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  • Especialistas que monitoram desde 2013 a presen√ßa de esp√©cimes de uma das maiores aves de rapina da Am√©rica do Sul constataram recentemente o nascimento de um filhote e dois jovens gavi√Ķes-reais (Harpia harpyja), em tr√™s dos seis ninhos monitorados na regi√£o do rio Xingu, no Par√°. Quatro ninhos est√£o localizados no Munic√≠pio¬†de Vit√≥ria do Xingu e dois, no munic√≠pio de Brasil Novo.A a√ß√£o tem apoio log√≠stico da Norte Energia, respons√°vel pela constru√ß√£o da Usina Hidrel√©trica Belo Monte e pela implanta√ß√£o de 15 projetos de conserva√ß√£o ambiental na regi√£o. ‚ÄúO nascimento de filhotes nesta regi√£o indica que as florestas remanescentes oferecem condi√ß√Ķes para o casal de gavi√£o-real se alimentar e reproduzir com sucesso‚ÄĚ, explica Helena Aguiar, bi√≥loga e doutoranda do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz√īnia), que trabalha com monitoramento desta esp√©cie tamb√©m na regi√£o do Xingu. Por meio de apoio da Norte Energia ao INPA, uma f√™mea de gavi√£o-real foi resgatada na Volta Grande do Xingu, recuperada com a a√ß√£o da equipe de veterin√°rios e bi√≥logos da empresa , com orienta√ß√£o dos bi√≥logos do Instituo. O p√°ssaro foi devolvido com sucesso √† natureza em julho de 2014. A esp√©cie √© tida como a ave de rapina mais possante das Am√©ricas. Pode carregar um peso igual ao seu, cuja m√©dia √© de 9 quilos. Ganhou este nome na Amaz√īnia gra√ßas √† conforma√ß√£o das penas na cabe√ßa, em formato que lembra uma coroa, e ao porte da realeza. Resgate na Volta Grande¬†do Xingu¬†- As primeiras visitas t√©cnicas de bi√≥logos do INPA ocorreram no primeiro semestre de 2014. Em junho do ano passado, foi realizado um resgate de uma f√™mea de gavi√£o-real, na √°rea da Volta Grande, munic√≠pio de Senador Jos√© Porf√≠rio. O animal colidiu com uma rede el√©trica e foi encaminhado ao Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia, refer√™ncia em resgate de fauna na regi√£o por manter recintos adequados e equipes capacitadas para esse tipo de trabalho. A interlocu√ß√£o da Norte Energia com o INPA foi r√°pida e, por meio de apoio log√≠stico, os bi√≥logos do Projeto Gavi√£o-real chegaram a tempo de avaliar a sa√ļde da ave e trat√°-la. ‚ÄúComo n√£o havia nenhuma les√£o grave, ela voltou √† natureza em cerca de 15 dias‚ÄĚ, recorda Helena. Um transmissor de sinais via sat√©lite para monitorar a localiza√ß√£o foi acoplado ao bicho. Isso possibilitou a identifica√ß√£o da √°rea de vida na regi√£o onde est√° ca√ßando para se alimentar e alimentar sua cria, e em mar√ßo deste ano, um juvenil foi avistado dentro desta √°rea utilizada pela f√™mea monitorada por sat√©lite enquanto Helena rastreava a f√™mea utilizando uma antena e um receptor VHF. Em julho passado, a coordenadora do Projeto Gavi√£o-real do INPA, T√Ęnia Sanaiotti, voltou ao Centro de Estudos Ambientais para monitorar de perto os ninhos e a f√™mea de gavi√£o. Constatou a boa sa√ļde do animal adulto e a presen√ßa de um filhote com cerca de dois meses em um dos ninhos, al√©m de avistar um filhote que iniciou a voar no entorno do ninho. Helena Aguiar explica que uma f√™mea de gavi√£o-real p√Ķe at√© dois ovos por reprodu√ß√£o, que pode ocorrer a cada dois ou tr√™s anos, mas n√£o nasce mais do que um filhote. A eclos√£o dos ovos ocorre entre 52 e 58 dias. Os pequenos gavi√Ķes come√ßam a voar com aproximadamente 120 dias de vida e se alimentar sozinhos a partir de 1 ano. Aves s√£o minoria nos resgates da Norte Energia O Centro de Estudos Ambientais √© a estrutura da Norte Energia que d√° suporte √†s a√ß√Ķes de preserva√ß√£o da fauna e flora da regi√£o de Belo Monte. Os resgates s√£o em sua grande maioria efetuados para animais com pouca capacidade de deslocamento para longe das frentes de supress√£o. Assim,¬†80,56% dos resgates s√£o de r√©pteis e anf√≠bios; 9,20%, de mam√≠feros; e apenas 0,49%, de aves. O Projeto Gavi√£o-real do INPA come√ßou em 1997, com a descoberta do primeiro ninho de gavi√£o-real numa floresta de terra-firme, pr√≥xima a Manaus, capital do Amazonas. Por meio de parceria com empresas como a Norte Energia e diversas institui√ß√Ķes federais, estaduais e municipais, atualmente, o Projeto monitora 40 ninhos em v√°rias regi√Ķes do Brasil.
  • A vontade de transformar o mundo √© o que move a estudante Andrelina Nascimento, 16 anos, - moradora atenta - do Jatob√°, um dos cinco bairros constru√≠dos pela Norte Energia em Altamira. Mesmo com pouca idade, a jovem j√° acumula uma s√©rie de experi√™ncias em projetos voltados para a melhoria de vida das pessoas. Ativista do projeto Cuide Bem do Seu Bairro, iniciativa voltada para a preserva√ß√£o dos n√ļcleos urbanos constru√≠dos pela Norte Energia em Altamira, Andrelina desenvolve na pr√°tica os conhecimentos adquiridos nas aulas de educa√ß√£o ambiental. ‚ÄúSempre gostei muito de ter essa consci√™ncia ambiental e poder ajudar as pessoas. Aqui eu tive a oportunidade de ver de perto como se faz isso. Estou feliz aqui‚ÄĚ, afirma. Ex-moradora da comunidade Olarias, no bairro Boa Esperan√ßa, √°rea historicamente alagada pelas cheias do rio Xingu, a estudante tem usado o tempo livre para conscientizar os moradores sobre a import√Ęncia da limpeza e da destina√ß√£o correta do lixo, com a separa√ß√£o de res√≠duos s√≥lidos e org√Ęnicos. Transferida h√° pouco mais de um ano para uma nova casa no bairro do Jatob√°, Andrelina comemora o crescimento do projeto e diz que j√° consegue ver os resultados da campanha de educa√ß√£o ambiental. ‚ÄúO projeto do Cuide Bem do Seu Bairro √© uma coisa que eu quis fazer parte, porque a gente tem que cuidar disso tudo que deram pra gente. Nosso futuro est√° aqui‚ÄĚ, ressalta a jovem. Desenvolvido pelo N√ļcleo de Educa√ß√£o Ambiental do Xingu (Nucleax), criado pela Norte Energia, o projeto Cuide Bem do Seu Bairro tem garantido mais qualidade de vida aos moradores dos novos n√ļcleos urbanos de Altamira. Entre as principais a√ß√Ķes do projeto, est√£o os mutir√Ķes de limpeza e as campanhas de incentivo ao desenvolvimento sustent√°vel no local.
  • A¬†paix√£o¬†do bi√≥logo paranaense Luciano Costa pelas¬†abelhas¬†foi herdada diretamente do av√ī apicultor. Inicialmente uma ponte entre gera√ß√Ķes, essa paix√£o acabou ganhando corpo at√© se tornar a profiss√£o do neto. Assim, entre hobby e profiss√£o, j√° s√£o 16, dos seus¬†36 anos de vida,¬†dedicados ao estudo, resgate e cuidado com as abelhas. O atual trabalho de Luciano,¬†de resgate desses insetos nas √°reas da obra da Usina Hidrel√©trica Belo Monte, j√° √© o¬†terceiro numa obra deste segmento. H√° seis meses, ele coordena a equipe que cuida especificamente do resgate, a servi√ßo de uma empresa especializada, cujas diretrizes cient√≠ficas s√£o dadas pelo especialista da Universidade Federal do Par√° (UFPA) Pl√°cido Magalh√£es. O dia a dia da equipe do bi√≥logo √© procurar¬†col√īnias de abelhas nas √°reas que ser√£o ocupadas pela obra. Localizado um desses grupos, ele √© identificado -s√£o sempre animais sem ferr√£o. A fase seguinte consiste em remover a col√īnia, visando sua soltura numa outra √°rea onde possam continuar realizando o seu servi√ßo de poliniza√ß√£o. Afinal, as abelhas no geral, sem especificar esp√©cies, cuidam de entre 40% e 90% da poliniza√ß√£o de todas as esp√©cies vegetais tropicais. Por a√≠ j√° d√° para se ter ideia da import√Ęncia da¬†preserva√ß√£o dos bichinhos. Essas miss√Ķes de Luciano e sua equipe s√£o centrais no estudo do professor Pl√°cido, respons√°vel por um estudo que identificou nada menos que 53 esp√©cies de abelhas sem ferr√£o na regi√£o de Belo Monte (isso sem contar as outras 28 esp√©cies que ainda aguardam reconhecimento). A primeira impress√£o que se tem quando se ouve falar em abelhas sem ferr√£o normalmente √© de bichos sem muita rea√ß√£o. Mas n√£o foi exatamente isso que o bi√≥logo e sua equipe recentemente presenciaram ao se deparar com uma col√īnia delas num oco de uma √°rvore que havia sido alagado. ‚ÄúO magnifico dessa cena √© que, al√©m de formarem um cord√£o de isolamento fora da colmeia, elas entravam nela para recolher a √°gua e jog√°-la fora", contou Luciano. "Mesmo sabendo que n√£o conseguiram secar a √°gua, elas n√£o desistiram.‚ÄĚ S√£o casos como esse que d√£o a¬†Luciano satisfa√ß√£o profissional e pessoal, as quais, segundo ele, se apoiam no fato de se sentir contribuindo para o desenvolvimento do pa√≠s e simultaneamente para a preserva√ß√£o ambiental. ‚Äú√Č gratificante fazer parte do dia a dia desta mega-obra da engenharia brasileira. O que mais me anima, no entanto, al√©m do conhecimento adquirido, √© a quantidade de colmeias de abelhas que conseguimos resgatar.‚ÄĚ
  • A ‚Äú√Ārvore de Natal Ecol√≥gica‚ÄĚ confeccionada pelos moradores com mais de duas mil garrafas pets deixou o novo bairro Jatob√° mais bonito e em clima de Natal. A decora√ß√£o √© resultado das oficinas de constru√ß√£o das pe√ßas natalinas sustent√°veis, realizada pelo N√ļcleo de Educa√ß√£o Ambiental do Xingu (Nucleax), criado pelo Projeto B√°sico Ambiental da UHE Belo Monte. ‚ÄúAchei muito bonito e, mesmo meio adoentada, eu vim¬†aqui ajudar¬†todos os dias. Sou mobilizadora e estou muito feliz em poder dizer que ajudei a fazer essa obra de arte‚ÄĚ, disse a moradora Joana Gomes, 50 anos.Maria Am√©lia, 60 anos, tamb√©m estava orgulhosa. ‚ÄúFazer trabalhos manuais, de arte, me deixa muito contente. √Č claro que estou muito feliz com o resultado, ficou lindo‚ÄĚ. As mulheres do bairro¬†dedicaram¬†mais de¬†dois meses de um trabalho paciente para coletar as garrafas em casas¬†e estabelecimentos comerciais,¬†e aprender as t√©cnicas para reaproveit√°-las at√© que dessem forma n√£o apenas √† √°rvore, mas tamb√©m√†s¬†flores, velas e bolas natalinas de tamanho gigante. Para incentivar a coleta de material, cada dez pets doadas valia um cupom para participar do sorteio de¬†cestas natalinas. A¬†professora¬†da oficina, a artes√£ Marilene da Costa, contou sobre a satisfa√ß√£o de repassar¬†parte de seu¬†conhecimento:¬†‚ÄúFa√ßo arte com materiais como sementes e papel√£o. Fico muito feliz de ver a felicidade delas e a surpresa dos moradores depois que tudo est√° pronto. Exige esfor√ßo, mas √© uma recompensa grande depois que se conclui e as pessoas aprendem e percebem que podem fazer coisas bonitas com materiais que, normalmente, iriam para o lixo‚ÄĚ.
  • Para que servem os f√≥sseis? F√≥sseis s√£o vest√≠gios de animais e vegetais preservados ao longo de milh√Ķes de anos e indicam como era a vida na Terra antes mesmo da apari√ß√£o dos seres humanos. Nas rochas est√° a chave do complexo quebra-cabe√ßa que revela como era o planeta no princ√≠pio de tudo. Nesta busca, a Usina Hidrel√©trica Belo Monte tem contribu√≠do muito para que a Ci√™ncia responda muitos dos enigmas da pr√©-hist√≥ria. Quem explica esta contribui√ß√£o √© a paleont√≥loga Maria In√™s Ramos, pesquisadora do Museu Paraense Em√≠lio Goeldi, institui√ß√£o com tradi√ß√£o de mais de 150 anos nos estudos de f√≥sseis na Amaz√īnia. Ela supervisiona o Programa de Salvamento Paleontol√≥gico desenvolvido pela Norte Energia como parte do Projeto B√°sico Ambiental do empreendimento que j√° resultou na coleta de 2.800 amostras de f√≥sseis nas √°reas dos futuros reservat√≥rios do empreendimento. Num fim de tarde de novembro, Maria In√™s, de capacete, botas e colete sinalizador, est√° a poucos metros da frente de trabalho onde √© erguida a Casa de For√ßa Principal de Belo Monte (11 mil MW de pot√™ncia instalada). O que faz uma cientista vestida de oper√°ria no canteiro de obras da maior hidrel√©trica 100% nacional? Simples! Ela acompanha com aten√ß√£o o resgate de f√≥sseis escondidos nas rochas sedimentares, como o que o coordenador do trabalho, o paleont√≥logo Henrique Tomassi, acaba de encontrar. Era mais uma pe√ßa para o acervo enviado esta semana a Bel√©m pela Norte Energia para ser incorporada ao rico acervo paleontol√≥gico do Museu Goeldi. ‚ÄúO trabalho feito em Belo Monte contribui para fomentar a forma√ß√£o de profissionais de Paleontologia na regi√£o. Com esse acervo, muito mais gente vai se interessar pelos estudos paleontol√≥gicos. Isso ajuda a montar o quebra-cabe√ßa sobre a evolu√ß√£o dos seres vivos na Amaz√īnia‚ÄĚ, explica.Maria In√™s lembra que a pesquisa cient√≠fica ajuda a compreender como uma regi√£o tomada por um mar gelado h√° 419 milh√Ķes de anos se tornou uma √°rea de floresta tropical, como √© hoje o Xingu. ‚ÄúO material encontrado em Belo Monte servir√° a cientistas do Museu Goeldi, mas n√£o s√≥. Somos uma institui√ß√£o de refer√™ncia com parcerias com universidades brasileiras, como a de Bras√≠lia, mas tamb√©m internacionais, como institutos da √Āustria, Holanda e Inglaterra‚ÄĚ, destaca. Maria In√™s ressalta o excelente estado de preserva√ß√£o das pe√ßas encontradas na √°rea da Usina. Ela deve estudar as amostras de micro f√≥sseis, sua √°rea de interesse. O resgate paleontol√≥gico em Belo Monte continuar√° em 2015, revelando novas pe√ßas do imenso e fabuloso quebra-cabe√ßa pr√©-hist√≥rico da Amaz√īnia.
  • Uma caracter√≠stica do projeto da Usina Hidrel√©trica Belo Monte,¬†no rio Xingu,¬†√© a preserva√ß√£o da fauna na regi√£o da √°rea de influ√™ncia do empreendimento. O s√≠mbolo deste compromisso da Norte Energia, respons√°vel pela obra,¬†√© o Centro de Estudos Ambientais (CEA), hoje refer√™ncia para o desenvolvimento da pesquisa na Amaz√īnia e no Brasil.Este compromisso proporcionou um avan√ßo sem precedente para o conhecimento cient√≠fico da fauna aqu√°tica da regi√£o com a reprodu√ß√£o, em julho, de filhotes de Acari Zebra (Hypancistrus zebra) no laborat√≥rio do CEA. Peixe da Volta Grande do Xingu, o Acari Zebra est√° amea√ßado de extin√ß√£o pela captura predat√≥ria motivada por altos pre√ßos pagos no mercado de peixes ornamentais. Foi a primeira vez no Brasil que a reprodu√ß√£o da esp√©cie ocorreu em laborat√≥rio legalmente autorizado. O compromisso com a preserva√ß√£o da fauna da regi√£o √© refor√ßado com a√ß√Ķes de ¬†acompanhamento da fauna aqu√°tica do Xingu. Hoje, mais de 400 peixes das esp√©cies pacu-de-seringa, curimat√°, pirarara, surubim e filho/pira√≠ba s√£o monitorados por sistemas¬†de telemetria ac√ļstica e r√°dio, o que vai contribuir para avaliar o comportamento migrat√≥rio antes e depois da constru√ß√£o da¬†hidrel√©trica. A busca por maior conhecimento das esp√©cies tamb√©m alcan√ßa as tartarugas-da-Amaz√īnia,¬†que anualmente transformam a regi√£o do Tabuleiro do Embaubal, no munic√≠pio de Senador Jos√© Porf√≠rio, em um dos maiores pontos de desova e reprodu√ß√£o da esp√©cie na Amaz√īnia. Quatro esp√©cimes s√£o monitorados desde fevereiro por equipamentos acoplados nos cascos que emitem sinais a um sat√©lite. √Č uma¬†iniciativa¬†que contribui para aprimorar a√ß√Ķes de prote√ß√£o e preserva√ß√£o da esp√©cie. Desde que¬†a constru√ß√£o¬†de Belo Monte come√ßou, a Norte Energia registrou 58 esp√©cies de abelhas, o equivalente a 90% do total de esp√©cies registradas na Amaz√īnia brasileira at√© 2005. O trabalho √© um dos mais completos,¬†e contribui para compreender fen√īmenos como a poliniza√ß√£o por meio desses insetos, fundamentais para o equil√≠brio natural em √°reas de florestas. As pesquisas do CEA¬†tamb√©m proporcionaram¬†a descoberta de novas esp√©cies de pequenos roedores, pertencentes ao g√™nero Neacomys e Oecomys e do morcego Nyctinomopd dp. Descobertas ainda em fase de estudos complementares, mas que d√£o a dimens√£o do trabalho s√©rio e da contribui√ß√£o do empreendimento para a Zoologia na regi√£o¬†da Transamaz√īnica. Ao contr√°rio dos progn√≥sticos desprovidos de base cient√≠fica que apontavam a Usina como fonte de degrada√ß√£o e de perda da rica biodiversidade da regi√£o do Xingu, Belo Monte ¬†tornou-se refer√™ncia de projetos de preserva√ß√£o da fauna e flora e da produ√ß√£o de conhecimento cient√≠fico. Por isso, o Dia da Defesa da Fauna, celebrado nesta segunda-feira (22/9), √© motivo para celebrar os resultados de trabalhos que contribuem decisivamente para a preserva√ß√£o das esp√©cies da regi√£o do Xingu.
  • O Sistema de Transposi√ß√£o de Embarca√ß√Ķes (STE) j√° beneficiou diretamente 6.232 pessoas. Um servi√ßo de qualidade que funciona o ano todo, como atestam os usu√°rios. Conhe√ßa mais neste infogr√°fico.

  • Conhe√ßa as principais a√ß√Ķes sustent√°veis, que vem sendo colocadas em pr√°tica com a chegada de Belo Monte, especialmente desenvolvidas para o rio e os moradores da regi√£o no Par√°.

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  • Cinco de setembro √© o Dia da Amaz√īnia. Neste infogr√°fico, acompanhe algumas realiza√ß√Ķes de Belo Monte para o desenvolvimento sustent√°vel.

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  • A chegada ao Jatob√° representa mais do que uma mudan√ßa de endere√ßo para as fam√≠lias que viviam em regi√Ķes de Altamira historicamente alagadas pelo Xingu. O padr√£o de constru√ß√£o das casas e a infraestrutura completa do bairro significam melhor qualidade de vida. E esta √© uma conquista que deve ser cuidada e valorizada. E √© isso que os moradores do bairro constru√≠do pela Norte Energia est√£o fazendo. No s√°bado, literalmente, arrega√ßaram as mangas e se dedicaram a uma atividade coletiva, o Primeiro Mutir√£o de Limpeza do Jatob√°. Os pr√≥prios moradores organizaram a atividade. ‚ÄúA gente deve manter o nosso bairro limpo‚ÄĚ, ensinava a dona de casa Sonia Maria Rodrigues Fonseca, 53 anos, mostrando disposi√ß√£o de fazer inveja aos mais jovens. H√° cinco meses no Jatob√°, ela lembrava do tempo que morou na √°rea das Olarias, no igarap√© Amb√©. ‚ÄúO esgoto ia pro igarap√©. A gente juntava o lixo, o carro do lixo levava um bocado e o que ele deixava, as pessoas queimavam l√° mesmo.‚ÄĚ A situa√ß√£o n√£o era diferente na regi√£o do igarap√© Altamira, onde morou a dom√©stica Maria Rosane dos Santos, 62 anos, que definiu o mutir√£o como ‚Äúmuito bom para os adultos e, principalmente,para as crian√ßas. Elas s√£o as que mais jogam coisas na rua. Vendo isso, n√£o v√£o mais fazer, n√©.‚ÄĚ No bairro Jatob√°, os moradores constroem coletivamente um lugar melhor para se viver.Leia tamb√©m Moradores fazem mutir√£o de limpeza no bairro Jatob√°
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