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  • A roda de turbina Francis da Unidade Geradora Número 1 do Sítio Belo Monte é uma das maiores produzidas no mundo e a mais pesada já fabricada no Brasil. Ela começou a ser construída em julho de 2013, depois de passar por um processo de validação hidráulica. Os testes com um modelo reduzido foram feitos em um laboratório em Grenoble, na França.   Saiba mais sobre a chegada dessa turbina, AQUI.  
  • Para que servem os fósseis? Fósseis são vestígios de animais e vegetais preservados ao longo de milhões de anos e indicam como era a vida na Terra antes mesmo da aparição dos seres humanos. Nas rochas está a chave do complexo quebra-cabeça que revela como era o planeta no princípio de tudo. Nesta busca, a Usina Hidrelétrica Belo Monte tem contribuído muito para que a Ciência responda muitos dos enigmas da pré-história. Quem explica esta contribuição é a paleontóloga Maria Inês Ramos, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, instituição com tradição de mais de 150 anos nos estudos de fósseis na Amazônia. Ela supervisiona o Programa de Salvamento Paleontológico desenvolvido pela Norte Energia como parte do Projeto Básico Ambiental do empreendimento que já resultou na coleta de 2.800 amostras de fósseis nas áreas dos futuros reservatórios do empreendimento. Num fim de tarde de novembro, Maria Inês, de capacete, botas e colete sinalizador, está a poucos metros da frente de trabalho onde é erguida a Casa de Força Principal de Belo Monte (11 mil MW de potência instalada). O que faz uma cientista vestida de operária no canteiro de obras da maior hidrelétrica 100% nacional? Simples! Ela acompanha com atenção o resgate de fósseis escondidos nas rochas sedimentares, como o que o coordenador do trabalho, o paleontólogo Henrique Tomassi, acaba de encontrar. Era mais uma peça para o acervo enviado esta semana a Belém pela Norte Energia para ser incorporada ao rico acervo paleontológico do Museu Goeldi. “O trabalho feito em Belo Monte contribui para fomentar a formação de profissionais de Paleontologia na região. Com esse acervo, muito mais gente vai se interessar pelos estudos paleontológicos. Isso ajuda a montar o quebra-cabeça sobre a evolução dos seres vivos na Amazônia”, explica.Maria Inês lembra que a pesquisa científica ajuda a compreender como uma região tomada por um mar gelado há 419 milhões de anos se tornou uma área de floresta tropical, como é hoje o Xingu. “O material encontrado em Belo Monte servirá a cientistas do Museu Goeldi, mas não só. Somos uma instituição de referência com parcerias com universidades brasileiras, como a de Brasília, mas também internacionais, como institutos da Áustria, Holanda e Inglaterra”, destaca. Maria Inês ressalta o excelente estado de preservação das peças encontradas na área da Usina. Ela deve estudar as amostras de micro fósseis, sua área de interesse. O resgate paleontológico em Belo Monte continuará em 2015, revelando novas peças do imenso e fabuloso quebra-cabeça pré-histórico da Amazônia.
  • O espaço de convivência do bairro Jatobá se transformou em sala de aula do Programa Cozinha Brasil nesta terça-feira (18/11). O objetivo? Ensinar aos moradores de um dos cinco novos bairros que estão sendo construídos em Altamira pela Norte Energia técnicas de alimentação nutritiva e saudável. E, o que é mais importante para o orçamento doméstico, com redução de desperdícios. O primeiro dia foi dedicado à parte teórica. Atenta às informações repassadas pela professora, dona Lucila da Cunha, 52 anos, não escondia a satisfação com a novidade. “Fazer esse curso vai ser muito bom pra aprender a aproveitar todos os alimentos”. E, antes mesmo de chegar à parte prática do curso, antecipou: “vou levar as receitas que ensinarem aqui pra casa e quem não gostar vai ficar com fome”. Dona Lucila usou a oferta do curso para explicar o que mudou em sua vida desde 1º de março deste ano, quando se mudou da casa de madeira em que vivia na região conhecida como Invasão dos Padres para o Jatobá. “Estou muito feliz. Agora é vida nova. Mudou tudo pra melhor”.Os cursos do Programa Cozinha Brasil, desenvolvidos pelo Sesi, são oferecidos gratuitamente aos moradores do bairro por meio de parceria da Norte Energia e da Secretaria Municipal de Trabalho e Promoção Social (Semuts). A ação faz parte do Programa de Acompanhamento Social do Projeto Básico Ambiental (PBA) da Usina Hidrelétrica Belo Monte. “É importante apresentar hábitos saudáveis de alimentação para pessoas que necessitam. Aqui, elas estão tendo a oportunidade de mudar literalmente de vida”, afirmou o Superintendente Regional do Sesi, José Olímpio. A segunda etapa será realizada no São Joaquim, de 24 a 27 de novembro. Os moradores podem fazer as inscrições até 21 de novembro no Núcleo de Educação Ambiental do Xingu (Nucleax) do novo bairro, das 9h às 17h. É necessário apresentar um documento com foto.
  • Das 2.746 negociações entre a Norte Energia e os moradores que residem nas áreas historicamente alagadas pelo rio Xingu, 2.659 já foram concluídas, o que corresponde a 97% das negociações realizadas até 12 de novembro. A Empresa, responsável pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, também já transferiu 1.062 famílias para os novos bairros que estão sendo construídos em Altamira com recursos do Projeto Básico Ambiental (PBA) do empreendimento. Ao todo serão beneficiadas 4.100 famílias com casas de 63 m2 com sala e cozinha conjugadas, três quartos, sendo uma suíte e banheiro social. Os novos bairros terão estrutura urbana completa com água tratada, esgotamento sanitário, luz elétrica e pavimentação asfáltica. No Jatobá, São Joaquim e Laranjeiras estão sendo construídas unidades básicas de saúde, também com recursos do PBA. O bairro Água Azul será atendido pela nova UBS do Jatobá e o Casa Nova pela unidade do bairro de Santa Ana, com reforma concluída pela Norte Energia.
  • O vertedouro garante a operação do Canal de Derivação que levará água do rio Xingu ao Reservatório Intermediário da Usina e abastecerá as 18 turbinas do Sítio Belo Monte (11 mil MW de potência instalada). Outra função é manter a vazão na Volta Grande do Xingu.

  • A estrutura do vertedouro foi construída no Sítio Pimental, onde vão operar as seis turbinas da Casa de Força Complementar da hidrelétrica. A maior obra de infraestrutura do Brasil é cercada por números que impressionam.

  • Os pilares do vertedouro do Sítio Pimental têm como função sustentar as comportas radiais (de segmento) que irão controlar a vazão e o nível do reservatório principal da Hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu. Eles também servem de apoio à sustentação de pontes sobre o vertedouro, permitindo acesso ao longo da barragem.

  • Profissionais qualificados estão deixando as suas cidades. O interior de 9 estados geraram, de janeiro a setembro, quase 413 mil vagas. A Sala de Emprego dessa segunda-feira (3) mostra que há muitas oportunidades de vagas no interior do Brasil e muita gente está deixando as capitais. Nos últimos anos, o perfil desse trabalhador mudou. Hoje quem deixa a cidade natal em busca de oportunidade são profissionais qualificados. As cidades do interior de nove estados geraram, de janeiro a setembro, quase 413 mil vagas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Esses estados são responsáveis por 70% das vagas de todo o Brasil: Bahia, Pará, Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. O PIB do interior cresceu 49% nos últimos dez anos, quase 10 pontos percentuais a mais que o dos grandes centros urbanos. Em 2013, o interior desses estados gerou 552.071 empregos. As principais áreas de contratação são indústria, construção, comércio e serviços. A tradicional agricultura ficou de fora no ano passado.    Sudeste Pesquisa feita por uma empresa de recrutamento com mais de quatro mil trabalhadores mostrou que 88,3% dos entrevistados aceitariam uma proposta para trabalhar no interior de São Paulo. Com mais de 2,6 milhões moradores e 20 municípios, a Região Metropolitana de Campinas foi escolhida por mais de 32% dos entrevistados. Entre os atrativos de Campinas estão a proximidade com a capital paulista, as boas universidades e um pólo industrial maior até do que de algumas capitais. Sozinha, a cidade responde por 15% de toda a produção científica do Brasil. A especialista em tecnologia da informação Andrea Alves não teve dúvida e trocou a capital pela vida no interior. A empresa em que ela trabalha tem hoje 40 vagas abertas. “Eu gastava uma hora do meu trabalho para minha casa e achava isso normal. Aqui no interior tenho chance de morar em uma casa. O mundo era mais confinado lá”, relata. Campinas tem dois parques tecnológicos que empregam 15 mil pessoas. Muitos são estudantes que se formaram na Unicamp. A maior fábrica de computadores do Brasil acabou de ser instalada na cidade e a empresa está procurando profissionais com experiência em desenvolvimento de software, gerenciamento de projetos e pesquisa, engenheiros de ciência e computação. Para alguns trabalhadores, as empresas instaladas no interior são vistas também como uma oportunidade de crescer na profissão e a chance de fazer um plano de carreira. Claudio saiu de São Paulo e chegou a uma indústria em Vinhedo, que tem mais de 350 empresas de médio e grande porte, só com ensino fundamental. Com ajuda do patrão, fez faculdade e hoje ocupa o cargo de gerente de logística. “Tem chance demais, to estudando para isso. Hoje São Paulo para mim é só para ir ver a família mesmo”. Nordeste No Nordeste, o destaque é São Gonçalo do Amarante, no interior do Ceará. O Porto do Pecém atraiu muitas empresas para a cidade. Nos últimos quatro anos, 21,8 mil pessoas foram contratadas com carteira assinada, o que representa quase metade da população da cidade, que, antes, só recebia visitantes durante a alta estação. O gerente de operações Rogério Ribeiro controla a entrada das mercadorias que vêm de outros países para o porto. Por ele passam 50 contêineres por dia e 1,2 mil caminhões por mês. "Essa é uma área que cresce muito, tem empregos de qualidade, bons salários e benefícios", afirma. As obras da companhia siderúrgica que está sendo instalada no local já geraram 10 mil empregos. São operários da construção civil até engenheiros super especializados. No ano que vem, a empresa deve abrir mais sete mil vagas. "Nós já estamos providenciando o transfer de mudança das pessoas e outros atrativos que nós vamos compensar um pouco para pessoa vir trabalhar conosco”, afirma Júlio Castro, gerente de RH. Os salários são bons. Um soldador, por exemplo, chega a ganhar R$ 1,6 mil por mês. Cargos de gerência oferecem até R$ 12 mil por mês. "A remuneração está acima da média que é paga em outros mercados. Isso acaba atraindo profissionais de vários estados, de várias capitais, por conta até mesmo da qualidade de vida”, diz Antenor Tenório, diretor do SINE/IDT. Norte Três cidades do interior do Pará estão gerando mais vagas do que toda a Região Metropolitana de Belém. Desde o início da construção de Belo Monte, em 2011, os empregos se multiplicam. De janeiro a agosto, o município do sudoeste paraense gerou mais de 34 mil postos de trabalho. Segundo o Dieese, a oferta de emprego no interior do Pará está em alta há pelo menos três anos. Em 2013, a região chegou a superar a Grande Belém na geração de postos de trabalho. Das 400 mil vagas abertas em todo o estado, 250 mil foram preenchidas fora da Região Metropolitana. Apenas três municípios - Altamira, Parauapebas e Marabá – concentraram 40% das contratações. Nessas três cidades há grandes projetos nas áreas de mineração, energia e portuária, que somados aos setores de comércio e de serviços, abriram de janeiro a setembro deste ano 70 mil vagas para todos os níveis de qualificação profissional. Destas vagas, oito mil estão só nas obras de Belo Monte. O engenheiro civil Caio Pacheco Torres se formou na Universidade de São Paulo e conquistou o seu primeiro emprego em Belo Monte, onde recebe um salário líquido de mais de R$ 6 mil: "Acho que para sair da universidade nós buscamos desafios e aqui todo dia tem grandes. Você se sente motivado mesmo". Sul A cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, se transformou em uma importante cidade universitária e é a terceira cidade exportadora de cérebros, título que recebeu do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por causa do número de estudantes formados que saem da cidade para trabalhar em todo o Brasil. Santa Maria só fica atrás de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ao todo, são sete instituições de ensino superior em uma cidade de apenas 300 mil habitantes. A maior delas é a Universidade Federal que tem um orçamento três vezes maior do que o município inteiro. São quase 30 mil alunos. Em 2013, Santa Maria foi a quarta cidade gaúcha que mais gerou emprego: 2,8 mil, principalmente na prestação de serviços. Centro-Oeste No interior de Mato Grosso do Sul, as duas cidades com mais vagas abertas são Dourados e Três Lagoas. Nos últimos seis anos, Três Lagoas se tornou um pólo para a instalação de indústrias de papel e celulose. As duas maiores empresas da região empregam juntas mais de sete mil trabalhadores. A localização estratégica, na divisa com o estado de São Paulo, foi definitiva para atrair novos investidores. A indústria aquece a contratação no campo. A produção de mudas é um dos setores que mais geram empregos. O auxiliar de serviços gerais Márcio Fernandes chegou do Nordeste há quatro meses para trabalhar em um viveiro de eucalipto: “Não tem muito serviço lá no Piauí, por isso eu vim pra cá. Aqui tem muita oportunidade, bem diferente do Piauí". A 450 quilômetros de Três Lagoas fica Dourados, a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, região onde o agronegócio é o forte da economia. Na região estão instaladas 16 usinas de açúcar e álcool. Elas processam mais de 80% da cana de açúcar produzida em Mato Grosso do Sul e juntas empregam mais de 16 mil trabalhadores. A íntegra na página do Jornal Hoje
  • A Advocacia-Geral da União (AGU) assegurou, na Justiça do Pará, a validade do licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte, no Rio Xingu/PA. Os procuradores federais comprovaram que as condicionantes para Licença Prévia estão sendo observadas corretamente e que não foi identificado qualquer prejuízo com o empreendimento, como tentou alegar o Ministério Público Federal (MPF). O MPF ajuizou Ação Civil Pública contra o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Norte Energia S/A, responsável pelo empreendimento, para anular a licença de instalação emitida pela autarquia ambiental e determinar o cumprimento de todas as condicionantes previstas na licença prévia antes de requerer novamente a licença de instalação para UHE, sob pena de multa diária. Atuando no caso, o Departamento de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal (Depcont/PGF), a Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto (PFE/Ibama) e Procuradoria Federal do Estado do Pará (PF/PA) explicaram que a tese de que as condicionantes ambientais da licença prévia teriam que ser cumpridas antes da licença de instalação, não está de acordo com a legislação ambiental e nem com o dinamismo do processo de licenciamento ambiental. Segundo os procuradores, o Ibama analisou corretamente os impactos que irão ocorrer em todas as etapas da construção da hidrelétrica, determinando medidas que, necessariamente, deverão ser cumpridas ao longo do procedimento. De acordo com a AGU, outras decisões judiciais que discutiam o mesmo assunto já haviam confirmado a legalidade das condutas do Instituto. De acordo com a AGU, o artigo 19, I do Decreto 99.274/90, que regulamente a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81), estabelece que a licença prévia deve contar os requisitos básicos a serem atendidos nas fases de localização, instalação e operação. Também ressaltou que o artigo 8º, I, da Resolução Conama nº 237/97 segue a mesma linha, determinando que as condicionantes serão atendidas nas próximas fases de implementação do empreendimento. A PFE/Ibama destacou que para o cumprimento das condicionantes ambientais, o Ibama realizou seminários, vistorias técnicas, elaborou programas ambientais e promoveu todos os ajustes necessários ao Plano Básico Ambiental, que orienta os processos sobre a UHE. Além disso, os procuradores reforçaram que o MPF não comprovou a existência de prejuízos ou irregularidades no processo de licenciamento da Usina de Belo Monte. A Seção Judiciária do Pará acatou os argumentos da AGU e julgou improcedentes os pedidos do MPF. "Não há que se olvidar que as ações antecipatórias, na seara do direito ambiental, encontram-se estritamente vinculadas ao princípio da precaução, isto é, têm por escopo a adoção de providências antecedentes aos impactos ambientais, as quais se mostrem suficientes para minimização ou não ocorrência", diz um trecho da decisão. O Depcont/PGF, a PFE/Ibama e a PF/PA são unidades da Procuradoria-Geral Federal, órgão da AGU. Ref.: ACP nº 0018026-35.2011.4.01.3900 - Seção Judiciária do Pará Fonte: Assessoria AGU
  • Emoção e recordação se misturaram assim que Lenilson dos Santos pisou definitivamente na casa em que mora desde esta quarta-feira (15/10) na rua M do Casa Nova, um dos cinco novos bairros que estão sendo construídos pela Norte Energia em Altamira. Enquanto os móveis eram acomodados no interior da residência de 63 metros quadrados, três quartos, dois banheiros e sala de estar e jantar conjugada com cozinha, Lenilson comemorou: “Nunca tive oportunidade de ter uma casa com chão firme. “Agora não tenho mais medo de nada.”Em terra firme, a comparação com a casa do Açaizal, às margens do igarapé Altamira, onde viveu toda a vida, veio ao natural. A última cheia do Xingu foi difícil para este pescador de 24 anos e sua esposa Kátia, 36 anos. Como em anos anteriores, a água invadiu a pequena casa de madeira. Mas, desta vez, deixou um problema muito sério: comprometeu a estrutura. Parte do assoalho desabou. “Há mais de dois meses eu não podia colocar ninguém dentro da minha casa”, lembrou. Lenilson temia colocar em risco a vida de quem o visitasse. A família não tinha muita opção. “A gente não vivia lá, naquela situação, porque a gente queria. Era tudo que a gente tinha.” Agora é vida nova, em uma casa segura e confortável. Um dos primeiros moradores do bairro, Lenilson olha para a mulher Kátia, que acaricia a gatinha Nina, e revela os planos do casal. Já reservou um quarto para a mãe, que vive um uma ilha no Xingu. “O outro será para o nosso filho”, anuncia Kátia.O futuro, agora, tem o abrigo seguro da casa que Lenilson e Katia sempre sonharam. É tempo de mudança. E Kátia decreta: “Hoje vamos celebrar o novo”. httpv://www.youtube.com/watch?v=y1DDlClNm_M&feature=youtu.be
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