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  • A campanha “Saneamento é saúde” desta semana destaca que as obras de instalação das redes de água e esgoto na avenida Djalma Dutra serão realizadas após o dia 15 de setembro. A data foi estabelecida a pedido da Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Altamira (Aciapa) e tem como objetivo reduzir a alteração na rotina na área central de Altamira. Nesta semana, os trabalhos serão concluídos na rua Sete de Setembro e adjacências. A campanha, promovida pela Norte Energia em parceria com Cosanpa e Prefeitura de Altamira, leva à população informações sobre as obras de saneamento no centro da cidade. Como parte do Projeto Básico Ambiental da UHE Belo Monte, a Norte Energia está instalando em Altamira 220 quilômetros de tubulações de esgoto e 13 estações elevatórias, além de uma Estação de Tratamento (ETE) no bairro Recreio, que tratará os efluentes para devolvê-los como água limpa para o rio Xingu, sem qualquer prejuízo à natureza. Também estão sendo instalados 170 quilômetros de redes de água, uma Estação de Captação, uma Estação de Tratamento e oito reservatórios com capacidade para armazenar oito milhões de litros de água tratada. Confira onde as obras de saneamento serão realizadas entre os dias 25 e 30 de agosto: - Travessa Agrário Cavalcante, entre as ruas Magalhães Barata e Sete de Setembro e no trecho ente Rua Anchieta e Segunda Alameda; - Travessa Pedro Gomes, entre a Rua Sete de Setembro e Avenida Djalma Dutra; - Travessa Comandante Castilho, entre as ruas Magalhães Barata e Sete de Setembro; - Alameda Segunda, entre as travessas Pedro Gomes e Agrário Cavalcante; - Rua Anchieta, entre as travessas Pedro Gomes e Agrário Cavalcante; - Avenida Perimetral, entre as travessas Agrário Cavalcante e Dez de Novembro. httpv://www.youtube.com/watch?v=rQtY_HimdjU
  • José Martins e Osvaldo Leite Barbosa têm 49 anos e mais coisas em comum do que uma primeira conversa revela. José é do Maranhão. Osvaldo, do Ceará. Eles vieram para região do Xingu, no Pará, em busca de uma vida melhor. Encontraram uma oportunidade nos canteiros de obras de Belo Monte, a Hidrelétrica que vai levar energia a 60 milhões de brasileiros quando estiver pronta. Mas encontraram mais do que trabalho. Eles tiveram a oportunidade de voltar à escola, de onde foram afastados quando ainda crianças. José, que há um ano e dois meses é operador de máquina de compactação de solo, lembra que, quando menino, abandonou os estudos para ajudar o pai na roça. Tentou voltar aos 15 anos, mas a distância e a falta de transporte para chegar à escola foram definitivas. Passaram-se 34 anos até saber do projeto "Alfabetizar Trabalhando", oferecido no empreendimento. “Hoje eu conheço as palavras e sei escrever meu nome completo. Pretendo continuar estudando, independente de trabalhar aqui ou não”, conta, orgulhoso. Mais velho de 12 irmãos, Osvaldo teve uma infância parecida com a de José. A necessidade de ajudar a cuidar o gado da família afastou-o da escola. Mas o desejo de voltar a estudar permaneceu. Até o dia em que um amigo lhe falou sobre o curso no canteiro de obra onde Osvaldo trabalha há dois anos e seis meses como ajudante de elétrica. “No inicio, eu só conhecia a letra ‘o’, a que inicia o meu nome. Hoje, já sei escrever o meu nome e conheço todas as letras do alfabeto. Pretendo continuar o estudo dentro do canteiro. Agora, não quero mais parar.” O projeto de alfabetização que mudou as vidas de José e Osvaldo é realizado nos sítios Belo Monte, Pimental e Canal de Derivação. Com duração de seis meses, atende alunos entre 30 a 50 anos. Cada sala reúne cerca de 20 alunos, com as aulas que duram, em média, duas horas, nos turnos matutino e vespertino. Cinco turmas já se formaram pelo "Alfabetizar Trabalhando". A mais recente formou no dia 21/08.“É gratificante participar de um projeto que visa ao desenvolvimento social e intelectual de pessoas que não tiveram a oportunidade de estudar”, afirma o professor Gilvan Souza de Lima, 50 anos, que forma o corpo de 81 funcionários envolvidos no “Alfabetizar trabalhando”. O projeto mudou a vida deste altamirense que trabalhou mais de 20 anos em escolas municipais e estaduais da região. Desde 2012, ele integra o corpo docente responsável pela alfabetização de trabalhadores da HidrelétricaBelo Monte.  “Minha tarefa é fazer com que eles não desistam e aprendam”, ensina Lima.
  • Quem diria que um dia uma região estigmatizada pela malária poderia reduzir o número de casos em 90% e, em alguns municípios, à zero? Há pouco menos de quatro anos, quem viesse para Altamira e cidades vizinhas chegava apreensivo com o fantasma da doença, que, de janeiro a julho de 2011, atingiu alarmantes 5.075 casos na área.  Esse número caiu para apenas 552 nos sete primeiros meses de 2014. A redução de 90% dos casos foi possível com as aplicação do Programa Nacional de Combate à Malária pela Norte Energia, em parceria com Estado e prefeituras, nos municípios do entorno da Usina Hidrelétrica Belo Monte.Altamira, o município mais populoso da área de influência direta do empreendimento, é um caso exemplar para o Brasil quando o assunto é o combate à malária. Nos primeiros sete meses de 2011, foram registrados 750 casos. Depois das campanhas de prevenção, diagnóstico e melhoria na gestão pública com recursos e ações da Norte Energia, os registros caíram para 85 apenas. Há três meses não há notificações da forma mais nociva da doença, a falsiparum.Em Vitória do Xingu, por exemplo, de janeiro a julho de 2011, foram registrados 108 pacientes com malária. No mesmo período de 2014, há registro de apenas oito. Nos canteiros de obra da Hidrelétrica Belo Monte, que reúne trabalhadores de todas as partes do Brasil, faz mais de 18 meses que não há contágio da malária falciparum. Vitória mais expressiva conseguiu Brasil Novo, que hoje pode se orgulhar de não ter nenhum caso de malária registrado e de se manter livre da falsiparum há 23 meses.“Desde que haja aporte adequado de recursos, e uma gestão pública feita de forma competente, é possível se eliminar a transmissão da malária no Brasil”, afirma o gerente de Saúde da Norte Energia, José Ladislau. Na semana passada, ele participou, em Belém, do 17º Congresso Médico Amazônico e explicou como as ações da Empresa melhoraram o sistema de saúde pública na região do Xingu,beneficiando diretamente a população. Confira em nosso infográfico!
  • A campanha de comunicação “Saneamento é Saúde”, realizada pela Norte Energia, Prefeitura Municipal de Altamira e Cosanpa, informa que as obras na Rua Sete de Setembro, principal via do comércio da cidade, estão em fase de conclusão.  A parte de escavação e instalação de tubulações praticamente está finalizada e, nesta semana, as faixas de asfalto retiradas para o trabalho serão recolocadas. Condicionante da Hidrelétrica Belo Monte, o saneamento básico vai melhorar as condições de saúde e universalizar o acesso à água tratada nas áreas urbanas do município. O sistema consiste na instalação de 220 quilômetros de rede e 13 estações elevatórias que vão receber o esgoto e enviá-lo à Estação de Tratamento (ETE) no bairro Recreio, onde os efluentes serão tratados e transformados em água limpa. A água transparente será direcionada ao rio Xingu, sem qualquer prejuízo para a natureza. O saneamento para Altamira é reforçado pela instalação de 170 quilômetros de tubulação de água tratada na cidade. Este sistema também conta com uma Estação de Captação, uma Estação de Tratamento de Água e oito reservatórios com capacidade para armazenar oito milhões de litros. httpv://www.youtube.com/watch?v=7nLpu-gzJrc&feature=youtu.be Confira onde as obras de saneamento acontecem entre os dias 19 e 23 de agosto. Rua Sete de Setembro, entre a Travessa Pedro Gomes e a Travessa Coronel Tancredo. Travessa Pedro Gomes, entre as Ruas Sete de Setembro e Avenida Djalma Dutra. Travessa Agrário Cavalcante, entre as ruas Magalhães Barata e Primeiro de Janeiro. Travessa Coronel Tancredo, entre as ruas Magalhães Barata e Sete de Setembro. Travessa Paula Marques, entre as ruas Primeiro de Janeiro e Magalhães Barata. Travessa Lindolfo Aranha, entre a Rua Sete de Setembro e a Avenida Djalma Dutra. Rua Anchieta, entre as travessas Coronel Tancredo e Dez de Novembro. Alameda Segunda, entre as travessas Pedro Gomes e Agrário Cavalcante. Pista da direita da Avenida Perimentral, entre as travessas Agrário Cavalcante e Dez de Novembro.
  • O PHD em engenharia civil e ambiental da Universidade de Illinois, professor Marcelo H Garcia, criticou em carta o uso indevido e distorcido de sua pesquisa por grupos contrários à Usina Hidrelétrica Belo Monte. Em palestra realizada no Texas, o professor falou justamente sobre as inovações da engenharia de construção aplicadas nas obras. Contudo, seu estudo foi usado para atacar o projeto do canal de derivação da usina. O engenheiro não citou nomes, mas sua atitude foi tomada após saber que a palestra foi citada em manifesto enviado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por entidades que ainda esperam parar as obras de Belo Monte. Em carta enviada à Norte Energia o engenheiro diz que o projeto do Canal representa o “estado da arte nesse tipo de empreendimento”. Garcia foi um dos especialistas que se reuniram no simpósio "Questões atuais de Gestão de Bacias Hidrográficas no Brasil: Uma Visão Geral das necessidades e aplicações de pesquisas sobre Rios e Recursos Hídricos”. Realizado em abril deste ano, o evento foi  organizado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos LLILAS Benson e pelo Departamento de Geografia e Meio Ambiente da Universidade do Texas (Austin). Em sua apresentação, Garcia validou o grande desafio de engenharia que Belo Monte representa. Um dos aspectos da obra, um marco em diversos sentidos, foi analisado por ele na apresentação "Canal de Derivação de Belo Monte: Estabilidade da Rocha ao transportar 14.000 m3/s”, direcionada ao público acadêmico. Ao tomar conhecimento de que sua análise estava sendo distorcida, o professor e consultor de engenharia escreveu a carta na qual reiterou: "eu acredito que o Canal de Derivação de Belo Monte vai funcionar tão bem quanto esperado, segundo as recomendações resultantes das análises de hidráulica de canais abertos e da estabilidade da rocha, que realizei com meu grupo de pesquisa da Universidade de Illinois”. O documento abaixo, escrito em inglês e traduzido para o português, é mais uma comprovação de que os mitos que se espalham sobre o empreendimento devem ser combatidos com dados e fatos bem embasados. Leia a carta na íntegra, em português, AQUI. Leia a carta na versão original, em inglês, AQUI.
  • Neste mês, a capa da Revista Amazônia Viva traz novidades sobre pesquisas na região do Xingu, de como era a Amazônia pré-histórica na área onde está sendo construída a Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Acesse a revista na íntegra AQUI. A matéria de destaque começa a partir da página 36.
  • A implantação das redes de água e esgoto em Altamira chegou à Rua Sete de Setembro, principal via comercial e uma das mais movimentadas do Centro da cidade. A campanha de comunicação “Saneamento é Saúde”, promovida pela Norte Energia, em parceria com a Prefeitura Municipal e a Cosanpa, orienta a população sobre as ruas da área central que estarão em obras nos próximos dias. Responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, a Empresa está instalando um moderno sistema de saneamento que vai universalizar o acesso à água tratada e dar condições sanitárias dignas às áreas urbanas do município. São 220 quilômetros de rede e 13 estações elevatórias que vão receber o esgoto e enviá-lo à Estação de Tratamento (ETE) no bairro Recreio. Lá, os efluentes serão tratados e transformados em água limpa, que será devolvida ao rio Xingu, sem qualquer prejuízo para a natureza. O projeto de saneamento da Norte Energia para Altamira é reforçado pela instalação de 170 quilômetros de tubulação de água tratada na cidade. Este sistema também conta com uma Estação de Captação, uma Estação de Tratamento de Água e oito reservatórios com capacidade para armazenar oito milhões de litros.   Confira onde as obras de saneamento acontecem de 11 a 16 de agosto: Rua Sete de Setembro, entre Alameda Heroíto de Medeiros e Rua Comandante Castilho. Travessa Pedro Gomes, entre as ruas Magalhães Barata e Sete de Setembro. Travessa Agrário Calvante, entre as ruas Coronel José Porfírio e Magalhães Barata. Travessa Coronel Tancredo, entre as ruas Magalhães Barata e Sete de Setembro. Rua Anchieta, entre Acesso 3 e Travessa Dez de Novembro. Rua Intendente Floriano, entre as travessas Pedro Gomes e Agrário Cavalcante. Avenida Perimetral, entre a Travessa Dez de Novembro e a Rua Professor Antônio Gondim Lins   httpv://www.youtube.com/watch?v=ImPWkLP4DIY&feature=youtu.be      
  • Funciona assim: a cada avanço, organizam-se protestos e criam-se empecilhos para o andamento das obras. A cada discurso que se torna falacioso, cria-se outro do zero, um conjunto de argumentos que atacam a Hidrelétrica Belo Monte. O embasamento das posições contrárias pouco importa – para contestar uma obra de engenharia do porte de Belo Monte, a quarta maior hidrelétrica do planeta, servem argumentos de antropólogos, historiadores, biólogos, cientistas sociais...Cada casuísmo construído foi rejeitado em todas as instâncias cabíveis. Mas ter razão não está na ordem do dia. Basta criar novos discursos para atrair holofotes de grupos de interesse do restante do País e do exterior. Na mesma semana em que alguns fatos poderiam se interligar e mostrar uma imagem positiva da realidade brasileira, foi preciso transcendê-la para reingressar no debate político. No final de julho, teve início a operação do sistema de saneamento básico da cidade de Altamira, implantado como parte das condicionantes ambientais da UHE Belo Monte. Realizou-se o primeiro teste operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto. Também foram testadas estruturas do sistema de abastecimento de água, um momento histórico para Altamira, tendo em vista os benefícios que proporcionará à saúde e à qualidade de vida de sua população. O saneamento básico foi a condicionante mais contestada pelos grupos contrários à Usina que, diante do sucesso dos testes, abandonou essa empreitada. Na mesma semana, pela primeira vez a região do Xingu recebeu a visita de uma presidenta da República, que comemorou com a população o avanço inédito em nossa capacidade de geração de energia (foram 20 mil MW só nos últimos quatro anos), além da entrega de um total de 22 mil km de linhas de transmissão. O discurso do “apagão” ficou lá atrás. O mais importante desses números é a ausência de descompasso: o Brasil cresce, aumenta sua capacidade de consumo, aumentam as demandas por energia e a capacidade necessária para esse crescimento está assegurada, com recursos limpos e renováveis que a maioria dos países gostaria de contar. Isso em uma obra que também impulsiona investimentos em saúde, educação, habitação, segurança e saneamento básico. Ainda nesta semana, o 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio demonstrou os avanços do Brasil em todas as oito metas estabelecidas. O combate à pobreza extrema, à mortalidade infantil e a garantia da sustentabilidade ambiental foram destaques. Frente a essas conquistas, algo precisava ser feito, rapidamente, pois as notícias predominantes devem manter o foco no desastre ambiental e no flagelo da população, não é mesmo? É cada vez mais difícil esconder os benefícios que se avolumam na região e, ao mesmo tempo, manter os discursos contra Belo Monte. É preciso muita criatividade para manter a bola quicando. Até dois meses atrás, as críticas de algumas ONGs ressaltavam o atraso das condicionantes, comparando-o ao andamento da obra física.  Agora que um volume expressivo de obras do Projeto Básico Ambiental  (PBA) tornam-se realidade, o discurso foi alterado. Segundo um documento que circula na internet, o Ministério Público deveria investigar e confirmar a "comprovada" inviabilidade técnica da obra da Hidrelétrica Belo Monte. O autor da petição é um pesquisador de um grupo de hidrologia da Universidade de Illinois.  A peça contém as assinaturas de meia dúzia de cientistas sociais, antropólogos e outros pesquisadores. Todos historicamente opositores do empreendimento. O fato é que nenhuma obra de infraestrutura no Brasil foi tão estudada quanto Belo Monte. Seu projeto foi analisado, simulado, testado e comprovado  por universidades de primeira linha, geólogos renomados  e engenheiros especializados. Mas nada disso tem valor,  já que todos os mitos vêm caindo por terra. Os gritos contra Belo Monte atingem o ápice de um processo de negação. Se, por um lado, alguns argumentos são realmente frágeis ou risíveis (“os indígenas serão dizimados”, “não seria necessário o saneamento em Altamira se não existisse Belo Monte”, “as casas do projeto habitacional são de papelão”), o movimento como um todo não pode ser desprezado. É preciso refletir sobre os interesses de quem trabalha dia e noite contra uma obra essencial para o desenvolvimento do País e que beneficiará 60 milhões de brasileiros. Mais que isso, uma obra cujo modelo de implantação foi inovador e regionalmente pensado, diminuindo o impacto ambiental e levando garantias e ganhos socioeconômicos para a população da região do Xingu. Não é possível continuar considerando que, em pleno panorama de recessão global, de desafios para a manutenção do crescimento brasileiro e de eleições internas, o discurso de fundo ambientalista seja neutro e imaculado. É preciso verificar quem financia e quem estrutura seus discursos e suas ações obscurantistas.
  • Uma obra que vai usar concreto suficiente para construir 48 estádios do Maracanã e um volume de aço que daria para erguer 16 torres Eiffel. Quatro canteiros distribuídos num raio de cerca de 60 quilômetros, mais de 20 mil homens e mulheres trabalhando dia e noite. Sessenta milhões de brasileiros beneficiados com a geração de 11.233,1 MW de energia. São dados surpreendentes da Usina Hidrelétrica Belo Monte que aguçam a curiosidade de muita gente.  Para saciar essa sede de conhecimento, a Norte Energia criou o Projeto “Conheça Belo Monte”, que abre as portas da usina para quem quiser ver de perto a realização de um dos maiores feitos da Engenharia brasileira.O “Conheça Belo Monte” já começou e o passeio pela obra impressionou alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental “Antônio Gondim Lins”.  Os visitantes passaram pelos sítios Belo Monte, Pimental, Canais e Diques e puderam ver de perto os avanços na concretagem e na montagem de peças eletromecânicas gigantes. Meninos e meninas também foram ao Centro de Estudos Ambientais para entender como a Hidrelétrica preserva a fauna e a flora e ajuda a Ciência a compreender melhor a Amazônia. Quem esteve na primeira visita guiada ganhou conhecimento e argumentos para falar com propriedade sobre a Usina. “A obra de Belo Monte veio para mudar positivamente a realidade da minha cidade, e isso tem mudado a vida da população”, afirmou Gerson Marques, 14 anos. Karina dos Santos, 13 anos, ficou atenta a apresentação do empreendimento no Centro de Apoio ao Visitante (CAV), em Belo Monte. “Estou anotando todas as informações.” Os interessados em agendar visitas pelo “Conheça Belo Monte” devem mandar e-mail para conhecabelomonte@norteenergiasa.com.br ou pelo telefone (93) 8809-2062. Leia mais: “Conheça Belo Monte” recebe estudantes de Altamira
  • “A Usina Hidrelétrica Belo Monte tem um Centro que é um exemplo para o Brasil no que se refere à preservação da fauna e da flora.” Assim a presidenta Dilma Rousseff definiu o Centro de Estudos Ambientais (CEA) da Norte Energia na visita que realizou terça-feira (06/8) a maior usina genuinamente brasileira. Desde o início dos trabalhos, em 2011, o CEA já resgatou mais de 117 mil animais e 88 mil plantas e plântulas, além de produzir mais de 48 mil mudas para fins científicos. O Centro é uma fonte de conhecimento. Em julho, o Laboratório de Aquicultura e Peixe Ornamental obteve um feito de grande importância para a ciência: a reprodução de filhotes de Acari Zebra, peixe típico da região do Xingu ameaçado de extinção. Foi a primeira vez que isso ocorreu em um laboratório autorizado no Brasil.   Leia mais: Norte Energia reproduz os primeiros filhotes de Acari Zebra em laboratório De volta à natureza Monitoramento permanente das águas do Xingu Tecnologia monitora tartarugas no Xingu  
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