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Começa obra relacionada ao projeto da UHE Belo Monte
Postado em 07/03/2011

Iniciou hoje em Altamira trabalho de terraplanagem previsto na LI do Ibama

Terraplanagem no Sítio Pimental

Foto: Andreia Gomes - Altamira

Iniciou hoje (07/03) na região de Altamira (PA) a melhoria do acesso ao Sítio Pimental, no Travessão 27, obra que integra o projeto da UHE Belo Monte no rio Xingu. Neste local será construído o vertedouro e a casa auxiliar (subestação) do empreendimento Belo Monte. O melhoramento do acesso está previsto na Licença de Instalação (LI) concedida pelo Ibama no dia 26 de janeiro deste ano. A LI refere-se às atividades e instalações como canteiros industriais pioneiros e acampamentos dos sítios Belo Monte e Pimental, almoxarifados, escritório de engenharia, enfermaria, refeitório, terraplanagens e melhorias de acessos já existentes.

A Norte Energia S. A., empresa responsável pela construção da usina, e a Construtora Belo Monte/CCBM, começaram nesta segunda-feira, às 9h, a implantação da infra-estrutura de acesso ao Sítio Pimental, com a utilização de patrulha mecanizada de terraplanagem. A patrulha mecanizada é formada por um conjunto de máquinas e equipamentos que inclui uma motoniveladora, pá carregadora e caminhões de terraplanagem. Esse conjunto de máquinas e  equipamentos facilitará o acesso ao Sítio Pimental.

Foto: Andreia Gomes - Altamira

Foto: Andreia Gomes - Altamira

O engenheiro José Biagioni, da Norte Energia, responsável pelas obras das condicionantes ambientais da usina de Belo Monte, falou com a imprensa e explicou que esta fase da obra se refere apenas aos trabalhos autorizados na LI expedida pelo Ibama. Ou seja: melhoria de acessos para que possa ser construído o canteiro de obras para alojar os trabalhadores que vão participar de diversas ações, entre elas o projeto de saneamento da região e outras intervenções previstas nas condicionantes socioambientais que envolvem 11 municípios (Altamira, Vitória do Xingu, Senador José Porfírio, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Uruacá, Placas, Porto de Moz, Gurupá e Pacajá).

A usina

Com estimativa de iniciar as operações no dia 31 de dezembro de 2014, Belo Monte será a maior usina hidrelétrica brasileira e a terceira maior do mundo. Segundo o Ministério de Minas e Energia, sua construção deve gerar cerca de 20 mil empregos diretos. A UHE Belo Monte terá capacidade instalada de 11.233,1 MW de potência e geração anual prevista de 38.790.156 MWh ou 4, 5mil MW médios e reservatório com área de 516 km quadrados. A conclusão do empreendimento está prevista para 10 anos, com início de operação a partir do quinto ano do começo da obra.

O empreendimento integra o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que é uma prioridade do governo federal. Sua entrada em ação propiciará mais oferta de energia e mais segurança para o Sistema Interligado Nacional (SIN), com melhor aproveitamento das diferenças hidrológicas de cheia e seca nas diversas regiões do País.

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comentários


28 respostas para “Começa obra relacionada ao projeto da UHE Belo Monte”

  1. Allinny Soares disse:

    Parabens !!!!

  2. marcello oliveira disse:

    Bom dia senhores,

    Somos uma empresa de locação de equipamentos naúticos em geral, todos os tipos desde lanchas, balsas, empurradores,rebocadores, caibas, bajaras etc…

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  3. marcelo silva disse:

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    eu tenho uma transportadora.
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  4. raimundo alves da silva disse:

    É isso mesmo o brasil começa a dar outro salto para o futuro. Como filho desta tão sofrida região, parabenizo a todos pela vitória de anos de luta, do povo da transamazônica. Conheço todas as dificuldades deste povo lutador que por muitos anos foram abandonados à própria sorte. Com o início desta obra, de fato o estado devolve dignidade e respeito merecido a esses herois da transamazônica.

  5. Graziela disse:

    Interessante como apesar de tanta controvérsia e gente contra o projeto, sua viabilidade e sua contribuição para um país melhor, o blog só mostra comentários a favor da usina…que belo filtro hein?

  6. jerfesom dos p. mota disse:

    como um paraense legitimo, digo q o desenvolvimento economico do estado do Pará não pode ficar no papel, pois o progresso do Brasil depende dele, para continuarmos sendo um país avançado em tecnologia de usinas hidreletricas e independente, pois usinas termo e nuclear poluem mais e causam danos irrevercíveis. Veja o resultado do japão… ass. jerfeso mota op. de maquina

  7. Manoel paixao disse:

    Fico feliz por essa grande obra na regiao norte parabens povo paraense.

  8. geraldo magela disse:

    tem que fazer essa obra mesmo,e deixar de ficar ouvindo organismos internacionais,principalmente norte americanos,que sao o mal desse mundo,essa obra e de vital importancia para esta regiao e muito mais para essas pessoas que ai vivem,devemos aprender a cuidar de nossas vidas e parar de ficar ouvindo conversa fiada dos outros,principalmente das grandes naçoes que ja fizeram tudo de ruim que se possa imaginar com seus indios,negros e outras naçoes,e o objetivo deles e que essa regiao ai fica desabitada para que no futuro eles possam invadir o que nosso com a desculpa de estar protegendo alguma coisa,como eles fazem sempre covardemente com as naçoes mais fracas…abraçao de minas aos irmaos do norte.

  9. julio (ilha solteira-sp) disse:

    essa obra sera um marco p/ construção civl brasileira, desenvolvimento p/ o brasil.
    ira gerar tbm milhares de oportunidades de emprego, meus parabéns ao gov. federal mas sempre visando nosso meio-ambiente. força brasil!

  10. Luiz Carlos da Silva Carvalho disse:

    Olá companheiros de esperanças e desenvolvimento, nós que pertencemos a região a UHE Belo Monte, e um dos caminhos para o nosso desenvolvimento econômico e de infraestrutura e o tão falado “Mão de obra qualificada”.

  11. ROGRIO MIRANDA disse:

    S? TEMOS QUE AGRADECER! AP?S LONGOS ANOS DE ESPERA PELO INICIO DAS OBRAS DESSA T?O SONHADA USINA EM NOSSA REGI?O E QUE FINALMENTE O DESENVOLVIMENTO CHEGARÁ NA TRANSAMAZONICA.

  12. Edvaldo R. da silva disse:

    Fico muito feliz com a construção dessa importante obra pois a mesma só trará beneficio
    para o Brasil e seus habitantes gente são mais da 20 mil emprego .

  13. Sgto da Força Aerea Neri Figueiredo disse:

    ESTAMOS VENDO ESTARRECIDOS NA TV, INTERNET, ETC…EM TODOS OS MEIOS DE COMUNICA??O DISPONIVEIS OS ACONTECIMENTOS RELACIONADOS COM A RADIA??O AT?MICA EXPELIDA PELO(S) REATORE(S) NUCLEARES RECENTEMENTE AVARIADOS PELA TRAGDIA ORIUNDA DE UM TERREMOTO EM TERRIT?RIO JAPON?S. OBSERVA-SE COM ISSO QUE O BRASIL ESTÁ CERTO EM INVESTIR EM ENERGIA LIMPA QUE É A “HIDROELETRÍCA” QUE ME DESCULPEM OS AMBIENTALISTAS, VEJAM O EXEMPLO JAPONES, SE DEUS NOS DEU TANTOS RIOS PORQUE N?O USA-LOS PARA A PRODU??O DA T?O NESCESSÁRIA “ENERGIA ELETRICA” SABE-SE QUE NOS BRASILEIROS SOMOS ESPECIALISTAS EM PRODUZIR ENERGIA ELETRICA, OS PROJETOS AMBIENTAIS S?O MUITO BEM FEITOS, NUM PRIMEIRO MOMENTO DA IMPLANTA??O DO LAGO, HÁ UM CERTO TRANSTORNO AMBIENTAL, MAS DEPOIS E S? ALEGRIA. TODOS GANHAM: O TURISMO EM TORNO DO LAGO, FAZENDAS IRRIGADAS, ABASTECIMENTO DE AGUA POTAVEL PARA AS CIDADES ETC…. VEJAM O EXEMPLO DO COMPLEXO FURNAS “RIO PARANAIBA/RIO GRANDE/RIO PARANAPANEMA/RIO PARANA/RIO TOCANTINS/ E POR AI VAI. VAMOS LÁ MEU POVO AVANTE COM ESTA OBRA, QUEM NO FINAL VAI SAIR GANHANDO E TODA A POPULA??O INDIGENA DA REGI?O, ASSIM COMO AS COMUNIDADES DE BRANCOS. GRANDE ABRA?O EM TODOS “””BRASIL ACIMA DE TUDO…SELLLLLLLLLVA”

  14. Felipe Martyres disse:

    parabens mais uma vez, pelo excelente projeto de desenvolvimento para o Brasil…

  15. karlos pereira da silva disse:

    uhe belo monte e muito boa para trazer emprego e energia para toda sociedade…

  16. jancio nunes disse:

    estou esperançoso com esse projeto, que vai trazer desenvolvimento pra essa cidade tão atrazada, que venha o asfalto da tranzamazõnica para melhorar a situação deste povo sofredor.

  17. [...] a blog post, the company leading the dam project, Norte Energia, announced that infrastructure work on roads [...]

  18. ralf nascimento disse:

    é isso ai que venga la obra …… meu amigo Gaia eu te vi …. ahhhhh felicidades

  19. [...] officially started this week on the controversial Belo Monte hydroelectric dam in the Amazon.  In a blog post, the company leading the dam project, Norte Energia, announced that infrastructure work on roads [...]

  20. DELFINO JUNIOR disse:

    O PARA TEM Q CRESCER E BELO MONTE SIGNIFICA CRESCIMENTO.PARABENS, VAMOS A LUTA

  21. rick disse:

    Parabens pelo avanco.
    “Ordem e Progresso”

    … e para aqueles que estiverem preocupados com a populacao indigena e outras questoes ambientais, leiam estes artigos:

    http://www.blogbelomonte.com.br/2011/02/15/a-comunidade-indigena-e-belo-monte/
    http://www.blogbelomonte.com.br/2011/02/14/por-que-belo-monte/

  22. [...] a blog post, the company leading the dam project, Norte Energia, announced that infrastructure work on roads [...]

  23. Danilo G.R disse:

    Uma obra desse porte, vai influenciar diretamente no tão esperado desenvolvimento da região.
    Mais para que isso aconteça, é essencial o cumprimento das melhorias e investimentos previstos nas condicionantes da UHE Belo Monte.

  24. Nereu Leandro de Moraes disse:

    Que venha Belo Monte !!! O Brasil precisa crescer !!! Avante Brasil !!!

  25. Murilo disse:

    Até que fim a tão esperada usina irá iniciar suas obras. Nós altamirenses estamos muito esperançosos com essa obra, que trará desenvolvimento para a região.

  26. Francisco Sousa disse:

    Parabens mais uma vêz, pelo exelente artigo sobre o início das obras de Belo monte.
    A nobre companheira Andréia Gomes esqueceu de se reportar, qual a distancia entre altamira e Pimental.

    Abração a todos

  • Os canteiros de obras de Belo Monte, em Vitória do Xingu (PA), reúnem milhares de pessoas vindas de todos os cantos do País. São brasileiras e brasileiros que se empenham dia e noite para erguer a maior obra de infraestrutura em construção no Brasil, obra que, quando estiver em plena operação, vai levar energia limpa e renovável a 60 milhões de pessoas.Belo Monte também é local de encontros inesperados, emocionantes. Um deles ocorreu nesta quarta-feira (24/9), logo depois de o estudante El-Elyon Machado Monteiro, 16 anos, chegar ao Sítio Belo Monte. Era o início do roteiro do Conheça Belo Monte, projeto da Norte Energia que abriu as portas da maior hidrelétrica genuinamente brasileira a estudantes da rede de ensino pública e moradores dos municípios da Área de Influência Direta. Logo que desembarcou do ônibus no mirante de Belo Monte, onde será instalada a Casa de Força Principal do empreendimento (11 mil MW de potência instalada), El-Elyon foi surpreendido pela chegada do pai, Francisco da Silva Monteiro, que trabalha naquele sítio. Ao filho, faltaram palavras. Ao pai, emocionado, sobrou felicidade e orgulho com El-Elyon. "Meu filho está inscrito no Programa Jovem Aprendiz e vai trabalhar aqui em Belo Monte como auxiliar administrativo.” Em breve, pai e filho voltarão a se encontrar como colegas de trabalho em Belo Monte, uma usina que também emociona Francisco. “Sou barrageiro e tenho orgulho em construir a maior obra deste País.” Leia também: “Conheça Belo Monte” recebe estudantes de Altamira
  • O PHD em engenharia civil e ambiental da Universidade de Illinois, professor Marcelo H Garcia, criticou em carta o uso indevido e distorcido de sua pesquisa por grupos contrários à Usina Hidrelétrica Belo Monte. Em palestra realizada no Texas, o professor falou justamente sobre as inovações da engenharia de construção aplicadas nas obras. Contudo, seu estudo foi usado para atacar o projeto do canal de derivação da usina. O engenheiro não citou nomes, mas sua atitude foi tomada após saber que a palestra foi citada em manifesto enviado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por entidades que ainda esperam parar as obras de Belo Monte. Em carta enviada à Norte Energia o engenheiro diz que o projeto do Canal representa o “estado da arte nesse tipo de empreendimento”. Garcia foi um dos especialistas que se reuniram no simpósio "Questões atuais de Gestão de Bacias Hidrográficas no Brasil: Uma Visão Geral das necessidades e aplicações de pesquisas sobre Rios e Recursos Hídricos”. Realizado em abril deste ano, o evento foi  organizado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos LLILAS Benson e pelo Departamento de Geografia e Meio Ambiente da Universidade do Texas (Austin). Em sua apresentação, Garcia validou o grande desafio de engenharia que Belo Monte representa. Um dos aspectos da obra, um marco em diversos sentidos, foi analisado por ele na apresentação "Canal de Derivação de Belo Monte: Estabilidade da Rocha ao transportar 14.000 m3/s”, direcionada ao público acadêmico. Ao tomar conhecimento de que sua análise estava sendo distorcida, o professor e consultor de engenharia escreveu a carta na qual reiterou: "eu acredito que o Canal de Derivação de Belo Monte vai funcionar tão bem quanto esperado, segundo as recomendações resultantes das análises de hidráulica de canais abertos e da estabilidade da rocha, que realizei com meu grupo de pesquisa da Universidade de Illinois”. O documento abaixo, escrito em inglês e traduzido para o português, é mais uma comprovação de que os mitos que se espalham sobre o empreendimento devem ser combatidos com dados e fatos bem embasados. Leia a carta na íntegra, em português, AQUI. Leia a carta na versão original, em inglês, AQUI.
  • Funciona assim: a cada avanço, organizam-se protestos e criam-se empecilhos para o andamento das obras. A cada discurso que se torna falacioso, cria-se outro do zero, um conjunto de argumentos que atacam a Hidrelétrica Belo Monte. O embasamento das posições contrárias pouco importa – para contestar uma obra de engenharia do porte de Belo Monte, a quarta maior hidrelétrica do planeta, servem argumentos de antropólogos, historiadores, biólogos, cientistas sociais...Cada casuísmo construído foi rejeitado em todas as instâncias cabíveis. Mas ter razão não está na ordem do dia. Basta criar novos discursos para atrair holofotes de grupos de interesse do restante do País e do exterior. Na mesma semana em que alguns fatos poderiam se interligar e mostrar uma imagem positiva da realidade brasileira, foi preciso transcendê-la para reingressar no debate político. No final de julho, teve início a operação do sistema de saneamento básico da cidade de Altamira, implantado como parte das condicionantes ambientais da UHE Belo Monte. Realizou-se o primeiro teste operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto. Também foram testadas estruturas do sistema de abastecimento de água, um momento histórico para Altamira, tendo em vista os benefícios que proporcionará à saúde e à qualidade de vida de sua população. O saneamento básico foi a condicionante mais contestada pelos grupos contrários à Usina que, diante do sucesso dos testes, abandonou essa empreitada. Na mesma semana, pela primeira vez a região do Xingu recebeu a visita de uma presidenta da República, que comemorou com a população o avanço inédito em nossa capacidade de geração de energia (foram 20 mil MW só nos últimos quatro anos), além da entrega de um total de 22 mil km de linhas de transmissão. O discurso do “apagão” ficou lá atrás. O mais importante desses números é a ausência de descompasso: o Brasil cresce, aumenta sua capacidade de consumo, aumentam as demandas por energia e a capacidade necessária para esse crescimento está assegurada, com recursos limpos e renováveis que a maioria dos países gostaria de contar. Isso em uma obra que também impulsiona investimentos em saúde, educação, habitação, segurança e saneamento básico. Ainda nesta semana, o 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio demonstrou os avanços do Brasil em todas as oito metas estabelecidas. O combate à pobreza extrema, à mortalidade infantil e a garantia da sustentabilidade ambiental foram destaques. Frente a essas conquistas, algo precisava ser feito, rapidamente, pois as notícias predominantes devem manter o foco no desastre ambiental e no flagelo da população, não é mesmo? É cada vez mais difícil esconder os benefícios que se avolumam na região e, ao mesmo tempo, manter os discursos contra Belo Monte. É preciso muita criatividade para manter a bola quicando. Até dois meses atrás, as críticas de algumas ONGs ressaltavam o atraso das condicionantes, comparando-o ao andamento da obra física.  Agora que um volume expressivo de obras do Projeto Básico Ambiental  (PBA) tornam-se realidade, o discurso foi alterado. Segundo um documento que circula na internet, o Ministério Público deveria investigar e confirmar a "comprovada" inviabilidade técnica da obra da Hidrelétrica Belo Monte. O autor da petição é um pesquisador de um grupo de hidrologia da Universidade de Illinois.  A peça contém as assinaturas de meia dúzia de cientistas sociais, antropólogos e outros pesquisadores. Todos historicamente opositores do empreendimento. O fato é que nenhuma obra de infraestrutura no Brasil foi tão estudada quanto Belo Monte. Seu projeto foi analisado, simulado, testado e comprovado  por universidades de primeira linha, geólogos renomados  e engenheiros especializados. Mas nada disso tem valor,  já que todos os mitos vêm caindo por terra. Os gritos contra Belo Monte atingem o ápice de um processo de negação. Se, por um lado, alguns argumentos são realmente frágeis ou risíveis (“os indígenas serão dizimados”, “não seria necessário o saneamento em Altamira se não existisse Belo Monte”, “as casas do projeto habitacional são de papelão”), o movimento como um todo não pode ser desprezado. É preciso refletir sobre os interesses de quem trabalha dia e noite contra uma obra essencial para o desenvolvimento do País e que beneficiará 60 milhões de brasileiros. Mais que isso, uma obra cujo modelo de implantação foi inovador e regionalmente pensado, diminuindo o impacto ambiental e levando garantias e ganhos socioeconômicos para a população da região do Xingu. Não é possível continuar considerando que, em pleno panorama de recessão global, de desafios para a manutenção do crescimento brasileiro e de eleições internas, o discurso de fundo ambientalista seja neutro e imaculado. É preciso verificar quem financia e quem estrutura seus discursos e suas ações obscurantistas.
  • Uma obra que vai usar concreto suficiente para construir 48 estádios do Maracanã e um volume de aço que daria para erguer 16 torres Eiffel. Quatro canteiros distribuídos num raio de cerca de 60 quilômetros, mais de 20 mil homens e mulheres trabalhando dia e noite. Sessenta milhões de brasileiros beneficiados com a geração de 11.233,1 MW de energia. São dados surpreendentes da Usina Hidrelétrica Belo Monte que aguçam a curiosidade de muita gente.  Para saciar essa sede de conhecimento, a Norte Energia criou o Projeto “Conheça Belo Monte”, que abre as portas da usina para quem quiser ver de perto a realização de um dos maiores feitos da Engenharia brasileira.O “Conheça Belo Monte” já começou e o passeio pela obra impressionou alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental “Antônio Gondim Lins”.  Os visitantes passaram pelos sítios Belo Monte, Pimental, Canais e Diques e puderam ver de perto os avanços na concretagem e na montagem de peças eletromecânicas gigantes. Meninos e meninas também foram ao Centro de Estudos Ambientais para entender como a Hidrelétrica preserva a fauna e a flora e ajuda a Ciência a compreender melhor a Amazônia. Quem esteve na primeira visita guiada ganhou conhecimento e argumentos para falar com propriedade sobre a Usina. “A obra de Belo Monte veio para mudar positivamente a realidade da minha cidade, e isso tem mudado a vida da população”, afirmou Gerson Marques, 14 anos. Karina dos Santos, 13 anos, ficou atenta a apresentação do empreendimento no Centro de Apoio ao Visitante (CAV), em Belo Monte. “Estou anotando todas as informações.” Os interessados em agendar visitas pelo “Conheça Belo Monte” devem mandar e-mail para conhecabelomonte@norteenergiasa.com.br ou pelo telefone (93) 8809-2062. Leia mais: “Conheça Belo Monte” recebe estudantes de Altamira
  • O cronograma da Hidrelétrica Belo Monte é marcado por fatos que simbolizam o avanço das obras. Nesta segunda-feira, a Norte Energia começou a montar as Comportas Segmentos do vertedouro do Sítio Pimental, onde será instalada a Casa de Força Complementar do empreendimento. Ao mesmo tempo, quatro carretas especiais seguiam seu caminho de cerca de 2 mil quilômetros entre Taubaté (SP) e Belém (PA) com os seguimentos da carcaça do estator da primeira unidade geradora do Sítio Belo Monte. E essa carcaça representa um outro marco: o início da montagem da parte elétrica da unidade geradora, onde acontecerá o principio da conversão da energia mecânica em energia elétrica. Assim avança Belo Monte, para gerar energia limpa e renovável aos brasileiros. Leia também: Começa montagem das comportas do vertedouro do Sítio Pimental  
  • O Pré-distribuidor de 261 toneladas e 11 metros de diâmetros ganhou movimento pela força de um enorme guindaste e seguiu até seu local definitivo, a Casa de Força nº 1 do Sítio Belo Monte. E assim começou a instalação da primeira das grandes peças da montagem eletromecânica da Usina Hidrelétrica Belo Monte. O dia 10 de junho de 2014 se transformou em um marco na obra que está sendo construída pela Norte Energia no rio Xingu. (Foto: Regina Santos/ Norte Energia) Leia mais aqui.
  • A visita a uma obra tão impressionante quanto a da Usina Hidrelétrica Belo Monte sempre vale o registro. Nesta quinta-feira (05/06), 280 integrantes do Exército Brasileiro foram conhecer o local. Oficiais e soldados estiveram no sítio Belo Monte, onde será instalada a casa de força principal do empreendimento que a Norte Energia constrói no rio Xingu. Eles também assistiram a vídeos e palestras sobre a construção das duas casas de forças (Belo Monte e Pimental) que vão gerar energia para atender 60 milhões de brasileiros, uma população equivalente à da França. Sabia mais no site da Norte Energia.











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