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Consórcio Construtor diploma profissionais em noite de festa em Altamira
Postado em 06/06/2011

Crédito: Vagney Santos

A primeira turma de alunos formados por meio dos cursos de capacitação profissional oferecidos pelo Programa Capacitar para Crescer, desenvolvido pelo Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) na região do Xingu, recebeu seus diplomas na noite da última quinta-feira (2/6), em cerimônia realizada em Altamira (PA).

Cento e dez formandos, entre eles 14 mulheres, voltaram para casa com o certificado emitido pelo Senai e aptos a ter acesso ao mercado de trabalho formal, inclusive concorrendo às vagas que estão sendo oferecidas pelo CCBM para o trabalho nas obras civis de Belo Monte.

A vitória individual de cada um dos 110 formandos começou com e execução do Hino Nacional Brasileiro. Formaram a mesa: o diretor de Suprimentos e Equipamentos da Construtora Andrade Gutierrez, Mário Humberto Marques, que representou o diretor de Projeto do Consórcio Construtor Belo Monte, Ricardo Muzzi; a prefeita de Altamira, Odileida Sampaio; o vereador Wellington José, representando a presidente da Câmara Municipal de Altamira, Mercês Costa; o diretor Socioambiental da Norte Energia, Antônio Coimbra; o diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João Pimentel; o presidente do Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental da Transamazônica e do Xingu (Fort Xingu), Vilmar Soares; e o diretor de Produção do Consórcio Construtor Belo Monte, Marco Túlio. Também estiveram presentes o superintendente de Assuntos Fundiários e Realocações da Norte Energia, Ronaldo Crusco; e o superintendente das Obras de Compensação da UHU Belo Monte, José Biagione.

O diretor Administrativo do CCBM, Marcos Sordi, fez uma apresentação do Programa Capacitar para Crescer, que está desenvolvendo os cursos de qualificação profissional na região do Xingu, inicialmente para pedreiros, carpinteiros, armadores, eletricistas em NR10 e operadres de máquinas pesadas. Em seguida, breves pronunciamentos marcaram a participação da prefeita de Altamira, Odileida Sampaio; do diretor Socioambiental da Norte Energia, Antônio Coimbra; e do diretor de Suprimentos e Equipamentos da Construtora Andrade Gutierrez, Mário Humberto Marques.

O diretor Socioambiental da Norte Energia, Antônio Coimbra, parabenizou os formandos e também o Consórcio Construtor Belo Monte, que, segundo ele, vem desenvolvendo o programa de capacitação profissional com muita competência. “É muito bom perceber a seriedade do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Consórcio Construtor, que por meio meio do programa de capacitação profissional está proporcionando essa grande oportunidade a tantos brasileiros”, disse Coimbra.

O diretor de Suprimentos e Equipamentos da Construtora Andrade Gutierrez, Mário Humberto Marques, destacou que o Consócio Construtor está na região não somente para construir uma hidrelétrica, mas principalmente para contribuir para a evolução da qualidade de vida do povo brasileiro. “Com a qualificação profissional, vocês podem ter absoluta certeza, suas vidas vão começar a mudar para melhor”, lembrou aos formandos.

A diplomação dos 110 profissionais foi realizada por meio da entrega de certificados do Senai a seis representantes dos pedreiros, armadores e carpinteiros ali presentes. O aluno Carlos Adriano Nunes, 34 anos, que concluiu o curso de carpinteiro e já foi contratado pelo CCBM, falou em nome de todos. “Não foi fácil chegar até aqui. Tivemos, todos, que ter muita vontade de vencer e perseverança. Estou muito feliz por já estar trabalhando para o Consórcio Construtor em Altamira, e espero encontrá-los em breve nos canteiros de obras para a construção de Belo Monte”, disse Adriano.

Confira imagens em nossa Galeria de Fotos.

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comentários


Uma resposta para “Consórcio Construtor diploma profissionais em noite de festa em Altamira”

  1. aldiene peixoto disse:

    Lógico que para cada escolha existirá uma “renúncia”,sejamos grandiosos em afirmar que o benefício da construção da usina BELO MONTE beneficiará, e muito, a cidade de ALTAMIRA e seus moradores que há muito não vê a economia crescer por falta de oportunidades diversas que o município sempre passou; moro em macapá mas nasci em altamira e fico feliz em ver o desenvolvimento chegando junto da DEMOCRACIA.

  • UHE Belo Monte - o desafio de construir a maior hidrelétrica 100% nacional no médio Xingu, coração da Amazônia, com responsabilidade social e ambiental. httpv://www.youtube.com/watch?v=Cu5iRpZJQjw&feature=youtu.be
  • O Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia é a base de operação para os 14 planos de conservação ambiental nas áreas de influência do reservatório. O local serve ainda para estreitar relações com as instituições de pesquisas parceiras, como Universidade Federal do Pará e Museu Paraense Emílio Goeldi. httpv://www.youtube.com/watch?v=EbwrRdMHCy0
  • O Sistema de Transposição de Embarcações (STE), em funcionamento desde janeiro de 2014, tem capacidade de transpor embarcações de até 50 toneladas, garantindo a navegabilidade no rio Xingu durante as obras e após o início das operações da Usina Belo Monte. Ao contrário da construção de outras hidrelétricas, onde os rios costumeiramente são interditados durante o período da obra e liberados somente após a conclusão de eclusas, Belo Monte inova com a entrega do STE antes mesmo do barramento ser completado. httpv://www.youtube.com/watch?v=lHpy0MZYSpc
  • O novo vídeo institucional da Usina Hidrelétrica Belo Monte está disponível no Youtube. Nele, é possível compreender a magnitude da obra da maior hidrelétrica 100% nacional em construção no rio Xingu, no Pará, e os benefícios que os investimentos socioambientais estão trazendo à região. A diversidade humana, de vivências e expectativas de quem trabalha nos quatro canteiros de obra também está nos sete minutos e 12 segundos do audiovisual. Ele traz informações atualizadas sobre o empreendimento, iniciado em junho de 2011 com previsão de conclusão para janeiro de 2019. Belo Monte, atualmente, está com mais de 75% das obras civis concluídas. Tem em andamento, ainda, a montagem eletromecânica com a instalação de peças importantes nas primeiras quatro turbinas da Casa de Força Principal, no sítio Belo Monte. A Usina vai gerar 11.233 MW para beneficiar 60 milhões de pessoas em 17 estados, além de garantir investimentos de R$ 3,7 bilhões em ações socioambientais para 11 municípios da área de influência direta e indireta do empreendimento, incluindo o pioneiro Projeto Básico Ambiental de Componente Indígena (PBA-CI). [youtube=https://www.youtube.com/watch?v=UREtg_JVP1k]
  • "O projeto é fruto de convenio com a Norte Energia, construtora da Hidrelétrica de Belo Monte, na Volta Grande do Xingu, em Vitória do Xingu". A notícia é da Agência Pará. Para ler ampliada, basta clicar!
  • Entre as novas hidrelétricas dos rios Madeira, Tocantins, Xingu, Teles Pires e as que foram construídas pioneiramente na Amazônia há uma gigantesca diferença. De dimensões amazônicas - para se usar uma expressão que faz referência a esse imenso território. No passado, foram cometidos erros graves, tanto do ponto ambiental como social. Já os novos projetos são concebidos buscando-se colocar as usinas em um contexto de desenvolvimento das regiões que as envolvem, considerando-se as questões sociais, econômicas e ambientais. E nacional, pela contribuição que podem dar para assegurar o fornecimento de eletricidade proveniente de um fonte limpa e renovável. Não é mais possível se pensar em investimentos vultosos, de longo prazo, sem o conceito da sustentabilidade. Nesse sentido, o projeto da usina de Belo Monte, por exemplo, ficou condicionado a uma série de compensações, em valores da ordem de R$ 3,6 bilhões, dos quais a maior parte será desembolsada antes mesmo que o aproveitamento hidrelétrico acione a primeira turbina. Situada numa região paupérrima, Belo Monte teve que assumir obras de infraestrutura que deveriam ser de responsabilidade do poder público. Escolas foram construídas ou reformadas, assim como hospitais e postos de saúde. Estradas pavimentadas, redes de água, coleta e tratamento de esgotos - antes inexistentes - vão melhorar consideravelmente a qualidade de vida dos municípios. Somente em Altamira, cinco mil famílias deixaram de viver em palafitas, sempre em situação de risco no período da cheia. A construção da usina criou um mercado para os agricultores locais, movimentou o comércio e aumento significativamente as receitas municipais. E, principalmente, gerou oportunidade de emprego e de qualificação profissional para milhares de pessoas que não tinham perspectiva. Pescadores artesanais, que se viam ameaçados pela construção das barragens e diques, passaram a ser apoiados por centros de pesquisas e vários se tornaram piscicultores. No rio Tapajós, a proposta de construção de grandes usinas é outra. Depois de prontas, não terão acesso por terra e nem será permitida a formação de núcleos urbanos nas suas proximidades. Com isso, se conseguirá isolar e preservar os parques vizinhos, além proporcionar receitas permanentes para os municípios relativamente distantes, mas em cuja jurisdição geográfica as usinas estarão situadas. Em Rondônia, a construção das usinas do rio Madeira contribuiu para alavancar a economia do Estado, que cresceu, no período, muito acima da média nacional. Problemas sociais graves, esquecidos pelo país, vieram à tona, pelo interesse que essas obras despertaram na opinião pública, e não só no Brasil. Fábricas de equipamentos, que jamais seriam atraídas para a região, hoje estão instaladas e produzindo na área da Suframa. Não se pode questionar a construção de hidrelétricas na Amazônia com a visão do passado, porque os conceitos mudaram quase que da água para o vinho. E não é segredo que o país precisa de energia. Leia a íntegra em O Globo
  • A Norte Energia esclarece os seguintes equívocos constantes da matéria publicada na segunda-feira (29/12/2014) no Jornal O Estado de S. Paulo sobre a Usina Hidrelétrica Belo Monte: Não existe nenhuma “confusão financeira” envolvendo o empreendimento, e nem a hipótese do projeto “tornar-se economicamente inviável” conforme diz a reportagem, uma vez que todos os grandes contratos da Usina estão assinados e as fontes financeiras do projeto estão sendo aportadas adequadamente; Os valores de possíveis prejuízos constantes de correspondência enviada à ANEEL foram citados de forma ilustrativa, em uma discussão mais abrangente que a abordada na reportagem, e num contexto de preços de energia do mercado livre muito superiores ao novo teto de R$ 388,48. Nenhum membro da Diretoria da Empresa mencionou tal valor como prejuízos definitivos ao Projeto, mesmo porque, a Norte Energia busca o acolhimento do seu pleito de exclusão de responsabilidade junto a ANEEL; A Empresa está tomando e tomará todas as medidas cabíveis para não ser onerada por atos externos à sua governabilidade por se tratar de direito que a administração não pode prescindir; Independentemente do pedido feito a ANEEL para considerar os fatos excludentes de responsabilidade, a Norte Energia tem trabalhado incansavelmente para minimizar o impacto das ações de terceiros sobre o cronograma de obras, de forma também a minimizar qualquer efeito negativo para o país e para os seus acionistas; É despropositada a acusação feita pela reportagem de que a empresa “dispara críticas contra tudo e contra todos”. Desde o primeiro momento em que atos e paralisações ocorreram, a Norte Energia registrou e comprovou junto à ANEEL, com documentação de mais de três mil páginas, todos os atos de terceiros que prejudicaram o cronograma de obras e que são, portanto, excludentes de responsabilidade; O custo de Belo Monte é de R$ 25,8 bilhões, valor  com o qual a Norte Energia venceu o leilão  em  Abril/2010. Todos os custos com obras, condicionantes e outras atividades estão incluídos nesse montante, que tem sido apenas atualizado monetariamente a cada ano, assim como tem ocorrido com as receitas que advirão dos contratos de energia vendida no próprio leilão. Portanto, o valor citado na reportagem de “R$ 30 Bilhões” nada mais é do que o valor do lance vencedor do leilão corrigido. Norte Energia S.A.
  • Leia também: Norte Energia entrega fósseis ao Museu Emílio Goeldi    
  • A Advocacia-Geral da União (AGU) assegurou, na Justiça do Pará, a validade do licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte, no Rio Xingu/PA. Os procuradores federais comprovaram que as condicionantes para Licença Prévia estão sendo observadas corretamente e que não foi identificado qualquer prejuízo com o empreendimento, como tentou alegar o Ministério Público Federal (MPF). O MPF ajuizou Ação Civil Pública contra o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Norte Energia S/A, responsável pelo empreendimento, para anular a licença de instalação emitida pela autarquia ambiental e determinar o cumprimento de todas as condicionantes previstas na licença prévia antes de requerer novamente a licença de instalação para UHE, sob pena de multa diária. Atuando no caso, o Departamento de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal (Depcont/PGF), a Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto (PFE/Ibama) e Procuradoria Federal do Estado do Pará (PF/PA) explicaram que a tese de que as condicionantes ambientais da licença prévia teriam que ser cumpridas antes da licença de instalação, não está de acordo com a legislação ambiental e nem com o dinamismo do processo de licenciamento ambiental. Segundo os procuradores, o Ibama analisou corretamente os impactos que irão ocorrer em todas as etapas da construção da hidrelétrica, determinando medidas que, necessariamente, deverão ser cumpridas ao longo do procedimento. De acordo com a AGU, outras decisões judiciais que discutiam o mesmo assunto já haviam confirmado a legalidade das condutas do Instituto. De acordo com a AGU, o artigo 19, I do Decreto 99.274/90, que regulamente a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81), estabelece que a licença prévia deve contar os requisitos básicos a serem atendidos nas fases de localização, instalação e operação. Também ressaltou que o artigo 8º, I, da Resolução Conama nº 237/97 segue a mesma linha, determinando que as condicionantes serão atendidas nas próximas fases de implementação do empreendimento. A PFE/Ibama destacou que para o cumprimento das condicionantes ambientais, o Ibama realizou seminários, vistorias técnicas, elaborou programas ambientais e promoveu todos os ajustes necessários ao Plano Básico Ambiental, que orienta os processos sobre a UHE. Além disso, os procuradores reforçaram que o MPF não comprovou a existência de prejuízos ou irregularidades no processo de licenciamento da Usina de Belo Monte. A Seção Judiciária do Pará acatou os argumentos da AGU e julgou improcedentes os pedidos do MPF. "Não há que se olvidar que as ações antecipatórias, na seara do direito ambiental, encontram-se estritamente vinculadas ao princípio da precaução, isto é, têm por escopo a adoção de providências antecedentes aos impactos ambientais, as quais se mostrem suficientes para minimização ou não ocorrência", diz um trecho da decisão. O Depcont/PGF, a PFE/Ibama e a PF/PA são unidades da Procuradoria-Geral Federal, órgão da AGU. Ref.: ACP nº 0018026-35.2011.4.01.3900 - Seção Judiciária do Pará Fonte: Assessoria AGU
  • Na visita à Usina Hidrelétrica Belo Monte, a presidenta Dilma Rousseff se emocionou em ver tantas mulheres trabalhando na obra em diversas funções, incluindo cargos antes ocupados eminentemente por homens. “Meu coração fica cheio de alegria. Mas, acho que um dia haverá 50% de mulheres em obras como essa, porque mulher é competente tanto na Engenharia quanto em todas as áreas”, disse.“Não acredito que homens e mulheres sejam concorrentes. Nas atividades industriais e de infraestrutura do País, eles e elas cooperam. Agora, que gosto de ver mulher trabalhando nesta obra, eu gosto muito. Uma coisa que me emociona muito é que as mulheres estão nas mais variadas áreas. Elas tem funções técnicas na concretagem e na montagem”, declarou a presidenta. Atualmente 15% dos mais de 20 mil trabalhadores da UHE Belo Monte são mulheres trabalhando em funções administrativas e operacionais, incluindo operadoras de máquinas pesadas, pedreiras, ferreiras e outras profissões exercidas antes principalmente por homens.











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