en     pt
Meio Ambiente Vídeos
As abelhas de Belo Monte
Meio Ambiente, Vídeos
Postado em 02.02.2016

A construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte proporcionou um dos registros mais significativos em um único estudo sobre abelhas sem ferrão, agente crucial para a manutenção da floresta amazônica. Cinquenta e três espécies de abelhas sem ferrão foram identificadas durante a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, o que corresponde a cerca de 80% das espécies sem ferrão registradas na Amazônia brasileira até 2005. Vinte e oito espécies ainda aguardam identificação.

Assista aqui como funciona esse importante trabalho desenvolvido pela Norte Energia:

 

 

 

  • Manoel Francisco Filho completou 33 anos no último dia 14 de janeiro. É casado, tem duas filhas, e há quatro anos decidiu se mudar da cidade de Portel, no Marajó, para o Xingu. Chegou ao município de Altamira com algum dinheiro no bolso e muita vontade de trabalhar. O carpinteiro saiu de sua cidade natal para conhecer Senador José Porfírio e decidiu morar em Altamira, onde trabalhou em vários empreendimentos ligados a Usina Hidrelétrica Belo Monte.“Foi aqui que encontrei meu porto seguro e consegui mudar de vida. Agradeço muito a esse projeto, pois é graças a ele que vou poder oferecer tudo aquilo que não tive à minha família”, declara. Atualmente, ele trabalha na construção do Hospital Municipal em Vitória do Xingu, obra da Norte Energia, responsável pela hidrelétrica. Ele se diz orgulhoso por ter empregado sua mão-de-obra em projetos de infraestrutura tão importantes para a região. “Já ajudei a construir a delegacia de Altamira e a Secretaria de Saúde de Vitória do Xingu. Dá muito orgulho trabalhar em projetos como esses, que ajudam a melhorar a vida das pessoas”, explica. Desde o momento em que decidiu sair da cidade onde nasceu, Manoel sonhava em se estabelecer na Região Xingu e foi nela que conseguiu construir sua casa e proporcionar melhores condições de vida à sua família. Suas duas filhas, Kevelyn, de 3 anos, nasceu em Altamira, e Ana Katerine, recém nascida, em Vitória do Xingu. “Nossas filhas são daqui e, futuramente, vou passar por aí e mostrar algumas das importantes obras que ajudei a construir com minhas próprias mãos e espero que elas se orgulhem disso”, conta. Manoel atua na área de carpintaria e ocupa um dos postos de trabalho com carteira assinada de uma empresa contratada pela Norte Energia para executar obras de infraestrutura nos municípios das áreas de influência direta e indireta de Belo Monte
  • A Norte Energia S.A através de Termo de Referência contrata empresa ou instituição de direito público ou privado, especializada na Gestão, Consultoria e Execução de Projetos, visando dar continuidade  e consecução de todos os Projetos aprovados no âmbito do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu – PDRSX . Para acessar o TERMO DE REFERENCIA e enviar sua proposta click AQUI.  
  • O altamirense Rafael Araújo, de 29 anos, tem motivos de sobra para comemorar o início de 2016. Ele e a esposa, Elaize Barbosa, 30, se mudaram há cinco meses para o Laranjeiras, um dos cinco novos bairros de Altamira, construídos pela Norte Energia, onde montaram um salão de beleza. Eles contam que já acumulam resultados animadores com a conquista diária de novos clientes e a ampliação do negócio.Esta poderia ser apenas uma história sobre desenvolvimento econômico. Mas a caminhada destes dois paraenses é como a de muitos brasileiros, que vêm de famílias humildes e lutam para vencer na vida. Os jovens, hoje microempresários no Xingu, são personagens de uma trajetória ascendente, iniciada na zona rural e que atualmente ganha espaço na cidade. Segundo Rafael, por meio da relocação ao bairro onde vivem e a oportunidade de terem ganhado duas das 500 vagas de cursos ofertadas pelo Feirão de Oportunidades aos moradores dos Reassentamentos Urbanos Coletivos (RUCs), a Norte Energia tem papel fundamental no novo momento vivido pelos dois. “Tive uma vida difícil no interior. Vivi até a adolescência na comunidade Cama de Vara, localizada no Ramal Novo Xingu, e aos 14 anos me mudei para Altamira. Somente aos 19 anos, após sair do serviço militar, vi um horizonte melhor para a minha vida. Foi quando conheci Elaize e passei a sonhar com o futuro. Um futuro que chegou na porta da minha casa, no Laranjeiras, através de um carro de publicidade que anunciava vagas nos cursos do Feirão de Oportunidades”, resumiu Rafael. Da sua saída do interior à entrada no mundo dos negócios, entre a lembrança dos familiares e a saudade dos avós, Rafael atribui grande parte das alegrias alcançadas às portas abertas pela Norte Energia. “Costumamos dizer que participar dos cursos do Feirão de Oportunidades foi um presente, literalmente, pois chegou até nós do nada, quando já havíamos pensado em trabalhar neste ramo sem saber por onde começar. Somos muito gratos à empresa por isto”, reiterou. Após ter atuado no Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) como soldador e eletricista, é num salão bem equipado e com muitos clientes que o casal desenvolve seu trabalho e constrói uma nova etapa desta história. Um planejamento que inclui a expansão dos negócios, a busca por mais conhecimento e a conquista de novos espaços. Atualmente, Rafael e Elaize frequentam um curso de cabeleireiro profissional, pago com renda gerada pelo primeiro negócio. Assim, esperam avançar ainda mais na profissão e oferecer serviços ainda melhores aos seus clientes.
  • “Ele acorda seis horas da manhã e vai lá pra fora. Já perdi o marido para as plantas”. A reclamação da artesã Maria Alacídia, 50 anos, é feita em tom de brincadeira. Ela e o tatuador e também artesão, Antônio Francisco Silva ,41, coordenam o núcleo de Geração de Renda do Projeto de Reparação Urbana, que compõe o Projeto Básico Ambiental (PBA) da Norte Energia. Vivendo no Jatobá há quase dois anos o casal mantém, no quintal de casa, um viveiro que serve a outros moradores do bairro.O Projeto, que atende pedido da população, proporciona um complemento das atividades já exercidas. Reunida, a comunidade aprende a plantar com o apoio de técnicos. Da terra, onde é utilizado adubo orgânico, surgem berinjela, pimentas de cheiro e malagueta, couve, alface e cheiro verde. Seu Antônio Francisco arrisca mais - “Com esse incentivo, já compramos sementes por conta própria”. Com a iniciativa vão surgindo outras opções como o pepino, o maxixe, o tomate e o quiabo, além do mastruz, hortelã e arruda. “Tem gente que já tá produzindo e vendendo pra supermercado”, complementa o coordenador. Ele explica que em breve os produtos serão comercializados em uma feira no próprio bairro, onde será construído um Barracão de Uso Múltiplo (BUM). O casal quer aproveitar o espaço para vender brincos, colares, quebra-cabeças, bordados e pinturas. Na casa da vizinha Joiciane Santos a prática foi reproduzida. Lá, o pimentão e a abobrinha fazem diferença na alimentação diária. “Tá seis reais o quilo do quiabo. A gente já faz uma economia quando planta”, garante. Informação confirmada pelo seu Antônio Francisco: “Já fizemos os cálculos. Vamos economizar mais de 300 reais por mês e é tudo natural, sem química”. Além de fazer bem para o bolso, a produção dos viveiros leva melhorias para a qualidade de vida e, de acordo com quem se beneficia, até a alimentação ganha outro cheiro e fica mais saborosa.











© Desenvolvido por santafédigital. Uma empresa do grupo santafé.