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  • Os canteiros de obras de Belo Monte, em Vit√≥ria do Xingu (PA), re√ļnem milhares de pessoas vindas de todos os cantos do Pa√≠s. S√£o brasileiras e brasileiros que se empenham dia e noite para erguer a maior obra de infraestrutura em constru√ß√£o no Brasil, obra que, quando estiver em plena opera√ß√£o, vai levar energia limpa e renov√°vel a 60 milh√Ķes de¬†pessoas.Belo Monte tamb√©m √© local de encontros inesperados, emocionantes. Um deles ocorreu nesta quarta-feira (24/9), logo depois de o estudante El-Elyon¬†Machado¬†Monteiro, 16 anos, chegar ao S√≠tio Belo Monte. Era o in√≠cio do roteiro do Conhe√ßa Belo Monte, projeto da Norte Energia que abriu as portas da maior¬†hidrel√©trica¬†genuinamente brasileira a estudantes da rede de ensino p√ļblica e moradores dos munic√≠pios da √Ārea de Influ√™ncia Direta. Logo que desembarcou do √īnibus no mirante¬†de¬†Belo Monte, onde ser√° instalada a Casa de For√ßa Principal do empreendimento (11 mil MW de pot√™ncia instalada), El-Elyon foi surpreendido pela chegada¬†do pai, Francisco da Silva Monteiro, que¬†trabalha naquele s√≠tio. Ao filho, faltaram palavras. Ao pai, emocionado, sobrou felicidade e orgulho com El-Elyon. "Meu filho est√° inscrito no Programa Jovem Aprendiz e vai trabalhar aqui em Belo Monte como auxiliar administrativo.‚ÄĚ Em breve, pai e filho voltar√£o a se encontrar¬†como colegas de trabalho¬†em Belo Monte, uma usina que tamb√©m emociona Francisco. ‚ÄúSou barrageiro e tenho orgulho em construir a maior obra deste Pa√≠s.‚ÄĚ Leia tamb√©m:¬†‚ÄúConhe√ßa Belo Monte‚ÄĚ recebe estudantes de Altamira
  • O PHD em engenharia civil e ambiental da Universidade de Illinois, professor Marcelo H Garcia, criticou em carta o uso indevido e distorcido de sua pesquisa por grupos contr√°rios √† Usina Hidrel√©trica Belo Monte. Em palestra realizada no Texas, o professor falou justamente sobre as inova√ß√Ķes da engenharia de constru√ß√£o aplicadas nas obras. Contudo, seu estudo foi usado para atacar o projeto do canal de deriva√ß√£o da usina. O engenheiro n√£o citou nomes, mas sua atitude foi tomada ap√≥s saber que a palestra foi citada em manifesto enviado √† Ag√™ncia Nacional de Energia El√©trica (Aneel) por entidades que ainda esperam parar as obras de Belo Monte. Em carta enviada √† Norte Energia o engenheiro diz que o projeto do Canal representa o ‚Äúestado da arte nesse tipo de empreendimento‚ÄĚ. Garcia foi um dos especialistas que se reuniram no simp√≥sio "Quest√Ķes atuais de Gest√£o de Bacias Hidrogr√°ficas no Brasil: Uma Vis√£o Geral das necessidades e aplica√ß√Ķes de pesquisas sobre Rios e Recursos H√≠dricos‚ÄĚ. Realizado em abril deste ano, o evento foi ¬†organizado pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos LLILAS Benson e pelo Departamento de Geografia e Meio Ambiente da Universidade do Texas (Austin). Em sua apresenta√ß√£o, Garcia validou o grande desafio de engenharia que Belo Monte representa. Um dos aspectos da obra, um marco em diversos sentidos, foi analisado por ele na apresenta√ß√£o "Canal de Deriva√ß√£o de Belo Monte: Estabilidade da Rocha ao transportar 14.000 m3/s‚ÄĚ, direcionada ao p√ļblico acad√™mico. Ao tomar conhecimento de que sua an√°lise estava sendo distorcida, o professor e consultor de engenharia escreveu a carta na qual reiterou: "eu acredito que o Canal de Deriva√ß√£o de Belo Monte vai funcionar t√£o bem quanto esperado, segundo as recomenda√ß√Ķes resultantes das an√°lises de hidr√°ulica de canais abertos e da estabilidade da rocha, que realizei com meu grupo de pesquisa da Universidade de Illinois‚ÄĚ. O documento abaixo, escrito em ingl√™s e traduzido para o portugu√™s, √© mais uma comprova√ß√£o de que os mitos que se espalham sobre o empreendimento devem ser combatidos com dados e fatos bem embasados. Leia a carta na √≠ntegra, em portugu√™s, AQUI. Leia a carta na vers√£o original, em ingl√™s, AQUI.
  • Funciona assim: a cada avan√ßo, organizam-se protestos e criam-se empecilhos para o andamento das obras. A cada discurso que se torna falacioso, cria-se outro do zero, um conjunto de argumentos que atacam a Hidrel√©trica Belo Monte. O embasamento das posi√ß√Ķes contr√°rias pouco importa ‚Äď para contestar uma obra de engenharia do porte de Belo Monte, a quarta maior hidrel√©trica do planeta, servem argumentos de antrop√≥logos, historiadores, bi√≥logos, cientistas sociais...Cada casu√≠smo constru√≠do foi rejeitado em todas as inst√Ęncias cab√≠veis. Mas ter raz√£o n√£o est√° na ordem do dia. Basta criar novos discursos para atrair holofotes de grupos de interesse do restante do Pa√≠s e do exterior. Na mesma semana em que alguns fatos poderiam se interligar e mostrar uma imagem positiva da realidade brasileira, foi preciso transcend√™-la para reingressar no debate pol√≠tico. No final de julho, teve in√≠cio a opera√ß√£o do sistema de saneamento b√°sico da cidade de Altamira, implantado como parte das condicionantes ambientais da UHE Belo Monte. Realizou-se o primeiro teste operacional do sistema de coleta e tratamento de esgoto. Tamb√©m foram testadas estruturas do sistema de abastecimento de √°gua, um momento hist√≥rico para Altamira, tendo em vista os benef√≠cios que proporcionar√° √† sa√ļde e √† qualidade de vida de sua popula√ß√£o. O saneamento b√°sico foi a condicionante mais contestada pelos grupos contr√°rios √† Usina que, diante do sucesso dos testes, abandonou essa empreitada. Na mesma semana, pela primeira vez a regi√£o do Xingu recebeu a visita de uma presidenta da Rep√ļblica, que comemorou com a popula√ß√£o o avan√ßo in√©dito em nossa capacidade de gera√ß√£o de energia (foram 20 mil MW s√≥ nos √ļltimos quatro anos), al√©m da entrega de um total de 22 mil km de linhas de transmiss√£o. O discurso do ‚Äúapag√£o‚ÄĚ ficou l√° atr√°s. O mais importante desses n√ļmeros √© a aus√™ncia de descompasso: o Brasil cresce, aumenta sua capacidade de consumo, aumentam as demandas por energia e a capacidade necess√°ria para esse crescimento est√° assegurada, com recursos limpos e renov√°veis que a maioria dos pa√≠ses gostaria de contar. Isso em uma obra que tamb√©m impulsiona investimentos em sa√ļde, educa√ß√£o, habita√ß√£o, seguran√ßa e saneamento b√°sico. Ainda nesta semana, o 5¬ļ Relat√≥rio Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Mil√™nio demonstrou os avan√ßos do Brasil em todas as oito metas estabelecidas. O combate √† pobreza extrema, √† mortalidade infantil e a garantia da sustentabilidade ambiental foram destaques. Frente a essas conquistas, algo precisava ser feito, rapidamente, pois as not√≠cias predominantes devem manter o foco no desastre ambiental e no flagelo da popula√ß√£o, n√£o √© mesmo? √Č cada vez mais dif√≠cil esconder os benef√≠cios que se avolumam na regi√£o e, ao mesmo tempo, manter os discursos contra Belo Monte. √Č preciso muita criatividade para manter a bola quicando. At√© dois meses atr√°s, as cr√≠ticas de algumas ONGs ressaltavam o atraso das condicionantes, comparando-o ao andamento da obra f√≠sica. ¬†Agora que um volume expressivo de obras do Projeto B√°sico Ambiental ¬†(PBA) tornam-se realidade, o discurso foi alterado. Segundo um documento que circula na internet, o Minist√©rio P√ļblico deveria investigar e confirmar a "comprovada" inviabilidade t√©cnica da obra da Hidrel√©trica Belo Monte. O autor da peti√ß√£o √© um pesquisador de um grupo de hidrologia da Universidade de Illinois.¬† A pe√ßa cont√©m as assinaturas de meia d√ļzia de cientistas sociais, antrop√≥logos e outros pesquisadores. Todos historicamente opositores do empreendimento. O fato √© que nenhuma obra de infraestrutura no Brasil foi t√£o estudada quanto Belo Monte. Seu projeto foi analisado, simulado, testado e comprovado¬† por universidades de primeira linha, ge√≥logos renomados¬† e engenheiros especializados. Mas nada disso tem valor, ¬†j√° que todos os mitos v√™m caindo por terra. Os gritos contra Belo Monte atingem o √°pice de um processo de nega√ß√£o. Se, por um lado, alguns argumentos s√£o realmente fr√°geis ou ris√≠veis (‚Äúos ind√≠genas ser√£o dizimados‚ÄĚ, ‚Äún√£o seria necess√°rio o saneamento em Altamira se n√£o existisse Belo Monte‚ÄĚ, ‚Äúas casas do projeto habitacional s√£o de papel√£o‚ÄĚ), o movimento como um todo n√£o pode ser desprezado. √Č preciso refletir sobre os interesses de quem trabalha dia e noite contra uma obra essencial para o desenvolvimento do Pa√≠s e que beneficiar√° 60 milh√Ķes de brasileiros. Mais que isso, uma obra cujo modelo de implanta√ß√£o foi inovador e regionalmente pensado, diminuindo o impacto ambiental e levando garantias e ganhos socioecon√īmicos para a popula√ß√£o da regi√£o do Xingu. N√£o √© poss√≠vel continuar considerando que, em pleno panorama de recess√£o global, de desafios para a manuten√ß√£o do crescimento brasileiro e de elei√ß√Ķes internas, o discurso de fundo ambientalista seja neutro e imaculado. √Č preciso verificar quem financia e quem estrutura seus discursos e suas a√ß√Ķes obscurantistas.
  • Uma obra que vai usar concreto suficiente para construir 48 est√°dios do Maracan√£ e um volume de a√ßo que daria para erguer 16 torres Eiffel. Quatro canteiros distribu√≠dos num raio de cerca de 60 quil√īmetros, mais de 20 mil homens e mulheres trabalhando dia e noite. Sessenta milh√Ķes de brasileiros beneficiados com a gera√ß√£o de 11.233,1 MW de energia. S√£o dados surpreendentes da Usina Hidrel√©trica Belo Monte que agu√ßam a curiosidade de muita gente.¬† Para saciar essa sede de conhecimento, a Norte Energia criou o Projeto ‚ÄúConhe√ßa Belo Monte‚ÄĚ, que abre as portas da usina para quem quiser ver de perto a realiza√ß√£o de um dos maiores feitos da Engenharia brasileira.O ‚ÄúConhe√ßa Belo Monte‚ÄĚ j√° come√ßou e o passeio pela obra impressionou alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental ‚ÄúAnt√īnio Gondim Lins‚ÄĚ. ¬†Os visitantes passaram pelos s√≠tios Belo Monte, Pimental, Canais e Diques e puderam ver de perto os avan√ßos na concretagem e¬†na montagem de pe√ßas eletromec√Ęnicas gigantes. Meninos e meninas tamb√©m foram ao Centro de Estudos Ambientais para entender como a¬†Hidrel√©trica¬†preserva a fauna e a flora e ajuda a Ci√™ncia a compreender melhor a Amaz√īnia. Quem esteve na primeira visita guiada ganhou conhecimento e argumentos para falar com propriedade sobre a Usina. ‚ÄúA obra de Belo Monte veio para mudar positivamente a realidade da minha cidade, e isso tem mudado a vida da popula√ß√£o‚ÄĚ, afirmou Gerson Marques, 14 anos. Karina dos Santos, 13 anos, ficou atenta a apresenta√ß√£o do empreendimento no Centro de Apoio ao Visitante (CAV), em Belo Monte. ‚ÄúEstou anotando todas as informa√ß√Ķes.‚ÄĚ Os interessados em agendar visitas pelo ‚ÄúConhe√ßa Belo Monte‚ÄĚ devem mandar e-mail para¬†conhecabelomonte@norteenergiasa.com.br¬†ou pelo telefone¬†(93) 8809-2062. Leia mais: ‚ÄúConhe√ßa Belo Monte‚ÄĚ recebe estudantes de Altamira
  • O cronograma da¬†Hidrel√©trica¬†Belo Monte √© marcado por fatos que simbolizam o avan√ßo das obras. Nesta segunda-feira, a Norte Energia come√ßou a montar as Comportas Segmentos do vertedouro do S√≠tio Pimental, onde ser√° instalada a Casa de For√ßa Complementar do empreendimento. Ao mesmo tempo, quatro carretas especiais seguiam seu caminho de cerca de 2 mil quil√īmetros entre Taubat√© (SP) e Bel√©m (PA) com os seguimentos¬†da¬†carca√ßa do¬†estator da primeira unidade geradora do S√≠tio Belo Monte.¬†E essa carca√ßa¬†representa um outro marco: o in√≠cio da montagem da parte el√©trica da unidade geradora, onde acontecer√° o principio da convers√£o da energia mec√Ęnica em energia el√©trica. Assim avan√ßa Belo Monte, para gerar energia limpa e renov√°vel¬†aos brasileiros. Leia tamb√©m: Come√ßa montagem das comportas do vertedouro do S√≠tio Pimental  
  • O Pr√©-distribuidor de 261 toneladas e 11 metros de di√Ęmetros ganhou movimento pela for√ßa de um enorme guindaste e seguiu at√© seu local definitivo, a Casa de For√ßa n¬ļ 1 do S√≠tio Belo Monte. E assim come√ßou a instala√ß√£o da primeira das grandes pe√ßas da montagem eletromec√Ęnica da Usina Hidrel√©trica Belo Monte. O dia 10 de junho de 2014 se transformou em um marco na obra que est√° sendo constru√≠da pela Norte Energia no rio Xingu. (Foto: Regina Santos/ Norte Energia) Leia mais aqui.
  • A visita a uma obra t√£o impressionante quanto a da¬†Usina Hidrel√©trica Belo Monte sempre vale o registro. Nesta quinta-feira (05/06), 280 integrantes do Ex√©rcito Brasileiro foram conhecer o local. Oficiais e soldados estiveram no s√≠tio Belo Monte, onde ser√° instalada a casa de for√ßa principal do empreendimento que a Norte Energia constr√≥i no rio Xingu. Eles tamb√©m assistiram a v√≠deos e palestras sobre a constru√ß√£o das duas casas de for√ßas (Belo Monte e Pimental) que v√£o gerar energia para atender 60 milh√Ķes de brasileiros, uma popula√ß√£o equivalente √† da Fran√ßa. Sabia mais no site da Norte Energia.
  • A gera√ß√£o de empregos √©¬†o principal fato positivo da Usina Hidrel√©trica Belo Monte, segundo¬†fam√≠lias que residem em √°reas rurais e urbanas na √Ārea Diretamente Afetada (ADA) pelo empreendimento. Elas¬†responderam¬†pesquisa realizada para avaliar e monitorar a√ß√Ķes assistenciais do Projeto¬†B√°sico Ambiental (PBA) da Usina que a Norte Energia est√°¬†construindo¬†na regi√£o do Xingu¬†(PA). Entre as 492 fam√≠lias entrevistadas, 63,55% identificaram a gera√ß√£o de empregos como o fato mais positivo relacionado ao empreendimento. O √≠ndice de satisfa√ß√£o com o atendimento, benef√≠cio recebido ou servi√ßo ligado √† UHE Belo Monte alcan√ßou 72,6%. A pesquisa √© parte do Projeto de Acompanhamento e Monitoramento Social das Comunidades do Entorno da Obra e das Comunidades Anfitri√£s do PBA da UHE Belo Monte. Foram entrevistadas¬†fam√≠lias¬†que j√° conclu√≠ram ou mant√©m negocia√ß√£o¬†com a empresa, al√©m de fam√≠lias do Trecho de Vaz√£o Reduzida do rio Xingu que n√£o ser√£o remanejadas.
  • A edi√ß√£o dos meses de mar√ßo/abril da revista Green Building traz na pauta uma entrevista com Jo√£o Pimentel,¬†diretor socioambiental da Norte Energia. Ponto fundamental para a constru√ß√£o da Usina Hidrel√©trica Belo Monte, algumas a√ß√Ķes s√£o destacadas na reportagem. ‚ÄúO projeto possibilitou, por exemplo, que nenhum cent√≠metro de terra ind√≠gena seja alagado pelo reservat√≥rio", declarou. Leia mais no link: Revista Green Building
  • As obras no s√≠tio Pimental, da Usina Hidrel√©trica Belo Monte, n√£o param. Na imagem, feita nesta sexta-feira (28/02), mais um dia de rotina de trabalhos intensos no canteiro de obras da casa de for√ßa complementar. ¬†‚ÄúAs obras seguem o cronograma previsto pela empresa, sem qualquer interrup√ß√£o, sendo que, at√© o final de 2014, os 19 pilares estar√£o conclu√≠dos. Simultaneamente, as ogivas ser√£o concretadas, bem como estar√° em execu√ß√£o a montagem das comportas‚ÄĚ, afirma superintendente de Obras da UHE Belo Monte, Gleison Carmozine. Veja tamb√©m:¬†Obras do S√≠tio Pimental da UHE Belo Monte seguem em ritmo acelerado
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