en     pt
notícias >
página 1 - 109
  • O craque do futebol Arthur Antunes Coimbra, mundialmente conhecido como Zico, viu de perto a grandiosidade das obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte e se impressionou. Encantado com o empreendimento, ele declarou admiração principalmente pelos que trabalham todo dia para realizar um dos maiores desafios da engenharia da atualidade: construir a maior hidrelétrica 100% brasileira no coração da Amazônia. Veja o que ele disse quando esteve nos canteiros, no dia 23 de julho: “Tive o privilégio de poder viajar pelo mundo, conhecer muitos lugares, muitas obras. Obras já prontas, aqui no Brasil também, e a gente fica encantado com o trabalho, ainda mais no meio de uma obra fantástica, que é Belo Monte. Parabéns a todos os brasileiros, todos aqueles que participam disso, que se entregam de corpo e alma no dia a dia. Às vezes, se sacrificam, ficam longe de seus familiares, mas o dia a dia deles é importante, não só pra mim, pra todos nós.”
  • A Agência Nacional de Energia Elétrica afirmou que não houve erro no planejamento da licitação do segundo bipolo da UHE Belo Monte (PA, 11.233 MW) ante o cronograma de entrada em operação da usina. Ahidrelétrica deverá estar com todas as suas unidades de geração em operação no início de 2019 enquanto o segundo bipolo para o final de 2019. A infraestrutura para escoar a energia da maior usina 100% nacional já está pronta ou licitada e em construção e são as alternativas para que toda a geração seja colocada no mercado quando estiver sendo feita. O diretor da Aneel, José Jurhosa, admitiu que há uma diferença entre a previsão de entrada em operação da usina em construção no rio Xingu e a segunda linha leiloada nesta sexta-feira, 17 de julho. Contudo, a garantia física da usina não á atingida com todas as máquinas o que garante que a Norte Energia consiga escoar a energia contratada. Outro diretor presente à coletiva realizada após o leilão, André Pepitone, lembrou que a concatenação da linha e da usina não apresenta descompasso. Esse novo projeto vem para agregar confiabilidade e aumento da capacidade de escoamento para a região Sudeste. "Há a linha de 500 kV de Xingu, Tucuruí a Manaus, todo esse aparato já permite o escoamento da usina", afirmou Pepitone durante a coletiva de imprensa realizada após o leilão. Via Canal Energia
  • UHE Belo Monte - o desafio de construir a maior hidrelétrica 100% nacional no médio Xingu, coração da Amazônia, com responsabilidade social e ambiental. httpv://www.youtube.com/watch?v=Cu5iRpZJQjw&feature=youtu.be
  • O Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia é a base de operação para os 14 planos de conservação ambiental nas áreas de influência do reservatório. O local serve ainda para estreitar relações com as instituições de pesquisas parceiras, como Universidade Federal do Pará e Museu Paraense Emílio Goeldi. httpv://www.youtube.com/watch?v=EbwrRdMHCy0
  • O Sistema de Transposição de Embarcações (STE), em funcionamento desde janeiro de 2014, tem capacidade de transpor embarcações de até 50 toneladas, garantindo a navegabilidade no rio Xingu durante as obras e após o início das operações da Usina Belo Monte. Ao contrário da construção de outras hidrelétricas, onde os rios costumeiramente são interditados durante o período da obra e liberados somente após a conclusão de eclusas, Belo Monte inova com a entrega do STE antes mesmo do barramento ser completado. httpv://www.youtube.com/watch?v=lHpy0MZYSpc
  • Há trinta anos navegando pelo rio Xingu, o piloto Francisco Costa, 36, se orgulha em dizer que conhece o rio como ninguém. “Praticamente nasci nas margens do Xingu. E navego por aqui desde que me entendo por gente. Por isso, falo, sem medo, que eu conheço a área como a palma da minha mão”, afirma o barqueiro, que há pouco mais de um mês começou a usar o Sistema de Transposição de Embarcações (STE) instalado nas proximidades do sitio Pimental, em Vitória do Xingu. Obrigatório desde o último dia seis de julho para todas as embarcações que trafegam pela região do Sítio Pimental, o uso do STE mudou o hábito de navegar na região. E das dúvidas iniciais à rápida aceitação, veio a vontade de experimentar o novo. “No começo eu fiquei confuso. Tinha receio. Não sabia como isso iria funcionar. Mas agora, depois de usar o sistema várias vezes, eu posso falar que ele ajuda e muito a segurança da nossa navegação”, conta Francisco. O barqueiro compreende que o STE se faz necessário por causa da conclusão do barramento do rio, na margem direita, para o futuro enchimento do reservatório principal da Usina Hidrelétrica Belo Monte. “Eu sei a importância dessa obra. Por isso, entendo que esse sistema de transposição aqui é preciso. Foi estranho no inicio, mas agora já acostumei. Até porque, o principal, que é a navegação pelo rio, o meu ganha-pão, não será interrompido. Eu continuo fazendo os meus percursos ilha-Vitória-Altamira normalmente”. Construído e operado pela Norte Energia, o STE é uma das ações previstas no Projeto Básico Ambiental do empreendimento. O sistema garante a navegabilidade das embarcações entre a Volta Grande do Xingu e todo o trecho acima da barragem principal do empreendimento, onde fica a Casa de Força Complementar da Usina, no Sítio Pimental, passando por Altamira.
  • “Daqui pra frente é vida nova, sem risco de alagamento”. A frase dita pela professora Marta de Jesus, revela com precisão a nova fase da família ao entrar na nova casa, no bairro Laranjeiras, o último dos cinco núcleos urbanos entregues pela Norte Energia em Altamira. Ex-moradores de uma área próxima ao igarapé Panelas, na periferia no município, Marta, a filha Ana Luiza e o marido, Felix da Silva, agora integram as 580 famílias que ocuparam o novo núcleo urbano. Com a chave nas mãos, a professora analisa com atenção cada cômodo da residência. “É uma emoção muito grande. O sonho de uma casa de alvenaria agora é real”, conta ela, emocionada. Enquanto o caminhão de mudança descarrega os móveis, Ana Luiza, 7 anos, aproveita para andar de bicicleta na calçada. “Aqui vai ser melhor para criar a nossa filha. Aqui tem espaço de sobra para ela brincar com segurança e sem medo de enchente”, afirma o pai. Quinto bairro entregue pela Norte Energia no município, o Laranjeiras possui infraestrutura completa. São ruas pavimentadas, passeio adaptado para cadeirantes e pessoas com deficiência visual, drenagem pluvial, energia elétrica, iluminação pública, água potável encanada, sistema de esgoto, uma Unidade Básica de Saúde e duas escolas, a serem construídas. Dentro do padrão estabelecido no Projeto Básico Ambiental da Usina Hidrelétrica Belo Monte, as casas entregues aos moradores são seguras e confortáveis com 63 metros quadrados cada, construídas em terrenos de 300 metros quadrados. “Pra mim a mudança é um avanço. Antes, nós morávamos em uma área de risco e todo o ano a gente sofria com as enchentes. Acho muito boa essa transformação não somente de casa, mas de vida”, afirma Felix.
  • Participar da construção da usina hidrelétrica Belo Monte, na Amazônia, significa, além da grandeza da obra --que beneficiará 60 milhões de brasileiros-- trabalhar sob temperaturas acima de 30 graus, certo? Pode ser que não. Aliás, pode ser exatamente o contrário. Há ali no Xingu quem trabalhe sob um ar gelado como o do inverno de Moscou, capital da Rússia. Entre esses “homens do gelo” está o paulista de Ilha Solteira, Carlos Alexandre Rocha, de 31 anos.Pode parecer estranho, mas a usina tem cinco centrais de refrigeração nos dois sítios (Belo Monte e Pimental), as quais servem para resfriar o concreto usado nas estruturas em construção. Carlos lidera o trabalho nas duas fábricas de gelo do Sítio Pimental. A razão para a existência dessas centrais de produção de gelo em plena Amazônia é que os milhões de toneladas de concreto que formam as imensas estruturas de Belo Monte precisam chegar gelados às fôrmas da obra. Carlos explica: “Esse procedimento mantém por mais tempo o produto no ponto para o manuseio”. Sem refrigeração, o concreto endurecia muito mais rápido, complementa. O silo de armazenamento tem capacidade para guardar 72 toneladas de gelo. Ali dentro, a temperatura chega a 13 graus negativos. Algo como um clima russo em plena região do Xingu. Cada Central de Refrigeração possui uma estrutura de três máquinas, um silo de armazenamento de gelo, um tanque de armazenamento de água gelada e um chiller, uma espécie de geladeira industrial onde a água é resfriada. Cada fábrica produz cinco toneladas por hora. “A água entra a 30 graus centígrados no chiller e sai a 4 graus diretamente para o tanque de armazenamento de água gelada. De lá, sobe para as máquinas onde é produzido o gelo”, explica. A fase de conclusão das obras civis, atualmente, requer 11 pessoas trabalhando nas centrais de refrigeração de Pimental. No pico da do trabalho, chegou a ter 26 pessoas divididas em três turnos. “Estou na obra desde janeiro de 2013. Não me vejo fazendo outra coisa. Trabalho com essa atividade há mais de seis anos. Tenho feito cursos de refrigeração e mecânica, tudo para aprimorar meu trabalho”, conta Carlos. Ele já nem estranha mais o clima gelado.
  • A Norte Energia, responsável pela Hidrelétrica Belo Monte, quarta maior usina do mundo e a maior obra de infraestrutura em execução no Brasil, tem sido alvo frequente de ataques falaciosos em jornais online e impressos, blogs e em matérias de televisão. Alguns, como a Folha de S. Paulo, por meio do repórter Marcelo Leite, sequer procurou a empresa para um contraponto em relação às acusações, como manda a cartilha do jornalismo sério e responsável. A Folha e o repórter julgam o empreendimento com claro desequilíbrio sem respeitar as normas mínimas de imparcialidade na divulgação de notícias. O que é pior: o julgamento é baseado em relatos e informações sistematicamente desatualizados, sem embasamento e comprovação. São tentativas rasas dos opositores do empreendimento que ignoram as instituições legalmente constituídas que respondem pelo licenciamento do maior empreendimento do país. Assim o fazem outros veículos sensacionalistas, ao repetirem a velha tática dos canais de oposição ao empreendimento e ao desenvolvimento do país, com o insistente destaque de relatos isolados e informações descontextualizadas. Nesse segmento da imprensa, que chancela sem responsabilidade alguma a tese contra Belo Monte, nota-se que não há nenhuma crítica a gestores municipais e estaduais no resto do Brasil para que cumpram ações semelhantes às executadas em Altamira e na região do Xingu pela Norte Energia, por meio do Projeto Básico Ambiental de Belo Monte. É o segmento do Jornalismo que repete a cantilena dos opositores do empreendimento, sem se preocupar em compreender a história e a dinâmica social, econômica, cultural e política da região do Xingu. São os que apostam que dessa forma serão capazes de manipular a opinião pública sobre o empreendimento e o desenvolvimento do Brasil. Uma parcela da imprensa que não se dá ao trabalho de apurar e perceber que Belo Monte é um projeto pioneiro no respeito e responsabilidade social e ambiental. Assertiva que se confirma ao visitar centenas de obras, como escolas, unidades básicas de saúde, saneamento básico, hospitais, casas e novos bairros, casas de farinha, pontes e todas as ações realizadas para beneficiar as populações dos municípios de Altamira, Vitória do Xingu, Anapu, Brasil Novo e Senador José Porfírio, da área de influência direta do empreendimento, além de outras cidades que estão sendo favorecidas com recursos do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável Xingu (PDRSX). A Norte Energia já investiu R$ 3,092 bilhões na região, valor que não pode ser desprezado por quem, minimamente, conhece como a região do Xingu foi tratada historicamente pelas administrações públicas. Valores que estão garantindo direitos que foram negados ao longo dos anos para as populações locais. É inegável que pouquíssimos municípios brasileiros receberam tantos avanços e obras em tão pouco tempo, sem contar os mais de R$ 300 milhões em tributos municipais pagos na região. Recentemente, Belo Monte, mais uma vez sofreu uma série de acusações infundadas e, para informar a realidade atual sobre os avanços do empreendimento e a seriedade no cumprimento de seu papel social, a Norte Energia, responsável pela obra e operação da hidrelétrica, esclarece: Qualidade de vida com ações socioambientais As obras que condicionam a concessão da licença de operação da Usina, definidas pelo Plano Básico Ambiental (PBA), traçado em conjunto com órgãos licenciadores, estão concluídas ou em fase de conclusão. Até o momento, foram investidos R$ 3,092 bilhões nos municípios da região do empreendimento. São recursos que estão trazendo melhorias em infraestrutura e serviços a uma população historicamente desassistida, que soma cerca de 350 mil pessoas em 11 cidades paraenses. Novos bairros e moradias melhoresA Norte Energia está concluindo a transferência da população que morava em áreas historicamente afetadas pelas enchentes do rio Xingu, quando não, sobre o esgoto a céu aberto, para cinco novos bairros saneados e em fase de conclusão pela empresa em Altamira. Atualmente, 3.300 famílias desfrutam de novas casas em núcleos urbanos com infraestrutura completa. A empresa pagou ainda indenização para 3.400 famílias. Ao final deste processo, serão 7.790 famílias beneficiadas, uma população de aproximadamente 25 mil pessoas em melhores condições habitacionais e sanitárias. A Norte Energia já demoliu 4 mil casas nas áreas insalubres em Altamira e vai demolir ainda outras 1.100. O trabalho é necessário para formação do reservatório principal. Boa parte desses espaços será recomposta com vegetação e servirá como parques para a população da cidade. Respeito na transferência das populações rurais A Norte Energia S.A. informa que a relocação de todas as famílias que estão nas áreas rurais próximas do reservatório do empreendimento será realizada até agosto de 2015. Todas as mudanças estão sendo feitas depois de concluídas as negociações com as famílias. As ocupantes das ilhas situadas no rio Xingu estão sendo beneficiadas com as seguintes modalidades de negociação, previstas e regidas pelo Projeto Básico Ambiental de Belo Monte: Reassentamento Rural Coletivo ou Reassentamento Individual em Área Remanescente ou Relocação Assistida (Carta de Crédito); e para os imóveis que dispõem de área remanescente, existe a possibilidade da permanência em área remanescente. Não há como indenizar os terrenos nas ilhas, pois elas são patrimônio da União e, portanto, inalienáveis. Saneamento para preservar o meio ambiente e a saúde da populaçãoCom mais de 100 anos de fundação, Altamira não possuía um centímetro de rede de esgoto e era mal servida pela rede de abastecimento de água tratada, que atendia menos de 14% da população. Com a Norte Energia, a cidade recebeu 220 km de tubulações, 13 estações elevatórias e uma moderna e eficiente Estação de Tratamento de Esgoto que converte os efluentes em água limpa para o rio Xingu. Foram implantados também 170 km de rede de distribuição de água tratada e melhoradas as estações de captação e de tratamento. O fato de não haver sido feita a ligação das casas ao sistema, uma responsabilidade do poder público, também isso foi resolvido: a empresa está oficializando parceria com a Prefeitura Municipal de Altamira para o serviço. Investimento na rede hospitalar e atendimento básico em saúdeA Norte Energia está deixando como legado para região quatro hospitais construídos dentro dos padrões vigentes e equipamentos modernos. Em Anapu e na Vila dos Trabalhadores de Belo Monte, as unidades estão em funcionamento. Em Vitória do Xingu, as obras iniciaram e serão concluídas no primeiro trimestre de 2016. Altamira ganhará em breve o Hospital Geral, que está concluído em fase final de instalação de equipamentos, aguardando apenas a transição de serviços a cargo da Prefeitura Municipal. O hospital é um dos mais modernos e bem equipados do Estado, com 104 leitos, sendo 10 com UTI. Antes da Norte Energia, a região tinha 467 leitos adaptados, em unidades de 40 anos e concentrados em sua maior parte em Altamira. A Empresa acrescentou 211 leitos, parte deles, desconcentrados, em hospitais modernos, equipados e adequados às normas do Ministério da Saúde. Com a entrega das novas unidades, alguns procedimentos poderão ser realizados nos municípios do entorno. A empresa também construiu 30 Unidades Básicas de Saúde, faltando concluir apenas a do bairro Jatobá. Cada uma tem capacidade de cobertura para 12 mil usuários do SUS em Altamira, Anapu, Vitória do Xingu, Brasil Novo e Senador José Porfírio. Com o apoio ao Plano de Desenvolvimento Sustentável do Xingu (PDRSX), a Norte Energia está possibilitando a reforma e construção de hospitais em Uruará, Placas e Medicilância, além de ter construído e entregue o prédio da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará, em Altamira. Proteção e fortalecimento do setor pesqueiroA Norte Energia monitora o desembarque pesqueiro em pontos de comercialização do pescado desde São Félix do Xingu até Gurupá, em um trecho de 848 quilômetros de extensão. De acordo com os estudos feitos desde 2011, os estoques pesqueiros permanecem adequados para a atividade no Xingu e não houve e nem há alterações na qualidade da água do rio além das variações naturais, com exceção de pontos próximos às obras e por curtos períodos de tempo, situações que não ultrapassam os limites da legislação ambiental. Os pescadores estão sendo ouvidos por meio de entrevistas realizadas nas comunidades da área de influência do empreendimento, além de participarem de reuniões bimensais na Comissão de Pesca do Fórum de Acompanhamento Social do empreendimento. A Norte Energia firmou acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Pesca que resultou na instalação de laboratórios na Universidade Federal do Pará; na construção e reforma das colônias de pesca em Anapu, Vitória do Xingu, Senador José Porfírio, Porto de Moz e Gurupá; e na implantação de um complexo dedicado à pesca artesanal na orla de Altamira, com Centro Integrado de Pesca Artesanal, fábrica de gelo, cais de atracação e mercado, além da nova sede da colônia de pesca e das associações de produtores de peixes ornamentais. O investimento total ficará acima dos R$ 40 milhões. Segurança territorial, ambiental e alimentar dos povos indígenasDepois de negociação com lideranças e órgãos e minuciosa explanação sobre a complexidade logística das obras, a Norte Energia contratou a construção de 34 escolas, 34 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e adequações nos sistemas de abastecimentos de água e nas casas de moradias já construídas, que precisam de reparos, nas aldeias da área de influência de Belo Monte. Até agora, são mais de R$ 212 milhões em investimentos em 27 projetos voltados aos indígenas da área de influência da UHE Belo Monte. Eles fortalecem as características étnicas dos diferentes povos tradicionais e sua segurança territorial, ambiental e alimentar. As ações incluem a construção de 711 casas em 11 terras indígenas, beneficiando mais de 700 famílias, cerca de 3 mil indígenas; 34 casas de farinha, das quais 23 delas estão prontas e em uso; 19 sistemas de abastecimento de água e com projetos para outros 15; 23 pistas de pouso, das quais, 13 estão prontas e 3 contratadas e em execução. A empresa também recompôs 470 km de acessos terrestres às comunidades e entregou a Casa do Índio à Funai, prédio de 1.600 m² para hospedar os indígenas em trânsito pela cidade de Altamira. A Norte Energia fornece ainda combustível e lubrificantes para abastecer veículos dos indígenas e já concedeu motores para embarcações, barcos, lanchas do tipo voadeiras, veículos terrestres, geradores elétricos e ferramentas para produção, como motosserras e roçadeiras. Para garantir o bom funcionamento desses equipamentos, a empresa faz ainda a manutenção e entrega de peças de reposição conforme solicitação dos beneficiados. Emprego e geração de renda no XinguA Norte Energia promove na região projetos de capacitação profissional e de estruturação da produção rural para famílias que precisaram mudar das áreas de influência dos reservatórios da Usina. A empresa é ainda um impulsionador da economia local e regional com geração de empregos e circulação de riquezas - foram R$ 12 bilhões em compras de fornecedores do Estado do Pará nos anos de 2013 e 2014. O volume de negócio garantiu à empresa o prêmio de maior comprador isolado de fornecedores locais do Estado. Recentemente, a empresa ampliou o convênio com a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) para ofertar cursos aos moradores dos cinco novos bairros de Altamira. Cronograma de obrasBasta uma checagem simples no cronograma de Belo Monte para se notar de imediato a desinformação contida no termo "atraso", imputado às obras de Belo Monte. A observação isenta deixa claro que apenas um dos dois sítios, o de Pimental, teve seu início prorrogado de fevereiro para novembro deste ano -- sendo que ele responde por apenas 3% dos 11.233,1 MW de capacidade instalada. Já o início de produção do sítio que responderá por 97% da produção de energia, Belo Monte, segue rigorosamente seu cronograma e iniciará a geração no prazo, março de 2016, conforme contrato da hidrelétrica. E todas as licenças de Belo Monte emitidas por órgãos reguladores e competentes estão válidas e cumprem a legislação brasileira. Acusações Com relação à tentativa, através de supostos depoimentos de tentar vincular Belo Monte à chamada “Operação Lava Jato” para desgastar o empreendimento, a Norte Energia informa que as contas da empresa são auditadas por auditoria externa independente e estão todas aprovadas e publicadas. Norte Energia S. A.
  • O cartaz fixado na entrada da quadra de esportes do bairro anuncia: "Das 17h às 18h, a quadra é de uso exclusivo das mulheres." A líder do time de futebol feminino do Jatobá, um dos cinco bairros que estão sendo construídos pela Norte Energia em Altamira, Marcia Santos, 18 anos, explica: “Colocamos o cartaz para não ter confusão na quadra. Agora, todos sabem que esse horário é das meninas.” A ideia de criar um horário específico para meninas surgiu da dificuldade que elas enfrentavam para ter acesso ao espaço. “Como quem mais usa a quadra são os meninos, a gente sempre tinha que esperar a boa vontade deles para jogar bola. A gente se organizou e exigiu um horário só pra gente”, conta a jovem que mora há pouco mais de um ano no novo bairro. Deu certo: após uma reunião com os moradores da área, o time de futebol feminino do Jatobá conseguiu horários exclusivos, de domingo a domingo. “Agora todos já sabem. Das cinco às seis da tarde, a quadra é delas. E todos têm que obedecer. Afinal, regra é regra”, comenta Rodrigo da Silva, 30, um dos usuários mais assíduos da quadra. Construída pela Norte Energia em parceria com a Secretaria Municipal de Trabalho e Promoção Social (Semuts) de Altamira, a quadra do Jatobá garante atividades esportivas e culturais de 990 famílias residentes do bairro. O espaço possui 470 metros quadrados e conta com cobertura completa, refletores, pintura especial das demarcações de cada esporte, para-raios e alambrado.
notícias >
página 1 - 109











© Desenvolvido por santafédigital. Uma empresa do grupo santafé.