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Consórcio Construtor diploma profissionais em noite de festa em Altamira
Postado em 06/06/2011

Crédito: Vagney Santos

A primeira turma de alunos formados por meio dos cursos de capacitação profissional oferecidos pelo Programa Capacitar para Crescer, desenvolvido pelo Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) na região do Xingu, recebeu seus diplomas na noite da última quinta-feira (2/6), em cerimônia realizada em Altamira (PA).

Cento e dez formandos, entre eles 14 mulheres, voltaram para casa com o certificado emitido pelo Senai e aptos a ter acesso ao mercado de trabalho formal, inclusive concorrendo às vagas que estão sendo oferecidas pelo CCBM para o trabalho nas obras civis de Belo Monte.

A vitória individual de cada um dos 110 formandos começou com e execução do Hino Nacional Brasileiro. Formaram a mesa: o diretor de Suprimentos e Equipamentos da Construtora Andrade Gutierrez, Mário Humberto Marques, que representou o diretor de Projeto do Consórcio Construtor Belo Monte, Ricardo Muzzi; a prefeita de Altamira, Odileida Sampaio; o vereador Wellington José, representando a presidente da Câmara Municipal de Altamira, Mercês Costa; o diretor Socioambiental da Norte Energia, Antônio Coimbra; o diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João Pimentel; o presidente do Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental da Transamazônica e do Xingu (Fort Xingu), Vilmar Soares; e o diretor de Produção do Consórcio Construtor Belo Monte, Marco Túlio. Também estiveram presentes o superintendente de Assuntos Fundiários e Realocações da Norte Energia, Ronaldo Crusco; e o superintendente das Obras de Compensação da UHU Belo Monte, José Biagione.

O diretor Administrativo do CCBM, Marcos Sordi, fez uma apresentação do Programa Capacitar para Crescer, que está desenvolvendo os cursos de qualificação profissional na região do Xingu, inicialmente para pedreiros, carpinteiros, armadores, eletricistas em NR10 e operadres de máquinas pesadas. Em seguida, breves pronunciamentos marcaram a participação da prefeita de Altamira, Odileida Sampaio; do diretor Socioambiental da Norte Energia, Antônio Coimbra; e do diretor de Suprimentos e Equipamentos da Construtora Andrade Gutierrez, Mário Humberto Marques.

O diretor Socioambiental da Norte Energia, Antônio Coimbra, parabenizou os formandos e também o Consórcio Construtor Belo Monte, que, segundo ele, vem desenvolvendo o programa de capacitação profissional com muita competência. “É muito bom perceber a seriedade do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Consórcio Construtor, que por meio meio do programa de capacitação profissional está proporcionando essa grande oportunidade a tantos brasileiros”, disse Coimbra.

O diretor de Suprimentos e Equipamentos da Construtora Andrade Gutierrez, Mário Humberto Marques, destacou que o Consócio Construtor está na região não somente para construir uma hidrelétrica, mas principalmente para contribuir para a evolução da qualidade de vida do povo brasileiro. “Com a qualificação profissional, vocês podem ter absoluta certeza, suas vidas vão começar a mudar para melhor”, lembrou aos formandos.

A diplomação dos 110 profissionais foi realizada por meio da entrega de certificados do Senai a seis representantes dos pedreiros, armadores e carpinteiros ali presentes. O aluno Carlos Adriano Nunes, 34 anos, que concluiu o curso de carpinteiro e já foi contratado pelo CCBM, falou em nome de todos. “Não foi fácil chegar até aqui. Tivemos, todos, que ter muita vontade de vencer e perseverança. Estou muito feliz por já estar trabalhando para o Consórcio Construtor em Altamira, e espero encontrá-los em breve nos canteiros de obras para a construção de Belo Monte”, disse Adriano.

Confira imagens em nossa Galeria de Fotos.

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comentários


Uma resposta para “Consórcio Construtor diploma profissionais em noite de festa em Altamira”

  1. aldiene peixoto disse:

    Lógico que para cada escolha existirá uma “renúncia”,sejamos grandiosos em afirmar que o benefício da construção da usina BELO MONTE beneficiará, e muito, a cidade de ALTAMIRA e seus moradores que há muito não vê a economia crescer por falta de oportunidades diversas que o município sempre passou; moro em macapá mas nasci em altamira e fico feliz em ver o desenvolvimento chegando junto da DEMOCRACIA.

  • Profissionais qualificados estão deixando as suas cidades. O interior de 9 estados geraram, de janeiro a setembro, quase 413 mil vagas. A Sala de Emprego dessa segunda-feira (3) mostra que há muitas oportunidades de vagas no interior do Brasil e muita gente está deixando as capitais. Nos últimos anos, o perfil desse trabalhador mudou. Hoje quem deixa a cidade natal em busca de oportunidade são profissionais qualificados. As cidades do interior de nove estados geraram, de janeiro a setembro, quase 413 mil vagas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Esses estados são responsáveis por 70% das vagas de todo o Brasil: Bahia, Pará, Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. O PIB do interior cresceu 49% nos últimos dez anos, quase 10 pontos percentuais a mais que o dos grandes centros urbanos. Em 2013, o interior desses estados gerou 552.071 empregos. As principais áreas de contratação são indústria, construção, comércio e serviços. A tradicional agricultura ficou de fora no ano passado.    Sudeste Pesquisa feita por uma empresa de recrutamento com mais de quatro mil trabalhadores mostrou que 88,3% dos entrevistados aceitariam uma proposta para trabalhar no interior de São Paulo. Com mais de 2,6 milhões moradores e 20 municípios, a Região Metropolitana de Campinas foi escolhida por mais de 32% dos entrevistados. Entre os atrativos de Campinas estão a proximidade com a capital paulista, as boas universidades e um pólo industrial maior até do que de algumas capitais. Sozinha, a cidade responde por 15% de toda a produção científica do Brasil. A especialista em tecnologia da informação Andrea Alves não teve dúvida e trocou a capital pela vida no interior. A empresa em que ela trabalha tem hoje 40 vagas abertas. “Eu gastava uma hora do meu trabalho para minha casa e achava isso normal. Aqui no interior tenho chance de morar em uma casa. O mundo era mais confinado lá”, relata. Campinas tem dois parques tecnológicos que empregam 15 mil pessoas. Muitos são estudantes que se formaram na Unicamp. A maior fábrica de computadores do Brasil acabou de ser instalada na cidade e a empresa está procurando profissionais com experiência em desenvolvimento de software, gerenciamento de projetos e pesquisa, engenheiros de ciência e computação. Para alguns trabalhadores, as empresas instaladas no interior são vistas também como uma oportunidade de crescer na profissão e a chance de fazer um plano de carreira. Claudio saiu de São Paulo e chegou a uma indústria em Vinhedo, que tem mais de 350 empresas de médio e grande porte, só com ensino fundamental. Com ajuda do patrão, fez faculdade e hoje ocupa o cargo de gerente de logística. “Tem chance demais, to estudando para isso. Hoje São Paulo para mim é só para ir ver a família mesmo”. Nordeste No Nordeste, o destaque é São Gonçalo do Amarante, no interior do Ceará. O Porto do Pecém atraiu muitas empresas para a cidade. Nos últimos quatro anos, 21,8 mil pessoas foram contratadas com carteira assinada, o que representa quase metade da população da cidade, que, antes, só recebia visitantes durante a alta estação. O gerente de operações Rogério Ribeiro controla a entrada das mercadorias que vêm de outros países para o porto. Por ele passam 50 contêineres por dia e 1,2 mil caminhões por mês. "Essa é uma área que cresce muito, tem empregos de qualidade, bons salários e benefícios", afirma. As obras da companhia siderúrgica que está sendo instalada no local já geraram 10 mil empregos. São operários da construção civil até engenheiros super especializados. No ano que vem, a empresa deve abrir mais sete mil vagas. "Nós já estamos providenciando o transfer de mudança das pessoas e outros atrativos que nós vamos compensar um pouco para pessoa vir trabalhar conosco”, afirma Júlio Castro, gerente de RH. Os salários são bons. Um soldador, por exemplo, chega a ganhar R$ 1,6 mil por mês. Cargos de gerência oferecem até R$ 12 mil por mês. "A remuneração está acima da média que é paga em outros mercados. Isso acaba atraindo profissionais de vários estados, de várias capitais, por conta até mesmo da qualidade de vida”, diz Antenor Tenório, diretor do SINE/IDT. Norte Três cidades do interior do Pará estão gerando mais vagas do que toda a Região Metropolitana de Belém. Desde o início da construção de Belo Monte, em 2011, os empregos se multiplicam. De janeiro a agosto, o município do sudoeste paraense gerou mais de 34 mil postos de trabalho. Segundo o Dieese, a oferta de emprego no interior do Pará está em alta há pelo menos três anos. Em 2013, a região chegou a superar a Grande Belém na geração de postos de trabalho. Das 400 mil vagas abertas em todo o estado, 250 mil foram preenchidas fora da Região Metropolitana. Apenas três municípios - Altamira, Parauapebas e Marabá – concentraram 40% das contratações. Nessas três cidades há grandes projetos nas áreas de mineração, energia e portuária, que somados aos setores de comércio e de serviços, abriram de janeiro a setembro deste ano 70 mil vagas para todos os níveis de qualificação profissional. Destas vagas, oito mil estão só nas obras de Belo Monte. O engenheiro civil Caio Pacheco Torres se formou na Universidade de São Paulo e conquistou o seu primeiro emprego em Belo Monte, onde recebe um salário líquido de mais de R$ 6 mil: "Acho que para sair da universidade nós buscamos desafios e aqui todo dia tem grandes. Você se sente motivado mesmo". Sul A cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, se transformou em uma importante cidade universitária e é a terceira cidade exportadora de cérebros, título que recebeu do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por causa do número de estudantes formados que saem da cidade para trabalhar em todo o Brasil. Santa Maria só fica atrás de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ao todo, são sete instituições de ensino superior em uma cidade de apenas 300 mil habitantes. A maior delas é a Universidade Federal que tem um orçamento três vezes maior do que o município inteiro. São quase 30 mil alunos. Em 2013, Santa Maria foi a quarta cidade gaúcha que mais gerou emprego: 2,8 mil, principalmente na prestação de serviços. Centro-Oeste No interior de Mato Grosso do Sul, as duas cidades com mais vagas abertas são Dourados e Três Lagoas. Nos últimos seis anos, Três Lagoas se tornou um pólo para a instalação de indústrias de papel e celulose. As duas maiores empresas da região empregam juntas mais de sete mil trabalhadores. A localização estratégica, na divisa com o estado de São Paulo, foi definitiva para atrair novos investidores. A indústria aquece a contratação no campo. A produção de mudas é um dos setores que mais geram empregos. O auxiliar de serviços gerais Márcio Fernandes chegou do Nordeste há quatro meses para trabalhar em um viveiro de eucalipto: “Não tem muito serviço lá no Piauí, por isso eu vim pra cá. Aqui tem muita oportunidade, bem diferente do Piauí". A 450 quilômetros de Três Lagoas fica Dourados, a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, região onde o agronegócio é o forte da economia. Na região estão instaladas 16 usinas de açúcar e álcool. Elas processam mais de 80% da cana de açúcar produzida em Mato Grosso do Sul e juntas empregam mais de 16 mil trabalhadores. A íntegra na página do Jornal Hoje
  • A Advocacia-Geral da União (AGU) assegurou, na Justiça do Pará, a validade do licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte, no Rio Xingu/PA. Os procuradores federais comprovaram que as condicionantes para Licença Prévia estão sendo observadas corretamente e que não foi identificado qualquer prejuízo com o empreendimento, como tentou alegar o Ministério Público Federal (MPF). O MPF ajuizou Ação Civil Pública contra o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Norte Energia S/A, responsável pelo empreendimento, para anular a licença de instalação emitida pela autarquia ambiental e determinar o cumprimento de todas as condicionantes previstas na licença prévia antes de requerer novamente a licença de instalação para UHE, sob pena de multa diária. Atuando no caso, o Departamento de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal (Depcont/PGF), a Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto (PFE/Ibama) e Procuradoria Federal do Estado do Pará (PF/PA) explicaram que a tese de que as condicionantes ambientais da licença prévia teriam que ser cumpridas antes da licença de instalação, não está de acordo com a legislação ambiental e nem com o dinamismo do processo de licenciamento ambiental. Segundo os procuradores, o Ibama analisou corretamente os impactos que irão ocorrer em todas as etapas da construção da hidrelétrica, determinando medidas que, necessariamente, deverão ser cumpridas ao longo do procedimento. De acordo com a AGU, outras decisões judiciais que discutiam o mesmo assunto já haviam confirmado a legalidade das condutas do Instituto. De acordo com a AGU, o artigo 19, I do Decreto 99.274/90, que regulamente a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81), estabelece que a licença prévia deve contar os requisitos básicos a serem atendidos nas fases de localização, instalação e operação. Também ressaltou que o artigo 8º, I, da Resolução Conama nº 237/97 segue a mesma linha, determinando que as condicionantes serão atendidas nas próximas fases de implementação do empreendimento. A PFE/Ibama destacou que para o cumprimento das condicionantes ambientais, o Ibama realizou seminários, vistorias técnicas, elaborou programas ambientais e promoveu todos os ajustes necessários ao Plano Básico Ambiental, que orienta os processos sobre a UHE. Além disso, os procuradores reforçaram que o MPF não comprovou a existência de prejuízos ou irregularidades no processo de licenciamento da Usina de Belo Monte. A Seção Judiciária do Pará acatou os argumentos da AGU e julgou improcedentes os pedidos do MPF. "Não há que se olvidar que as ações antecipatórias, na seara do direito ambiental, encontram-se estritamente vinculadas ao princípio da precaução, isto é, têm por escopo a adoção de providências antecedentes aos impactos ambientais, as quais se mostrem suficientes para minimização ou não ocorrência", diz um trecho da decisão. O Depcont/PGF, a PFE/Ibama e a PF/PA são unidades da Procuradoria-Geral Federal, órgão da AGU. Ref.: ACP nº 0018026-35.2011.4.01.3900 - Seção Judiciária do Pará Fonte: Assessoria AGU
  • Na visita à Usina Hidrelétrica Belo Monte, a presidenta Dilma Rousseff se emocionou em ver tantas mulheres trabalhando na obra em diversas funções, incluindo cargos antes ocupados eminentemente por homens. “Meu coração fica cheio de alegria. Mas, acho que um dia haverá 50% de mulheres em obras como essa, porque mulher é competente tanto na Engenharia quanto em todas as áreas”, disse.“Não acredito que homens e mulheres sejam concorrentes. Nas atividades industriais e de infraestrutura do País, eles e elas cooperam. Agora, que gosto de ver mulher trabalhando nesta obra, eu gosto muito. Uma coisa que me emociona muito é que as mulheres estão nas mais variadas áreas. Elas tem funções técnicas na concretagem e na montagem”, declarou a presidenta. Atualmente 15% dos mais de 20 mil trabalhadores da UHE Belo Monte são mulheres trabalhando em funções administrativas e operacionais, incluindo operadoras de máquinas pesadas, pedreiras, ferreiras e outras profissões exercidas antes principalmente por homens.
  • Leia no site da Norte Energia. E confira também o Informe Especial de 4 anos clicando aqui.   
  • Uma atividade diferente marcou o início dos turnos de trabalho nesta terça-feira (22/7) nos canteiros de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Os primeiros 30 minutos foram dedicados à 1ª Parada de Segurança, atividade que reuniu todas as empresas prestadoras de serviços nas áreas de montagem, civil, consultoria, engenharia, supressão vegetal e resgate de fauna e flora. Palestras foram feitas por gestores, que abordaram o tema “Reflexão sobre segurança do trabalho: O que eu posso fazer para evitar acidentes”. O coordenador de Segurança do Trabalho da Norte Energia, Myron Tramontini, explicou que a atividade desta terça-feira está associada à retomada plena dos trabalhos proporcionada pelo fim do período de chuvas. “A importância de tirar esse tempo para pensar sobre segurança reside justamente em tornar o nosso ambiente de trabalho mais seguro, e os colaboradores desenvolverem a percepção dos riscos no seu local de trabalho.          
  • Desde a última quinta-feira (22/5), manifestantes indígenas bloqueiam os acessos aos canteiros de obra dos Sítios Belo Monte e Pimental.  A Transamazônica (BR-230) foi ocupada pelo grupo e três ônibus que transportavam trabalhadores do Consórcio Construtor Belo Monte foram depredados. O movimento surpreendeu a Norte Energia e  a Funai que, no dia anterior (21/5), haviam assinado o Termo de Compromisso reivindicado pelos indígenas. As atividades previstas neste documento serão referendadas pela Funai e acompanhadas por um Comitê Gestor formado por representantes das comunidades indígenas, da Norte Energia e do órgão indigenista. O Comitê vai avaliar os planos anuais de trabalho apresentados pela empresa, que também serão submetidos às comunidades indígenas. Respeito e diálogo permanentes com moradores e povos tradicionais da região do Xingu têm sido a tônica da Norte Energia, empresa responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Qualquer atitude que contrarie esses princípios merece nosso veemente repúdio, a exemplo da tentativa de invasão ao Sítio Pimental por um grupo de indígenas armados,  ocorrida no último domingo (25/05). Leia mais aqui.
  • A notícia é da Agência Pará. Emater emite sem custo o CAR para propriedades de até quatro módulos fiscais Agricultores que possuem até quatro módulos fiscais de área podem procurar a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) para emitir, gratuitamente, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) de suas propriedades. A emissão do CAR se tornou obrigatória em todo o País, após a publicação do Decreto 8.235, no último dia 5 de maio. Os agricultores têm até dois anos, a contar da data de publicação do decreto, para obter o documento.  No Pará, a emissão do CAR é obrigatória desde 2008. O Estado é um dos pioneiros na elaboração do documento, e se tornou referência nacional nas ações em defesa da agricultura familiar. A Emater foi a empresa pública que mais contemplou agricultores com o Cadastro, ultrapassando em maio 14 mil documentos emitidos.  Para a emissão do CAR, a Emater tem 300 técnicos capacitados e habilitados. “Estamos presente em todo o Pará, e o documento é emitido gratuitamente para os que têm até quatro módulos fiscais de área. O processo pode ser feito em qualquer um de nossos escritórios”, disse Cleide Amorim, presidente da Emater. A Emater emite em média mil Cadastros a cada mês. Para agilizar o processo, a empresa construiu o Sistema de Informações Geográficas e Ambientais (Siga), que permite a captação e o armazenamento de dados das propriedades no sistema of line, utilizando imagens recentes de alta resolução. Os 11 municípios que serão impactados diretamente pelas obras da Hidrelétrica de Belo Monte, na Região do Xingu, lideram a emissão do documento. Lá estão 60% dos cadastros emitidos pela Emater em todo o Pará. “Sem o Cadastro Ambiental o agricultor não pode comercializar carne, acessar financiamentos ou licenciar atividades”, ressaltou Jamerson Viana, geógrafo da Emater. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) são parceiros no processo de emissão do documento.
  •  "Compromisso do advogado público é com seu papel social" O advogado-geral da União Luís Inácio Adams participou nesta segunda-feira (28/4) da abertura do V Seminário Regional sobre Advocacia Pública Federal, em São Paulo. Em seu discurso no evento, Adams elogiou o Anuário da Advocacia Pública do Brasil, publicado pela revista eletrônica Consultor Jurídico. Ele afirmou que a geração atual não conhece o Estado e a Constituição sem a AGU. Por isso, a nova publicação é necessária. “O Anuário já existe na Justiça e é um sucesso”, afirmou Adams. Para ele, uma das principais características da publicação é oferecer uma radiografia com a identificação, o reconhecimento e a “demonstração de qualidade presente na carreira”. “Nossa atenção e eterna vigilância tem que ser com o nosso papel social. No momento que uma instituição perde o senso de responsabilidade para com a democracia, para com o Estado, ela se torna menor”, afirmou. Reconhecendo papel contramajoritário que a AGU pode exercer, Adams disse que a AGU é necessária e isso a torna respeitada: “É esse reconhecimento que garante a implementação das políticas públicas. Nosso papel está nessa commodity que é a segurança de que o Estado é bem defendido”. O Anuário da Advocacia Pública do Brasil é um retrato dos integrantes das carreiras jurídicas de defesa do Estado no país. A publicação é a primeira radiografia completa de todos os ramos de defesa dos interesses estatais, com foco na advocacia da União. Há perfis detalhados das procuradorias da União e das procuradorias federais, que representam judicialmente as autarquias, de suas chefias e de seus membros. A publicação foi lançada com patrocínio da Petrobras, Caixa Econômica Federal, Norte Energia, Anpprev, Anpaf e Anajur e apoio dos Correios. Os seminários sobre a advocacia pública federal acontecem ainda em Porto Alegre (13 e 14 de maio), Rio de Janeiro (27 e 29 de maio) e Recife (3 e 4 de junho. Fonte: Consultor Jurídico  
  • Recursos naturais revertidos em riqueza e desenvolvimento, no mais das vezes, são percebidos como processos de exploração, apropriação sem limites e intervenções autoritárias do Estado e do capital, sem respeito às sociedades locais e ao meio ambiente. A Usina Hidrelétrica Belo Monte veio para mudar essa realidade e estabelecer novos parâmetros para empreendimentos que acarretem em intervenções similares. O Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul acaba de se manifestar pela realização de mais audiências públicas antes da aprovação de um projeto de mineração,em Corumbá, no Pantanal. Assim que a empresa anunciou o investimento de R$ 11,5 bi para ampliação de sua planta industrial no município, o MPF alertou para a necessidade de que o IMASUL (Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul) reproduza o processo realizado na região onde será instalada a UHE Belo Monte: audiências públicas com as comunidades direta e indiretamente afetadas, as prefeituras de Corumbá e Ladário e órgãos ambientais do Estado para que se avalie os impactos sobre a região, estabelecendo condicionantes que reduzam os impactos da obra e promovam o desenvolvimento local. O MPF ressaltou que, na UHE Belo Monte, empreendimento da Norte Energia, parte significativa do investimento de R$ 25 bilhões foi destinado para condicionantes (R$ 3,2 bilhões, o equivalente a 13% do total), enquanto que o projeto da mineradora dedica apenas 0,4% do total de seus investimentos às mitigações de impacto e aos benefícios sociais. O MPF ressaltou também as 4.100 moradias novas, escolas, postos de saúde, hospitais e as obras de saneamento básico que estão sendo realizados nas cinco cidades no entorno da UHE Belo Monte, tomando todo o processo como um exemplo a ser seguido em empreendimentos desse vulto. Poderíamos ainda acrescentar os estudos realizados antes da implementação, as parcerias com poderes públicos locais, o apoio a instituições acadêmicas para estudos sobre o bioma local, as ações de preservação e reflorestamento e, mais que isso, o apoio a produção extrativista, agrícola e a pequenos empreendimentos que promovam a sustentabilidade socioambiental e o desenvolvimento regional. Para ler mais sobre o assunto, acesse a página do Ministério Público Federal - Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul e o FatimaNews: MPF defende realização de audiências antes de implantação de “Belo Monte” do Pantanal   Para saber mais sobre as condicionantes que acompanham a UHE Belo Monte: Xingu está vencendo a malária Mais saúde para os moradores do Jatobá UHE Belo Monte é mais educação no Xingu! Região do Xingu começa a ser reflorestada com 23 mil mudas nativas A nova imagem do antigo lixão de Altamira Saneamento para região do Xingu Dona Maria volta a estudar e agora tem transporte gratuito Nove mil mudas frutíferas para aldeias indígenas Qualidade reconhecida Projeto preserva cerca de 190 mil espécies da fauna e flora da região do Xingu Norte Energia Apresenta: Novos bairros de Altamira Norte Energia investiu mais R$ 65 milhões em segurança pública na Região do Xingu Norte Energia Apresenta: Saúde na região do Xingu Balanço de 2013 aponta grandes investimentos na saúde da região do Xingu Projeto da Norte Energia preserva flora na região do Xingu Aterro sanitário é entregue ao município de Vitória do Xingu  
  • A Norte Energia promoveu uma cerimônia religiosa para as famílias beneficiadas pelo Projeto de Relocação de Cemitérios localizados na zona rural dos municípios de Altamira e Vitória do Xingu, na área de influência da UHE Belo Monte. A celebração concluiu a relocação para o novo campo santo, o Cemitério Municipal São Sebastião, localizado no Km 4 da BR-230, a Transamazônica, e foi conduzida pelo Padre Miguel, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.  O projeto iniciou em outubro de 2011 com a finalidade de remover adequadamente  os restos mortais sepultados em cemitérios irregulares, situado nas áreas rurais interferidas pelos reservatórios da Usina Hidrelétrica Belo Monte no Xingu demais estruturas do empreendimento. Nos 43 cemitérios identificados, a maioria das sepulturas já não apresentava nenhum vestígio de restos mortais. Do total, foram exumadas nove sepulturas, sendo os restos mortais encaminhados para o novo cemitério. A agricultora Teodora Sousa Moreira, 79 anos, não escondeu a emoção ao falar do sobrinho Renato Martins, falecido em setembro de 1996, cujos restos mortais foram realocados para o cemitério de Altamira. “Estou feliz em poder ter um local para homenagear o meu sobrinho da maneira que ele merece”, comenta. O sacerdote responsável pela celebração ressaltou a importância de se manter viva na memória dos entes que partiram. “Esse é um momento de reflexão e busca pelo passado e pela memória daqueles que nos deixaram e que hoje possuem um local digno para descasar”, comentou. Segundo a superintendente do Meio Socioeconômico, Cassandra Molisani, o projeto foi muito mais do que uma simples liberação de área. “O Projeto de Relocação de Cemitérios, confere legalidade para uma situação que estava irregular perante a Lei e o que é mais importante, demonstra respeito para com as famílias, que tiveram a oportunidade de acompanhar todo o processo e agora tem um local para lembrar e orar pelos seus entes queridos.”, diz ele. O trabalho de relocação dos cemitérios foi acompanhado de perto pela agente de fiscalização de vigilância sanitária de Altamira, Islene Januário, que parabeniza a empresa pelo trabalho realizado junto às famílias da zona rural. A cerimônia religiosa ocorreu na ultima quinta-feira, 23.











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