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  • O orgulho em fazer parte da etnia Asurini est√° gravado na pele do professor Kwatirei Asurini, da aldeia Koatinemo. ‚ÄúDesde crian√ßa eu aprendi a import√Ęncia de valorizar a minha cultura, pois √© somente atrav√©s da valoriza√ß√£o dos nossos costumes e tradi√ß√Ķes que essa cultura vai resistir ao tempo e se perpetuar por v√°rias gera√ß√Ķes‚ÄĚ, afirma.O desejo de ser protagonista no processo¬†preserva√ß√£o¬†da¬†cultura¬†Asurini¬†era tanto que Kwatirei decidiu se tornar professor da L√≠ngua Asurini do Xingu. Formado em Pedagogia, o educador ensina os jovens e crian√ßas da aldeia sobre a import√Ęncia de se preservar os saberes e fazeres da Terra Ind√≠gena Koatinemo. ‚ÄúO meu principal dever como professor √© despertar nos jovens da minha aldeia o sentimento de pertencimento dessa cultura a partir do ensino da nossa l√≠ngua, da nossa hist√≥ria. E s√≥ atrav√©s do conhecimento e do sentimento de pertencimento que essas tradi√ß√Ķes v√£o resistir por muitos e muitos anos‚ÄĚ, destaca Kwatirei. Distante¬†cerca de 4 horas de barco¬†de Altamira, a aldeia Koatinemo, da etnia Asurini, faz parte das¬†aldeias atendidas pelo Projeto B√°sico Ambiental do Componente Ind√≠gena (PBA-CI) da Hidrel√©trica Belo Monte. Os investimentos da Norte Energia nos programas do PBA-CI somam mais de R$¬†300¬†milh√Ķes e garantem¬†a conserva√ß√£o¬†do patrim√īnio cultural,¬† refor√ßam a¬†seguran√ßa territorial¬†e ambiental,¬†al√©m de incrementar as atividades produtivas, a educa√ß√£o escolar e fortalecimento institucional¬† dos povos tradicionais¬†do M√©dio Xingu.
  • Morador do Reassentamento Rural Coletivo (RRC) constru√≠do pela Norte Energia, o agricultor Manoel Batista, 53, comemora a primeira colheita do viveiro coletivo do local. O canteiro funciona como alternativa para o desenvolvimento sustent√°vel e econ√īmico da √°rea. A a√ß√£o √© parte do Projeto B√°sico Ambiental (PBA) da UHE Belo Monte e conta com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Par√° (Ideflor-Bio), que contribui com a implanta√ß√£o dos Sistemas Agroflorestais (SAF) em cada lote desde o come√ßo do projeto.‚ÄúA colheita das primeiras planta√ß√Ķes do viveiro era algo muito esperado por n√≥s. Colher um pouquinho de cada coisa que foi plantada aqui como alface, lim√£o, banana, feij√£o, √© uma gra√ßa muito grande‚ÄĚ, afirma Manoel. Todas as esp√©cies dispon√≠veis no viveiro comunit√°rio s√£o produzidas no Centro Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia. Com capacidade para produzir 15 mil mudas, o local √© refer√™ncia para produ√ß√£o de mudas e treinamentos de t√©cnicas e procedimentos agr√≠colas. Destinado aos moradores de comunidades rurais influenciadas pelos reservat√≥rios da Usina Hidrel√©trica Belo Monte, o¬†RRC¬†agrega 28 fam√≠lias, cada uma com casas constru√≠das em lotes cercados, de 75 hectares de √°rea total e 15 para cultivo, √°gua pot√°vel, energia el√©trica e fossa s√©ptica. Todos os moradores do reassentamento foram beneficiados com o preparo de suas terras para o plantio.
  • De Pedreiro a agricultor, na nova casa,¬†Pedro¬†Monteiro acorda cedo para olhar a horta. ‚ÄúNunca pensei¬†que¬†ia aprender. Mas, virou um h√°bito‚ÄĚ, conta. Aos 72 anos, ele passou boa parte da vida fazendo funda√ß√Ķes de concreto¬†e¬†subindo paredes de tijolos. H√° pouco mais de um ano, aprendeu a cultivar, com as a√ß√Ķes dos projetos da Norte Energia¬†que¬†recomp√Ķem os modos de vida nas comunidades urbanas¬†e¬†rurais do entorno da Usina Hidrel√©trica Belo Monte.    Pedro mostra as folhagens e leguminosas que colheu com orgulho. Coentro, alface, abobrinha, tudo veio do fundo do quintal de sua casa, no bairro Casa Nova. ‚Äú√Č uma renda a mais. Eu consumo e vendo tamb√©m entre os vizinhos‚ÄĚ, conta o novo agricultor.   A√ß√£o prevista do Projeto B√°sico Ambiental (PBA) de Belo Monte, os projetos de recomposi√ß√£o dos modos de vida das comunidades abrangem os munic√≠pios de Altamira, Vit√≥ria do Xingu, Brasil Novo, Anapu, Senador Jos√© Porf√≠rio e Medicil√Ęndia.   Al√©m de contribuir com as t√©cnicas agr√≠colas, que podem garantir alimento e gerar renda, o principal objetivo √© refor√ßar os la√ßos comunit√°rios e disseminar conhecimento de forma coletiva entre moradores que sa√≠ram dos seus locais de origem devido √† forma√ß√£o dos reservat√≥rios da usina.
  • As mulheres est√£o na constru√ß√£o civil, e n√£o apenas em escrit√≥rios, mas literalmente com a ‚Äúm√£o na obra‚ÄĚ, como as que conduzem escavadeiras nas obras da Usina Hidrel√©trica Belo Monte. Dos quadros da parte civil do empreendimento, 8% s√£o mulheres. Pode parecer pouco, mas o percentual representa o dobro da m√©dia nacional registrada no setor, com pouco mais de 3% atualmente. No Dia Internacional da Mulher, tr√™s trabalhadoras de Belo Monte comemoram as conquistas di√°rias em um ambiente eminentemente masculino: a altamirense Aparecida Silva, 31; a capixaba Marluce Angiuski, 33; e a brasiliense Joelma Rocha, 36. Elas contam que o come√ßo foi dif√≠cil, mas os espa√ßos das mulheres neste tipo de trabalho foram consolidados. H√° quatro anos e seis meses em Belo Monte, Marluce atua como t√©cnica de Seguran√ßa do Trabalho. Ela compartilha que, no come√ßo, os mais experientes n√£o acreditavam na sua capacidade, por ser mulher e muito jovem. ‚ÄúCom o tempo, e no jeito de solicitar, de chamar a aten√ß√£o de forma adequada, conseguimos respeito‚ÄĚ, relata.Para a Aparecida Silva, o trabalho foi ainda mais f√°cil, porque tinha o suporte da fam√≠lia em Altamira. Ela √© operadora de escavadeira hidr√°ulica, fun√ß√£o que n√£o divide com outras mulheres. ‚ÄúSou √ļnica aqui. √Č um servi√ßo que n√£o considero pesado, mas que precisa de muita aten√ß√£o‚ÄĚ, avalia. Ela tamb√©m diz que in√≠cio muitos homens n√£o a aceitavam. ‚ÄúAchavam que mulher n√£o era capaz, mas hoje a maioria me aceita. Sou amiga de todos‚ÄĚ, afirma. Joelma Rocha, auxiliar de produ√ß√£o no viveiro de mudas de Belo Monte, divide o espa√ßo com muitos homens no trabalho. Ela descreve a atividade que executa como gratificante, porque √© respeitada entre os colegas. ‚ÄúInclusive, quando meu chefe n√£o est√°, eu assumo a responsabilidade‚ÄĚ, comemora.
  • A estudante universit√°ria Fernanda Macieira, 25, n√£o esconde a expectativa. Ela quer fazer parte da primeira turma da Faculdade Medicina, da Universidade Federal do Par√°, em Altamira, prevista para ocorrer no segundo semestre deste ano a partir de um processo seletivo especifico. ‚ÄúCursar medicina √© um projeto que eu carrego comigo desde crian√ßa. Quando eu era pequena, qualquer pessoa que perguntava sobre o que eu queria ser quando crescer, a resposta era uma s√≥: Eu quero ser m√©dica‚ÄĚ, revela.  O estudante Vitor Oliveira, 23, tamb√©m n√£o esconde a ansiedade. ‚ÄúA expectativa de cursar medicina em Altamira √© muito grande. Pois, h√° muito tempo se comenta sobre a vinda desse curso. E s√≥ agora, eu vejo que esse sonho j√° tem data para se tornar real‚ÄĚ, afirma o estudante, morador de Vit√≥ria do Xingu, munic√≠pios da √Ārea de Influ√™ncia Direta da Usina Hidrel√©trica Belo Monte. Constru√≠do atrav√©s de um conv√™nio entre a Norte Energia e a UFPA, o pr√©dio da Faculdade de Medicina, do Campus de Altamira, j√° est√° pronto para receber os futuros m√©dicos. O investimento, de R$ 1.894.671,54 para construir o espa√ßo, √© parte do Plano de Desenvolvimento Regional Sustent√°vel do Xingu (PDRS-X), criado a partir da constru√ß√£o da UHE Belo Monte. Segundo a UFPA, a expectativa da institui√ß√£o √© que o processo seletivo para o curso ocorra a partir de agosto deste ano.
  • Manoel Francisco Filho completou 33 anos no √ļltimo dia 14 de janeiro. √Č casado, tem duas filhas, e h√° quatro anos decidiu se mudar da cidade de Portel, no Maraj√≥, para o Xingu. Chegou ao munic√≠pio de Altamira com algum dinheiro no bolso e muita vontade de trabalhar. O carpinteiro saiu de sua cidade natal para conhecer Senador Jos√© Porf√≠rio e decidiu morar em Altamira, onde trabalhou em v√°rios empreendimentos ligados a Usina Hidrel√©trica Belo Monte.‚ÄúFoi aqui que encontrei meu porto seguro e consegui mudar de vida. Agrade√ßo muito a esse projeto, pois √© gra√ßas a ele que vou poder oferecer tudo aquilo que n√£o tive √† minha fam√≠lia‚ÄĚ, declara. Atualmente, ele trabalha na constru√ß√£o do Hospital Municipal em Vit√≥ria do Xingu, obra da Norte Energia, respons√°vel pela hidrel√©trica. Ele se diz orgulhoso por ter empregado sua m√£o-de-obra em projetos de infraestrutura t√£o importantes para a regi√£o. ‚ÄúJ√° ajudei a construir a delegacia de Altamira e a Secretaria de Sa√ļde de Vit√≥ria do Xingu. D√° muito orgulho trabalhar em projetos como esses, que ajudam a melhorar a vida das pessoas‚ÄĚ, explica. Desde o momento em que decidiu sair da cidade onde nasceu, Manoel sonhava em se estabelecer na Regi√£o Xingu e foi nela que conseguiu construir sua casa e proporcionar melhores condi√ß√Ķes de vida √† sua fam√≠lia. Suas duas filhas, Kevelyn, de 3 anos, nasceu em Altamira, e Ana Katerine, rec√©m nascida, em Vit√≥ria do Xingu. ‚ÄúNossas filhas s√£o daqui e, futuramente, vou passar por a√≠ e mostrar algumas das importantes obras que ajudei a construir com minhas pr√≥prias m√£os e espero que elas se orgulhem disso‚ÄĚ, conta. Manoel atua na √°rea de carpintaria e ocupa um dos postos de trabalho com carteira assinada de uma empresa contratada pela Norte Energia para executar obras de infraestrutura nos munic√≠pios das √°reas de influ√™ncia direta e indireta de Belo Monte
  • O altamirense Rafael Ara√ļjo, de 29 anos, tem motivos de sobra para comemorar o in√≠cio de 2016. Ele e a esposa, Elaize Barbosa, 30, se mudaram h√° cinco meses para o Laranjeiras, um dos cinco novos bairros de Altamira, constru√≠dos pela Norte Energia, onde montaram um sal√£o de beleza. Eles contam que j√° acumulam resultados animadores com a conquista di√°ria de novos clientes e a amplia√ß√£o do neg√≥cio.Esta poderia ser apenas uma hist√≥ria sobre desenvolvimento econ√īmico. Mas a caminhada destes dois paraenses √© como a de muitos brasileiros, que v√™m de fam√≠lias humildes e lutam para vencer na vida. Os jovens, hoje microempres√°rios no Xingu, s√£o personagens de uma trajet√≥ria ascendente, iniciada na zona rural e que atualmente ganha espa√ßo na cidade. Segundo Rafael, por meio da reloca√ß√£o ao bairro onde vivem e a oportunidade de terem ganhado duas das 500 vagas de cursos ofertadas pelo Feir√£o de Oportunidades aos moradores dos Reassentamentos Urbanos Coletivos (RUCs), a Norte Energia tem papel fundamental no novo momento vivido pelos dois. ‚ÄúTive uma vida dif√≠cil no interior. Vivi at√© a adolesc√™ncia na comunidade Cama de Vara, localizada no Ramal Novo Xingu, e aos 14 anos me mudei para Altamira. Somente aos 19 anos, ap√≥s sair do servi√ßo militar, vi um horizonte melhor para a minha vida. Foi quando conheci Elaize e passei a sonhar com o futuro. Um futuro que chegou na porta da minha casa, no Laranjeiras, atrav√©s de um carro de publicidade que anunciava vagas nos cursos do Feir√£o de Oportunidades‚ÄĚ, resumiu Rafael. Da sua sa√≠da do interior √† entrada no mundo dos neg√≥cios, entre a lembran√ßa dos familiares e a saudade dos av√≥s, Rafael atribui grande parte das alegrias alcan√ßadas √†s portas abertas pela Norte Energia. ‚ÄúCostumamos dizer que participar dos cursos do Feir√£o de Oportunidades foi um presente, literalmente, pois chegou at√© n√≥s do nada, quando j√° hav√≠amos pensado em trabalhar neste ramo sem saber por onde come√ßar. Somos muito gratos √† empresa por isto‚ÄĚ, reiterou. Ap√≥s ter atuado no Cons√≥rcio Construtor Belo Monte (CCBM) como soldador e eletricista, √© num sal√£o bem equipado e com muitos clientes que o casal desenvolve seu trabalho e constr√≥i uma nova etapa desta hist√≥ria. Um planejamento que inclui a expans√£o dos neg√≥cios, a busca por mais conhecimento e a conquista de novos espa√ßos. Atualmente, Rafael e Elaize frequentam um curso de cabeleireiro profissional, pago com renda gerada pelo primeiro neg√≥cio. Assim, esperam avan√ßar ainda mais na profiss√£o e oferecer servi√ßos ainda melhores aos seus clientes.
  • ‚ÄúEle acorda seis horas da manh√£ e vai l√° pra fora. J√° perdi o marido para as plantas‚ÄĚ. A reclama√ß√£o da artes√£ Maria Alac√≠dia, 50 anos, √© feita em tom de brincadeira. Ela e o tatuador e tamb√©m artes√£o, Ant√īnio Francisco Silva ,41, coordenam o n√ļcleo de Gera√ß√£o de Renda do Projeto de Repara√ß√£o Urbana, que comp√Ķe o Projeto B√°sico Ambiental (PBA) da Norte Energia. Vivendo no Jatob√° h√° quase dois anos o casal mant√©m, no quintal de casa, um viveiro que serve a outros moradores do bairro.O Projeto, que atende pedido da popula√ß√£o, proporciona um complemento das atividades j√° exercidas. Reunida, a comunidade aprende a plantar com o apoio de t√©cnicos. Da terra, onde √© utilizado adubo org√Ęnico, surgem berinjela, pimentas de cheiro e malagueta, couve, alface e cheiro verde. Seu Ant√īnio Francisco arrisca mais - ‚ÄúCom esse incentivo, j√° compramos sementes por conta pr√≥pria‚ÄĚ. Com a iniciativa v√£o surgindo outras op√ß√Ķes como o pepino, o maxixe, o tomate e o quiabo, al√©m do mastruz, hortel√£ e arruda. ‚ÄúTem gente que j√° t√° produzindo e vendendo pra supermercado‚ÄĚ, complementa o coordenador. Ele explica que em breve os produtos ser√£o comercializados em uma feira no pr√≥prio bairro, onde ser√° constru√≠do um Barrac√£o de Uso M√ļltiplo (BUM). O casal quer aproveitar o espa√ßo para vender brincos, colares, quebra-cabe√ßas, bordados e pinturas. Na casa da vizinha Joiciane Santos a pr√°tica foi reproduzida. L√°, o piment√£o e a abobrinha fazem diferen√ßa na alimenta√ß√£o di√°ria. ‚ÄúT√° seis reais o quilo do quiabo. A gente j√° faz uma economia quando planta‚ÄĚ, garante. Informa√ß√£o confirmada pelo seu Ant√īnio Francisco: ‚ÄúJ√° fizemos os c√°lculos. Vamos economizar mais de 300 reais por m√™s e √© tudo natural, sem qu√≠mica‚ÄĚ. Al√©m de fazer bem para o bolso, a produ√ß√£o dos viveiros leva melhorias para a qualidade de vida e, de acordo com quem se beneficia, at√© a alimenta√ß√£o ganha outro cheiro e fica mais saborosa.
  • Oitenta crian√ßas e adolescentes do bairro Laranjeiras, um dos cinco constru√≠dos pela Norte Energia, s√£o atendidas pelo Projeto de Atendimento Social e Psicol√≥gico do Projeto B√°sico Ambiental (PBA) de Belo Monte. O resultado da iniciativa p√īde ser ouvido pela primeira vez nesse m√™s de dezembro,¬† no Teatro Municipal Jarbas Passarinho.¬†Criada a partir da iniciativa, a Orquestra Sinf√īnica de Altamira busca a democratiza√ß√£o e o acesso √† m√ļsica cl√°ssica na principal cidade da √Ārea de Influ√™ncia Direta do empreendimento.A forma√ß√£o de m√ļsicos √© realizada em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio das Secretarias do Trabalho e Promo√ß√£o Social (SEMUTS) e de Cultura (SECULT). Discutido e aprovado pelo Conselho Municipal de Assist√™ncia Social de Altamira (CMAS), o projeto integra o conjunto de a√ß√Ķes realizadas nos novos bairros, com a instala√ß√£o de espa√ßos de conviv√™ncia para o fortalecimento de v√≠nculos, constru√ß√£o de dois Centros de Refer√™ncia de Assist√™ncia Social (CRAS), funcionamento de um N√ļcleo de Atendimento Social, mutir√Ķes para atualiza√ß√£o de cadastros do Sistema √önico de Assist√™ncia Social (SUAS) e estrutura√ß√£o tecnol√≥gica dos servi√ßos de Cadastro √önico.M√ļsic
  • Morador do Reassentamento Rural Coletivo (RRC), constru√≠do pela Norte Energia h√° pouco mais de tr√™s meses, o agricultor Manoel Ferreira Batista, 42, n√£o esconde a ansiedade em ver as primeiras colheitas das sementes que plantou no quintal da nova casa. ‚ÄúAqui eu plantei um pouquinho de cada coisa. Cacau, a√ßa√≠, alface, lim√£o, banana, feij√£o, ip√™. A variedade √© muito grande e tem colheita para o ano inteirinho‚ÄĚ, explica. Ex-caseiro de um s√≠tio no distrito do Assurini, o agricultor comemora o t√≠tulo definitivo do terreno de 15 hectares destinado aos moradores de comunidades rurais influenciadas pelos reservat√≥rios da Usina Hidrel√©trica Belo Monte.¬† ‚ÄúEu sempre morei na ro√ßa, mas nunca tive casa pr√≥pria. Agora √© diferente. Agora tenho uma casinha e um terreno que posso chamar de meu‚ÄĚ, diz.Respons√°vel pela manuten√ß√£o do viveiro comunit√°rio do Reassentamento, Manoel cuida diariamente de dezenas de mudas de ess√™ncias florestais e frut√≠feras dispon√≠veis no viveiro do RRC. A a√ß√£o √© uma alternativa para o desenvolvimento sustent√°vel e econ√īmico da regi√£o e faz parte do Projeto de Assist√™ncia T√©cnica, Ambiental e Social (ATES), que integra o Projeto B√°sico Ambiental (PBA). ‚ÄúQuase todas as mudas que os moradores do reassentamento plantaram nos seus terrenos s√£o desse viveiro. Por isso, me sinto satisfeito em cuidar desse projeto‚ÄĚ, revela o agricultor, residente no lote 15 do RRC.¬† Junto a ele, 28 fam√≠lias j√° vivem nas novas casas constru√≠das em lotes cercados, medindo 75 hectares de √°rea total e 15 de √°rea cultiv√°vel, com √°gua pot√°vel, energia el√©trica e fossa s√©ptica. Todas as esp√©cies dispon√≠veis no viveiro comunit√°rio s√£o produzidas no Centro Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia. Al√©m das mudas, os propriet√°rios residentes no RRC tamb√©m receberam kits agr√≠colas, compostos de adubo, semente, enxada, p√°, carro de m√£o, fac√£o e embalagens pl√°sticas para produ√ß√£o e o cultivo dessas esp√©cies.
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