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Estudantes comemoram o Dia da Árvore percorrendo Trilha Ecológica
Postado em 21/09/2012

Alunos da rede pública de Altamira visitam Trilha Ecológica em canteiro de Belo Monte. Crédito: Jaime Souzza

Em comemoração ao Dia da Árvore, 29 alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Doutor Octacílio Lino visitaram o projeto Trilha Ecológica, localizado no sítio Pimental. O passeio educativo aconteceu nesta quinta-feira (20) e foi uma iniciativa da Norte Energia e do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM). Essa ação é maneira prática de despertar a consciência ecológica a partir do contato direto com a natureza.

No local, os estudantes receberam instruções básicas sobre a preservação do meio ambiente e segurança do trabalho. Em seguida, ganharam equipamentos de proteção individual obrigatório para a caminhada. Na trilha, os alunos conheceram árvores frutíferas típicas da região, como o Taperebá Nativo, e outras plantas de grande porte, como é o caso do Acapu. A aula ao ar livre também permitiu a abordagem de temas relevantes como a coleta seletiva de lixo, o desenvolvimento sustentável e o resgate da fauna e da flora nas áreas de construção do empreendimento.

“É bom para o aluno vivenciar essa interação com os colegas e com o meio ambiente”, disse Zulmira Carvalho, coordenadora Municipal de Educação Inclusiva, que acompanhou a visita ao lado de Denise Nascimento, superintendente escolar. “É interessante ver a preocupação do empreendimento em proporcionar educação ambiental não só aos trabalhadores da obra, mas também aos estudantes de Altamira”, afirmou Denise.

Mateus Botelho, de 14 anos, ficou animado com o passeio. “Gostei muito de ter vindo porque vi que onde a usina está sendo construída a floresta está sendo preservada”, declarou ele. Cíntia Vidal, 15 anos, afirma que dividirá o aprendizado adquirido com a família e com amigos que não puderam participar do encontro. “Vou ter que ensinar para todo mundo o nome das árvores e também como economizar água”, disse a estudante. Fernando Valente, professor de matemática, acompanhou a turma e fez questão de elogiar a atividade. “A visita foi muito positiva e as informações que recebemos serão trabalhadas de forma interdisciplinar em sala de aula”, acrescentou o docente.

Ecologia na prática - A programação que celebra o Dia da Árvore também inclui o plantio de novas mudas, além de oficinas e palestras que abordam temas relacionados à sustentabilidade.

Confira imagens da visita na Galeria de Fotos.

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  • Altamira recebeu da Norte Energia 250 mudas de castanheira, que serão plantadas ao redor do Aterro Sanitário do município e servirão como cinturão verde no local. A doação das mudas aconteceu no dia 24 de março deste ano. É também em atendimento aos termos de Compromisso das Autorizações para Supressão Vegetal (ASV), emitidas pela Secretaria de Gestão Municipal de Meio Ambiente e Turismo (SEMAT) para construção dos Reassentamentos Urbanos Coletivos (RUC’s) Jatobá, Laranjeiras, Água Azul, São Joaquim e Casa Nova. A doação compensou a supressão de Castanheiras no período da implantação dos novos bairros. O Termo de Compromisso entre a Norte Energia e o Município previa a execução do plantio do triplo de castanheiras para cada árvore suprimida dessa espécie. Como a castanheira é uma espécie inadequada para áreas densamente povoadas devido ao porte da árvore, além do risco com a queda de seus frutos e dela própria, houve um consenso entre a SEMAT e a Norte Energia em receber as mudas dessa espécie e plantá-las em formato de cinturão verde na área do Aterro Sanitário. A responsabilidade da Norte Energia contemplava apenas cerca de 75 mudas, mas com o objetivo de contribuir com a reposição florestal da região, foi possível disponibilizar um número maior que o esperado para a realização do atendimento ao Termo de Compromisso e doação das mudas.
  • A construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte proporcionou um dos registros mais significativos em um único estudo sobre abelhas sem ferrão, agente crucial para a manutenção da floresta amazônica. Cinquenta e três espécies de abelhas sem ferrão foram identificadas durante a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, o que corresponde a cerca de 80% das espécies sem ferrão registradas na Amazônia brasileira até 2005. Vinte e oito espécies ainda aguardam identificação. Assista aqui como funciona esse importante trabalho desenvolvido pela Norte Energia:   [youtube_sc url="https://www.youtube.com/watch?v=iVidQl_ZWfA"]    
  • Pai de três filhas, Francisco Cordeiro Filho mora com a esposa e as crianças no município de Senador José Porfírio. Pescador durante anos, agora o coletor de dados atua na Comunidade Vila Nova, entrevistando diariamente pessoas que ainda trabalham na área. Homem de iniciativa, Francisco foi eleito diretor presidente da Associação do Centro Regional de Educação Ambiental do Xingu (Creax). O espaço, inaugurado pela Norte Energia nessa quarta-feira (16/12), transforma em educadores ambientais pessoas que vivem em comunidades, dos cinco municípios da Área de Influência Direta (AID) da Hidrelétrica Belo Monte.A associação do CREAX, criada em julho de 2015, a partir da organização de 129 representantes das comunidades dos municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. “Isso representa algo inédito, importante para toda a sociedade, para que nós possamos ter um ambiente limpo e saudável”, declarou Francisco. Na posse da direção, ele revelou que se surpreendeu com a votação, em que foi eleito por unanimidade. “Minha ideia era representar o município, nunca me passou pela cabeça isso.” Agora, a meta é correr atrás de recursos para serem aplicados na região. Com a nova responsabilidade, o agora “pescador de sonhos” faz questão de reforçar a origem humilde, disse que vai se empenhar para fazer diferença para a atual e outras gerações. Ousado, ele anseia que a região vire referência em preservação ambiental.
  • A segurança da Navegação do Rio Xingu está sendo reforçada pela Norte Energia com um vídeo institucional sobre o tema. Com duração de 10 minutos, o filme explica, de forma didática, o passo a passo das rotas de navegação que sempre são criadas nos períodos de cheias (inverno), que é como vai ficar o Rio Xingu a montante do Sítio Pimental, após o enchimento dos reservatórios de Belo Monte. [youtube_sc url="https://www.youtube.com/watch?v=-6xodqvt39k" title="Norte%20Energia%20apresenta%20vídeo%20sobre%20segurança%20da%20navegação"]   Com linguagem simples e objetiva, o filme destaca marcos naturais no rio para orientar os pilotos de embarcações, como as ilhas, morros, pedrais e corredeiras, além do Sistema de Transposição de Embarcações (STE), situado próximo ao Sítio Pimental e mostra como vai funcionar o Projeto de Sinalização Fluvial do Reservatório Xingu para garantir segurança a todos os que navegam na região e que deve ser rigorosamente obedecido. O vídeo, em versão de um minuto, também está sendo veiculado em canais de televisão das cidades da Área de Influência Direta do empreendimento, canais internos de comunicação (mídia indoor) nas cidades e nos canteiros de obras do empreendimento.
  • https://www.youtube.com/watch?v=q4ygUu4zYFY
  • Especialistas que monitoram desde 2013 a presença de espécimes de uma das maiores aves de rapina da América do Sul constataram recentemente o nascimento de um filhote e dois jovens gaviões-reais (Harpia harpyja), em três dos seis ninhos monitorados na região do rio Xingu, no Pará. Quatro ninhos estão localizados no Município de Vitória do Xingu e dois, no município de Brasil Novo.A ação tem apoio logístico da Norte Energia, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte e pela implantação de 15 projetos de conservação ambiental na região. “O nascimento de filhotes nesta região indica que as florestas remanescentes oferecem condições para o casal de gavião-real se alimentar e reproduzir com sucesso”, explica Helena Aguiar, bióloga e doutoranda do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), que trabalha com monitoramento desta espécie também na região do Xingu. Por meio de apoio da Norte Energia ao INPA, uma fêmea de gavião-real foi resgatada na Volta Grande do Xingu, recuperada com a ação da equipe de veterinários e biólogos da empresa , com orientação dos biólogos do Instituo. O pássaro foi devolvido com sucesso à natureza em julho de 2014. A espécie é tida como a ave de rapina mais possante das Américas. Pode carregar um peso igual ao seu, cuja média é de 9 quilos. Ganhou este nome na Amazônia graças à conformação das penas na cabeça, em formato que lembra uma coroa, e ao porte da realeza. Resgate na Volta Grande do Xingu - As primeiras visitas técnicas de biólogos do INPA ocorreram no primeiro semestre de 2014. Em junho do ano passado, foi realizado um resgate de uma fêmea de gavião-real, na área da Volta Grande, município de Senador José Porfírio. O animal colidiu com uma rede elétrica e foi encaminhado ao Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia, referência em resgate de fauna na região por manter recintos adequados e equipes capacitadas para esse tipo de trabalho. A interlocução da Norte Energia com o INPA foi rápida e, por meio de apoio logístico, os biólogos do Projeto Gavião-real chegaram a tempo de avaliar a saúde da ave e tratá-la. “Como não havia nenhuma lesão grave, ela voltou à natureza em cerca de 15 dias”, recorda Helena. Um transmissor de sinais via satélite para monitorar a localização foi acoplado ao bicho. Isso possibilitou a identificação da área de vida na região onde está caçando para se alimentar e alimentar sua cria, e em março deste ano, um juvenil foi avistado dentro desta área utilizada pela fêmea monitorada por satélite enquanto Helena rastreava a fêmea utilizando uma antena e um receptor VHF. Em julho passado, a coordenadora do Projeto Gavião-real do INPA, Tânia Sanaiotti, voltou ao Centro de Estudos Ambientais para monitorar de perto os ninhos e a fêmea de gavião. Constatou a boa saúde do animal adulto e a presença de um filhote com cerca de dois meses em um dos ninhos, além de avistar um filhote que iniciou a voar no entorno do ninho. Helena Aguiar explica que uma fêmea de gavião-real põe até dois ovos por reprodução, que pode ocorrer a cada dois ou três anos, mas não nasce mais do que um filhote. A eclosão dos ovos ocorre entre 52 e 58 dias. Os pequenos gaviões começam a voar com aproximadamente 120 dias de vida e se alimentar sozinhos a partir de 1 ano. Aves são minoria nos resgates da Norte Energia O Centro de Estudos Ambientais é a estrutura da Norte Energia que dá suporte às ações de preservação da fauna e flora da região de Belo Monte. Os resgates são em sua grande maioria efetuados para animais com pouca capacidade de deslocamento para longe das frentes de supressão. Assim, 80,56% dos resgates são de répteis e anfíbios; 9,20%, de mamíferos; e apenas 0,49%, de aves. O Projeto Gavião-real do INPA começou em 1997, com a descoberta do primeiro ninho de gavião-real numa floresta de terra-firme, próxima a Manaus, capital do Amazonas. Por meio de parceria com empresas como a Norte Energia e diversas instituições federais, estaduais e municipais, atualmente, o Projeto monitora 40 ninhos em várias regiões do Brasil.
  • A vontade de transformar o mundo é o que move a estudante Andrelina Nascimento, 16 anos, - moradora atenta - do Jatobá, um dos cinco bairros construídos pela Norte Energia em Altamira. Mesmo com pouca idade, a jovem já acumula uma série de experiências em projetos voltados para a melhoria de vida das pessoas. Ativista do projeto Cuide Bem do Seu Bairro, iniciativa voltada para a preservação dos núcleos urbanos construídos pela Norte Energia em Altamira, Andrelina desenvolve na prática os conhecimentos adquiridos nas aulas de educação ambiental. “Sempre gostei muito de ter essa consciência ambiental e poder ajudar as pessoas. Aqui eu tive a oportunidade de ver de perto como se faz isso. Estou feliz aqui”, afirma. Ex-moradora da comunidade Olarias, no bairro Boa Esperança, área historicamente alagada pelas cheias do rio Xingu, a estudante tem usado o tempo livre para conscientizar os moradores sobre a importância da limpeza e da destinação correta do lixo, com a separação de resíduos sólidos e orgânicos. Transferida há pouco mais de um ano para uma nova casa no bairro do Jatobá, Andrelina comemora o crescimento do projeto e diz que já consegue ver os resultados da campanha de educação ambiental. “O projeto do Cuide Bem do Seu Bairro é uma coisa que eu quis fazer parte, porque a gente tem que cuidar disso tudo que deram pra gente. Nosso futuro está aqui”, ressalta a jovem. Desenvolvido pelo Núcleo de Educação Ambiental do Xingu (Nucleax), criado pela Norte Energia, o projeto Cuide Bem do Seu Bairro tem garantido mais qualidade de vida aos moradores dos novos núcleos urbanos de Altamira. Entre as principais ações do projeto, estão os mutirões de limpeza e as campanhas de incentivo ao desenvolvimento sustentável no local.
  • A paixão do biólogo paranaense Luciano Costa pelas abelhas foi herdada diretamente do avô apicultor. Inicialmente uma ponte entre gerações, essa paixão acabou ganhando corpo até se tornar a profissão do neto. Assim, entre hobby e profissão, já são 16, dos seus 36 anos de vida, dedicados ao estudo, resgate e cuidado com as abelhas. O atual trabalho de Luciano, de resgate desses insetos nas áreas da obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte, já é o terceiro numa obra deste segmento. Há seis meses, ele coordena a equipe que cuida especificamente do resgate, a serviço de uma empresa especializada, cujas diretrizes científicas são dadas pelo especialista da Universidade Federal do Pará (UFPA) Plácido Magalhães. O dia a dia da equipe do biólogo é procurar colônias de abelhas nas áreas que serão ocupadas pela obra. Localizado um desses grupos, ele é identificado -são sempre animais sem ferrão. A fase seguinte consiste em remover a colônia, visando sua soltura numa outra área onde possam continuar realizando o seu serviço de polinização. Afinal, as abelhas no geral, sem especificar espécies, cuidam de entre 40% e 90% da polinização de todas as espécies vegetais tropicais. Por aí já dá para se ter ideia da importância da preservação dos bichinhos. Essas missões de Luciano e sua equipe são centrais no estudo do professor Plácido, responsável por um estudo que identificou nada menos que 53 espécies de abelhas sem ferrão na região de Belo Monte (isso sem contar as outras 28 espécies que ainda aguardam reconhecimento). A primeira impressão que se tem quando se ouve falar em abelhas sem ferrão normalmente é de bichos sem muita reação. Mas não foi exatamente isso que o biólogo e sua equipe recentemente presenciaram ao se deparar com uma colônia delas num oco de uma árvore que havia sido alagado. “O magnifico dessa cena é que, além de formarem um cordão de isolamento fora da colmeia, elas entravam nela para recolher a água e jogá-la fora", contou Luciano. "Mesmo sabendo que não conseguiram secar a água, elas não desistiram.” São casos como esse que dão a Luciano satisfação profissional e pessoal, as quais, segundo ele, se apoiam no fato de se sentir contribuindo para o desenvolvimento do país e simultaneamente para a preservação ambiental. “É gratificante fazer parte do dia a dia desta mega-obra da engenharia brasileira. O que mais me anima, no entanto, além do conhecimento adquirido, é a quantidade de colmeias de abelhas que conseguimos resgatar.”
  • A “Árvore de Natal Ecológica” confeccionada pelos moradores com mais de duas mil garrafas pets deixou o novo bairro Jatobá mais bonito e em clima de Natal. A decoração é resultado das oficinas de construção das peças natalinas sustentáveis, realizada pelo Núcleo de Educação Ambiental do Xingu (Nucleax), criado pelo Projeto Básico Ambiental da UHE Belo Monte. “Achei muito bonito e, mesmo meio adoentada, eu vim aqui ajudar todos os dias. Sou mobilizadora e estou muito feliz em poder dizer que ajudei a fazer essa obra de arte”, disse a moradora Joana Gomes, 50 anos.Maria Amélia, 60 anos, também estava orgulhosa. “Fazer trabalhos manuais, de arte, me deixa muito contente. É claro que estou muito feliz com o resultado, ficou lindo”. As mulheres do bairro dedicaram mais de dois meses de um trabalho paciente para coletar as garrafas em casas e estabelecimentos comerciais, e aprender as técnicas para reaproveitá-las até que dessem forma não apenas à árvore, mas tambémàs flores, velas e bolas natalinas de tamanho gigante. Para incentivar a coleta de material, cada dez pets doadas valia um cupom para participar do sorteio de cestas natalinas. A professora da oficina, a artesã Marilene da Costa, contou sobre a satisfação de repassar parte de seu conhecimento: “Faço arte com materiais como sementes e papelão. Fico muito feliz de ver a felicidade delas e a surpresa dos moradores depois que tudo está pronto. Exige esforço, mas é uma recompensa grande depois que se conclui e as pessoas aprendem e percebem que podem fazer coisas bonitas com materiais que, normalmente, iriam para o lixo”.
  • Para que servem os fósseis? Fósseis são vestígios de animais e vegetais preservados ao longo de milhões de anos e indicam como era a vida na Terra antes mesmo da aparição dos seres humanos. Nas rochas está a chave do complexo quebra-cabeça que revela como era o planeta no princípio de tudo. Nesta busca, a Usina Hidrelétrica Belo Monte tem contribuído muito para que a Ciência responda muitos dos enigmas da pré-história. Quem explica esta contribuição é a paleontóloga Maria Inês Ramos, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, instituição com tradição de mais de 150 anos nos estudos de fósseis na Amazônia. Ela supervisiona o Programa de Salvamento Paleontológico desenvolvido pela Norte Energia como parte do Projeto Básico Ambiental do empreendimento que já resultou na coleta de 2.800 amostras de fósseis nas áreas dos futuros reservatórios do empreendimento. Num fim de tarde de novembro, Maria Inês, de capacete, botas e colete sinalizador, está a poucos metros da frente de trabalho onde é erguida a Casa de Força Principal de Belo Monte (11 mil MW de potência instalada). O que faz uma cientista vestida de operária no canteiro de obras da maior hidrelétrica 100% nacional? Simples! Ela acompanha com atenção o resgate de fósseis escondidos nas rochas sedimentares, como o que o coordenador do trabalho, o paleontólogo Henrique Tomassi, acaba de encontrar. Era mais uma peça para o acervo enviado esta semana a Belém pela Norte Energia para ser incorporada ao rico acervo paleontológico do Museu Goeldi. “O trabalho feito em Belo Monte contribui para fomentar a formação de profissionais de Paleontologia na região. Com esse acervo, muito mais gente vai se interessar pelos estudos paleontológicos. Isso ajuda a montar o quebra-cabeça sobre a evolução dos seres vivos na Amazônia”, explica.Maria Inês lembra que a pesquisa científica ajuda a compreender como uma região tomada por um mar gelado há 419 milhões de anos se tornou uma área de floresta tropical, como é hoje o Xingu. “O material encontrado em Belo Monte servirá a cientistas do Museu Goeldi, mas não só. Somos uma instituição de referência com parcerias com universidades brasileiras, como a de Brasília, mas também internacionais, como institutos da Áustria, Holanda e Inglaterra”, destaca. Maria Inês ressalta o excelente estado de preservação das peças encontradas na área da Usina. Ela deve estudar as amostras de micro fósseis, sua área de interesse. O resgate paleontológico em Belo Monte continuará em 2015, revelando novas peças do imenso e fabuloso quebra-cabeça pré-histórico da Amazônia.











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