Só no Pará, foram gerados cerca de 30 mil empregos nos últimos 12 meses.
Os estados do Pará e Amazonas foram os que mais influenciaram o crescimento de empregos formais, com carteira assinada, na região Norte durante o mês de março deste ano. Com 686 novos postos de trabalho, o mercado de trabalho paraense registrou acréscimo de 0,09% em relação a fevereiro, com segunda colocação da região em geração de postos de trabalho, atrás apenas do Amazonas, com 1.321 novos postos.
A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte fez com que a indústria da Construção Civil ficasse na liderança do ranking dos setores que mais influenciam na geração de emprego, especialmente no município de Altamira, região do xingu paraense, a 1000 quilômetros de Belém. Esses números se encontram disponíveis no Boletim do Mercado de Trabalho Paraense, organizado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), baseado nas estatísticas sobre o desempenho do emprego celetista, com registro em carteira, baseado em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
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A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, manifesta indignação e solicita reparos diante da reportagem “Orçado em R$ 16 bilhões, custo de Belo Monte já supera os R$ 30 bilhões”, assinada pela jornalista Renée Pereira na edição deste Domingo (12/05).
Um projeto como a construção da UHE Belo Monte, que vem sendo estudado ao longo de 35 anos, com relevância nacional e internacional, não pode ser tratado por meio de conjecturas e números fantasiosos. Merece uma cobertura isenta e não uma exposição de argumentos sem embasamentos, prejudicando a governança corporativa da empresa privada, que é a Norte Energia S.A.
O jornal O Estado de São Paulo ignorou respostas aos questionamentos enviados, em tempo hábil, pela Assessoria de Imprensa da Norte Energia na sexta-feira (10/05), que esclarecia dados como investimentos, cronogramas da obra e ações socioambientais. Na matéria, o veículo preferiu se basear em fontes não identificadas ao invés de citar fatos concretos e afirmativas oficiais da empresa, além ignorar obras e projetos concretizados para a população da região depois da chegada do empreendimento.
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Automóveis, micro-ônibus, caminhões e motocicletas, além de ambulâncias e odontomóveis. Estes foram os veículos entregues nesta quarta-feira (08/05), durante reunião do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX). Os 28 veículos custeados pela Norte Energia atenderão algumas prefeituras e associações da região sudeste do Pará. Mais de R$ 2 milhões foram entregues em equipamentos. Leia mais…
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A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que, por volta das 19h40m da quinta-feira (09/05), 83 indígenas, sendo 77 da etnia Munduruku, da região de Itaituba, no Sudoeste do Pará, deixaram as instalações do Sítio Belo Monte em ônibus disponibilizados pela Empresa para levá-los de volta as suas terras na região do Tapajós, a 800 km de Altamira.
A invasão dos indígenas da região do Tapajós durou uma semana, tendo sido iniciada na manhã de 02/05, quando os indígenas adentraram a portaria do sítio Belo Monte, chegando, inclusive, a confiscar veículos de trabalho da Empresa. Durante todo o período da ocupação, foram fornecidas refeições e assistência de saúde por parte da Empresa. Do total de 83 indígenas, 6 eram ribeirinhos e 40 eram mulheres e crianças.
A saída ocorreu por decisão judicial de reintegração de posse do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1). A permanência e a hospedagem dos indígenas em Altamira, neste momento, não são de responsabilidade da Norte Energia. Os ônibus fretados estão disponibilizados aos indígenas para seguir viagem para Itaituba.
A Norte Energia reafirma que agiu dentro da legislação vigente e usará sempre instrumentos legais e de segurança para manter a integridade física dos seus trabalhadores e das instalações da Usina Hidrelétrica Belo Monte, principalmente por ter tido, nesta invasão, uma de suas instalações usada para um protesto que não guarda relação direta com a usina em construção no rio Xingu.
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Conforto oferecido pela nova escola resulta em qualidade na educação e estímulo para cerca de 150 alunos.
Antes da construção da escola, os alunos assistiam aula num barracão improvisado. O conforto era quase nenhum e as dificuldades para ministrar ou assistir aulas comprometia seriamente a capacidade de aprendizado dos estudantes. Com a reforma, a estrutura passou a ser toda em alvenaria. Foram construídos banheiros, refeitório, duas novas salas, cozinha e uma área de lazer. Qualidade e conforto que superam até mesmo as dificuldades naturais do caminho que leva até a escola. Leia mais…
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Arroubos ambientalistas precisam ser contrapostos à realidade, confrontados com a verdade.
O ambientalismo barulhento pode soar agradável aos ouvidos e sentimentos de quem não tenha um pingo de discernimento para separar o discurso verdadeiro do espetaculoso, demagógico, que pode ser até bonito, mas não é real. Temos agora, pela enésima vez, o canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte, na região do Xingu, ocupado por índios de várias etnias. Os índios chegaram sozinhos ao local? É claro que não. Chegaram acompanhados de intrépidos, intimoratos, destemidos defensores da natureza.
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Veículo vai garantir transporte com qualidade e segurança para quem precisar de atendimento médico. (Foto: Dívani Brito)
O socorro médico às comunidades carentes da cidade de Medicilândia, a 90 quilômetros de Altamira, recebeu um importante reforço. A ambulância doada pela Norte Energia, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, vai beneficiar cerca de 4 mil pessoas. O veículos vai reduzir a espera por atendimento médico especializado em cidades mais distantes. Financiada pelo Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-X), a ambulância entregue no final de abril é parte dos investimentos aprovados em 2012 para a cidade.
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Apenas no mês de março, o consumo residencial aumentou 0,9%, e o do comércio, 1,4%, enquanto o industrial caiu 3%.
Desempenho foi puxado pelas residências e pelo comércio, enquanto a indústria puxou a média para baixo.
O consumo nacional de energia elétrica no país chegou a 114,6 mil gigawatts-hora (GWh) no primeiro trimestre de 2013, o que corresponde a um crescimento de 2,5% na comparação com igual período do ano passado, de acordo com as informações divulgadas nesta quinta-feira (25/4) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O consumo residencial teve incremento de 6,6% no período, por conta do aumento de equipamentos eletrodomésticos nos domicílios, e de seu maior uso.
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O governo do Estado está investindo certa de R$ 25 milhões na aquisição de três helicópteros modelo Esquilo AS 350 B2, que vão integrar a frota do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), que atualmente dispões de cinco aeronaves, sendo três alugadas. Um helicóptero foi adquirido ano passado e será entregue em maio deste ano. As outras duas aeronaves foram compradas em março deste ano e serão entreguem em meados de 2014.
No segundo semestre deste ano, um helicóptero modelo EC 145, com nove lugares para transporte de tropa, também fará parte da frota aérea do Graesp. Esse modelo de helicóptero é um dos mais usados pelos sistemas internacionais de segurança pública, e o Pará será o primeiro Estado da região Norte a ter uma aeronave deste modelo no grupamento aéreo estadual. O EC 145 foi adquirido a partir de um convênio com a empresa Norte Energia, uma das consorciadas para construção da Hidrelétrica de Belo Monte.
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Intenção é manter a mesma média de concreto a cada mês, durante o pico da obra.
A Norte Energia S/A, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará, comemorou hoje a marca de 100 mil m3 de concreto utilizados na obra. A eficiência e o cumprimento dos prazos nos serviços de concretagem são fundamentais para a montagem dos demais componentes da Casa de Força Principal.
“Os primeiros cem mil metros (cúbicos de concreto) são sempre os mais difíceis. Uma vez vencida esta etapa, a intenção é manter a mesma marca, mensalmente, durante o pico da obra”, ressaltou Antônio Kelson, diretor de construção da Norte Energia. Até 2019, quando entrará em operação a última das 24 turbinas da Usina Hidrelétrica Belo Monte, serão utilizados 2 milhões e 400 mil m3 de concreto.
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