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Galeria de fotos: início da terraplanagem no sítio Pimental
Postado em 09/03/2011

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comentários


11 respostas para “Galeria de fotos: início da terraplanagem no sítio Pimental”

  1. Eduardo Barreto disse:

    Estão contratando profissionais da área ambiental? (técnicos em Meio Ambiente/Eng. Ambientais)

    Att

  2. dego natividade disse:

    to esperando os recrutamentos para q eu tenha 1 oportunidade de trabalhar em outro empreendimento de tal grandeza.trabalhei em jirau como op.de basculante e bitoneira aprendir muitas coisas e estou pronto para belo monte

    • Prezado Dego,
      As seleções para Belo Monte priorizam moradores da região. Se é o seu caso, procure um balcão de atendimento, disponível nos municípios próximos à obra.

      Atenciosamente,
      Blog Belo Monte

  3. jose batista de lima disse:

    muito bom mas ainda tao muito atrasadas as obras mais agilidade por fv

  4. alberto dias zopelari disse:

    não vejo a hora dessa obra começar quero ficar 20 anos trabalhando ai se Deus quiser estou em jirau trabalhei na camargo correa agora estou na enesa engenharia monagem s/a

    enviarei meu curriculum o mais rapido possivel estou aberto para belo monte sou tecnico em segurança do trabalho vou aposentar ai

  5. Prezado Douglas,
    Envie seu currículo para selecao@norteenergiasa.com.br.

    Grato,
    Blog Belo Monte

  6. Olá Diego,
    Envie para selecao@norteenergiasa.com.br.

    Grato,
    Blog Belo Monte

  7. Olá João Amaral,
    O endereço eletrônico para encaminhamento de currículo é selecao@norteenergiasa.com.br.

    Grato,
    Blog Belo Monte

  8. Nain Ezequias Ilhéo disse:

    vamos começar essa obra , mais energia e desenvolvimento para nosso povo.

  9. Antonio Prado disse:

    Usina Belo Monte! Sonho de muitos anos sendo materializado. Continuidade de manutenção de progresso através de oferta enegia elétrica.

  • Especialistas que monitoram desde 2013 a presença de espécimes de uma das maiores aves de rapina da América do Sul constataram recentemente o nascimento de um filhote e dois jovens gaviões-reais (Harpia harpyja), em três dos seis ninhos monitorados na região do rio Xingu, no Pará. Quatro ninhos estão localizados no Município de Vitória do Xingu e dois, no município de Brasil Novo.A ação tem apoio logístico da Norte Energia, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte e pela implantação de 15 projetos de conservação ambiental na região. “O nascimento de filhotes nesta região indica que as florestas remanescentes oferecem condições para o casal de gavião-real se alimentar e reproduzir com sucesso”, explica Helena Aguiar, bióloga e doutoranda do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), que trabalha com monitoramento desta espécie também na região do Xingu. Por meio de apoio da Norte Energia ao INPA, uma fêmea de gavião-real foi resgatada na Volta Grande do Xingu, recuperada com a ação da equipe de veterinários e biólogos da empresa , com orientação dos biólogos do Instituo. O pássaro foi devolvido com sucesso à natureza em julho de 2014. A espécie é tida como a ave de rapina mais possante das Américas. Pode carregar um peso igual ao seu, cuja média é de 9 quilos. Ganhou este nome na Amazônia graças à conformação das penas na cabeça, em formato que lembra uma coroa, e ao porte da realeza. Resgate na Volta Grande do Xingu - As primeiras visitas técnicas de biólogos do INPA ocorreram no primeiro semestre de 2014. Em junho do ano passado, foi realizado um resgate de uma fêmea de gavião-real, na área da Volta Grande, município de Senador José Porfírio. O animal colidiu com uma rede elétrica e foi encaminhado ao Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia, referência em resgate de fauna na região por manter recintos adequados e equipes capacitadas para esse tipo de trabalho. A interlocução da Norte Energia com o INPA foi rápida e, por meio de apoio logístico, os biólogos do Projeto Gavião-real chegaram a tempo de avaliar a saúde da ave e tratá-la. “Como não havia nenhuma lesão grave, ela voltou à natureza em cerca de 15 dias”, recorda Helena. Um transmissor de sinais via satélite para monitorar a localização foi acoplado ao bicho. Isso possibilitou a identificação da área de vida na região onde está caçando para se alimentar e alimentar sua cria, e em março deste ano, um juvenil foi avistado dentro desta área utilizada pela fêmea monitorada por satélite enquanto Helena rastreava a fêmea utilizando uma antena e um receptor VHF. Em julho passado, a coordenadora do Projeto Gavião-real do INPA, Tânia Sanaiotti, voltou ao Centro de Estudos Ambientais para monitorar de perto os ninhos e a fêmea de gavião. Constatou a boa saúde do animal adulto e a presença de um filhote com cerca de dois meses em um dos ninhos, além de avistar um filhote que iniciou a voar no entorno do ninho. Helena Aguiar explica que uma fêmea de gavião-real põe até dois ovos por reprodução, que pode ocorrer a cada dois ou três anos, mas não nasce mais do que um filhote. A eclosão dos ovos ocorre entre 52 e 58 dias. Os pequenos gaviões começam a voar com aproximadamente 120 dias de vida e se alimentar sozinhos a partir de 1 ano. Aves são minoria nos resgates da Norte Energia O Centro de Estudos Ambientais é a estrutura da Norte Energia que dá suporte às ações de preservação da fauna e flora da região de Belo Monte. Os resgates são em sua grande maioria efetuados para animais com pouca capacidade de deslocamento para longe das frentes de supressão. Assim, 80,56% dos resgates são de répteis e anfíbios; 9,20%, de mamíferos; e apenas 0,49%, de aves. O Projeto Gavião-real do INPA começou em 1997, com a descoberta do primeiro ninho de gavião-real numa floresta de terra-firme, próxima a Manaus, capital do Amazonas. Por meio de parceria com empresas como a Norte Energia e diversas instituições federais, estaduais e municipais, atualmente, o Projeto monitora 40 ninhos em várias regiões do Brasil.
  • O projeto “Bairro Cidadão”, ação da Norte Energia para promover cidadania nos novos bairros de Altamira, contabiliza cerca de 39 mil atendimentos até agora. No sábado passado (21/08), foi a vez dos moradores do bairro Água Azul terem perto de casa serviços de emissão de documentos (carteira de identidade, Cadastro de Pessoa Física (CPF), Carteira de Trabalho), além de inscrição para cursos de capacitação, consultas odontológicas, acesso a corte de cabelo e maquiagem e atividades de esporte e lazer.Somente no Água Azul ocorreram 8.500 atendimentos. O projeto já passou pelos bairros do Jatobá, São Joaquim e Casa Nova. A meta da Gerência Socioambiental da Norte Energia é atender todas as famílias dos cinco novos bairros construídos pela empresa em Altamira com recursos do Projeto Básico Ambiental da Usina Hidrelétrica Belo Monte. A emissão de documentos lidera a procura nas quatro edições do projeto, junto com os atendimentos no Espaço de Beleza, que fornece corte de cabelo e maquiagem.  “Aqui a gente une o útil ao agradável. Além de tirar os documentos, dá pra ir ao salão de beleza”, ressalta a auxiliar de serviços gerais Ângela da Silva, 32 anos, atendida pelo “Bairro Cidadão”. O projeto é promovido pela Norte Energia com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional da Indústria (Senai) e Conselho de Responsabilidade Social. São parceiros da iniciativa o Ministério do Trabalho e Emprego, Correios e Prefeitura Municipal de Altamira, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho e Promoção Social (Semuts), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semat) e Secretaria Municipal de Saúde. A próxima edição será no bairro Laranjeiras, programado para o dia 12 de setembro.
  • A rotina é nova e prazerosa para Joanita Marques, 35. A tarde chega e ela caminha uma quadra com os quatro filhos para encontrar a mãe, Maria Marques, 66. Pegam as cadeiras, sentam em frente da nova casa, põem a conversa em dia, enquanto as crianças brincam na tranquilidade do bairro Laranjeiras, para onde a família mudou no dia 15 de julho. Maria está feliz no novo endereço, embora em adaptação com a nova realidade: antes todos moravam em uma única casa de madeira e, hoje, estão em três casas diferentes, na mesma rua. Cada uma com três quartos, dois banheiros, sala e cozinha conjugadas. “Para mim, está ótimo. Vai melhorar ainda mais quando aparecerem aqui os comércios, os açougues. O bairro é novo, muita coisa vai melhorar ainda mais”, diz.A filha Joanita sorri satisfeita, certa da independência recente. Diz que adorava morar com a mãe – não é à toa que toda tarde busca a prosa com Maria. Mas, ter a própria casa, não tem preço. “É muito melhor, tem mais privacidade. E vou comprando minhas coisinhas aos poucos. Já comprei uma cama, a geladeira e o fogão”, conta. Os novos objetos que Joanita adquiriu e Maria planeja comprar vão muito além do consumo de utensílios do lar. São a marca de uma nova fase na vida das duas. Antes, no bairro Independente 2, em Altamira, onde moravam, as cheias do rio provocavam constantes prejuízos. “Todo ano a gente perdia as coisas por causa da enchente”, recorda a mãe. “Agora acabou o problema”, emenda a filha. O Laranjeiras, onde hoje mora a família Marques, é um dos cinco novos bairros construídos pela Norte Energia. Foram criados para beneficiar as famílias das áreas historicamente alagadas pelas cheias do Xingu conforme os critérios do Projeto Básico Ambiental da Usina Hidrelétrica Belo Monte.​
  • Thaís Vulcão segue um mantra na profissão: “Em qualquer lugar se faz educação”. É com essa frase na cabeça e muita disposição que a professora se entrega à bonita tarefa de alfabetizar quem, pelas contingências da vida, chegou à vida adulta sem aprender a ler e escrever. Seu campo de batalha contra o analfabetismo, atualmente, são os canteiros de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte.Para Thaís, não se trata apenas de trabalho. Ver homens e mulheres reconhecendo o alfabeto, formando as primeiras sílabas, escrevendo as primeiras palavras e assim adentrando no mundo das letras é muito mais do que aplicação. “Para mim é um sonho poder ajudar essas pessoas a saíram desse tipo de cegueira que é o analfabetismo e se encontrar, melhorar a autoestima, sonhar com novas possibilidades”, comenta. A professora ministra aulas no Projeto Pólo de Escolarização para mais de 60 trabalhadores, que se dividem em quatro turmas, de segunda a sexta, em diferentes horários. O Dia do Estudante, celebrado no dia 11 de agosto, Thaís comemorou com os alunos em sala de aula com atividades na sala de informática, no Centro de Convivência Marupiara, no Sítio Belo Monte. “Alguns alunos pela primeira vez tiveram contato com o computador. Fizemos dinâmicas e atividades de escrita com o uso do teclado. Foi tudo muito especial”, conta.
  • Nesta terça-feira (04), o rio Xingu voltou ao seu curso central, na região de Pimental. Foram abertos os vãos (comportas acionada hidraulicamente) do vertedouro da Usina Complementar, localizada no Sítio Pimental, para dar vazão natural das águas do rio Xingu pelo leito original, por onde suas águas vão continuar passando permanentemente,  mantendo a vazão para garantir a vida aquática e navegação no trecho da Volta Grande do Xingu. Isto significa que a vazão do rio para a jusante (rio abaixo do Sítio Pimental) será mantida, com o mínimo de 700 metros cúbicos por segundo no mês de setembro, variando mensalmente para valores superiores conforme estabelecido no processo de licenciamento da Usina, em acordo com a ANA (Agência Nacional de Águas) e o Ibama. A vazão mínima citada corresponde a uma vazão bem acima daquelas já registradas no histórico de ocorrências durante o verão. Assim, estão mantidas tanto a navegabilidade como a produção de pescado na área. O leito do rio havia sido desviado para o canal direito, durante a construção da Casa de Força Complementar e do vertedouro em Pimental. Atualmente, com a conclusão destas obras, a área que havia sido isolada do leito do rio já pode novamente receber as águas do mesmo. No local, estão em execução as operações de Desvio de Segunda Fase, nas quais o fluxo de águas do rio Xingu foi devolvido ao canal central, deixando de passar pelo estrangulamento (canal direito). Na primeira fase, a parte do leito do rio entre a margem esquerda e a Ilha da Serra havia sido isolada, por meio da construção de pequenos barramentos (ensecadeiras), uma rio acima e outra rio abaixo separadas por cerca de 500 metros, criando compartimentos estanques a montante e a jusante. O Desvio de Segunda Fase consiste no fechamento simultâneo do vão entre a Ilha da Serra e a margem direita do Xingu, revertendo todo o fluxo do rio para a área central de seu leito, onde anteriormente foram criados os dois compartimentos estanques. Essa ação envolve algumas operações: a)      Abertura de vão (brecha) na ensecadeira de montante, inundando o recinto de montante (rio acima) dos vertedouros; b)      Abertura parcial das comportas dos vertedouros, inundando o recinto a jusante (rio abaixo) dos vertedouros; c)      Abertura de vão (brecha) na ensecadeira de jusante (rio abaixo), que iniciará a liberação de águas para o rio Xingu, a medida que o Canal Direito vai sendo fechado; d)     Conclusão do fechamento do Canal Direito e reversão da totalidade do fluxo do rio pelos vertedouros. Nas operações de abertura de vão das ensecadeiras (brechas) e no fechamento do canal direito ocorrem movimentação e lançamento na corrente do rio de materiais argilosos e a erosão das margens do vão, a medida que aumenta a vazão de desvio. Esses fenômenos causam o arraste deste material e o aumento momentâneo da turbidez nas águas do rioXingu, a jusante das operações. Embora passageiro, poderá haver propagação visível de pluma de águas turvas rio abaixo até certa distância da área de obras, podendo ser perceptível pelas comunidades rio abaixo, que associam a pluma a problemas com qualidade da água e produção da pesca, o que não é verdadeiro, pois a pluma  só contém argila e materiais terrosos e dispersa-se naturalmente. Nas operações de inundação do recinto de rio acima (reservatório formado pela ensecadeira de montante - espaço confinado entre vertedouros, casa de força, margem esquerda e Ilha da Serra), o volume de água acumulado é de 1,5 milhão de metros cúbicos com turbidez, pelo arraste das laterais do vão de abertura e materiais de escavação que ficaram no fundo desse recinto. Hoje, essa água com turbidez que estava represada no recinto de montante foi transferida, pela abertura parcial das comportas dos vertedouros, para o recinto de jusante (espaço formado abaixo dos vertedouros pela margem esquerda, ilha da Barra, vertedouros / casa de força e ensecadeira de jusante). Este espaço, com cerca de 3,5 milhões de m³, ficará retendo a água de montante, enquanto prosseguem as operações de fechamento do canal direito, por onde continua passando a água do rio para a Volta Grande. Mas desde às 12 horas desta terça-feira ( 04/08), após o recinto de jusante atingir a cota suficiente, foi aberta brecha (vão) na ensecadeira de jusante, iniciando o lançamento gradual de água para o leito do rio Xingu, abaixo da barragem de Pimental. Para permitir a conclusão do fechamento do Canal Direito, será ampliada a abertura de ambas as ensecadeiras do vão central (de montante e jusante) até que a vazão do rio Xingu comece a passar definitivamente pelos 18 vertedouros de Pimental, o que permitirá a conclusão do fechamento do Canal Direito. Embora o aumento de turbidez seja um fenômeno passageiro, com duração de um a dois dias, até que as águas movimentem todo o material relativamente solto e estabilize sua cor, a Norte Energia mantêm equipes de monitoramento de qualidade das águas, que executam medições em tempo real, em toda a área, com foco especial nos efeitos desta operação. Qualquer alteração ou problema com abastecimento ou consumo para ribeirinhos, pescadores e indígenas serão resolvidos pelos técnicos da empresa. Em paralelo, equipes da Comunicação Social da Norte Energia estarão percorrendo as comunidades localizadas na Volta Grande, verificando a situação das mesmas e orientando os usuários do rio sobre esse curto período de transição, correspondente às operações descritas acima. Os 18 vãos do vertedouro na barragem do Sítio Pimental têm capacidade de vazão de até 62 mil m³/segundo. O volume, que corresponde à previsão de uma cheia decamilenar (período de avaliação igual a dez mil anos), é praticamente o dobro da vazão máxima registrada no Xingu, de 32 mil m³/segundo, em cerca de mais de 30 anos.
  • Moradora do bairro Paixão de Cristo, em Altamira, a cozinheira Elivânia Gomes foi uma das primeiras pacientes atendidas na nova Unidade Básica de Saúde do Jatobá, a 29ª entregue pela Norte Energia na região do Xingu. Após realizar consultas médicas, junto com a filha Rayane, de 10 anos, Elivânia, avaliou o atendimento: “Esse novo espaço é bem mais amplo, confortável e o principal, tem um atendimento humanizado. E isso faz muita diferença”. Assim como Elivânia, centenas de moradores do Jatobá e de bairros vizinhos também já utilizaram os serviços da mais recente unidade de saúde do município. Na primeira semana após a inauguração, no dia 24 de julho, foram registrados cerca de 400 atendimentos no novo espaço, construído e equipado pela Norte Energia com recursos do Projeto Básico Ambiental (PBA) da Usina Hidrelétrica Belo Monte. De acordo com Maristela Keim, diretora da Unidade, as consultas médicas e odontológicas lideraram a lista de atendimentos. “O grau de satisfação dos pacientes está além das expectativas, o que prova o quanto esse serviço de prevenção tem dado certo”, afirmou. Os servidores também atestam que o ambiente de trabalhou está muito melhor. “É mais confortável, muito melhor para trabalhar”, diz a recepcionista Orlandina Sousa, que faz questão prestar um atendimento personalizado humanizado na chegada dos pacientes.Com capacidade de cobertura para 12 mil habitantes, a UBS Jatobá dispõe de 13 profissionais atuando nos serviços médicos, odontológicos, orientações nutricionais e acompanhamento de agentes comunitários de saúde. O espaço conta com consultórios médico e odontológico, farmácia, auditório, salas de vacina e de inalação, central de curativos e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. A Norte Energia entregou 29 unidades e já concluiu construiu 30 UBS nos cinco municípios da área de influência direta de Belo, sendo que a do bairro Laranjeiras, em Altamira, está pronta será entregue em breve para a administração municipal.  
  • O craque do futebol Arthur Antunes Coimbra, mundialmente conhecido como Zico, viu de perto a grandiosidade das obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte e se impressionou. Encantado com o empreendimento, ele declarou admiração principalmente pelos que trabalham todo dia para realizar um dos maiores desafios da engenharia da atualidade: construir a maior hidrelétrica 100% brasileira no coração da Amazônia. Veja o que ele disse quando esteve nos canteiros, no dia 23 de julho: “Tive o privilégio de poder viajar pelo mundo, conhecer muitos lugares, muitas obras. Obras já prontas, aqui no Brasil também, e a gente fica encantado com o trabalho, ainda mais no meio de uma obra fantástica, que é Belo Monte. Parabéns a todos os brasileiros, todos aqueles que participam disso, que se entregam de corpo e alma no dia a dia. Às vezes, se sacrificam, ficam longe de seus familiares, mas o dia a dia deles é importante, não só pra mim, pra todos nós.”
  • A Agência Nacional de Energia Elétrica afirmou que não houve erro no planejamento da licitação do segundo bipolo da UHE Belo Monte (PA, 11.233 MW) ante o cronograma de entrada em operação da usina. Ahidrelétrica deverá estar com todas as suas unidades de geração em operação no início de 2019 enquanto o segundo bipolo para o final de 2019. A infraestrutura para escoar a energia da maior usina 100% nacional já está pronta ou licitada e em construção e são as alternativas para que toda a geração seja colocada no mercado quando estiver sendo feita. O diretor da Aneel, José Jurhosa, admitiu que há uma diferença entre a previsão de entrada em operação da usina em construção no rio Xingu e a segunda linha leiloada nesta sexta-feira, 17 de julho. Contudo, a garantia física da usina não á atingida com todas as máquinas o que garante que a Norte Energia consiga escoar a energia contratada. Outro diretor presente à coletiva realizada após o leilão, André Pepitone, lembrou que a concatenação da linha e da usina não apresenta descompasso. Esse novo projeto vem para agregar confiabilidade e aumento da capacidade de escoamento para a região Sudeste. "Há a linha de 500 kV de Xingu, Tucuruí a Manaus, todo esse aparato já permite o escoamento da usina", afirmou Pepitone durante a coletiva de imprensa realizada após o leilão. Via Canal Energia
  • UHE Belo Monte - o desafio de construir a maior hidrelétrica 100% nacional no médio Xingu, coração da Amazônia, com responsabilidade social e ambiental. httpv://www.youtube.com/watch?v=Cu5iRpZJQjw&feature=youtu.be
  • O Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia é a base de operação para os 14 planos de conservação ambiental nas áreas de influência do reservatório. O local serve ainda para estreitar relações com as instituições de pesquisas parceiras, como Universidade Federal do Pará e Museu Paraense Emílio Goeldi. httpv://www.youtube.com/watch?v=EbwrRdMHCy0











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