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Equipamento de raio-x doado pela Norte Energia já atende população de Altamira
Postado em 22/12/2011

Os moradores de Altamira e cidades vizinhas, da área de influência da Usina Hidrelétrica Belo Monte, já podem contar com novo aparelho de raio-x, doado pela Norte Energia ao Hospital Municipal São Rafael. O equipamento, modelo Compacto Plus 500 AMP, com gerador de alta potência, é o mesmo utilizado nos grandes centros do país. Em Altamira, ele foi instalado no início de dezembro e custou R$ 105 mil. Sua capacidade é de realizar até 600 exames por dia.

Além da instalação do equipamento, foi realizado o treinamento de capacitação técnica aos profissionais da área para conhecimentos de operacionalização. De acordo com a diretora administrativa do hospital, Arlinda Maria de Souza, são realizados aproximadamente 60 exames por turno. O novo aparelho irá permitir melhorias no atendimento ao pacientes, principalmente a vítimas de acidentes de trânsito. Antes da doação da Norte Energia, a unidade de saúde utilizava um equipamento emprestado, porque o único raio-x do hospital está com defeito.

Em cumprimento às ações previstas no Plano Básico Ambiental (PBA), a Norte Energia já concluiu a reforma do setor de urgência e emergência desse hospital, a compra de outros equipamentos e a doação de uma ambulância para remoção de pacientes. O novo veículo atenderá tanto as demandas de Altamira quanto a dos municípios de Brasil Novo, Vitória do Xingu e Anapu.

Hospital São Rafael recebeu também uma nova ambulância. Crédito: Vagney Santos

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2 respostas para “Equipamento de raio-x doado pela Norte Energia já atende população de Altamira”

  1. jlsb disse:

    bela maneira de dizer que estão fazendo algo de bom parabéns isso deveria ter sido entregue a muito tempo só agora hummmm!!!! é cada um manipula as pessoas como pode. mas isso é otimo para todos sem duvida.

  2. Antonia Pereira Martins disse:

    Bacana, mesmo sendo totalmente contra essa Barragen de Belo Monte concordo que tudo que for doado aos municipios pela Norte Energia precisam ser amplamente divulgados. Pois essa é uma forma da sociedade fazer controle social. Como muita gente em nossa região ainda não tem acesso a internet sugiro que seja divulgado nas TVs locais e rádios.
    A comunicação e transparência são fundamentais para nossa jovem Democracia.

    Antonia Pereira Martins

  • Leia também: Norte Energia entrega fósseis ao Museu Emílio Goeldi    
  • A Advocacia-Geral da União (AGU) assegurou, na Justiça do Pará, a validade do licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte, no Rio Xingu/PA. Os procuradores federais comprovaram que as condicionantes para Licença Prévia estão sendo observadas corretamente e que não foi identificado qualquer prejuízo com o empreendimento, como tentou alegar o Ministério Público Federal (MPF). O MPF ajuizou Ação Civil Pública contra o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Norte Energia S/A, responsável pelo empreendimento, para anular a licença de instalação emitida pela autarquia ambiental e determinar o cumprimento de todas as condicionantes previstas na licença prévia antes de requerer novamente a licença de instalação para UHE, sob pena de multa diária. Atuando no caso, o Departamento de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal (Depcont/PGF), a Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto (PFE/Ibama) e Procuradoria Federal do Estado do Pará (PF/PA) explicaram que a tese de que as condicionantes ambientais da licença prévia teriam que ser cumpridas antes da licença de instalação, não está de acordo com a legislação ambiental e nem com o dinamismo do processo de licenciamento ambiental. Segundo os procuradores, o Ibama analisou corretamente os impactos que irão ocorrer em todas as etapas da construção da hidrelétrica, determinando medidas que, necessariamente, deverão ser cumpridas ao longo do procedimento. De acordo com a AGU, outras decisões judiciais que discutiam o mesmo assunto já haviam confirmado a legalidade das condutas do Instituto. De acordo com a AGU, o artigo 19, I do Decreto 99.274/90, que regulamente a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81), estabelece que a licença prévia deve contar os requisitos básicos a serem atendidos nas fases de localização, instalação e operação. Também ressaltou que o artigo 8º, I, da Resolução Conama nº 237/97 segue a mesma linha, determinando que as condicionantes serão atendidas nas próximas fases de implementação do empreendimento. A PFE/Ibama destacou que para o cumprimento das condicionantes ambientais, o Ibama realizou seminários, vistorias técnicas, elaborou programas ambientais e promoveu todos os ajustes necessários ao Plano Básico Ambiental, que orienta os processos sobre a UHE. Além disso, os procuradores reforçaram que o MPF não comprovou a existência de prejuízos ou irregularidades no processo de licenciamento da Usina de Belo Monte. A Seção Judiciária do Pará acatou os argumentos da AGU e julgou improcedentes os pedidos do MPF. "Não há que se olvidar que as ações antecipatórias, na seara do direito ambiental, encontram-se estritamente vinculadas ao princípio da precaução, isto é, têm por escopo a adoção de providências antecedentes aos impactos ambientais, as quais se mostrem suficientes para minimização ou não ocorrência", diz um trecho da decisão. O Depcont/PGF, a PFE/Ibama e a PF/PA são unidades da Procuradoria-Geral Federal, órgão da AGU. Ref.: ACP nº 0018026-35.2011.4.01.3900 - Seção Judiciária do Pará Fonte: Assessoria AGU
  • Na visita à Usina Hidrelétrica Belo Monte, a presidenta Dilma Rousseff se emocionou em ver tantas mulheres trabalhando na obra em diversas funções, incluindo cargos antes ocupados eminentemente por homens. “Meu coração fica cheio de alegria. Mas, acho que um dia haverá 50% de mulheres em obras como essa, porque mulher é competente tanto na Engenharia quanto em todas as áreas”, disse.“Não acredito que homens e mulheres sejam concorrentes. Nas atividades industriais e de infraestrutura do País, eles e elas cooperam. Agora, que gosto de ver mulher trabalhando nesta obra, eu gosto muito. Uma coisa que me emociona muito é que as mulheres estão nas mais variadas áreas. Elas tem funções técnicas na concretagem e na montagem”, declarou a presidenta. Atualmente 15% dos mais de 20 mil trabalhadores da UHE Belo Monte são mulheres trabalhando em funções administrativas e operacionais, incluindo operadoras de máquinas pesadas, pedreiras, ferreiras e outras profissões exercidas antes principalmente por homens.
  • Leia no site da Norte Energia. E confira também o Informe Especial de 4 anos clicando aqui.   
  • Uma atividade diferente marcou o início dos turnos de trabalho nesta terça-feira (22/7) nos canteiros de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Os primeiros 30 minutos foram dedicados à 1ª Parada de Segurança, atividade que reuniu todas as empresas prestadoras de serviços nas áreas de montagem, civil, consultoria, engenharia, supressão vegetal e resgate de fauna e flora. Palestras foram feitas por gestores, que abordaram o tema “Reflexão sobre segurança do trabalho: O que eu posso fazer para evitar acidentes”. O coordenador de Segurança do Trabalho da Norte Energia, Myron Tramontini, explicou que a atividade desta terça-feira está associada à retomada plena dos trabalhos proporcionada pelo fim do período de chuvas. “A importância de tirar esse tempo para pensar sobre segurança reside justamente em tornar o nosso ambiente de trabalho mais seguro, e os colaboradores desenvolverem a percepção dos riscos no seu local de trabalho.          
  • Desde a última quinta-feira (22/5), manifestantes indígenas bloqueiam os acessos aos canteiros de obra dos Sítios Belo Monte e Pimental.  A Transamazônica (BR-230) foi ocupada pelo grupo e três ônibus que transportavam trabalhadores do Consórcio Construtor Belo Monte foram depredados. O movimento surpreendeu a Norte Energia e  a Funai que, no dia anterior (21/5), haviam assinado o Termo de Compromisso reivindicado pelos indígenas. As atividades previstas neste documento serão referendadas pela Funai e acompanhadas por um Comitê Gestor formado por representantes das comunidades indígenas, da Norte Energia e do órgão indigenista. O Comitê vai avaliar os planos anuais de trabalho apresentados pela empresa, que também serão submetidos às comunidades indígenas. Respeito e diálogo permanentes com moradores e povos tradicionais da região do Xingu têm sido a tônica da Norte Energia, empresa responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Qualquer atitude que contrarie esses princípios merece nosso veemente repúdio, a exemplo da tentativa de invasão ao Sítio Pimental por um grupo de indígenas armados,  ocorrida no último domingo (25/05). Leia mais aqui.
  • A notícia é da Agência Pará. Emater emite sem custo o CAR para propriedades de até quatro módulos fiscais Agricultores que possuem até quatro módulos fiscais de área podem procurar a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) para emitir, gratuitamente, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) de suas propriedades. A emissão do CAR se tornou obrigatória em todo o País, após a publicação do Decreto 8.235, no último dia 5 de maio. Os agricultores têm até dois anos, a contar da data de publicação do decreto, para obter o documento.  No Pará, a emissão do CAR é obrigatória desde 2008. O Estado é um dos pioneiros na elaboração do documento, e se tornou referência nacional nas ações em defesa da agricultura familiar. A Emater foi a empresa pública que mais contemplou agricultores com o Cadastro, ultrapassando em maio 14 mil documentos emitidos.  Para a emissão do CAR, a Emater tem 300 técnicos capacitados e habilitados. “Estamos presente em todo o Pará, e o documento é emitido gratuitamente para os que têm até quatro módulos fiscais de área. O processo pode ser feito em qualquer um de nossos escritórios”, disse Cleide Amorim, presidente da Emater. A Emater emite em média mil Cadastros a cada mês. Para agilizar o processo, a empresa construiu o Sistema de Informações Geográficas e Ambientais (Siga), que permite a captação e o armazenamento de dados das propriedades no sistema of line, utilizando imagens recentes de alta resolução. Os 11 municípios que serão impactados diretamente pelas obras da Hidrelétrica de Belo Monte, na Região do Xingu, lideram a emissão do documento. Lá estão 60% dos cadastros emitidos pela Emater em todo o Pará. “Sem o Cadastro Ambiental o agricultor não pode comercializar carne, acessar financiamentos ou licenciar atividades”, ressaltou Jamerson Viana, geógrafo da Emater. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) são parceiros no processo de emissão do documento.
  •  "Compromisso do advogado público é com seu papel social" O advogado-geral da União Luís Inácio Adams participou nesta segunda-feira (28/4) da abertura do V Seminário Regional sobre Advocacia Pública Federal, em São Paulo. Em seu discurso no evento, Adams elogiou o Anuário da Advocacia Pública do Brasil, publicado pela revista eletrônica Consultor Jurídico. Ele afirmou que a geração atual não conhece o Estado e a Constituição sem a AGU. Por isso, a nova publicação é necessária. “O Anuário já existe na Justiça e é um sucesso”, afirmou Adams. Para ele, uma das principais características da publicação é oferecer uma radiografia com a identificação, o reconhecimento e a “demonstração de qualidade presente na carreira”. “Nossa atenção e eterna vigilância tem que ser com o nosso papel social. No momento que uma instituição perde o senso de responsabilidade para com a democracia, para com o Estado, ela se torna menor”, afirmou. Reconhecendo papel contramajoritário que a AGU pode exercer, Adams disse que a AGU é necessária e isso a torna respeitada: “É esse reconhecimento que garante a implementação das políticas públicas. Nosso papel está nessa commodity que é a segurança de que o Estado é bem defendido”. O Anuário da Advocacia Pública do Brasil é um retrato dos integrantes das carreiras jurídicas de defesa do Estado no país. A publicação é a primeira radiografia completa de todos os ramos de defesa dos interesses estatais, com foco na advocacia da União. Há perfis detalhados das procuradorias da União e das procuradorias federais, que representam judicialmente as autarquias, de suas chefias e de seus membros. A publicação foi lançada com patrocínio da Petrobras, Caixa Econômica Federal, Norte Energia, Anpprev, Anpaf e Anajur e apoio dos Correios. Os seminários sobre a advocacia pública federal acontecem ainda em Porto Alegre (13 e 14 de maio), Rio de Janeiro (27 e 29 de maio) e Recife (3 e 4 de junho. Fonte: Consultor Jurídico  
  • Recursos naturais revertidos em riqueza e desenvolvimento, no mais das vezes, são percebidos como processos de exploração, apropriação sem limites e intervenções autoritárias do Estado e do capital, sem respeito às sociedades locais e ao meio ambiente. A Usina Hidrelétrica Belo Monte veio para mudar essa realidade e estabelecer novos parâmetros para empreendimentos que acarretem em intervenções similares. O Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul acaba de se manifestar pela realização de mais audiências públicas antes da aprovação de um projeto de mineração,em Corumbá, no Pantanal. Assim que a empresa anunciou o investimento de R$ 11,5 bi para ampliação de sua planta industrial no município, o MPF alertou para a necessidade de que o IMASUL (Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul) reproduza o processo realizado na região onde será instalada a UHE Belo Monte: audiências públicas com as comunidades direta e indiretamente afetadas, as prefeituras de Corumbá e Ladário e órgãos ambientais do Estado para que se avalie os impactos sobre a região, estabelecendo condicionantes que reduzam os impactos da obra e promovam o desenvolvimento local. O MPF ressaltou que, na UHE Belo Monte, empreendimento da Norte Energia, parte significativa do investimento de R$ 25 bilhões foi destinado para condicionantes (R$ 3,2 bilhões, o equivalente a 13% do total), enquanto que o projeto da mineradora dedica apenas 0,4% do total de seus investimentos às mitigações de impacto e aos benefícios sociais. O MPF ressaltou também as 4.100 moradias novas, escolas, postos de saúde, hospitais e as obras de saneamento básico que estão sendo realizados nas cinco cidades no entorno da UHE Belo Monte, tomando todo o processo como um exemplo a ser seguido em empreendimentos desse vulto. Poderíamos ainda acrescentar os estudos realizados antes da implementação, as parcerias com poderes públicos locais, o apoio a instituições acadêmicas para estudos sobre o bioma local, as ações de preservação e reflorestamento e, mais que isso, o apoio a produção extrativista, agrícola e a pequenos empreendimentos que promovam a sustentabilidade socioambiental e o desenvolvimento regional. Para ler mais sobre o assunto, acesse a página do Ministério Público Federal - Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul e o FatimaNews: MPF defende realização de audiências antes de implantação de “Belo Monte” do Pantanal   Para saber mais sobre as condicionantes que acompanham a UHE Belo Monte: Xingu está vencendo a malária Mais saúde para os moradores do Jatobá UHE Belo Monte é mais educação no Xingu! Região do Xingu começa a ser reflorestada com 23 mil mudas nativas A nova imagem do antigo lixão de Altamira Saneamento para região do Xingu Dona Maria volta a estudar e agora tem transporte gratuito Nove mil mudas frutíferas para aldeias indígenas Qualidade reconhecida Projeto preserva cerca de 190 mil espécies da fauna e flora da região do Xingu Norte Energia Apresenta: Novos bairros de Altamira Norte Energia investiu mais R$ 65 milhões em segurança pública na Região do Xingu Norte Energia Apresenta: Saúde na região do Xingu Balanço de 2013 aponta grandes investimentos na saúde da região do Xingu Projeto da Norte Energia preserva flora na região do Xingu Aterro sanitário é entregue ao município de Vitória do Xingu  
  • A Norte Energia promoveu uma cerimônia religiosa para as famílias beneficiadas pelo Projeto de Relocação de Cemitérios localizados na zona rural dos municípios de Altamira e Vitória do Xingu, na área de influência da UHE Belo Monte. A celebração concluiu a relocação para o novo campo santo, o Cemitério Municipal São Sebastião, localizado no Km 4 da BR-230, a Transamazônica, e foi conduzida pelo Padre Miguel, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.  O projeto iniciou em outubro de 2011 com a finalidade de remover adequadamente  os restos mortais sepultados em cemitérios irregulares, situado nas áreas rurais interferidas pelos reservatórios da Usina Hidrelétrica Belo Monte no Xingu demais estruturas do empreendimento. Nos 43 cemitérios identificados, a maioria das sepulturas já não apresentava nenhum vestígio de restos mortais. Do total, foram exumadas nove sepulturas, sendo os restos mortais encaminhados para o novo cemitério. A agricultora Teodora Sousa Moreira, 79 anos, não escondeu a emoção ao falar do sobrinho Renato Martins, falecido em setembro de 1996, cujos restos mortais foram realocados para o cemitério de Altamira. “Estou feliz em poder ter um local para homenagear o meu sobrinho da maneira que ele merece”, comenta. O sacerdote responsável pela celebração ressaltou a importância de se manter viva na memória dos entes que partiram. “Esse é um momento de reflexão e busca pelo passado e pela memória daqueles que nos deixaram e que hoje possuem um local digno para descasar”, comentou. Segundo a superintendente do Meio Socioeconômico, Cassandra Molisani, o projeto foi muito mais do que uma simples liberação de área. “O Projeto de Relocação de Cemitérios, confere legalidade para uma situação que estava irregular perante a Lei e o que é mais importante, demonstra respeito para com as famílias, que tiveram a oportunidade de acompanhar todo o processo e agora tem um local para lembrar e orar pelos seus entes queridos.”, diz ele. O trabalho de relocação dos cemitérios foi acompanhado de perto pela agente de fiscalização de vigilância sanitária de Altamira, Islene Januário, que parabeniza a empresa pelo trabalho realizado junto às famílias da zona rural. A cerimônia religiosa ocorreu na ultima quinta-feira, 23.











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