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  • A montagem eletromec√Ęnica da Usina Hidrel√©trica Belo Monte receber√° em breve a segunda grande pe√ßa da unidade geradora n¬ļ 2. O rotor da turbina, de 320 toneladas, partiu nesta quarta-feira (14/01) do Porto Carinho, em Manaus (AM), rumo √† Casa de For√ßa Principal, em Vit√≥ria do Xingu (PA), onde ser√° instalada. O percurso √© longo: da f√°brica at√© o porto s√£o 17 quil√īmetros em caminh√£o especial de 12 eixos; nos rios Amazonas e Xingu, mais 890,4 quil√īmetros em balsa refor√ßada; e na rota entre a Esta√ß√£o de Transbordo de Cargas e a √°rea de montagem no S√≠tio Belo Monte, mais 6 quil√īmetros em cima de um caminh√£o especial de 16 eixos.

  • Mais de 50 projetos foram selecionados em dezembro passado para promover o desenvolvimento sustent√°vel da regi√£o do Xingu, no Par√°,¬†onde est√° sendo constru√≠da a hidrel√©trica de Belo Monte, conforme decis√£o tomada na √ļltima reuni√£o do Comit√™ Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustent√°vel (PDRS) do Xingu, realizada em Altamira (PA). Ser√£o¬†destinados R$ 33,5 milh√Ķes para 52 projetos, entre eles o de Desenvolvimento e Implanta√ß√£o do Sistema Integrado de Gest√£o Ambiental, do Cons√≥rcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustent√°vel da Transamaz√īnica e Xingu, e a constru√ß√£o do Centro de Apoio Psicossocial para √Ālcool¬†e Drogas, do Fundo Municipal de Sa√ļde. Na √°rea da sa√ļde foram aprovados 15 projetos, que somam mais de R$ 9 milh√Ķes em investimentos. Outros R$ 9 milh√Ķes s√£o para projetos de educa√ß√£o, como a expans√£o do campus da Universidade Federal do Par√° (UFPA) em Altamira e o apoio √† Escola Liberdade do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Anapu. Tamb√©m foram contemplados projetos habitacionais, de comunica√ß√£o comunit√°ria, de fortalecimento produtivo e de organiza√ß√Ķes ind√≠genas, entre outros inscritos no edital de 2014. O Comit√™ Gestor do PDRS do Xingu tamb√©m decidiu que R$ 12,5 milh√Ķes ser√£o aplicados na continua√ß√£o de projetos de 2013 e que outros R$ 5,5 milh√Ķes estar√£o dispon√≠veis para financiar novas a√ß√Ķes ao longo deste ano. Deste modo, os recursos disponibilizados pelo PDRS do Xingu para a implementa√ß√£o de pol√≠ticas p√ļblicas e de iniciativas da sociedade civil em 2015 totalizam R$ 51,6 milh√Ķes. O balan√ßo realizado na √ļltima reuni√£o do comit√™ apontou que o PDRS j√° havia liberado R$ 150 milh√Ķes para 147 projeto, sendo que 82% deles est√£o conclu√≠dos ou em execu√ß√£o j√° gerando desenvolvimento sustent√°vel para a regi√£o. O¬†Plano de Desenvolvimento Regional Sustent√°vel (PDRS) do Xingu¬†tem a finalidade de implementar pol√≠ticas p√ļblicas e iniciativas da sociedade civil que promovam o desenvolvimento sustent√°vel e a melhoria da qualidade de vida de mais de 400 mil pessoas que habitam a regi√£o impactada pela constru√ß√£o da usina hidrel√©trica Belo Monte. No leil√£o de energia de Belo Monte foi prevista a aplica√ß√£o pelo empreendedor de R$ 500 milh√Ķes em projetos definidos pelo Comit√™ Gestor do PDRS. Esse colegiado, formado em julho de 2011, √© constitu√≠do por representantes dos governos federal, estadual e municipais, dos movimentos sociais, organiza√ß√Ķes ambientais e n√£o governamentais, entidades sindicais de trabalhadores urbanos, rurais e dos pescadores, al√©m de entidades patronais e comunidades ind√≠genas, que decidem sobre a aplica√ß√£o dos recursos. Leia a √≠ntegra e acesse os v√≠deos no site do PAC  
  • Transportar uma pe√ßa de 320 toneladas j√° √© uma aventura por si s√≥. Agora imagine transportar uma pe√ßa desta dimens√£o de S√£o Paulo ao cora√ß√£o da Amaz√īnia. √Č este o desafio log√≠stico que ser√° cumprido em cerca de tr√™s meses quando a roda da turbina da primeira unidade geradora da Casa de For√ßa Principal da Usina Hidrel√©trica Belo Monte chegar √† Vit√≥ria do Xingu, no Par√°.

    A pe√ßa saiu no dia 25 de novembro da cidade de Taubat√© (SP), em um caminh√£o especial, de 32 eixos e 256 pneus, e vai percorrer 5.269 quil√īmetros at√© chegar ao destino final. Veja a rota do equipamento no infogr√°fico abaixo.

  • A roda de turbina Francis da Unidade Geradora N√ļmero 1 do S√≠tio Belo Monte √© uma das maiores produzidas no mundo e a mais pesada j√° fabricada no Brasil. Ela come√ßou a ser constru√≠da em julho de 2013, depois de passar por um processo de valida√ß√£o hidr√°ulica. Os testes com um modelo reduzido foram feitos em um laborat√≥rio em Grenoble, na Fran√ßa.

  • O vertedouro garante a opera√ß√£o do Canal de Deriva√ß√£o que levar√° √°gua do rio Xingu ao Reservat√≥rio Intermedi√°rio da Usina e abastecer√° as 18 turbinas do S√≠tio Belo Monte (11 mil MW de pot√™ncia instalada). Outra fun√ß√£o √© manter a vaz√£o na Volta Grande do Xingu.

  • A estrutura do vertedouro foi constru√≠da no S√≠tio Pimental, onde v√£o operar as seis turbinas da Casa de For√ßa Complementar da hidrel√©trica. A maior obra de infraestrutura do Brasil √© cercada por n√ļmeros que impressionam.

  • Os pilares do vertedouro do S√≠tio Pimental t√™m como fun√ß√£o sustentar as comportas radiais (de segmento) que ir√£o controlar a vaz√£o e o n√≠vel do reservat√≥rio principal da Hidrel√©trica Belo Monte, no rio Xingu. Eles tamb√©m servem de apoio √† sustenta√ß√£o de pontes sobre o vertedouro, permitindo acesso ao longo da barragem.

  • Os canteiros de obras de Belo Monte, em Vit√≥ria do Xingu (PA), re√ļnem milhares de pessoas vindas de todos os cantos do Pa√≠s. S√£o brasileiras e brasileiros que se empenham dia e noite para erguer a maior obra de infraestrutura em constru√ß√£o no Brasil, obra que, quando estiver em plena opera√ß√£o, vai levar energia limpa e renov√°vel a 60 milh√Ķes de¬†pessoas.Belo Monte tamb√©m √© local de encontros inesperados, emocionantes. Um deles ocorreu nesta quarta-feira (24/9), logo depois de o estudante El-Elyon¬†Machado¬†Monteiro, 16 anos, chegar ao S√≠tio Belo Monte. Era o in√≠cio do roteiro do Conhe√ßa Belo Monte, projeto da Norte Energia que abriu as portas da maior¬†hidrel√©trica¬†genuinamente brasileira a estudantes da rede de ensino p√ļblica e moradores dos munic√≠pios da √Ārea de Influ√™ncia Direta. Logo que desembarcou do √īnibus no mirante¬†de¬†Belo Monte, onde ser√° instalada a Casa de For√ßa Principal do empreendimento (11 mil MW de pot√™ncia instalada), El-Elyon foi surpreendido pela chegada¬†do pai, Francisco da Silva Monteiro, que¬†trabalha naquele s√≠tio. Ao filho, faltaram palavras. Ao pai, emocionado, sobrou felicidade e orgulho com El-Elyon. "Meu filho est√° inscrito no Programa Jovem Aprendiz e vai trabalhar aqui em Belo Monte como auxiliar administrativo.‚ÄĚ Em breve, pai e filho voltar√£o a se encontrar¬†como colegas de trabalho¬†em Belo Monte, uma usina que tamb√©m emociona Francisco. ‚ÄúSou barrageiro e tenho orgulho em construir a maior obra deste Pa√≠s.‚ÄĚ Leia tamb√©m:¬†‚ÄúConhe√ßa Belo Monte‚ÄĚ recebe estudantes de Altamira
  • O PHD em engenharia civil e ambiental da Universidade de Illinois, professor Marcelo H Garcia, criticou em carta o uso indevido e distorcido de sua pesquisa por grupos contr√°rios √† Usina Hidrel√©trica Belo Monte. Em palestra realizada no Texas, o professor falou justamente sobre as inova√ß√Ķes da engenharia de constru√ß√£o aplicadas nas obras. Contudo, seu estudo foi usado para atacar o projeto do canal de deriva√ß√£o da usina. O engenheiro n√£o citou nomes, mas sua atitude foi tomada ap√≥s saber que a palestra foi citada em manifesto enviado √† Ag√™ncia Nacional de Energia El√©trica (Aneel) por entidades que ainda esperam parar as obras de Belo Monte. Em carta enviada √† Norte Energia o engenheiro diz que o projeto do Canal representa o ‚Äúestado da arte nesse tipo de empreendimento‚ÄĚ. Garcia foi um dos especialistas que se reuniram no simp√≥sio "Quest√Ķes atuais de Gest√£o de Bacias Hidrogr√°ficas no Brasil: Uma Vis√£o Geral das necessidades e aplica√ß√Ķes de pesquisas sobre Rios e Recursos H√≠dricos‚ÄĚ. Realizado em abril deste ano, o evento foi ¬†organizado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos LLILAS Benson e pelo Departamento de Geografia e Meio Ambiente da Universidade do Texas (Austin). Em sua apresenta√ß√£o, Garcia validou o grande desafio de engenharia que Belo Monte representa. Um dos aspectos da obra, um marco em diversos sentidos, foi analisado por ele na apresenta√ß√£o "Canal de Deriva√ß√£o de Belo Monte: Estabilidade da Rocha ao transportar 14.000 m3/s‚ÄĚ, direcionada ao p√ļblico acad√™mico. Ao tomar conhecimento de que sua an√°lise estava sendo distorcida, o professor e consultor de engenharia escreveu a carta na qual reiterou: "eu acredito que o Canal de Deriva√ß√£o de Belo Monte vai funcionar t√£o bem quanto esperado, segundo as recomenda√ß√Ķes resultantes das an√°lises de hidr√°ulica de canais abertos e da estabilidade da rocha, que realizei com meu grupo de pesquisa da Universidade de Illinois‚ÄĚ. O documento abaixo, escrito em ingl√™s e traduzido para o portugu√™s, √© mais uma comprova√ß√£o de que os mitos que se espalham sobre o empreendimento devem ser combatidos com dados e fatos bem embasados. Leia a carta na √≠ntegra, em portugu√™s, AQUI. Leia a carta na vers√£o original, em ingl√™s, AQUI.
  • Funciona assim: a cada avan√ßo, organizam-se protestos e criam-se empecilhos para o andamento das obras. A cada discurso que se torna falacioso, cria-se outro do zero, um conjunto de argumentos que atacam a Hidrel√©trica Belo Monte. O embasamento das posi√ß√Ķes contr√°rias pouco importa ‚Äď para contestar uma obra de engenharia do porte de Belo Monte, a quarta maior hidrel√©trica do planeta, servem argumentos de antrop√≥logos, historiadores, bi√≥logos, cientistas sociais...Cada casu√≠smo constru√≠do foi rejeitado em todas as inst√Ęncias cab√≠veis. Mas ter raz√£o n√£o est√° na ordem do dia. Basta criar novos discursos para atrair holofotes de grupos de interesse do restante do Pa√≠s e do exterior. Na mesma semana em que alguns fatos poderiam se interligar e mostrar uma imagem positiva da realidade brasileira, foi preciso transcend√™-la para reingressar no debate pol√≠tico. No final de julho, teve in√≠cio a opera√ß√£o do sistema de saneamento b√°sico da cidade de Altamira, implantado como parte das condicionantes ambientais da UHE Belo Monte. Realizou-se o primeiro teste operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto. Tamb√©m foram testadas estruturas do sistema de abastecimento de √°gua, um momento hist√≥rico para Altamira, tendo em vista os benef√≠cios que proporcionar√° √† sa√ļde e √† qualidade de vida de sua popula√ß√£o. O saneamento b√°sico foi a condicionante mais contestada pelos grupos contr√°rios √† Usina que, diante do sucesso dos testes, abandonou essa empreitada. Na mesma semana, pela primeira vez a regi√£o do Xingu recebeu a visita de uma presidenta da Rep√ļblica, que comemorou com a popula√ß√£o o avan√ßo in√©dito em nossa capacidade de gera√ß√£o de energia (foram 20 mil MW s√≥ nos √ļltimos quatro anos), al√©m da entrega de um total de 22 mil km de linhas de transmiss√£o. O discurso do ‚Äúapag√£o‚ÄĚ ficou l√° atr√°s. O mais importante desses n√ļmeros √© a aus√™ncia de descompasso: o Brasil cresce, aumenta sua capacidade de consumo, aumentam as demandas por energia e a capacidade necess√°ria para esse crescimento est√° assegurada, com recursos limpos e renov√°veis que a maioria dos pa√≠ses gostaria de contar. Isso em uma obra que tamb√©m impulsiona investimentos em sa√ļde, educa√ß√£o, habita√ß√£o, seguran√ßa e saneamento b√°sico. Ainda nesta semana, o 5¬ļ Relat√≥rio Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Mil√™nio demonstrou os avan√ßos do Brasil em todas as oito metas estabelecidas. O combate √† pobreza extrema, √† mortalidade infantil e a garantia da sustentabilidade ambiental foram destaques. Frente a essas conquistas, algo precisava ser feito, rapidamente, pois as not√≠cias predominantes devem manter o foco no desastre ambiental e no flagelo da popula√ß√£o, n√£o √© mesmo? √Č cada vez mais dif√≠cil esconder os benef√≠cios que se avolumam na regi√£o e, ao mesmo tempo, manter os discursos contra Belo Monte. √Č preciso muita criatividade para manter a bola quicando. At√© dois meses atr√°s, as cr√≠ticas de algumas ONGs ressaltavam o atraso das condicionantes, comparando-o ao andamento da obra f√≠sica. ¬†Agora que um volume expressivo de obras do Projeto B√°sico Ambiental ¬†(PBA) tornam-se realidade, o discurso foi alterado. Segundo um documento que circula na internet, o Minist√©rio P√ļblico deveria investigar e confirmar a "comprovada" inviabilidade t√©cnica da obra da Hidrel√©trica Belo Monte. O autor da peti√ß√£o √© um pesquisador de um grupo de hidrologia da Universidade de Illinois.¬† A pe√ßa cont√©m as assinaturas de meia d√ļzia de cientistas sociais, antrop√≥logos e outros pesquisadores. Todos historicamente opositores do empreendimento. O fato √© que nenhuma obra de infraestrutura no Brasil foi t√£o estudada quanto Belo Monte. Seu projeto foi analisado, simulado, testado e comprovado¬† por universidades de primeira linha, ge√≥logos renomados¬† e engenheiros especializados. Mas nada disso tem valor, ¬†j√° que todos os mitos v√™m caindo por terra. Os gritos contra Belo Monte atingem o √°pice de um processo de nega√ß√£o. Se, por um lado, alguns argumentos s√£o realmente fr√°geis ou ris√≠veis (‚Äúos ind√≠genas ser√£o dizimados‚ÄĚ, ‚Äún√£o seria necess√°rio o saneamento em Altamira se n√£o existisse Belo Monte‚ÄĚ, ‚Äúas casas do projeto habitacional s√£o de papel√£o‚ÄĚ), o movimento como um todo n√£o pode ser desprezado. √Č preciso refletir sobre os interesses de quem trabalha dia e noite contra uma obra essencial para o desenvolvimento do Pa√≠s e que beneficiar√° 60 milh√Ķes de brasileiros. Mais que isso, uma obra cujo modelo de implanta√ß√£o foi inovador e regionalmente pensado, diminuindo o impacto ambiental e levando garantias e ganhos socioecon√īmicos para a popula√ß√£o da regi√£o do Xingu. N√£o √© poss√≠vel continuar considerando que, em pleno panorama de recess√£o global, de desafios para a manuten√ß√£o do crescimento brasileiro e de elei√ß√Ķes internas, o discurso de fundo ambientalista seja neutro e imaculado. √Č preciso verificar quem financia e quem estrutura seus discursos e suas a√ß√Ķes obscurantistas.
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