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Usina Belo Monte terá registro em linguagem de cinema
Postado em 27/10/2011

Daniel Tendler apresenta primeiros vídeos sobre Belo Monte em linguagem de cinema.

As obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte (UHE Belo Monte) em linguagem de cinema foi apresentada oficialmente nesta quinta-feira (27) durante o Seminário Nacional de Grandes Barragens, realizado pelo Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB), no Rio de Janeiro. Estes documentários, conduzidos pela produtora LC Barreto, pretende acompanhar todas as etapas de construção do empreendimento, tanto do ponto de vista histórico, desta que será a terceira maior usina do mundo, quanto do ponto de vista humano, das pessoas envolvidas direta ou indiretamente na UHE Belo Monte.

Quatro vídeos de curta metragem, com aproximadamente 5 minutos, cada, já foram finalizados, de um conjunto de 25 peças, que serão produzidos ao longo do primeiro ano da obra, assim como outros três vídeos de média duração. A ideia é veicular as produções em TV e na internet. O projeto “Construindo Belo Monte” abrange cinco anos de construção da UHE Belo Monte, que tem previsão para iniciar a operação de sua primeira turbina em 2015.

O diretor do projeto, o cineasta Daniel Tendler, em entrevista ao Blog Belo Monte, destaca a importância das filmagens para apresentar “a realidade crua” da obra, sem o intuito de defender ou atacar o empreendimento. Segundo ele, há muitas informações desencontradas sobre o projeto. Isto impôs o desafio, nos primeiros roteiros, de diferenciar a proposta inicial de construção, planejada há 35 anos, da que atualmente está sendo executada no Rio Xingu. “O desafio foi marcar essa diferença e mostrar que essa diferença é fruto de uma evolução da legislação ambiental, do amadurecimento da sociedade de criar mecanismos de controle para o desenvolvimento responsável e sustentável da Amazônia”, afirmou.

Para Tendler, a iniciativa também poderá mostrar ao Brasil a realidade daquela região da Amazônia e a magnitude da obra em andamento no Rio Xingu. Ele fala ainda sobre a necessidade de que o debate sobre a UHE Belo Monte inclua questões como a necessidade de geração da energia e sua complementariedade com as fontes alternativas.

Leia aqui a entrevista concedida por Daniel Tendler, ao Blog Belo Monte:

Blog Belo Monte: Qual o tema central e o objetivo deste projeto de filmagem da construção da Usina Belo Monte?
Daniel Tendler: O objetivo principal dessa série de vídeos que estamos produzindo é gerar informação correta e de qualidade, porque tem um desencontro de informações, principalmente quando se está atacando a obra e o discurso desenvolvimentista. A nossa ideia, na verdade, é esclarecer isso. É dizer efetivamente o que é o projeto e sua evolução, os 30 anos de estudos e mostrar o que era o projeto há trinta anos e o que ele é hoje. Também vamos contar a história da geração de energia elétrica, dessa questão no Brasil, levantar a questão da necessidade da energia elétrica, porque eu acredito que para você discutir a construção de uma usina assim, é preciso discutir a questão da necessidade de energia. Se as pessoas precisam [da energia], então, vamos discutir a partir de uma realidade.

Blog: Quando você fala em mostrar os dados corretos, você fala não em defender ou atacar o projeto. É isso?
Daniel Tendler: Sim. É apresentar o projeto. Quanto mais próxima a sociedade estiver do projeto, melhor vai ser para todos. Melhor vai ser para a população local, para que as condicionantes sejam respeitadas e, assim, as coisas serão feitas direito, conforme o previsto na lei e no projeto. Essa distância, divórcio ou briga entre os desenvolvimentistas e os ambientalistas é, na verdade, uma coisa ruim para todo mundo. A nossa ideia é uma tentativa de aproximar as pessoas da realidade e, quanto mais crua a gente trouxer essa realidade para dentro destes filmes, melhor para todos. Estão acontecendo, por exemplo, supressão vegetal? Sim, mas estão sendo tomados todos os cuidados que estavam previstos em lei. Então, talvez o que seja preciso questionar seja a legislação, não a obra em si. Vamos mostrar as pessoas que estão sendo afetadas realmente. Mostrar o que a Norte Energia está prometendo e se, de fato, vai ser cumprido. É algo que conversamos muito com as pessoas da região: estamos documentando o início da história e a ideia é documentar tudo para ver também se foi tudo feito direito.

Blog: Então, o objetivo é o esclarecimento?
Daniel Tendler: Sim. Não é a história de defender nem de atacar, mas de esclarecer tanto a questão da construção quanto da necessidade de energia elétrica, quanto também contar um pouco a história do desenvolvimento da geração de energia no Brasil, das qualidades que o Brasil tem, como o fato de quase 90% da matriz energética ser limpa e renovável e que as fontes são complementares, ou seja, a energia hidrelétrica não compete com a eólica, ou solar, nem com nenhuma outra. São todas complementares. É preciso ter todas para o sistema funcionar. Então, não há tanto essa dicotomia que se fala entre a hidrelétrica versus a eólica ou solar ou as ditas fontes alternativas. Elas são complementares. Essa é uma informação que é muito importante ser dada.

Blog: Quais os desafios nesta primeira fase de execução da obra?
Daniel Tendler: A primeira coisa que a gente pensou em colocar foi esclarecer o que é o projeto de fato, porque até pesquisando a gente tem muita dificuldade de entender o que é o projeto e o que virou o projeto. Fala-se muito do projeto antigo, de 30 anos atrás e não do que é agora, porque é completamente diferente. O desafio foi marcar essa diferença e mostrar que essa diferença é fruto de uma evolução da legislação ambiental, do amadurecimento da sociedade de criar mecanismos de controle para o desenvolvimento responsável de Amazônia. Não é uma questão de fazer ou não fazer, mas de como fazer, porque já está sendo feito.

Blog: Como esses vídeos serão disponibilizados?
Daniel Tendler: Uma das formas em estudo é disponibilizar por meio de um canal na internet e gerar um canal que as pessoas possam acessar e entender o que está acontecendo, todo o desenvolvimento da obra e acompanhar o desdobramento do que vai acontecendo com as pessoas envolvidas.

Blog: Há, então, uma questão humana destacada nos vídeos?
Daniel Tendler: Há dois eixos de trabalho: um é mais histórico, de esclarecer as coisas e outra é o de ir até as pessoas, na questão humana mesmo, no sentido de entender o que está acontecendo com as pessoas, na região. Explicar o porquê da construção da usina e permitir que as pessoas possam acompanhar. É um canal de aproximação da sociedade com a construção para as pessoas poderem acompanhar o que está acontecendo com os ribeirinhos, com os indígenas, o que está acontecendo de fato, porque é uma região distante do Sudeste e, muitas vezes, a informação chega distorcida porque, antes de chegar, elas saem de lá [da região], vão para fora do país e voltam para o Brasil. Então, a ideia é gerar mais informação aqui.

Blog: Como tem sido o trabalho em relação a Norte Energia, empresa responsável pela implantação, construção, operação e manutenção da UHE Belo Monte?
Daniel Tendler: Há uma postura muito correta da Norte Energia de deixar a gente fazer esse trabalho. É uma abertura, porque vai ser bom para todo mundo. É uma obra que está aí, ela esta sendo feita dentro da lei. Existem mecanismos de acompanhamento, então, se é preciso questionar, vamos questionar o que de fato deve ser questionado, com argumentos concretos e não com achismo. Há um fato concreto e o projeto está acontecendo. É difícil as pessoas acreditarem que as coisas podem ser feitas corretamente no Brasil e está na hora de a gente fazer.

Blog: Esse formato de vídeo aproxima de fato a sociedade da realidade da obra no Rio Xingu?
Daniel Tendler: Dizer que uma imagem vale mais que mil palavras é um grande clichê, mas neste caso, de Belo Monte, acho que vale muito mais ainda porque, primeiro: é uma obra que é distante do resto do país. É numa região que, do Sul, Sudeste e do próprio Nordeste, é de difícil acesso. E é impressionante você mostrar as imagens de que grande parte do local onde está sendo feita a obra já estava desmatada, porque eram fazendas de gado e plantações. Uma coisa é você dizer isso e outra é mostrar. Uma coisa é falar que as pessoas estão sendo removidas e você efetivamente mostrar que não é expulsão. Estamos também numa era em que o entendimento audiovisual é muito mais direto que o texto ou outro formato. As pessoas estão acostumadas, é uma comunicação direta e rápida e as pessoas não têm muito tempo para ficar explicando fatos e condições, que mudam muito rapidamente. Outra coisa é documentar com linguagem de cinema que é o que estamos fazendo. Vai ficar como banco de imagens valiosíssimo, que é acompanhar uma obra deste tamanho e acompanhar as pessoas, os costumes e as mudanças que vão acontecendo.

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  • A Norte Energia realizou o I Encontro Intercomunitário da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no dia 27/02, no Barracão de Usos Múltiplos, no bairro Jatobá. A empresa apresentou as ações dos projetos que visam recompor modos de vida da população beneficiada com relocação assistida por Carta de Crédito e dos moradores dos novos bairros construídos pela Norte Energia na cidade. O Encontro é mais uma ação para contribuir para a integração das famílias atendidas, localizadas na área urbana e rural dos municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Assista ao vídeo: [youtube_sc url="https://www.youtube.com/watch?v=UI2yORXhVq4&feature=youtu.be"]  
  •  Lançada no dia 5 de maio deste ano, no evento da inauguração da Hidrelétrica Belo Monte, a nova logomarca da Norte Energia representa uma nova etapa: o ano de geração da maior hidrelétrica 100% brasileira. Fruto da percepção e talento, a criação da “nova logo” tem como fonte a visualidade gráfica do curso do Rio Xingu, na Volta Grande, que representa a Norte Energia, com o “N” bem visível na ilustração gráfica natural da região.O elemento gráfico que percorre o curso do Rio Xingu, representa o grande sistema de geração de energia limpa e renovável, adequado aos princípios de sustentabilidade e baixo impacto socioambiental. São três grandes obras de engenharia – Sítio Belo Monte, Canal de Derivação e Sítio Pimental com investimentos em inovação tecnológica desenvolvidas para um conjunto integrado, representado pelas três linhas que formam a letra “N”. Além disso, ao utilizar apenas uma cor e com espaços vazados, a nova logomarca da Norte Energia diminui o uso de insumos em impressão e em outras aplicações, estando adequada aos princípios da sustentabilidade. A nova logomarca deverá ser aplicada em todos os materiais NOVOS como por exemplo, materiais digitais, impressos, uniformes, placas, adesivos, dentre outras aplicações.
  • Contribuir com o desenvolvimento de práticas ambientais sustentáveis no Pará é o objetivo da peruana Karina Moreya, no Brasil há 18 anos, dos quais 12 meses na cidade de Altamira. Ela é professora efetiva da Universidade do Estado do Pará, onde atua como Coordenadora Adjunta do Curso de Engenharia Ambiental. Em abril deste ano, a turma de estudantes do 4º ano de engenharia da UEPA, sob coordenação de Karyna, esteve na área chamada Bota Fora do Lessa, no bairro Laranjeiras, junto com equipe multidisciplinar da Norte Energia para recuperar a área degradada. A coordenadora explica que a atividade de plantio de diversas mudas no bota fora realizada em parceria com a Norte Energia foi uma grande oportunidade para os alunos de colocarem em prática o que aprenderam na disciplina de Recuperação de Áreas Degradadas. “Foi importante a atividade como um todo, com destaque à importância de todos os atores envolvidos dentro de um projeto de recuperação de áreas degradadas e o envolvimento de diferentes áreas de conhecimento que requer um trabalho de mitigação de impactos”, afirma. Mais de 300 mudas de diferentes espécies dentre as quais Ipê Roxo, Cedro, Bacuri e Açaí, produzidas no CEA, foram plantadas no Bota Fora para regenerar totalmente a área que, no período de construção do bairro, havia sido utilizada para receber solo e outros resíduos de supressão vegetal, que não haviam sido utilizados na obra. Segundo a professora, com essa atividade prática, os alunos passam a adquirir amplo conhecimento sobre a área socioambiental, de forma a contribuir para o desenvolvimento educacional das ciências ambientais. “Principalmente na área de gestão ambiental ao vivenciar o trabalho desenvolvido pelos gestores no projeto. Este tipo de informação só foi possível adquirir através desta atividade”, avalia.
  • Ouça o discurso do presidente da Norte Energia, Duílio Diniz Figueiredo, durante a cerimônia de inauguração da Usina Hidrelétrica Belo Monte, realizada nesta quinta-feira, 05/05. Para ouvir clique no link abaixo: Discurso do presidente da Norte Energia
  • As primeiras unidades geradoras da Usina Hidrelétrica Belo Monte foram inauguradas nesta quinta-feira (05/04), com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff. As unidades entraram em operação comercial em abril, com duas turbinas que produzem juntas 649,9 MW, apenas 20 dias depois da data prevista no contrato de concessão, que terminava no dia 31 de março deste ano. Veja as [gallery columns="4" ids="4702,4701,4700,4699,4698,4697,4696,4695,4694,4693,4692,4691,4690,4689,4688"] !
  • Vídeo institucional exibido na cerimônia de inauguração da geração comercial de energia da Usina Hidrelétrica Belo Monte, nesta quinta-feira (05.05), com a presença da presidente Dilma Rousseff, e o presidente da Norte Energia, Duilio Diniz de Figueiredo. [youtube_sc url="https://www.youtube.com/watch?v=26odewmWOs0&feature=youtu.be"]
  • O orgulho em fazer parte da etnia Asurini está gravado na pele do professor Kwatirei Asurini, da aldeia Koatinemo. “Desde criança eu aprendi a importância de valorizar a minha cultura, pois é somente através da valorização dos nossos costumes e tradições que essa cultura vai resistir ao tempo e se perpetuar por várias gerações”, afirma.O desejo de ser protagonista no processo preservação da cultura Asurini era tanto que Kwatirei decidiu se tornar professor da Língua Asurini do Xingu. Formado em Pedagogia, o educador ensina os jovens e crianças da aldeia sobre a importância de se preservar os saberes e fazeres da Terra Indígena Koatinemo. “O meu principal dever como professor é despertar nos jovens da minha aldeia o sentimento de pertencimento dessa cultura a partir do ensino da nossa língua, da nossa história. E só através do conhecimento e do sentimento de pertencimento que essas tradições vão resistir por muitos e muitos anos”, destaca Kwatirei. Distante cerca de 4 horas de barco de Altamira, a aldeia Koatinemo, da etnia Asurini, faz parte das aldeias atendidas pelo Projeto Básico Ambiental do Componente Indígena (PBA-CI) da Hidrelétrica Belo Monte. Os investimentos da Norte Energia nos programas do PBA-CI somam mais de R$ 300 milhões e garantem a conservação do patrimônio cultural,  reforçam a segurança territorial e ambiental, além de incrementar as atividades produtivas, a educação escolar e fortalecimento institucional  dos povos tradicionais do Médio Xingu.
  • A Universidade Federal do Pará (UFPA) divulgou a data do primeiro vestibular de Medicina em Altamira, programada para os dias 5 de junho e 3 e 31 de julho deste ano. O anúncio foi comemorado por centenas de alunos da Região Xingu, que há tempos aguardavam por essa notícia. “Agora eu posso dizer que a minha expectativa para fazer o vestibular já tem data marcada”, afirmou o estudante Vitor Oliveira, 23, morador de Vitória do Xingu, município da Área de Influencia Direta (AID) da Usina Hidrelétrica Belo  Monte.    Com investimento de R$ 1.894.671,54, o prédio da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará é uma antiga demanda da região, que se tornou realidade através de parceria entre a Norte Energia e a UFPA, através do PDRSX (Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu). O primeiro vestibular de Medicina da região consistirá em uma prova objetiva de conhecimentos gerais, com 45 questões abrangendo conhecimento de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Literatura. A segunda etapa terá uma prova objetiva específica com 45 questões de Biologia, Física e Química. E a terceira consistirá em uma prova de redação. Todas as etapas serão eliminatórias e classificatórias  
  • Morador do Reassentamento Rural Coletivo (RRC) construído pela Norte Energia, o agricultor Manoel Batista, 53, comemora a primeira colheita do viveiro coletivo do local. O canteiro funciona como alternativa para o desenvolvimento sustentável e econômico da área. A ação é parte do Projeto Básico Ambiental (PBA) da UHE Belo Monte e conta com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio), que contribui com a implantação dos Sistemas Agroflorestais (SAF) em cada lote desde o começo do projeto.“A colheita das primeiras plantações do viveiro era algo muito esperado por nós. Colher um pouquinho de cada coisa que foi plantada aqui como alface, limão, banana, feijão, é uma graça muito grande”, afirma Manoel. Todas as espécies disponíveis no viveiro comunitário são produzidas no Centro Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia. Com capacidade para produzir 15 mil mudas, o local é referência para produção de mudas e treinamentos de técnicas e procedimentos agrícolas. Destinado aos moradores de comunidades rurais influenciadas pelos reservatórios da Usina Hidrelétrica Belo Monte, o RRC agrega 28 famílias, cada uma com casas construídas em lotes cercados, de 75 hectares de área total e 15 para cultivo, água potável, energia elétrica e fossa séptica. Todos os moradores do reassentamento foram beneficiados com o preparo de suas terras para o plantio.
  • Um fim de tarde de uma quarta-feira ensolarada poderia ser um dia qualquer para a família de Francisco, mas não foi. O agente de segurança Francisco Lopes, 48, tirou a tarde de folga para levar a pequena Thaís, de 6 anos, para se divertir na nova praia da orla de Altamira. Foi dia de brincar e mostrar um novo entardecer à filha, com amor e muito banho de rio. Quando perguntada se gostou do seu dia, Thaís responde sem titubear que “Tá sendo maravilhoso!”.Entre um mergulho e outro, o maranhense de Imperatriz, radicado na cidade há 14 anos, conta que é uma alegria ter praia o ano todo para aproveitar. “Entre as muitas coisas boas que a Norte Energia fez, essa é uma das que mais gostei. Antes dessa obra, que muita gente nem sabia que a engenharia conseguiria fazer, o povo da cidade precisava pegar carro e barco pra aproveitar praias distantes e somente no verão. Mas isso mudou”, observou. A praia da Orla de Altamira impressiona Francisco pela beleza. Ele já teve oportunidade de trabalhar no Estado do Amazonas, na Guiana Francesa e no Suriname, mas nunca havia visto de perto uma estrutura tão bem feita e ampla, que deu oportunidade para que pessoas da cidade e visitantes desfrutem das belezas naturais do Rio Xingu. “Quando a população ganha um local como esse tem obrigação de cuidar”, opinou.











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