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  • Nesta ter√ßa-feira (04), o¬†rio¬†Xingu¬†voltou ao seu curso central, na regi√£o de Pimental. Foram abertos os v√£os (comportas acionada hidraulicamente) do vertedouro da Usina Complementar, localizada no S√≠tio Pimental, para dar vaz√£o natural das √°guas do¬†rio¬†Xingu¬†pelo leito original, por onde suas √°guas v√£o continuar passando permanentemente,¬† mantendo a vaz√£o para garantir a vida aqu√°tica e navega√ß√£o no trecho da Volta Grande do¬†Xingu. Isto significa que a vaz√£o do¬†rio¬†para a jusante (rio¬†abaixo do S√≠tio Pimental) ser√° mantida, com o m√≠nimo de 700 metros c√ļbicos por segundo no m√™s de setembro, variando mensalmente para valores superiores conforme estabelecido no processo de licenciamento da Usina, em acordo com a ANA (Ag√™ncia Nacional de √Āguas) e o Ibama. A vaz√£o m√≠nima citada corresponde a uma vaz√£o bem acima daquelas j√° registradas no hist√≥rico de ocorr√™ncias durante o ver√£o. Assim, est√£o mantidas tanto a navegabilidade como a produ√ß√£o de pescado na √°rea. O leito do¬†rio¬†havia sido desviado para o canal direito, durante a constru√ß√£o da Casa de For√ßa Complementar e do vertedouro em Pimental. Atualmente, com a conclus√£o destas obras, a √°rea que havia sido isolada do leito do¬†rio¬†j√° pode novamente receber as √°guas do mesmo. No local, est√£o em execu√ß√£o as opera√ß√Ķes de Desvio de Segunda Fase, nas quais o fluxo de √°guas do¬†rio¬†Xingu¬†foi devolvido ao canal central, deixando de passar pelo estrangulamento (canal direito). Na primeira fase, a parte do leito do¬†rio¬†entre a margem esquerda e a Ilha da Serra havia sido isolada, por meio da constru√ß√£o de pequenos barramentos (ensecadeiras), uma¬†rio¬†acima e outra¬†rio¬†abaixo separadas por cerca de 500 metros, criando compartimentos estanques a montante e a jusante. O Desvio de Segunda Fase consiste no fechamento simult√Ęneo do v√£o entre a Ilha da Serra e a margem direita do¬†Xingu, revertendo todo o fluxo do¬†rio¬†para a √°rea central de seu leito, onde anteriormente foram criados os dois compartimentos estanques. Essa a√ß√£o envolve algumas opera√ß√Ķes: a)¬†¬†¬†¬†¬† Abertura de v√£o (brecha) na ensecadeira de montante, inundando o recinto de montante (rio¬†acima) dos vertedouros; b)¬†¬†¬†¬†¬† Abertura parcial das comportas dos vertedouros, inundando o recinto a jusante (rio¬†abaixo) dos vertedouros; c)¬†¬†¬†¬†¬† Abertura de v√£o (brecha) na ensecadeira de jusante (rio¬†abaixo), que iniciar√° a libera√ß√£o de √°guas para o¬†rio¬†Xingu, a medida que o Canal Direito vai sendo fechado; d)¬†¬†¬†¬† Conclus√£o do fechamento do Canal Direito e revers√£o da totalidade do fluxo do¬†rio¬†pelos vertedouros. Nas opera√ß√Ķes de abertura de v√£o das ensecadeiras (brechas) e no fechamento do canal direito ocorrem movimenta√ß√£o e lan√ßamento na corrente do¬†rio¬†de materiais argilosos e a eros√£o das margens do v√£o, a medida que aumenta a vaz√£o de desvio. Esses fen√īmenos causam o arraste deste material e o aumento moment√Ęneo da turbidez nas √°guas do¬†rioXingu, a jusante das opera√ß√Ķes. Embora passageiro, poder√° haver propaga√ß√£o vis√≠vel de pluma de √°guas turvas¬†rio¬†abaixo at√© certa dist√Ęncia da √°rea de obras, podendo ser percept√≠vel pelas comunidades¬†rio¬†abaixo, que associam a pluma a problemas com qualidade da √°gua e produ√ß√£o da pesca, o que n√£o √© verdadeiro, pois a pluma¬† s√≥ cont√©m argila e materiais terrosos e dispersa-se naturalmente. Nas opera√ß√Ķes de inunda√ß√£o do recinto de¬†rio¬†acima (reservat√≥rio¬†formado pela ensecadeira de montante - espa√ßo confinado entre vertedouros, casa de for√ßa, margem esquerda e Ilha da Serra), o volume de √°gua acumulado √© de 1,5 milh√£o de metros c√ļbicos com turbidez, pelo arraste das laterais do v√£o de abertura e materiais de escava√ß√£o que ficaram no fundo desse recinto. Hoje, essa √°gua com turbidez que estava represada no recinto de montante foi transferida, pela abertura parcial das comportas dos vertedouros, para o recinto de jusante (espa√ßo formado abaixo dos vertedouros pela margem esquerda, ilha da Barra, vertedouros / casa de for√ßa e ensecadeira de jusante). Este espa√ßo, com cerca de 3,5 milh√Ķes de m¬≥, ficar√° retendo a √°gua de montante, enquanto prosseguem as opera√ß√Ķes de fechamento do canal direito, por onde continua passando a √°gua do¬†rio¬†para a Volta Grande. Mas desde √†s 12 horas desta ter√ßa-feira ( 04/08), ap√≥s o recinto de jusante atingir a cota suficiente, foi aberta brecha (v√£o) na ensecadeira de jusante, iniciando o lan√ßamento gradual de √°gua para o leito do¬†rio¬†Xingu, abaixo da barragem de Pimental. Para permitir a conclus√£o do fechamento do Canal Direito, ser√° ampliada a abertura de ambas as ensecadeiras do v√£o central (de montante e jusante) at√© que a vaz√£o do¬†rio¬†Xingu¬†comece a passar definitivamente pelos 18 vertedouros de Pimental, o que permitir√° a conclus√£o do fechamento do Canal Direito. Embora o aumento de turbidez seja um fen√īmeno passageiro, com dura√ß√£o de um a dois dias, at√© que as √°guas movimentem todo o material relativamente solto e estabilize sua cor, a Norte Energia mant√™m equipes de monitoramento de qualidade das √°guas, que executam medi√ß√Ķes em tempo real, em toda a √°rea, com foco especial nos efeitos desta opera√ß√£o. Qualquer altera√ß√£o ou problema com abastecimento ou consumo para ribeirinhos, pescadores e ind√≠genas ser√£o resolvidos pelos t√©cnicos da empresa. Em paralelo, equipes da Comunica√ß√£o Social da Norte Energia estar√£o percorrendo as comunidades localizadas na Volta Grande, verificando a situa√ß√£o das mesmas e orientando os usu√°rios do¬†rio¬†sobre esse curto per√≠odo de transi√ß√£o, correspondente √†s opera√ß√Ķes descritas acima. Os 18 v√£os do vertedouro na barragem do S√≠tio Pimental t√™m capacidade de vaz√£o de at√© 62 mil m¬≥/segundo. O volume, que corresponde √† previs√£o de uma cheia decamilenar (per√≠odo de avalia√ß√£o igual a dez mil anos), √© praticamente o dobro da vaz√£o m√°xima registrada no¬†Xingu, de 32 mil m¬≥/segundo, em cerca de mais de 30 anos.
  • O craque do futebol Arthur Antunes Coimbra, mundialmente conhecido como Zico, viu de perto a grandiosidade das obras da Usina Hidrel√©trica Belo Monte e se impressionou. Encantado com o empreendimento, ele declarou admira√ß√£o principalmente pelos que trabalham todo dia para realizar um dos maiores desafios da engenharia da atualidade: construir a maior hidrel√©trica 100% brasileira no cora√ß√£o da Amaz√īnia. Veja o que ele disse quando esteve nos canteiros, no dia 23 de julho: ‚ÄúTive o privil√©gio de poder viajar pelo mundo, conhecer muitos lugares, muitas obras. Obras j√° prontas, aqui no Brasil tamb√©m, e a gente fica encantado com o trabalho, ainda mais no meio de uma obra fant√°stica, que √© Belo Monte. Parab√©ns a todos os brasileiros, todos aqueles que participam disso, que se entregam de corpo e alma no dia a dia. √Äs vezes, se sacrificam, ficam longe de seus familiares, mas o dia a dia deles √© importante, n√£o s√≥ pra mim, pra todos n√≥s.‚ÄĚ
  • A Hidrel√©trica Belo Monte, que j√° tem 70% das obras civis conclu√≠das, vive agora a chegada das monumentais pe√ßas das turbinas √† regi√£o do Xingu. A mais recente delas, um rotor de 320 toneladas, viajou 5.269 quil√īmetros, de Taubat√© (SP) a Vit√≥ria do Xingu (PA). Ao chegar, pelas √°guas do Xingu, √† Esta√ß√£o de Transbordo de Carga do S√≠tio Belo Monte, ela precisou ser retirada da balsa e colocada em uma carreta de 256 pneus. Foi a√≠ que entrou um personagem essencial nessa opera√ß√£o de transporte: o operador de ponte e de p√≥rtico rolante Junivaldo Ferreira, 38 anos. √Č ele que i√ßa as pe√ßas da balsa e as coloca em carretas.¬† O transporte da pe√ßa at√© o p√°tio de estocagem em Belo Monte ‚Äď trecho de apenas seis quil√īmetros - dura meia hora. Somente por este dado d√° para se ter uma ideia de o quanto essa opera√ß√£o √© cr√≠tica . Ela s√≥ pode ser executada por profissionais treinados e credenciados. Tudo √© cuidadosamente estudado: relaciona-se o peso da pe√ßa ao trajeto a ser realizado e aos recursos dispon√≠veis para a amarra√ß√£o. ‚ÄúN√£o tenho d√ļvida de que a minha responsabilidade √© grande", reconhece Junivaldo. "Afinal, s√£o pe√ßas valiosas para o funcionamento da usina.‚ÄĚ O rotor √© a pe√ßa mais importante da turbina, o n√ļcleo gerador de energia em uma hidrel√©trica. Torneada em uma √ļnica pe√ßa de a√ßo inoxid√°vel, com peso final de 320 toneladas, o rotor mede oito metros e meio de di√Ęmetro por cinco metros de altura. Suas p√°s recebem as √°guas do rio em fort√≠ssimo deslocamento gerado pela queda d'√°gua canalizada. Impulsionadas pela massa de milhares de toneladas de √°gua em queda, elas giram. Nesse giro, a energia mec√Ęnica √© transformada em energia cin√©tica, e esta, em energia el√©trica. Nascido em Santar√©m, e h√° 20 anos trabalhando como operador de ponte rolante e p√≥rtico, Junivaldo foi convidado para trabalhar em sua primeira usina hidrel√©trica por meio de um amigo. ‚ÄúEu estava atr√°s de novos desafios e queria testar meus conhecimentos dentro de uma obra de usina.‚ÄĚ No canteiro de obras de Belo Monte, Junivaldo opera quatro equipamentos: duas pontes rolantes de 400 toneladas e uma terceira de 800, al√©m de um p√≥rtico de 40 toneladas. ‚ÄúDaqui a um tempo, poderei dizer que eu icei o rotor de 320 toneladas e os eixos da primeira, segunda e terceira turbinas. Eu vim pra c√° para ir embora apenas quando a obra terminar‚ÄĚ, afirma. Para Junivaldo, ajudar a construir Belo Monte ficar√° para sempre em sua hist√≥ria. ‚ÄúUm dia, eu poderei contar para os meus filhos e netos que trabalhei na constru√ß√£o da terceira maior hidrel√©trica do mundo e contribu√≠ para o desenvolvimento do meu pa√≠s.‚ÄĚ Ele tem raz√£o: quando estiver em plena opera√ß√£o, em 2019, Belo Monte ir√° beneficiar nada menos do que 60 milh√Ķes de brasileiros.
  • A Norte Energia concluiu nesta quarta-feira (04/2) a opera√ß√£o de transporte do rotor da segunda Unidade Geradora da Casa de For√ßa Principal da Usina Hidrel√©trica Belo Monte. A pe√ßa de 320 toneladas, oito metros e meio de di√Ęmetro e cinco metros de altura chegou √† √°rea de estocagem de equipamento do S√≠tio Belo Monte a bordo de caminh√£o com 16 eixos, que percorreu seis quil√īmetros desde a Esta√ß√£o de Transbordo de Carga da Norte Energia, no rio Xingu. Esta foi a √ļltima etapa da opera√ß√£o iniciada no dia 14 de janeiro, quando o rotor come√ßou a ser transportado da f√°brica da Voith Hydro Brasil em Manaus (AM) rumo a Vit√≥ria do Xingu (PA). Uma balsa refor√ßada foi utilizada para realizar o transporte pelos rios Amazonas e Xingu. No total, foram percorridos 890 quil√īmetros at√© o S√≠tio Belo Monte. Em a√ßo inoxid√°vel, o rotor √© a pe√ßa mais importante da turbina, o n√ļcleo gerador de energia em uma hidrel√©trica. As p√°s do equipamento recebem a √°gua do rio e transformam a energia mec√Ęnica em energia cin√©tica, que √© transmitida ao rotor do gerador para produzir energia el√©trica. Em constru√ß√£o pela Norte Energia, a UHE Belo Monte encerrou 2014 com 70% das obras civis conclu√≠das. Quando estiver em plena opera√ß√£o, em 2019, a maior hidrel√©trica genuinamente brasileira ter√° capacidade instalada de 11.233,1 MW, distribu√≠dos em casas de for√ßa: a Principal, no S√≠tio Belo Monte, com capacidade instalada de 11 mil MW, e a Complementar, no S√≠tio Pimental, com 233,1 MW. A energia gerada beneficiar√° cerca de 60 milh√Ķes de brasileiros. Leia a √≠ntegra no site Uruar√° em Foco
  • S√£o 4.749 novas oportunidades de emprego. Este foi o segundo ano consecutivo em que Altamira registra o melhor desempenho do Estado no indicador que mede a empregabilidade dos munic√≠pios paraenses. A not√≠cia √© da vers√£o impressa do jornal O Liberal.  
  • A montagem eletromec√Ęnica da Usina Hidrel√©trica Belo Monte receber√° em breve a segunda grande pe√ßa da unidade geradora n¬ļ 2. O rotor da turbina, de 320 toneladas, partiu nesta quarta-feira (14/01) do Porto Carinho, em Manaus (AM), rumo √† Casa de For√ßa Principal, em Vit√≥ria do Xingu (PA), onde ser√° instalada. O percurso √© longo: da f√°brica at√© o porto s√£o 17 quil√īmetros em caminh√£o especial de 12 eixos; nos rios Amazonas e Xingu, mais 890,4 quil√īmetros em balsa refor√ßada; e na rota entre a Esta√ß√£o de Transbordo de Cargas e a √°rea de montagem no S√≠tio Belo Monte, mais 6 quil√īmetros em cima de um caminh√£o especial de 16 eixos.

  • Mais de 50 projetos foram selecionados em dezembro passado para promover o desenvolvimento sustent√°vel da regi√£o do Xingu, no Par√°,¬†onde est√° sendo constru√≠da a hidrel√©trica de Belo Monte, conforme decis√£o tomada na √ļltima reuni√£o do Comit√™ Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustent√°vel (PDRS) do Xingu, realizada em Altamira (PA). Ser√£o¬†destinados R$ 33,5 milh√Ķes para 52 projetos, entre eles o de Desenvolvimento e Implanta√ß√£o do Sistema Integrado de Gest√£o Ambiental, do Cons√≥rcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustent√°vel da Transamaz√īnica e Xingu, e a constru√ß√£o do Centro de Apoio Psicossocial para √Ālcool¬†e Drogas, do Fundo Municipal de Sa√ļde. Na √°rea da sa√ļde foram aprovados 15 projetos, que somam mais de R$ 9 milh√Ķes em investimentos. Outros R$ 9 milh√Ķes s√£o para projetos de educa√ß√£o, como a expans√£o do campus da Universidade Federal do Par√° (UFPA) em Altamira e o apoio √† Escola Liberdade do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Anapu. Tamb√©m foram contemplados projetos habitacionais, de comunica√ß√£o comunit√°ria, de fortalecimento produtivo e de organiza√ß√Ķes ind√≠genas, entre outros inscritos no edital de 2014. O Comit√™ Gestor do PDRS do Xingu tamb√©m decidiu que R$ 12,5 milh√Ķes ser√£o aplicados na continua√ß√£o de projetos de 2013 e que outros R$ 5,5 milh√Ķes estar√£o dispon√≠veis para financiar novas a√ß√Ķes ao longo deste ano. Deste modo, os recursos disponibilizados pelo PDRS do Xingu para a implementa√ß√£o de pol√≠ticas p√ļblicas e de iniciativas da sociedade civil em 2015 totalizam R$ 51,6 milh√Ķes. O balan√ßo realizado na √ļltima reuni√£o do comit√™ apontou que o PDRS j√° havia liberado R$ 150 milh√Ķes para 147 projeto, sendo que 82% deles est√£o conclu√≠dos ou em execu√ß√£o j√° gerando desenvolvimento sustent√°vel para a regi√£o. O¬†Plano de Desenvolvimento Regional Sustent√°vel (PDRS) do Xingu¬†tem a finalidade de implementar pol√≠ticas p√ļblicas e iniciativas da sociedade civil que promovam o desenvolvimento sustent√°vel e a melhoria da qualidade de vida de mais de 400 mil pessoas que habitam a regi√£o impactada pela constru√ß√£o da usina hidrel√©trica Belo Monte. No leil√£o de energia de Belo Monte foi prevista a aplica√ß√£o pelo empreendedor de R$ 500 milh√Ķes em projetos definidos pelo Comit√™ Gestor do PDRS. Esse colegiado, formado em julho de 2011, √© constitu√≠do por representantes dos governos federal, estadual e municipais, dos movimentos sociais, organiza√ß√Ķes ambientais e n√£o governamentais, entidades sindicais de trabalhadores urbanos, rurais e dos pescadores, al√©m de entidades patronais e comunidades ind√≠genas, que decidem sobre a aplica√ß√£o dos recursos. Leia a √≠ntegra e acesse os v√≠deos no site do PAC  
  • Transportar uma pe√ßa de 320 toneladas j√° √© uma aventura por si s√≥. Agora imagine transportar uma pe√ßa desta dimens√£o de S√£o Paulo ao cora√ß√£o da Amaz√īnia. √Č este o desafio log√≠stico que ser√° cumprido em cerca de tr√™s meses quando a roda da turbina da primeira unidade geradora da Casa de For√ßa Principal da Usina Hidrel√©trica Belo Monte chegar √† Vit√≥ria do Xingu, no Par√°.

    A pe√ßa saiu no dia 25 de novembro da cidade de Taubat√© (SP), em um caminh√£o especial, de 32 eixos e 256 pneus, e vai percorrer 5.269 quil√īmetros at√© chegar ao destino final. Veja a rota do equipamento no infogr√°fico abaixo.

  • A roda de turbina Francis da Unidade Geradora N√ļmero 1 do S√≠tio Belo Monte √© uma das maiores produzidas no mundo e a mais pesada j√° fabricada no Brasil. Ela come√ßou a ser constru√≠da em julho de 2013, depois de passar por um processo de valida√ß√£o hidr√°ulica. Os testes com um modelo reduzido foram feitos em um laborat√≥rio em Grenoble, na Fran√ßa.

  • O vertedouro garante a opera√ß√£o do Canal de Deriva√ß√£o que levar√° √°gua do rio Xingu ao Reservat√≥rio Intermedi√°rio da Usina e abastecer√° as 18 turbinas do S√≠tio Belo Monte (11 mil MW de pot√™ncia instalada). Outra fun√ß√£o √© manter a vaz√£o na Volta Grande do Xingu.

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