totalmente equipada pela Norte Energia, o novo espaço é dotado de salas para consultas médicas, odontológicas, vacinação e curativos.
  • A paixão do biólogo paranaense Luciano Costa pelas abelhas foi herdada diretamente do avô apicultor. Inicialmente uma ponte entre gerações, essa paixão acabou ganhando corpo até se tornar a profissão do neto. Assim, entre hobby e profissão, já são 16, dos seus 36 anos de vida, dedicados ao estudo, resgate e cuidado com as abelhas. O atual trabalho de Luciano, de resgate desses insetos nas áreas da obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte, já é o terceiro numa obra deste segmento. Há seis meses, ele coordena a equipe que cuida especificamente do resgate, a serviço de uma empresa especializada, cujas diretrizes científicas são dadas pelo especialista da Universidade Federal do Pará (UFPA) Plácido Magalhães. O dia a dia da equipe do biólogo é procurar colônias de abelhas nas áreas que serão ocupadas pela obra. Localizado um desses grupos, ele é identificado -são sempre animais sem ferrão. A fase seguinte consiste em remover a colônia, visando sua soltura numa outra área onde possam continuar realizando o seu serviço de polinização. Afinal, as abelhas no geral, sem especificar espécies, cuidam de entre 40% e 90% da polinização de todas as espécies vegetais tropicais. Por aí já dá para se ter ideia da importância da preservação dos bichinhos. Essas missões de Luciano e sua equipe são centrais no estudo do professor Plácido, responsável por um estudo que identificou nada menos que 53 espécies de abelhas sem ferrão na região de Belo Monte (isso sem contar as outras 28 espécies que ainda aguardam reconhecimento). A primeira impressão que se tem quando se ouve falar em abelhas sem ferrão normalmente é de bichos sem muita reação. Mas não foi exatamente isso que o biólogo e sua equipe recentemente presenciaram ao se deparar com uma colônia delas num oco de uma árvore que havia sido alagado. “O magnifico dessa cena é que, além de formarem um cordão de isolamento fora da colmeia, elas entravam nela para recolher a água e jogá-la fora", contou Luciano. "Mesmo sabendo que não conseguiram secar a água, elas não desistiram.” São casos como esse que dão a Luciano satisfação profissional e pessoal, as quais, segundo ele, se apoiam no fato de se sentir contribuindo para o desenvolvimento do país e simultaneamente para a preservação ambiental. “É gratificante fazer parte do dia a dia desta mega-obra da engenharia brasileira. O que mais me anima, no entanto, além do conhecimento adquirido, é a quantidade de colmeias de abelhas que conseguimos resgatar.”
  • Com tantas histórias para contar, o matogrossense de Três Lagoas, Vanderlei de Jesus Miranda, 60 anos, já virou uma das memórias da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Ele está ligado ao projeto desde 2005, quando foi cedido pela Eletronorte para dar suporte na área de medição financeira ao empreendimento que, na época, ainda estava apenas no papel. Há 40 anos no setor, Vanderlei milita na área financeira. Desta vez, em Belo Monte, ele trabalha como técnico especialista I da área de finanças da Norte Energia. Ele acompanhou a chegada dos colegas que formariam o quadro de funcionários da nova empresa, a construção da escola no Jardim França e a reforma da escola Sanclair Passarinho em Altamira. “Vi chegar também os primeiros equipamentos da obra. A partir daí, pude dizer que este projeto saiu do papel para ser implantado”, recorda. Hoje, Vanderlei trabalha com medição de controle de contratos pactuados com empresas de diversos segmentos, principalmente na área de construção civil. Além de fazer o contato com as empresas, elaborar boletins de medição, coordenar serviços e operar sistemas. Para ele, ajudar na construção da maior obra de infraestrutura do país ficará para sempre em sua história:  “Espero que o empreendimento seja aproveitado na sua totalidade, agregando energia para o Brasil”. A Usina Hidrelétrica Belo Monte irá beneficiar nada menos que 60 milhões de brasileiros quando estiver em plena operação.  











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