A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizará em 10 de maio, às 10h, na sede da BM&FBOVESPA, em São Paulo, o Leilão de Transmissão nº 01/2013. Serão licitados dez lotes, compostos de 5017 quilômetros (km) em linhas de transmissão e de subestações com um total de 1.200 mega-volt-amperes (MVA) de potência.
As novas instalações vão demandar investimentos de aproximadamente R$ 5,3 bilhões, com geração de 18.356 empregos diretos. O prazo de conclusão das obras será de 22 a 36 meses e os contratos de concessão são de 30 anos.
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A publicação de hoje do “Em questão”, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) dá destaque ao programa Luz para Todos, que será levado para municípios próximos à Usina Hidrelétrica Belo Monte.
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A partir de maio, as populações dos municípios próximos à Usina Hidrelétrica de Belo Monte começarão a ser beneficiadas pelo Programa Luz para Todos. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta quinta-feira, 11 de abril, que cerca de 15 mil ligações elétricas – o equivalente a 75 mil habitantes – serão instaladas na região ainda em 2013.
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Portal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Zimmermann: Experiência brasileira tem mostrado ao mundo os benefícios socioeconômicos que a geração hidrelétrica pode oferecer. Crédito: Wilson Dias/ABr
Os menores custos de operação da hidroeletricidade colocam-na como fator crucial para a expansão de países em desenvolvimento. A conclusão faz parte do Mapa de Rotas Tecnológicas de Hidroeletricidade, trabalho elaborado pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME), apresentado nesta terça-feira (19) a gestores e técnicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
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O presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, desmistificou os 10 pontos mais recorrentes sobre Belo Monte
O Instituto de Engenharia de São Paulo foi palco, em 3 de julho, do seminário “A construção da Hidrelétrica Belo Monte”. Cerca de 80 convidados participaram do evento, que reuniu profissionais que atuam em instituições do setor elétrico, empresas de construção pesada, professores, estudantes universitários, entre outros.
A abertura do evento foi feita pelo presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, que fez sua palestra norteada pelo que chamou de mitos comuns sobre Belo Monte. O pesquisador esclareceu aos presentes questões como a necessidade de energia elétrica do Brasil para continuar crescendo. “Para manter a taxa de crescimento do PIB de 5% ao ano, são necessários 3.300 MW médios por ano. Ou seja, uma Belo Monte a cada 1,5 ano”, explicou Claudio Sales. O presidente do Instituto Acende Brasil também respondeu às críticas de que o Brasil não precisa de hidrelétricas, explicando que apenas 30% do potencial hidrelétrico brasileiro - de 250 mil MW - foram aproveitados até agora, estando a maior parte desse potencial na bacia do Amazonas, onde somente 1% foi aproveitado. E completou “Existem restrições, como interferência em unidades de conservação ou terras indígenas, para a construção de hidrelétricas em 50 mil MW do potencial do país”.
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Reportagem especial do Jornal da Energia publica estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), que demonstra expansão de fontes renováveis. Confira:
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Ritmo de crescimento das renováveis será 60% maior entre 2011 e 2017
Um estudo apresentado pela Agência Internacional de Energia (AIE) revela que as fontes renováveis vão apresentar crescimento acelerado nos próximos cinco anos. O documento considera que no período de 2011 a 2017 a geração do setor deve ter expansão média de 1.840 TWh por ano – cerca de 60% mais do que os 1.160 TWh registrados nos últimos cinco anos – de 2005 a 2011. No ano passado, a geração de fontes renováveis atingiu 4.540 TWh, volume 5,8% maior que em 2010. A projeção é de que essa taxa de crescimento seja mantida até 2017, quando o mundo alcançará a produção de 6.400 TWh.
Dos 710 GW de energias renováveis esperados para os próximos cinco anos no mundo, a China deverá contribuir com a maior parcela: 270 GW, ou 40% do total. Em segundo lugar aparecem os Estados Unidos, com 56 GW; seguidos pela Índia, com 39 GW; e Alemanha e Brasil, com 32 GW cada.
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O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 3,8% em maio deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 36,9 milgigawatts-hora (GWh). O dado foi divulgado nesta quinta-feira (28) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia. O consumo continua sendo puxado pelas famílias (setor residencial) e pelo setor comercial, que juntos representaram mais de 60% no aumento da demanda no mês.
No acumulado do ano, o consumo de energia elétrica cresceu 4,2%, puxado principalmente pelos setores comercial (7,0%) e residencial(4,5%). O setor industrial cresceu 1,9% nos cinco primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2011. O setor de comércio e serviços apresentou crescimento de 7,1% no consumo de eletricidade no período, com destaque para os comércios de Ceará e de Pernambuco, que, segundo a EPE, vêm de monstrando dinamismo.
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Um animado público jovem despediu-se da Rio+20 participando, na Arena Socioambiental, nos jardins do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, de um debate sobre energia classificado como “apaixonado” pelos palestrantes. O tema, discutido durante a tarde desta sexta-feira, 22, foi o acesso sustentável à energia. A Usina Hidrelétrica Belo Monte, que está sendo construída pela empresa Norte Energia no rio Xingu, sudeste do Pará, esteve no centro do debate, transmitido ao vivo pela internet.
“É muito bom viver o processo democrático porque podemos discutir em âmbito nacional uma grande e importante obra de infraestrutura como é Belo Monte”, disse, em sua primeira intervenção, Sebastião de Amorim, professor de Estatística da Unicamp. Amorim tornou-se conhecido por estimular um grupo de alunos daquela universidade a realizar o vídeo “Tempestade em Copo D’ Água”, em resposta ao Movimento Gota D' Água, de alguns atores da Globo.

Participantes da Arena Socioambiental discutiram acesso à energia e Belo Monte foi assunto central
“Muita coisa completamente descabida tem sido dita sobre a obra”, afirmou. “É preciso parar de demonizar, em pleno século 21, o progresso. Sem desenvolvimento econômico é que não haverá solução para o meio ambiente”, afirmou. “Até construir uma casa gera impacto ambiental”, disse.
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A Eletrobras promeveu, na tarde desta quinta-feira (21), como parte da programação da Rio+20, a rodada de palestras “Energias Renováveis”, no Parque dos Atletas. Foram apresentadas experiências de vários países na geração de energia renovável: hidrelétrica, eólica, solar, biomassa e biogás. A geração hidrelétrica foi representada no evento pelo projeto da Usina Hidrelétrica Belo Monte.
O diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João dos Reis Pimentel, fez a exibição de um vídeo apresentando Belo Monte e em seguida ressaltou alguns dados do empreendimento, como o andamento das obras de construção da Usina, que está com 11% de execução. O diretor explicou aos presentes que a primeira turbina de Belo Monte entrará em operação em fevereiro de 2015 e que em fevereiro de 2019 todas as 24 turbinas da Usina estarão em funcionamento. Quando pronta, Belo Monte terá a capacidade instalada de 11.233,1 MW, com 4.571 MW de energia firme. Pimentel também falou sobre a destinação da energia a ser gerada por Belo Monte. “70% da energia já está vendida para 27 concessionárias de distribuição, em 17 estados. 10% vão para a Vale e Sinobras, que são acionistas da Norte Energia, e 20% poderão ser vendidas no mercado livre de acordo com as regras da ANEEL”, explicou o diretor.
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Idealizador, em setembro de 2011, da Iniciativa Energia Sustentável para Todos, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que coordena a Rio+20, aproveitou o megavento para anunciar que 50 países presentes à Conferência comprometeram-se a aplicar US$ 50 bilhões em energia sustentável até 2030. O programa do secretário-geral foi tema de uma série de plenárias ocorridas no Riocentro que tiveram início na última terça-feira, 19/06, e se encerram nesta quinta-feira, 21/06.
Os recursos, oriundos de bancos de desenvolvimento, governos, grandes empresas e instituições, deverão favorecer 1 bilhão de pessoas que sofrem com a falta de energia elétrica ou a utilizam em condições precárias, dependendo sobretudo de fontes não-renováveis, de alto impacto ambiental. Estão na lista de beneficiários Bangladesh, Quênia, Moçambique, Gana, Nepal, Tadjiquistão, Vietnã e Uruguai – único país da América do citado.
De acordo com os dados divulgados pela ONU, cerca de três bilhões de pessoas nos países em desenvolvimento dependem da biomassa tradicional (combustão direta de madeira e resíduos) e do carvão para cozinhar e se aquecer. Outro um bilhão e meio vivem ainda hoje sem eletricidade. Por isso, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2012 o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos.
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