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Começa obra relacionada ao projeto da UHE Belo Monte
Postado em 07/03/2011

Iniciou hoje em Altamira trabalho de terraplanagem previsto na LI do Ibama

Terraplanagem no Sítio Pimental

Foto: Andreia Gomes - Altamira

Iniciou hoje (07/03) na região de Altamira (PA) a melhoria do acesso ao Sítio Pimental, no Travessão 27, obra que integra o projeto da UHE Belo Monte no rio Xingu. Neste local será construído o vertedouro e a casa auxiliar (subestação) do empreendimento Belo Monte. O melhoramento do acesso está previsto na Licença de Instalação (LI) concedida pelo Ibama no dia 26 de janeiro deste ano. A LI refere-se às atividades e instalações como canteiros industriais pioneiros e acampamentos dos sítios Belo Monte e Pimental, almoxarifados, escritório de engenharia, enfermaria, refeitório, terraplanagens e melhorias de acessos já existentes.

A Norte Energia S. A., empresa responsável pela construção da usina, e a Construtora Belo Monte/CCBM, começaram nesta segunda-feira, às 9h, a implantação da infra-estrutura de acesso ao Sítio Pimental, com a utilização de patrulha mecanizada de terraplanagem. A patrulha mecanizada é formada por um conjunto de máquinas e equipamentos que inclui uma motoniveladora, pá carregadora e caminhões de terraplanagem. Esse conjunto de máquinas e  equipamentos facilitará o acesso ao Sítio Pimental.

Foto: Andreia Gomes - Altamira

Foto: Andreia Gomes - Altamira

O engenheiro José Biagioni, da Norte Energia, responsável pelas obras das condicionantes ambientais da usina de Belo Monte, falou com a imprensa e explicou que esta fase da obra se refere apenas aos trabalhos autorizados na LI expedida pelo Ibama. Ou seja: melhoria de acessos para que possa ser construído o canteiro de obras para alojar os trabalhadores que vão participar de diversas ações, entre elas o projeto de saneamento da região e outras intervenções previstas nas condicionantes socioambientais que envolvem 11 municípios (Altamira, Vitória do Xingu, Senador José Porfírio, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Uruacá, Placas, Porto de Moz, Gurupá e Pacajá).

A usina

Com estimativa de iniciar as operações no dia 31 de dezembro de 2014, Belo Monte será a maior usina hidrelétrica brasileira e a terceira maior do mundo. Segundo o Ministério de Minas e Energia, sua construção deve gerar cerca de 20 mil empregos diretos. A UHE Belo Monte terá capacidade instalada de 11.233,1 MW de potência e geração anual prevista de 38.790.156 MWh ou 4, 5mil MW médios e reservatório com área de 516 km quadrados. A conclusão do empreendimento está prevista para 10 anos, com início de operação a partir do quinto ano do começo da obra.

O empreendimento integra o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que é uma prioridade do governo federal. Sua entrada em ação propiciará mais oferta de energia e mais segurança para o Sistema Interligado Nacional (SIN), com melhor aproveitamento das diferenças hidrológicas de cheia e seca nas diversas regiões do País.

28 respostas para “Começa obra relacionada ao projeto da UHE Belo Monte”

  1. Francisco Sousa disse:

    Parabens mais uma vêz, pelo exelente artigo sobre o início das obras de Belo monte.
    A nobre companheira Andréia Gomes esqueceu de se reportar, qual a distancia entre altamira e Pimental.

    Abração a todos

  2. Murilo disse:

    Até que fim a tão esperada usina irá iniciar suas obras. Nós altamirenses estamos muito esperançosos com essa obra, que trará desenvolvimento para a região.

  3. Nereu Leandro de Moraes disse:

    Que venha Belo Monte !!! O Brasil precisa crescer !!! Avante Brasil !!!

  4. Danilo G.R disse:

    Uma obra desse porte, vai influenciar diretamente no tão esperado desenvolvimento da região.
    Mais para que isso aconteça, é essencial o cumprimento das melhorias e investimentos previstos nas condicionantes da UHE Belo Monte.

  5. […] a blog post, the company leading the dam project, Norte Energia, announced that infrastructure work on roads […]

  6. rick disse:

    Parabens pelo avanco.
    “Ordem e Progresso”

    … e para aqueles que estiverem preocupados com a populacao indigena e outras questoes ambientais, leiam estes artigos:

    http://www.blogbelomonte.com.br/2011/02/15/a-comunidade-indigena-e-belo-monte/
    http://www.blogbelomonte.com.br/2011/02/14/por-que-belo-monte/

  7. DELFINO JUNIOR disse:

    O PARA TEM Q CRESCER E BELO MONTE SIGNIFICA CRESCIMENTO.PARABENS, VAMOS A LUTA

  8. […] officially started this week on the controversial Belo Monte hydroelectric dam in the Amazon.  In a blog post, the company leading the dam project, Norte Energia, announced that infrastructure work on roads […]

  9. ralf nascimento disse:

    é isso ai que venga la obra …… meu amigo Gaia eu te vi …. ahhhhh felicidades

  10. […] a blog post, the company leading the dam project, Norte Energia, announced that infrastructure work on roads […]

  11. jancio nunes disse:

    estou esperançoso com esse projeto, que vai trazer desenvolvimento pra essa cidade tão atrazada, que venha o asfalto da tranzamazõnica para melhorar a situação deste povo sofredor.

  12. karlos pereira da silva disse:

    uhe belo monte e muito boa para trazer emprego e energia para toda sociedade…

  13. Felipe Martyres disse:

    parabens mais uma vez, pelo excelente projeto de desenvolvimento para o Brasil…

  14. Sgto da Força Aerea Neri Figueiredo disse:

    ESTAMOS VENDO ESTARRECIDOS NA TV, INTERNET, ETC…EM TODOS OS MEIOS DE COMUNICA??O DISPONIVEIS OS ACONTECIMENTOS RELACIONADOS COM A RADIA??O AT?MICA EXPELIDA PELO(S) REATORE(S) NUCLEARES RECENTEMENTE AVARIADOS PELA TRAGDIA ORIUNDA DE UM TERREMOTO EM TERRIT?RIO JAPON?S. OBSERVA-SE COM ISSO QUE O BRASIL ESTÁ CERTO EM INVESTIR EM ENERGIA LIMPA QUE É A “HIDROELETRÍCA” QUE ME DESCULPEM OS AMBIENTALISTAS, VEJAM O EXEMPLO JAPONES, SE DEUS NOS DEU TANTOS RIOS PORQUE N?O USA-LOS PARA A PRODU??O DA T?O NESCESSÁRIA “ENERGIA ELETRICA” SABE-SE QUE NOS BRASILEIROS SOMOS ESPECIALISTAS EM PRODUZIR ENERGIA ELETRICA, OS PROJETOS AMBIENTAIS S?O MUITO BEM FEITOS, NUM PRIMEIRO MOMENTO DA IMPLANTA??O DO LAGO, HÁ UM CERTO TRANSTORNO AMBIENTAL, MAS DEPOIS E S? ALEGRIA. TODOS GANHAM: O TURISMO EM TORNO DO LAGO, FAZENDAS IRRIGADAS, ABASTECIMENTO DE AGUA POTAVEL PARA AS CIDADES ETC…. VEJAM O EXEMPLO DO COMPLEXO FURNAS “RIO PARANAIBA/RIO GRANDE/RIO PARANAPANEMA/RIO PARANA/RIO TOCANTINS/ E POR AI VAI. VAMOS LÁ MEU POVO AVANTE COM ESTA OBRA, QUEM NO FINAL VAI SAIR GANHANDO E TODA A POPULA??O INDIGENA DA REGI?O, ASSIM COMO AS COMUNIDADES DE BRANCOS. GRANDE ABRA?O EM TODOS “””BRASIL ACIMA DE TUDO…SELLLLLLLLLVA”

  15. Edvaldo R. da silva disse:

    Fico muito feliz com a construção dessa importante obra pois a mesma só trará beneficio
    para o Brasil e seus habitantes gente são mais da 20 mil emprego .

  16. ROGRIO MIRANDA disse:

    S? TEMOS QUE AGRADECER! AP?S LONGOS ANOS DE ESPERA PELO INICIO DAS OBRAS DESSA T?O SONHADA USINA EM NOSSA REGI?O E QUE FINALMENTE O DESENVOLVIMENTO CHEGARÁ NA TRANSAMAZONICA.

  17. Luiz Carlos da Silva Carvalho disse:

    Olá companheiros de esperanças e desenvolvimento, nós que pertencemos a região a UHE Belo Monte, e um dos caminhos para o nosso desenvolvimento econômico e de infraestrutura e o tão falado “Mão de obra qualificada”.

  18. julio (ilha solteira-sp) disse:

    essa obra sera um marco p/ construção civl brasileira, desenvolvimento p/ o brasil.
    ira gerar tbm milhares de oportunidades de emprego, meus parabéns ao gov. federal mas sempre visando nosso meio-ambiente. força brasil!

  19. geraldo magela disse:

    tem que fazer essa obra mesmo,e deixar de ficar ouvindo organismos internacionais,principalmente norte americanos,que sao o mal desse mundo,essa obra e de vital importancia para esta regiao e muito mais para essas pessoas que ai vivem,devemos aprender a cuidar de nossas vidas e parar de ficar ouvindo conversa fiada dos outros,principalmente das grandes naçoes que ja fizeram tudo de ruim que se possa imaginar com seus indios,negros e outras naçoes,e o objetivo deles e que essa regiao ai fica desabitada para que no futuro eles possam invadir o que nosso com a desculpa de estar protegendo alguma coisa,como eles fazem sempre covardemente com as naçoes mais fracas…abraçao de minas aos irmaos do norte.

  20. Manoel paixao disse:

    Fico feliz por essa grande obra na regiao norte parabens povo paraense.

  21. jerfesom dos p. mota disse:

    como um paraense legitimo, digo q o desenvolvimento economico do estado do Pará não pode ficar no papel, pois o progresso do Brasil depende dele, para continuarmos sendo um país avançado em tecnologia de usinas hidreletricas e independente, pois usinas termo e nuclear poluem mais e causam danos irrevercíveis. Veja o resultado do japão… ass. jerfeso mota op. de maquina

  22. Graziela disse:

    Interessante como apesar de tanta controvérsia e gente contra o projeto, sua viabilidade e sua contribuição para um país melhor, o blog só mostra comentários a favor da usina…que belo filtro hein?

  23. raimundo alves da silva disse:

    É isso mesmo o brasil começa a dar outro salto para o futuro. Como filho desta tão sofrida região, parabenizo a todos pela vitória de anos de luta, do povo da transamazônica. Conheço todas as dificuldades deste povo lutador que por muitos anos foram abandonados à própria sorte. Com o início desta obra, de fato o estado devolve dignidade e respeito merecido a esses herois da transamazônica.

  24. marcelo silva disse:

    eu gostaria de entra contato p/prestaçao de serviços na area de transportes.
    eu tenho uma transportadora.
    tel21)92417580

  25. marcello oliveira disse:

    Bom dia senhores,

    Somos uma empresa de locação de equipamentos naúticos em geral, todos os tipos desde lanchas, balsas, empurradores,rebocadores, caibas, bajaras etc…

    Gostaria como posso entra em contato com o setor responsavel para aprsentar nossos equipamento e serviços…

    aguardo rtorno

    grato

    Marcello Oliveira
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  26. Allinny Soares disse:

    Parabens !!!!

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  •  A praia da Orla de Altamira está sinalizada para garantir a segurança dos usuários. A praia é um dos pontos de lazer e convívio mais populares da cidade, construído pela Norte Energia. A sinalização temporária foi concluída no dia 20 de junho em acordo com a Capitania dos Portos, Corpo de Bombeiros e Prefeitura Municipal de Altamira. Agora, crianças e adultos podem usar a área de banho à vontade, sem se preocupar com o tráfego de embarcações no local.Dentro de 60 dias será instalada a sinalização definitiva da praia da orla. O prazo está ligado ao trâmite regular para elaboração do projeto técnico para instalação e liberação dos órgãos oficiais, que tratam da segurança fluvial. Também ganharão sinalização as praias do Massanori e do Adalberto (Assurini), também construídas pela Norte Energia. A sinalização definitiva possui indicadores horizontais e verticais, inclusive noturnos. As praias construídas pela Norte Energia são parte do Projeto Básico Ambiental (PBA) da Usina Belo Monte. Com um investimento de R$22 milhões, os novos espaços de lazer somam mais de 800 metros, podendo abrigar cerca de cinco mil pessoas, simultaneamente. A praia da Orla hoje é um dos espaços mais frequentados pela população, o que significa que a obra está integrada à cidade e bem aceita pelos usuários.
  • “Realmente é impressionante o nível de desenvolvimento que a usina de Belo Monte leva à cidade de Altamira e toda a região. Há uma preocupação muito grande em beneficiar a população, então, além da grande obra que vai beneficiar todo o país, o consórcio teve a preocupação também de beneficiar a comunidade, isso está claro em Altamira, é uma verdadeira revolução o que está sendo feito na cidade em infraestrutura com asfaltamento, construção de pontes, alargamento de ruas, a construção de um parque maravilhoso que as pessoas vão ter condições novas de lazer,  conjuntos habitacionais que são melhores do que qualquer conjunto existente no país, um hospital moderno digno de qualquer capital, uma estação de tratamento de esgoto que é talvez a mais moderna do país, enfim, são realmente marcos, aqueles diques para os barcos, então há uma preocupação muito grande em todos os aspectos com  o dia-a-dia da população de Altamira”, declarou Rodrigo de Castro, presidente da Comissão de Minas e Energia.Ele e o deputado João Carlos Bacelar (PR/BA), também membro da Comissão, conheceram as obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte e as ações e serviços que beneficiam os municípios da área de influência do empreendimento. A visita ocorreu nos dias 22 e 23 de outubro.
  • O comerciário Ananias Paiva, de 65 anos, foi um dos primeiros motoristas a utilizar a nova ponte da Rodovia Transamazônica (BR-230), localizada em frente à Usina Hidrelétrica Belo Monte (UHEBM), liberada para o tráfego na manhã desta quarta-feira (07/10). Para ele, que estacionou numa área segura de observação para fotografar a ponte, a obra representa um avanço à região. “Eu tinha o costume de passar pelo desvio e parei para fotografar, pois acho que é um momento histórico, já que estamos recebendo uma obra importantíssima pra a nossa região”, observou.As obras de construção da ponte, que possibilitou a recuperação e reestruturação de 5.2 quilômetros de extensão, foram concluídas após pouco mais de nove meses de trabalho. Garantida por meio de aporte financeiro da Norte Energia, responsável pela construção e futura operação da UHEBM, o objetivo do empreendimento foi possibilitar a escavação do canal de fuga da hidrelétrica sem interromper o fluxo de veículos. A nova ponte atravessa o canal por onde as águas do Rio Xingu retornarão ao curso normal em dezembro deste ano, em acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Com 615 metros de extensão por 15m40cm de largura e 41 metros de altura, a nova ponte possui pista de concreto (material mais resistente e de fácil manutenção) estruturada sobre 16 bases, 32 pilares, 14 travessas de pilares e 75 vigas, cada uma com 42 metros de extensão por 2,10 de altura e peso de 70 toneladas. A construção utiliza a tecnologia de concreto moldado com superestrutura em vigas pré-moldadas com resistência reforçada. Cerca de 8 mil m³ de concreto foram utilizados na obra. De acordo com o diretor de obras da Norte Energia, Antônio Kelson Elias Filho, a estrutura foi projetada e executada com o que há de mais moderno em termos de tecnologia. “A ponte atende todos os critérios de segurança exigidos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Ela comporta as cargas mais pesadas possíveis, inclusive por conta de termos a possibilidade de, futuramente, trafegar pelo local com peças da usina. Junto ao DNIT garantimos a construção de espaço para que ciclistas e pedestres possam utilizá-la sem a ocorrência de acidentes, por isso também priorizamos sinalização e iluminação pública de qualidade”, assegurou. Com 4.223 km de comprimento, a Rodovia Transamazônica (BR-230) é a terceira maior rodovia brasileira e liga, de ponta a ponta, os estados da Paraíba (PB) e Amazonas (AM), interligando, ainda, Ceará (CE), Piauí (PI), Maranhão (MA), Tocantins (TO) e o Pará (PA). A BR-230 é importante via de acesso a algumas das principais cidades paraenses como Altamira, Marabá e Itaituba, interligando dezenas de municípios.Segurança – Preocupada com a segurança de quem trafega pela rodovia e eventualmente reduz a velocidade dos veículos para fotografar as obras da UHEBM, a Norte Energia disponibilizará profissionais de operação treinados a orientar os usuários da via a não pararem sobre a ponte, inclusive com a utilização de alto-falantes que servirão de alerta. Pensando nisso, as duas cabeceiras da via também comportam área de estacionamento específica para que os motoristas estacionem com segurança, caso desejem observar e fotografar a obra.
  • Nesta terça-feira (04), o rio Xingu voltou ao seu curso central, na região de Pimental. Foram abertos os vãos (comportas acionada hidraulicamente) do vertedouro da Usina Complementar, localizada no Sítio Pimental, para dar vazão natural das águas do rio Xingu pelo leito original, por onde suas águas vão continuar passando permanentemente,  mantendo a vazão para garantir a vida aquática e navegação no trecho da Volta Grande do Xingu. Isto significa que a vazão do rio para a jusante (rio abaixo do Sítio Pimental) será mantida, com o mínimo de 700 metros cúbicos por segundo no mês de setembro, variando mensalmente para valores superiores conforme estabelecido no processo de licenciamento da Usina, em acordo com a ANA (Agência Nacional de Águas) e o Ibama. A vazão mínima citada corresponde a uma vazão bem acima daquelas já registradas no histórico de ocorrências durante o verão. Assim, estão mantidas tanto a navegabilidade como a produção de pescado na área. O leito do rio havia sido desviado para o canal direito, durante a construção da Casa de Força Complementar e do vertedouro em Pimental. Atualmente, com a conclusão destas obras, a área que havia sido isolada do leito do rio já pode novamente receber as águas do mesmo. No local, estão em execução as operações de Desvio de Segunda Fase, nas quais o fluxo de águas do rio Xingu foi devolvido ao canal central, deixando de passar pelo estrangulamento (canal direito). Na primeira fase, a parte do leito do rio entre a margem esquerda e a Ilha da Serra havia sido isolada, por meio da construção de pequenos barramentos (ensecadeiras), uma rio acima e outra rio abaixo separadas por cerca de 500 metros, criando compartimentos estanques a montante e a jusante. O Desvio de Segunda Fase consiste no fechamento simultâneo do vão entre a Ilha da Serra e a margem direita do Xingu, revertendo todo o fluxo do rio para a área central de seu leito, onde anteriormente foram criados os dois compartimentos estanques. Essa ação envolve algumas operações: a)      Abertura de vão (brecha) na ensecadeira de montante, inundando o recinto de montante (rio acima) dos vertedouros; b)      Abertura parcial das comportas dos vertedouros, inundando o recinto a jusante (rio abaixo) dos vertedouros; c)      Abertura de vão (brecha) na ensecadeira de jusante (rio abaixo), que iniciará a liberação de águas para o rio Xingu, a medida que o Canal Direito vai sendo fechado; d)     Conclusão do fechamento do Canal Direito e reversão da totalidade do fluxo do rio pelos vertedouros. Nas operações de abertura de vão das ensecadeiras (brechas) e no fechamento do canal direito ocorrem movimentação e lançamento na corrente do rio de materiais argilosos e a erosão das margens do vão, a medida que aumenta a vazão de desvio. Esses fenômenos causam o arraste deste material e o aumento momentâneo da turbidez nas águas do rioXingu, a jusante das operações. Embora passageiro, poderá haver propagação visível de pluma de águas turvas rio abaixo até certa distância da área de obras, podendo ser perceptível pelas comunidades rio abaixo, que associam a pluma a problemas com qualidade da água e produção da pesca, o que não é verdadeiro, pois a pluma  só contém argila e materiais terrosos e dispersa-se naturalmente. Nas operações de inundação do recinto de rio acima (reservatório formado pela ensecadeira de montante - espaço confinado entre vertedouros, casa de força, margem esquerda e Ilha da Serra), o volume de água acumulado é de 1,5 milhão de metros cúbicos com turbidez, pelo arraste das laterais do vão de abertura e materiais de escavação que ficaram no fundo desse recinto. Hoje, essa água com turbidez que estava represada no recinto de montante foi transferida, pela abertura parcial das comportas dos vertedouros, para o recinto de jusante (espaço formado abaixo dos vertedouros pela margem esquerda, ilha da Barra, vertedouros / casa de força e ensecadeira de jusante). Este espaço, com cerca de 3,5 milhões de m³, ficará retendo a água de montante, enquanto prosseguem as operações de fechamento do canal direito, por onde continua passando a água do rio para a Volta Grande. Mas desde às 12 horas desta terça-feira ( 04/08), após o recinto de jusante atingir a cota suficiente, foi aberta brecha (vão) na ensecadeira de jusante, iniciando o lançamento gradual de água para o leito do rio Xingu, abaixo da barragem de Pimental. Para permitir a conclusão do fechamento do Canal Direito, será ampliada a abertura de ambas as ensecadeiras do vão central (de montante e jusante) até que a vazão do rio Xingu comece a passar definitivamente pelos 18 vertedouros de Pimental, o que permitirá a conclusão do fechamento do Canal Direito. Embora o aumento de turbidez seja um fenômeno passageiro, com duração de um a dois dias, até que as águas movimentem todo o material relativamente solto e estabilize sua cor, a Norte Energia mantêm equipes de monitoramento de qualidade das águas, que executam medições em tempo real, em toda a área, com foco especial nos efeitos desta operação. Qualquer alteração ou problema com abastecimento ou consumo para ribeirinhos, pescadores e indígenas serão resolvidos pelos técnicos da empresa. Em paralelo, equipes da Comunicação Social da Norte Energia estarão percorrendo as comunidades localizadas na Volta Grande, verificando a situação das mesmas e orientando os usuários do rio sobre esse curto período de transição, correspondente às operações descritas acima. Os 18 vãos do vertedouro na barragem do Sítio Pimental têm capacidade de vazão de até 62 mil m³/segundo. O volume, que corresponde à previsão de uma cheia decamilenar (período de avaliação igual a dez mil anos), é praticamente o dobro da vazão máxima registrada no Xingu, de 32 mil m³/segundo, em cerca de mais de 30 anos.
  • O craque do futebol Arthur Antunes Coimbra, mundialmente conhecido como Zico, viu de perto a grandiosidade das obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte e se impressionou. Encantado com o empreendimento, ele declarou admiração principalmente pelos que trabalham todo dia para realizar um dos maiores desafios da engenharia da atualidade: construir a maior hidrelétrica 100% brasileira no coração da Amazônia. Veja o que ele disse quando esteve nos canteiros, no dia 23 de julho: “Tive o privilégio de poder viajar pelo mundo, conhecer muitos lugares, muitas obras. Obras já prontas, aqui no Brasil também, e a gente fica encantado com o trabalho, ainda mais no meio de uma obra fantástica, que é Belo Monte. Parabéns a todos os brasileiros, todos aqueles que participam disso, que se entregam de corpo e alma no dia a dia. Às vezes, se sacrificam, ficam longe de seus familiares, mas o dia a dia deles é importante, não só pra mim, pra todos nós.”
  • A Hidrelétrica Belo Monte, que já tem 70% das obras civis concluídas, vive agora a chegada das monumentais peças das turbinas à região do Xingu. A mais recente delas, um rotor de 320 toneladas, viajou 5.269 quilômetros, de Taubaté (SP) a Vitória do Xingu (PA). Ao chegar, pelas águas do Xingu, à Estação de Transbordo de Carga do Sítio Belo Monte, ela precisou ser retirada da balsa e colocada em uma carreta de 256 pneus. Foi aí que entrou um personagem essencial nessa operação de transporte: o operador de ponte e de pórtico rolante Junivaldo Ferreira, 38 anos. É ele que iça as peças da balsa e as coloca em carretas.  O transporte da peça até o pátio de estocagem em Belo Monte – trecho de apenas seis quilômetros - dura meia hora. Somente por este dado dá para se ter uma ideia de o quanto essa operação é crítica . Ela só pode ser executada por profissionais treinados e credenciados. Tudo é cuidadosamente estudado: relaciona-se o peso da peça ao trajeto a ser realizado e aos recursos disponíveis para a amarração. “Não tenho dúvida de que a minha responsabilidade é grande", reconhece Junivaldo. "Afinal, são peças valiosas para o funcionamento da usina.” O rotor é a peça mais importante da turbina, o núcleo gerador de energia em uma hidrelétrica. Torneada em uma única peça de aço inoxidável, com peso final de 320 toneladas, o rotor mede oito metros e meio de diâmetro por cinco metros de altura. Suas pás recebem as águas do rio em fortíssimo deslocamento gerado pela queda d'água canalizada. Impulsionadas pela massa de milhares de toneladas de água em queda, elas giram. Nesse giro, a energia mecânica é transformada em energia cinética, e esta, em energia elétrica. Nascido em Santarém, e há 20 anos trabalhando como operador de ponte rolante e pórtico, Junivaldo foi convidado para trabalhar em sua primeira usina hidrelétrica por meio de um amigo. “Eu estava atrás de novos desafios e queria testar meus conhecimentos dentro de uma obra de usina.” No canteiro de obras de Belo Monte, Junivaldo opera quatro equipamentos: duas pontes rolantes de 400 toneladas e uma terceira de 800, além de um pórtico de 40 toneladas. “Daqui a um tempo, poderei dizer que eu icei o rotor de 320 toneladas e os eixos da primeira, segunda e terceira turbinas. Eu vim pra cá para ir embora apenas quando a obra terminar”, afirma. Para Junivaldo, ajudar a construir Belo Monte ficará para sempre em sua história. “Um dia, eu poderei contar para os meus filhos e netos que trabalhei na construção da terceira maior hidrelétrica do mundo e contribuí para o desenvolvimento do meu país.” Ele tem razão: quando estiver em plena operação, em 2019, Belo Monte irá beneficiar nada menos do que 60 milhões de brasileiros.
  • A Norte Energia concluiu nesta quarta-feira (04/2) a operação de transporte do rotor da segunda Unidade Geradora da Casa de Força Principal da Usina Hidrelétrica Belo Monte. A peça de 320 toneladas, oito metros e meio de diâmetro e cinco metros de altura chegou à área de estocagem de equipamento do Sítio Belo Monte a bordo de caminhão com 16 eixos, que percorreu seis quilômetros desde a Estação de Transbordo de Carga da Norte Energia, no rio Xingu. Esta foi a última etapa da operação iniciada no dia 14 de janeiro, quando o rotor começou a ser transportado da fábrica da Voith Hydro Brasil em Manaus (AM) rumo a Vitória do Xingu (PA). Uma balsa reforçada foi utilizada para realizar o transporte pelos rios Amazonas e Xingu. No total, foram percorridos 890 quilômetros até o Sítio Belo Monte. Em aço inoxidável, o rotor é a peça mais importante da turbina, o núcleo gerador de energia em uma hidrelétrica. As pás do equipamento recebem a água do rio e transformam a energia mecânica em energia cinética, que é transmitida ao rotor do gerador para produzir energia elétrica. Em construção pela Norte Energia, a UHE Belo Monte encerrou 2014 com 70% das obras civis concluídas. Quando estiver em plena operação, em 2019, a maior hidrelétrica genuinamente brasileira terá capacidade instalada de 11.233,1 MW, distribuídos em casas de força: a Principal, no Sítio Belo Monte, com capacidade instalada de 11 mil MW, e a Complementar, no Sítio Pimental, com 233,1 MW. A energia gerada beneficiará cerca de 60 milhões de brasileiros. Leia a íntegra no site Uruará em Foco
  • São 4.749 novas oportunidades de emprego. Este foi o segundo ano consecutivo em que Altamira registra o melhor desempenho do Estado no indicador que mede a empregabilidade dos municípios paraenses. A notícia é da versão impressa do jornal O Liberal.  
  •       Leia mais no site
  • Mais de 50 projetos foram selecionados em dezembro passado para promover o desenvolvimento sustentável da região do Xingu, no Pará, onde está sendo construída a hidrelétrica de Belo Monte, conforme decisão tomada na última reunião do Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu, realizada em Altamira (PA). Serão destinados R$ 33,5 milhões para 52 projetos, entre eles o de Desenvolvimento e Implantação do Sistema Integrado de Gestão Ambiental, do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Transamazônica e Xingu, e a construção do Centro de Apoio Psicossocial para Álcool e Drogas, do Fundo Municipal de Saúde. Na área da saúde foram aprovados 15 projetos, que somam mais de R$ 9 milhões em investimentos. Outros R$ 9 milhões são para projetos de educação, como a expansão do campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) em Altamira e o apoio à Escola Liberdade do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Anapu. Também foram contemplados projetos habitacionais, de comunicação comunitária, de fortalecimento produtivo e de organizações indígenas, entre outros inscritos no edital de 2014. O Comitê Gestor do PDRS do Xingu também decidiu que R$ 12,5 milhões serão aplicados na continuação de projetos de 2013 e que outros R$ 5,5 milhões estarão disponíveis para financiar novas ações ao longo deste ano. Deste modo, os recursos disponibilizados pelo PDRS do Xingu para a implementação de políticas públicas e de iniciativas da sociedade civil em 2015 totalizam R$ 51,6 milhões. O balanço realizado na última reunião do comitê apontou que o PDRS já havia liberado R$ 150 milhões para 147 projeto, sendo que 82% deles estão concluídos ou em execução já gerando desenvolvimento sustentável para a região. O Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu tem a finalidade de implementar políticas públicas e iniciativas da sociedade civil que promovam o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida de mais de 400 mil pessoas que habitam a região impactada pela construção da usina hidrelétrica Belo Monte. No leilão de energia de Belo Monte foi prevista a aplicação pelo empreendedor de R$ 500 milhões em projetos definidos pelo Comitê Gestor do PDRS. Esse colegiado, formado em julho de 2011, é constituído por representantes dos governos federal, estadual e municipais, dos movimentos sociais, organizações ambientais e não governamentais, entidades sindicais de trabalhadores urbanos, rurais e dos pescadores, além de entidades patronais e comunidades indígenas, que decidem sobre a aplicação dos recursos. Leia a íntegra e acesse os vídeos no site do PAC  











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