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  • Mito:¬†Belo Monte provocou destrui√ß√£o Verdade: Belo Monte, al√©m de energia limpa e renov√°vel, gera ¬†preserva√ß√£o e conhecimento. As campanhas contra Belo Monte insistem em associar a Usina √† destrui√ß√£o do meio ambiente e de modos de vida na regi√£o do Xingu. Muito j√° escrevemos aqui sobre as popula√ß√Ķes locais, dramas que j√° eram vividos e a√ß√Ķes socioambientais desenvolvidas pela Norte Energia para criar as condi√ß√Ķes necess√°rias para um ciclo de desenvolvimento social e econ√īmico sustent√°vel na √°rea do empreendimento. Em rela√ß√£o ao pr√≥prio bioma, h√° muitas facetas de Belo Monte que n√£o s√£o divulgadas para o grande p√ļblico. Como parte das condicionantes da Usina, a Norte Energia desenvolve 14 planos voltados para conserva√ß√£o do meio ambiente na regi√£o do Xingu. O trabalho re√ļne dados importantes para aprofundar o conhecimento sobre plantas e animais, mitigar impactos da implanta√ß√£o do empreendimento. Na Usina, os recursos h√≠dricos dos dois reservat√≥rios ser√£o margeados por uma √Ārea de Preserva√ß√£o Permanente (APP).¬† A regi√£o de preserva√ß√£o e recupera√ß√£o ambiental ter√° cerca de 26 mil hectares cont√≠nuos, cinco vezes maior que a √°rea de ambientes florestais fragmentados que ser√£o suprimidos. O trabalho de preserva√ß√£o da fauna e flora do Xingu desenvolvido pela Norte Energia transformou Belo Monte em centro de produ√ß√£o e amplia√ß√£o do conhecimento sobre a Amaz√īnia. Pesquisadores de diversas √°reas, especialmente da Universidade Federal do Par√° (UFPA) e do Museu Paraense Em√≠lio Goeldi, trabalham cotidianamente em parceria com a Empresa. Um dos resultados desta parceria √© a produ√ß√£o in√©dita de conhecimento arqueol√≥gico da regi√£o. No final de 2014, o acervo paleontol√≥gico do Museu Em√≠lio Goeldi ganhou um grande refor√ßo com a entrega de aproximadamente 2.800 amostras coletadas nas √°reas dos reservat√≥rios da Usina. O trabalho desenvolvido nos √ļltimos tr√™s anos pela Norte Energia inclui f√≥sseis raros e alguns ainda n√£o identificados pela Ci√™ncia. Nunca antes no Par√° foi realizado um trabalho de tamanha abrang√™ncia, numa √°rea de 296 quil√īmetros quadrados.¬† Dentre as pe√ßas mais importantes est√£o a impress√£o de peles de peixes marinhos do limite do per√≠odo Siluriano/Devoniano e conchas muito bem preservadas de braqui√≥podes do g√™nero L√≠ngula. Blocos de rocha recolhidos cont√™m mais de 70 f√≥sseis agregados. O material indica que h√° cerca de 419 milh√Ķes de anos a regi√£o do Xingu estava submersa sob um mar gelado habitado por seres invertebrados e peixes. Belo Monte, al√©m de energia limpa e renov√°vel para o desenvolvimento brasileiro, gera tamb√©m preserva√ß√£o e conhecimento. ¬†
  • A ‚Äú√Ārvore de Natal Ecol√≥gica‚ÄĚ confeccionada pelos moradores com mais de duas mil garrafas pets deixou o novo bairro Jatob√° mais bonito e em clima de Natal. A decora√ß√£o √© resultado das oficinas de constru√ß√£o das pe√ßas natalinas sustent√°veis, realizada pelo N√ļcleo de Educa√ß√£o Ambiental do Xingu (Nucleax), criado pelo Projeto B√°sico Ambiental da UHE Belo Monte. ‚ÄúAchei muito bonito e, mesmo meio adoentada, eu vim¬†aqui ajudar¬†todos os dias. Sou mobilizadora e estou muito feliz em poder dizer que ajudei a fazer essa obra de arte‚ÄĚ, disse a moradora Joana Gomes, 50 anos.Maria Am√©lia, 60 anos, tamb√©m estava orgulhosa. ‚ÄúFazer trabalhos manuais, de arte, me deixa muito contente. √Č claro que estou muito feliz com o resultado, ficou lindo‚ÄĚ. As mulheres do bairro¬†dedicaram¬†mais de¬†dois meses de um trabalho paciente para coletar as garrafas em casas¬†e estabelecimentos comerciais,¬†e aprender as t√©cnicas para reaproveit√°-las at√© que dessem forma n√£o apenas √† √°rvore, mas tamb√©m√†s¬†flores, velas e bolas natalinas de tamanho gigante. Para incentivar a coleta de material, cada dez pets doadas valia um cupom para participar do sorteio de¬†cestas natalinas. A¬†professora¬†da oficina, a artes√£ Marilene da Costa, contou sobre a satisfa√ß√£o de repassar¬†parte de seu¬†conhecimento:¬†‚ÄúFa√ßo arte com materiais como sementes e papel√£o. Fico muito feliz de ver a felicidade delas e a surpresa dos moradores depois que tudo est√° pronto. Exige esfor√ßo, mas √© uma recompensa grande depois que se conclui e as pessoas aprendem e percebem que podem fazer coisas bonitas com materiais que, normalmente, iriam para o lixo‚ÄĚ.
  • Para que servem os f√≥sseis? F√≥sseis s√£o vest√≠gios de animais e vegetais preservados ao longo de milh√Ķes de anos e indicam como era a vida na Terra antes mesmo da apari√ß√£o dos seres humanos. Nas rochas est√° a chave do complexo quebra-cabe√ßa que revela como era o planeta no princ√≠pio de tudo. Nesta busca, a Usina Hidrel√©trica Belo Monte tem contribu√≠do muito para que a Ci√™ncia responda muitos dos enigmas da pr√©-hist√≥ria. Quem explica esta contribui√ß√£o √© a paleont√≥loga Maria In√™s Ramos, pesquisadora do Museu Paraense Em√≠lio Goeldi, institui√ß√£o com tradi√ß√£o de mais de 150 anos nos estudos de f√≥sseis na Amaz√īnia. Ela supervisiona o Programa de Salvamento Paleontol√≥gico desenvolvido pela Norte Energia como parte do Projeto B√°sico Ambiental do empreendimento que j√° resultou na coleta de 2.800 amostras de f√≥sseis nas √°reas dos futuros reservat√≥rios do empreendimento. Num fim de tarde de novembro, Maria In√™s, de capacete, botas e colete sinalizador, est√° a poucos metros da frente de trabalho onde √© erguida a Casa de For√ßa Principal de Belo Monte (11 mil MW de pot√™ncia instalada). O que faz uma cientista vestida de oper√°ria no canteiro de obras da maior hidrel√©trica 100% nacional? Simples! Ela acompanha com aten√ß√£o o resgate de f√≥sseis escondidos nas rochas sedimentares, como o que o coordenador do trabalho, o paleont√≥logo Henrique Tomassi, acaba de encontrar. Era mais uma pe√ßa para o acervo enviado esta semana a Bel√©m pela Norte Energia para ser incorporada ao rico acervo paleontol√≥gico do Museu Goeldi. ‚ÄúO trabalho feito em Belo Monte contribui para fomentar a forma√ß√£o de profissionais de Paleontologia na regi√£o. Com esse acervo, muito mais gente vai se interessar pelos estudos paleontol√≥gicos. Isso ajuda a montar o quebra-cabe√ßa sobre a evolu√ß√£o dos seres vivos na Amaz√īnia‚ÄĚ, explica.Maria In√™s lembra que a pesquisa cient√≠fica ajuda a compreender como uma regi√£o tomada por um mar gelado h√° 419 milh√Ķes de anos se tornou uma √°rea de floresta tropical, como √© hoje o Xingu. ‚ÄúO material encontrado em Belo Monte servir√° a cientistas do Museu Goeldi, mas n√£o s√≥. Somos uma institui√ß√£o de refer√™ncia com parcerias com universidades brasileiras, como a de Bras√≠lia, mas tamb√©m internacionais, como institutos da √Āustria, Holanda e Inglaterra‚ÄĚ, destaca. Maria In√™s ressalta o excelente estado de preserva√ß√£o das pe√ßas encontradas na √°rea da Usina. Ela deve estudar as amostras de micro f√≥sseis, sua √°rea de interesse. O resgate paleontol√≥gico em Belo Monte continuar√° em 2015, revelando novas pe√ßas do imenso e fabuloso quebra-cabe√ßa pr√©-hist√≥rico da Amaz√īnia.
  • Uma caracter√≠stica do projeto da Usina Hidrel√©trica Belo Monte,¬†no rio Xingu,¬†√© a preserva√ß√£o da fauna na regi√£o da √°rea de influ√™ncia do empreendimento. O s√≠mbolo deste compromisso da Norte Energia, respons√°vel pela obra,¬†√© o Centro de Estudos Ambientais (CEA), hoje refer√™ncia para o desenvolvimento da pesquisa na Amaz√īnia e no Brasil.Este compromisso proporcionou um avan√ßo sem precedente para o conhecimento cient√≠fico da fauna aqu√°tica da regi√£o com a reprodu√ß√£o, em julho, de filhotes de Acari Zebra (Hypancistrus zebra) no laborat√≥rio do CEA. Peixe da Volta Grande do Xingu, o Acari Zebra est√° amea√ßado de extin√ß√£o pela captura predat√≥ria motivada por altos pre√ßos pagos no mercado de peixes ornamentais. Foi a primeira vez no Brasil que a reprodu√ß√£o da esp√©cie ocorreu em laborat√≥rio legalmente autorizado. O compromisso com a preserva√ß√£o da fauna da regi√£o √© refor√ßado com a√ß√Ķes de ¬†acompanhamento da fauna aqu√°tica do Xingu. Hoje, mais de 400 peixes das esp√©cies pacu-de-seringa, curimat√°, pirarara, surubim e filho/pira√≠ba s√£o monitorados por sistemas¬†de telemetria ac√ļstica e r√°dio, o que vai contribuir para avaliar o comportamento migrat√≥rio antes e depois da constru√ß√£o da¬†hidrel√©trica. A busca por maior conhecimento das esp√©cies tamb√©m alcan√ßa as tartarugas-da-Amaz√īnia,¬†que anualmente transformam a regi√£o do Tabuleiro do Embaubal, no munic√≠pio de Senador Jos√© Porf√≠rio, em um dos maiores pontos de desova e reprodu√ß√£o da esp√©cie na Amaz√īnia. Quatro esp√©cimes s√£o monitorados desde fevereiro por equipamentos acoplados nos cascos que emitem sinais a um sat√©lite. √Č uma¬†iniciativa¬†que contribui para aprimorar a√ß√Ķes de prote√ß√£o e preserva√ß√£o da esp√©cie. Desde que¬†a constru√ß√£o¬†de Belo Monte come√ßou, a Norte Energia registrou 58 esp√©cies de abelhas, o equivalente a 90% do total de esp√©cies registradas na Amaz√īnia brasileira at√© 2005. O trabalho √© um dos mais completos,¬†e contribui para compreender fen√īmenos como a poliniza√ß√£o por meio desses insetos, fundamentais para o equil√≠brio natural em √°reas de florestas. As pesquisas do CEA¬†tamb√©m proporcionaram¬†a descoberta de novas esp√©cies de pequenos roedores, pertencentes ao g√™nero Neacomys e Oecomys e do morcego Nyctinomopd dp. Descobertas ainda em fase de estudos complementares, mas que d√£o a dimens√£o do trabalho s√©rio e da contribui√ß√£o do empreendimento para a Zoologia na regi√£o¬†da Transamaz√īnica. Ao contr√°rio dos progn√≥sticos desprovidos de base cient√≠fica que apontavam a Usina como fonte de degrada√ß√£o e de perda da rica biodiversidade da regi√£o do Xingu, Belo Monte ¬†tornou-se refer√™ncia de projetos de preserva√ß√£o da fauna e flora e da produ√ß√£o de conhecimento cient√≠fico. Por isso, o Dia da Defesa da Fauna, celebrado nesta segunda-feira (22/9), √© motivo para celebrar os resultados de trabalhos que contribuem decisivamente para a preserva√ß√£o das esp√©cies da regi√£o do Xingu.
  • O Sistema de Transposi√ß√£o de Embarca√ß√Ķes (STE) j√° beneficiou diretamente 6.232 pessoas. Um servi√ßo de qualidade que funciona o ano todo, como atestam os usu√°rios. Conhe√ßa mais neste infogr√°fico.

  • Conhe√ßa as principais a√ß√Ķes sustent√°veis, que vem sendo colocadas em pr√°tica com a chegada de Belo Monte, especialmente desenvolvidas para o rio e os moradores da regi√£o no Par√°.

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  • Cinco de setembro √© o Dia da Amaz√īnia. Neste infogr√°fico, acompanhe algumas realiza√ß√Ķes de Belo Monte para o desenvolvimento sustent√°vel.

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  • A chegada ao Jatob√° representa mais do que uma mudan√ßa de endere√ßo para as fam√≠lias que viviam em regi√Ķes de Altamira historicamente alagadas pelo Xingu. O padr√£o de constru√ß√£o das casas e a infraestrutura completa do bairro significam melhor qualidade de vida. E esta √© uma conquista que deve ser cuidada e valorizada. E √© isso que os moradores do bairro constru√≠do pela Norte Energia est√£o fazendo. No s√°bado, literalmente, arrega√ßaram as mangas e se dedicaram a uma atividade coletiva, o Primeiro Mutir√£o de Limpeza do Jatob√°. Os pr√≥prios moradores organizaram a atividade. ‚ÄúA gente deve manter o nosso bairro limpo‚ÄĚ, ensinava a dona de casa Sonia Maria Rodrigues Fonseca, 53 anos, mostrando disposi√ß√£o de fazer inveja aos mais jovens. H√° cinco meses no Jatob√°, ela lembrava do tempo que morou na √°rea das Olarias, no igarap√© Amb√©. ‚ÄúO esgoto ia pro igarap√©. A gente juntava o lixo, o carro do lixo levava um bocado e o que ele deixava, as pessoas queimavam l√° mesmo.‚ÄĚ A situa√ß√£o n√£o era diferente na regi√£o do igarap√© Altamira, onde morou a dom√©stica Maria Rosane dos Santos, 62 anos, que definiu o mutir√£o como ‚Äúmuito bom para os adultos e, principalmente,para as crian√ßas. Elas s√£o as que mais jogam coisas na rua. Vendo isso, n√£o v√£o mais fazer, n√©.‚ÄĚ No bairro Jatob√°, os moradores constroem coletivamente um lugar melhor para se viver.Leia tamb√©m Moradores fazem mutir√£o de limpeza no bairro Jatob√°
  • Neste m√™s, a¬†capa da Revista Amaz√īnia Viva traz novidades sobre pesquisas na regi√£o do Xingu,¬†de como era a Amaz√īnia pr√©-hist√≥rica na √°rea¬†onde est√° sendo constru√≠da a Usina Hidrel√©trica de Belo Monte. Acesse a revista na √≠ntegra AQUI. A mat√©ria de destaque come√ßa a partir da p√°gina 36.
  • ‚ÄúA Usina Hidrel√©trica Belo Monte tem um Centro que √© um exemplo para o Brasil no que se refere √† preserva√ß√£o da fauna e da flora.‚ÄĚ Assim a presidenta Dilma Rousseff definiu o Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia na visita que realizou ter√ßa-feira (06/8) a maior usina genuinamente brasileira. Desde o in√≠cio dos trabalhos, em 2011, o CEA j√° resgatou mais de 117 mil animais e 88 mil plantas e pl√Ęntulas, al√©m de produzir mais de 48 mil mudas para fins cient√≠ficos. O Centro √© uma fonte de conhecimento. Em julho, o Laborat√≥rio de Aquicultura e Peixe Ornamental obteve um feito de grande import√Ęncia para a ci√™ncia: a reprodu√ß√£o de filhotes de Acari Zebra, peixe t√≠pico da regi√£o do Xingu amea√ßado de extin√ß√£o. Foi a primeira vez que isso ocorreu em um laborat√≥rio autorizado no Brasil.   Leia mais: Norte Energia reproduz os primeiros filhotes de Acari Zebra em laborat√≥rio De volta √† natureza Monitoramento permanente das √°guas do Xingu Tecnologia monitora tartarugas no Xingu  
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