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	<title>Blog da Usina Hidrelétrica Belo Monte &#187; Geração de Energia</title>
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	<description>Blog da Usina Hidrelétrica Belo Monte</description>
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		<title>Leilão ofertará empreendimentos de transmissão localizados em 11 estados</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 20:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia Hidrelétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizará em 10 de maio, às 10h, na sede da BM&#38;FBOVESPA, em São Paulo, o Leilão de Transmissão nº 01/2013. Serão licitados dez lotes, compostos de 5017 quilômetros (km) em linhas de transmissão e de subestações com um total de 1.200 mega-volt-amperes (MVA) de potência. As novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://blogbelomonte.com.br/2013/04/17/leilao-ofertara-empreendimentos-de-transmissao-localizados-em-11-estados/post-17/" rel="attachment wp-att-2613"><img class="size-medium wp-image-2613 aligncenter" title="Post-17" src="http://blogbelomonte.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Post-17-400x400.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizará em 10 de maio, às 10h, na sede da BM&amp;FBOVESPA, em São Paulo, o Leilão de Transmissão nº 01/2013. Serão licitados dez lotes, compostos de 5017 quilômetros (km) em linhas de transmissão e de subestações com um total de 1.200 mega-volt-amperes (MVA) de potência.</p>
<p>As novas instalações vão demandar investimentos de aproximadamente R$ 5,3 bilhões, com geração de 18.356 empregos diretos. O prazo de conclusão das obras será de 22 a 36 meses e os contratos de concessão são de 30 anos.</p>
<p><span id="more-2612"></span></p>
<p>Serão licitadas 17 linhas de transmissão e quatro subestações localizadas em 11 estados. São eles: Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins A Receita Anual Permitida de referência (RAP)* máxima a ser paga aos empreendedores, determinada no edital, é de R$ 586 milhões. Serão vencedores os proponentes que apresentarem o menor valor de RAP por lote. Confira <a href="http://www.aneel.gov.br/arquivos/PDF/Tabela%20transmissão%20Lotes.pdf" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><strong>aqui</strong></span> </span></a>a descrição dos lotes. Os lotes H e I dizem respeito ao início do escoamento da energia a ser produzida na Usina Hidrelétrica Belo Monte.</p>
<p>No certame, está vedada a participação, individualmente ou em consórcio no qual detenha cota superior a 49%, de empresas com histórico de sistemático atraso na implantação de empreendimentos de transmissão nos últimos três anos, caracterizado por tempo médio de atraso na entrada em operação comercial de instalações superior a seis meses em relação às datas fixadas nos respectivos contratos de concessão ou atos autorizativos. Também não poderão participar empresas que tenham recebido três ou mais penalidades por atraso na execução de obras de transmissão nos últimos três anos, já transitadas em julgado na esfera administrativa. A lista com as empresas que não poderão participar do leilão devido a essas restrições será divulgada junto com a publicação do edital do leilão.</p>
<p><strong>Sistemática do leilão</strong>– Todos os proponentes inscritos e habilitados para disputar o lote deverão entregar proposta financeira ao leiloeiro, no momento do certame, inclusive aqueles que porventura tenham perdido o interesse pela disputa – nesse caso, o participante deverá colocar no envelope um formulário de recusa de apresentação. A proposta financeira não poderá ser superior à Receita de Reserva, a qual corresponde a 95% (noventa e cinco por cento) da RAP. Se a diferença entre a menor oferta e as outras propostas for superior a 5%, vence o proponente da menor proposta. Se a diferença for menor ou igual a 5% ou se houver empate entre as menores ofertas, haverá rodada a viva-voz, na qual o leiloeiro poderá fixar valores mínimos a serem oferecidos entre um lance e outro. Vencerá a proponente que apresentar o menor valor. No caso de nenhum proponente fazer lance viva-voz, será vencedor aquele que tiver apresentado o menor valor por envelope. Se houver empate em valores apresentados por envelope sem apresentação de lances viva-voz, o vencedor será determinado por sorteio promovido pelo diretor da sessão. Para favorecer a disputa, poderá ocorrer eventual exclusão de lote para o qual haja apenas um proponente apto a concorrer, após manifestação do Ministério de Minas e Energia (MME).</p>
<p><strong>Garantias</strong>– Para participação no leilão, os proponentes aportarão garantia de até 1% do valor do investimento estimado pela ANEEL, com prazo de validade de 180 dias. A Garantia de Fiel Cumprimento é apresentada apenas pelos vencedores do leilão, em substituição à garantia anterior. Corresponde a 5% do valor do investimento e deve ser aportada até dois dias úteis antes da assinatura do contrato.</p>
<p><strong>Cronograma</strong>– Pelo cronograma do edital, os proponentes vencedores deverão entregar os documentos para a fase de habilitação no período de 13/5 até 17/05, na BM&amp;FBovespa. Até o dia 29/05, a Comissão Especial de Licitação (CEL) da ANEEL deverá divulgar o resultado da habilitação. O prazo final para interposição de recurso é 06/06/2013. A homologação do resultado e a adjudicação da concessão estão previstas para 18/06/2013. O prazo final para entrega do cronograma e do orçamento de construção das instalações é o dia 24/06/2013, data em que também deverão ser entregues os documentos da SPE ou da concessionária de transmissão exigidos para o contrato de concessão. Dois dias úteis antes da data a ser marcada para assinatura do contrato de concessão, os empreendedores deverão entregar, na ANEEL, a garantia de fiel cumprimento. Os contratos deverão ser assinados em até 14 dias a partir da data de convocação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Receita Anual Permitida de referência (RAP) –</strong>é a receita anual que a transmissora terá direito pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários, a partir da entrada em operação comercial das instalações. Seu valor é aquele obtido como resultado do leilão, com atualização anual pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e revisão a cada cinco anos, nos termos do contrato de concessão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ANEEL</p>
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		<title>Puxada pelas residências, demanda de energia elétrica no país cresce 2,7%</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2013/04/11/puxada-pelas-residencias-demanda-de-energia-eletrica-no-pais-cresce-27/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 19:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Energético]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa de Pesquisa Energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumo nacional de energia elétrica totalizou, em fevereiro de 2013, 37.893 gigawatts-hora (GWh), 2,7% acima do valor registrado no mesmo mês do ano anterior. O consumo residencial apresentou a maior taxa de expansão, anotando 7,9% &#8211; repercutindo as temperaturas elevadas registradas no segundo mês deste ano. Já o consumo industrial recuou 2,4%, refletindo influência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O consumo nacional de energia elétrica totalizou, em fevereiro de 2013, 37.893 gigawatts-hora (GWh), 2,7% acima do valor registrado no mesmo mês do ano anterior.</p>
</div>
<div>
<p>O consumo residencial apresentou a maior taxa de expansão, anotando 7,9% &#8211; repercutindo as temperaturas elevadas registradas no segundo mês deste ano. Já o consumo industrial recuou 2,4%, refletindo influência do dia útil a mais que teve fevereiro no ano de 2012. O consumo comercial cresceu 5,9%.</p>
<p><span id="more-2599"></span></p>
</div>
<div>
<p>Os dados constam da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica relativa ao mês de fevereiro, divulgada nesta quarta-feira pela Empresa de Pesquisa Energética &#8211; EPE. No acumulado de 12 meses, o consumo total cresceu 3,7%, destacando-se o crescimento de 6,1% no mercado livre. O documento informa ainda que, em 2012, foram incorporados à base de consumidores residenciais aproximadamente 1,8 milhão de novas unidades, um acréscimo de 3% sobre 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: EPE</p>
</div>
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		<title>Agência Internacional de Energia: Hidrelétricas contribuem para a redução de emissões de gases tóxicos</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Nov 2012 13:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Usina Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[AIE]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[hidrelétrica]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agência Internacional de Energia (AIE), organismo sediado em Paris, França, e que reúne os países de maior grau de desenvolvimento relativo demonstrou em relatório divulgado no início da semana que a produção de energia hidrelétrica no mundo deve ser dobrada até 2050 para com isto evitar emissões anuais de bilhões de toneladas de dióxido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2389" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><img class="size-full wp-image-2389" title="" src="http://www.blogbelomonte.com.br/wp-content/uploads/2012/11/pimental_Blog.jpg" alt="" width="614" height="392" /><p class="wp-caption-text">Belo Monte é parte da estratégia brasileira de expansão da geração hidrelétrica. Na imagem, maquete do Sítio Pimental</p></div>
<p>A Agência Internacional de Energia (AIE), organismo sediado em Paris, França, e que reúne os países de maior grau de desenvolvimento relativo demonstrou em relatório divulgado no início da semana que a produção de energia hidrelétrica no mundo deve ser dobrada até 2050 para com isto evitar emissões anuais de bilhões de toneladas de dióxido de carbono. O relatório incentiva ações governamentais como a simplificação dos processos administrativos, especialmente os ligados à licenciamento ambiental,  a adoção de planos de desenvolvimento nacionais de hidrelétricas e maior cooperação entre as fronteiras ao redor de grandes bacias fluviais.</p>
<p>Segundo dados divulgados, a energia hidrelétrica é a principal fonte renovável do mundo em termos de capacidade de geração, e produz, desde 2005, mais do que todas as outras fontes renováveis combinadas. Nessa linha, o relatório aponta para as vantagens da hidroeletricidade incluindo aspectos tecnológicos, confiabilidade comprovada, grande capacidade de armazenamento, em reservatórios plurianuais e custos de operação e manutenção baixos.</p>
<p><span id="more-2388"></span>A recomendação é que os países estabeleçam ou atualizem o inventário do seu potencial hidrelétrico de acordo com as bacias hidrográficas de que dispõem, incluindo a possibilidade de potencializar as usinas já existentes ou adicionar novos projetos, além de incluir financiamentos para hidrelétricas na agenda política dos governos e desenvolver novas políticas públicas de redução dos riscos de instrumentos financeiros, especialmente para os países em desenvolvimento. &#8220;Os governos devem criar um clima favorável para o investimento da indústria na concepção de mercados de eletricidade&#8221;, afirmou Albert Geber de Melo, Diretor-Geral do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Eletrobras/CEPEL).</p>
<p>No Brasil, a Usina Hidrelétrica Belo Monte faz parte da estratégia de governo para produzir energia limpa, barata e sustentável, em larga escala. A usina terá capacidade de gerar 11.233 MW, acrescentando em média, 4,5 mil MW de energia firme ao Sistema Interligado Nacional. Dessa maneira, Belo Monte garantirá geração constante, com baixo impacto ambiental, alta confiabilidade e menor custo.</p>
<div><em>Assessoria de imprensa da Norte Energia com informações da Agência Internacional de Energia.</em></div>
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		<title>Norte Energia recebe premiação internacional por Belo Monte</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2012 19:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nava</dc:creator>
				<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Norte Energia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Norte Energia S.A. recebeu o prêmio internacional &#8221;Projeto do Ano&#8221;, na categoria  de Projeto de Inovação para empreendimentos de geração entre 101 MW e 20.000 MW - New (Greenfield) Development. Este prêmio foi concedido durante a cerimônia de encerramento da HydroVision Brasil,  no Rio de Janeiro. A HydoVision é uma entidade mundial voltada para a hidroeletricidade que promove um evento anual em vários países [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogbelomonte.com.br/2012/10/03/norte-energia-recebe-premiacao-internacional-por-belo-monte/premio/" rel="attachment wp-att-2350"><img class="alignnone size-full wp-image-2350" title="Prêmio" src="http://www.blogbelomonte.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Prêmio.jpg" alt="" width="600" height="447" /></a></p>
<p>A Norte Energia S.A. recebeu o prêmio internacional &#8221;Projeto do Ano&#8221;, na categoria  de Projeto de Inovação para empreendimentos de geração entre 101 MW e 20.000 MW<em> - New (Greenfield) Development</em>. Este prêmio foi concedido durante a cerimônia de encerramento da HydroVision Brasil,  no Rio de Janeiro.</p>
<p>A HydoVision é uma entidade mundial voltada para a hidroeletricidade que promove um evento anual em vários países e, neste ano, reuniu no Riocentro, entre 24 e 27 de  setembro, mais de 600 profissionais do setor. Este é considerado o único evento 100% dedicado à hidroeletricidade. Nos três dias da conferência HydroVision <wbr>Brasil, vários palestrantes da iniciativa privada e da esfera governamental, brasileiros e estrangeiros, discorreram sobre novas tecnologias, tanto de construção civil quanto de equipamentos voltados para a geração hidrelétrica.</wbr></p>
<p>De acordo com os idealizadores do prêmio, a usina hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, é, atualmente, o maior projeto em construção no Brasil e representa um desafio inovador de logística para o seu desenvolvimento, ou seja, construir uma das maiores hidrelétricas do mundo em plena Amazônia, cujo potencial hidroelétrico só agora começa a ser aproveitado. Belo Monte terá potência instalada de 11.233,1 MW e tem previsão de começar a gerar energia em 2015.</p>
<div>
<p>Foram também premiados em outras categorias projetos no Panamá (223 MW Changuinola I), no Rio Grande do Sul (19 MW Pezzi-PCH) e Itaipu Binacional.</p>
</div>
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		<title>Consumo de energia elétrica cresce no Brasil e Belo Monte é garantia para essa demanda</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2012/06/29/consumo-de-energia-eletrica-cresce-no-brasil-e-belo-monte-e-garantia-para-essa-demanda/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2012 21:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Usina Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia Hidrelétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa de Pesquisa Energéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério de Minas e Energia]]></category>

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		<description><![CDATA[O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 3,8% em maio deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 36,9 milgigawatts-hora (GWh). O dado foi divulgado nesta quinta-feira (28) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia. O consumo continua sendo puxado pelas famílias (setor residencial) e pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 3,8% em maio deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 36,9 milgigawatts-hora (GWh). O dado foi divulgado nesta quinta-feira (28) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia. O consumo continua sendo puxado pelas famílias (setor residencial) e pelo setor comercial, que juntos representaram mais de 60% no aumento da demanda no mês.</p>
<p>No acumulado do ano, o consumo de energia elétrica cresceu 4,2%, puxado principalmente pelos setores comercial (7,0%) e residencial(4,5%). O setor industrial cresceu 1,9% nos cinco primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2011. O setor de comércio e serviços apresentou crescimento de 7,1% no consumo de eletricidade no período, com destaque para os comércios de Ceará e de Pernambuco, que, segundo a EPE, vêm de monstrando dinamismo.</p>
<p><span id="more-2182"></span></p>
<p>O setor residencial foi outro que teve crescimento de consumo acima da média: 4,3%. O destaque desse segmento também foi a Região Nordeste, que concentrou 36% do aumento.  O consumodo setor industrial cresceu abaixo da média: 1,4%. Além disso, na comparação com o mês imediatamente anterior, o segmento mostrou a terceira queda consecutiva.</p>
<p><strong>Projeções otimistas</strong></p>
<p>O aumento no consumo de energia elétrica no Brasil está nas previsões do Governo Federal. A estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro entre os anos de 2010 e 2020 é de 5% ao ano, em média. Para isso, o Plano Decenal de Expansão da Energia 2019 do Governo prevê a necessidade do ingressode cerca de 71,3 GW na capacidade instalada brasileira no mesmo período ,correspondendo a um crescimento de 5,2%  de energia ao ano.</p>
<p>A construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte se insere nessecontexto. Quando pronta, em 2019, Belo Monte terá a capacidade instalada de 11.233,1MW, com energia média de 4.571 MW, abastecendo cerca de 18 milhões deresidências (60 milhões de pessoas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com informações do Canal Energia e Agência Brasil</em></p>
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		<title>Artigo: A polêmica da construção de Belo Monte</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2012/02/23/1818/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 12:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Usina Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Hidrelétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[etnias]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Correio Braziliense, 20/02 Luiz Gonzaga Bertelli (Vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo e conselheiro e diretor da Fiesp-Ciesp) A condenação que fazem aos grandes e novos aproveitamentos hidroelétricos tem quatro fundamentos: a necessidade do deslocamento de populações e atividades econômicas rurais; os danos à flora e à fauna; as modificações que se processam nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.correiobraziliense.com.br/" target="_blank">Correio Braziliense</a>, 20/02</p>
<p><em>Luiz Gonzaga Bertelli (Vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo e conselheiro e diretor da Fiesp-Ciesp)</em></p>
<p>A condenação que fazem aos grandes e novos aproveitamentos hidroelétricos tem quatro fundamentos: a necessidade do deslocamento de populações e atividades econômicas rurais; os danos à flora e à fauna; as modificações que se processam nas águas dos próprios reservatórios em função da vegetação remanescente submersa e a modificação do regime dos rios à jusante da barragem.</p>
<p>No tocante às populações a serem deslocadas, trata-se de problema frequente nas regiões de grande população como China e Egito, onde ocorreu a necessidade de mudança de mais de 100 mil pessoas. A usina hidroelétrica de Belo Monte, em construção no Rio Xingu, no Pará, será a segunda hidroelétrica do Brasil, menor apenas que a Itaipu Binacional, compartilhada por Brasil e Paraguai. Com capacidade de produção estimada de 11 mil megawatts, entrará em operação em 2015, devendo adicionar ao sistema elétrico brasileiro 4.571MW médios de energia. Trata-se de carga suficiente para atender a 40% do consumo residencial de todo o país.</p>
<p><span id="more-1818"></span></p>
<p>Belo Monte responde aos interesses do governo de produzir energia limpa, renovável e sustentável a fim de assegurar o desenvolvimento econômico e social da nação. Belo Monte é, possivelmente, o projeto hidroelétrico mais estudado da história do sistema elétrico brasileiro. Os primeiros estudos começaram na década de 1980 e, desde então, o projeto original sofreu várias modificações para que fossem reduzidos os impactos ambientais. Será construída em regime de fio d&#8221;água, o que permitirá redução expressiva no tamanho do reservatório e, consequentemente, da área a ser inundada, propiciando a manutenção das condições de vida das etnias indígenas e das comunidades que habitam a região do entorno da usina. Devido à operação do reservatório com nível constante e vazões mínimas mantidas na Volta Grande do Xingu, Belo Monte vai gerar energia sem provocar alterações na hidrologia do rio.</p>
<p>&Eacute; inquestionável que a demanda de energia elétrica cresce a passos largos no Brasil graças ao desenvolvimento econômico do país e dos brasileiros e, consequentemente, do acentuado consumo residencial, comercial e industrial. No ano passado, por exemplo, o uso da energia elétrica cresceu 7,8% em comparação com 2009. Nos últimos anos, a população do Brasil passou a ter maior acesso aos bens de consumo duráveis como micro-ondas, geladeiras e televisores. Foi ampliado o acesso à luz elétrica para camadas cada vez mais amplas da sociedade. Ainda existe um percentual significativo de domicílios não eletrificados.</p>
<p>Desde as fantásticas construções hidroelétricas da era Franklin Roosevelt nos EUA (1937-1942) e da União Soviética (1955-1958), foram realizados grandes aproveitamentos de recursos hídricos, em diversos países em desenvolvimento, entre os quais o Brasil (Furnas 1963). Belo Monte oferece a alternativa de geração de energia elétrica mais econômica em comparação com qualquer outra fonte energética disponível na região. A mesma quantidade de energia, 4.571 MW médios, apresentaria custo 73% superior se produzida em pequenas centrais hidroelétricas, e ainda mais elevado caso fosse gerada utilizando biomassa, gás natural, energia eólica ou nuclear. Para produzir, por exemplo, a energia equivalente a Belo Monte por meio de pequenas centrais hidrelétricas, seria preciso alagar área até três vezes superior. Mais grave ainda, caso o volume de energia gerado pelo empreendimento fosse produzido em usinas térmicas abastecidas com gás natural, seriam lançadas mais de 16 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera.</p>
<p>Foi tomado o cuidado de não inundar terras indígenas, que permanecerão intocadas pela barragem, canteiros de obra, estradas de acesso e demais estruturas de engenharia necessárias para a construção. Belo Monte será provida de escadas de peixes, assim como Itaipu e as usinas em implantação nos rios Madeira, Santo Antônio e Jirau. Está previsto que a piracema não será impedida pelo barramento, preservando o equilíbrio da fauna aquática do Rio Xingu. O empreendimento vai gerar quase 20 mil empregos diretos e inúmeros empregos indiretos na região. O efeito indireto sobre a economia também será significativo, com o aumento na demanda por trabalho, fornecedores de serviços e insumos, dinamizando a estrutura produtiva das comunidades próximas à hidroelétrica. Conforme previsto no próprio edital do leilão, está garantido o compromisso do empreendedor com o desenvolvimento socioeconômico do Xingu. O concessionário deverá aportar R$ 500 milhões ao Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu, promovido pelo governo do Pará.</p>
<p>Como se apregoa, os movimentos sociais e as lideranças indígenas da região são contrários à obra porque consideram que os impactos socioambientais não estão suficientemente dimensionados. Para o prof. José Goldemberg, a utilização dos grandes rios da Região Norte apresenta dificuldades devido às distâncias dos mananciais aos centros consumidores. A questão poderia ser resolvida por meio de linhas de corrente contínua. Contudo, a persistência governamental em construir Belo Monte está baseada em sólida estratégia de argumentos, dentro da lógica e de vantagens comparativas da matriz energética brasileira. Os rios da margem direita do Amazonas têm declividades propícias à geração de energia, e o Xingu se destaca, também, pela posição em relação às frentes de expansão econômica (predatória) da região central do país. O desenho de Belo Monte foi revisto e os impactos reduzidos em relação à proposta da década de 1980. Por exemplo, o lago inicialmente previsto para ter 1.200km² foi reduzido para 400km².</p>
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		<title>Governo reage à campanha externa contra Belo Monte</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 20:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Usina Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Hidrelétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Norte Energia]]></category>
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		<category><![CDATA[Português]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Sérgio Barreto Motta, no site Monitor Mercantil &#160; A presidente Dilma está, até agora, conseguindo reagir a uma irracional campanha internacional. Enquanto o mundo usa os poluentes petróleo-gás-carvão para gerar energia, o Brasil é um dos poucos países do mundo que consegue movimentar suas fábricas e iluminar suas casas com a água que passa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Sérgio Barreto Motta, no site <a href="http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=108463" target="_blank">Monitor Mercantil</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A presidente Dilma está, até agora, conseguindo reagir a uma irracional campanha internacional. Enquanto o mundo usa os poluentes petróleo-gás-carvão para gerar energia, o Brasil é um dos poucos países do mundo que consegue movimentar suas fábricas e iluminar suas casas com a água que passa pelas turbinas, de forma ecológica ou, como se diz modernamente, sustentável. Mas se não criticam as nucleares da França, nem as unidades a carvão da China e tampouco as usinas a petróleo dos Estados Unidos, as entidades internacionais WWF e Greenpeace exacerbam suas críticas às usinas hidráulicas brasileiras. E Belo Monte é o prato do dia. Greenpeace e WWF costumam dizer que, embora internacionais, as filiais do Brasil têm autonomia. Mas dá para desconfiar da agressividade externa contra um país que faz do uso da hidreletricidade sua principal fonte de geração de energia.</p>
<p><span id="more-1807"></span></p>
<p>Todos sabem que as fontes eólica e solar são incipientes e o Brasil deveria ser louvado pelo uso das águas. Informa a Agência Internacional de Energia que, hoje, sol e ventos produzem 0,8% da energia do mundo, ou seja, praticamente nada. Para o futuro, poderão ser relevantes, mas ainda são insignificantes. Fala-se muito no carro elétrico, mas, na maior parte do mundo, é, no fundo, movido a petróleo &#8211; só que transformado em energia elétrica. Apenas no Brasil e em poucos países ainda se pode dizer que um carro elétrico é realmente movido, em sua maior parte, a fonte renovável.</p>
<p>O presidente da Norte Energia, que constrói Belo Monte, Carlos Nascimento, lembra que o Brasil precisa incorporar, a cada ano, 5 mil megawatts de energia e que a fonte hidrelétrica é &#8220;a mais segura, confiável, limpa, renovável, além de economicamente mais viável&#8221;. O Brasil tem o maior potencial hidrelétrico do planeta e usa apenas 30% do total, mas, pelo jeito, dificilmente poderá ir muito à frente, pois a campanha internacional é insidiosa.</p>
<p>Cita Nascimento que o reservatório da usina será inferior ao inicialmente projetado e parte dele é a própria calha do Rio. A parte restante não é de floresta, mas &#8220;de área de criação de gado e agricultura&#8221;. Acrescenta: &#8220;Nenhuma terra indígena será alagada por Belo Monte e aqueles que moram na região terão garantidas suas atividades habituais de pesca e navegação, uma vez que será mantido um hidrograma de vazões do rio&#8221;.</p>
<p>Cita que 70% da energia de Belo Monte já estão vendidos &#8211; prova de que o país precisa de energia. O preço por MWh é de R$ 77,97, &#8220;um dos mais baixos já praticados&#8221;. E, como se sabe, os valores para energia eólica são subsidiados, seja direta ou indiretamente. Conclui Nascimento: &#8220;Nossa matriz tem mais de 86% de energia gerada por fontes limpas e renováveis, contra apenas 19% no mundo e 17% dos países desenvolvidos. Isso começa a incomodar muita gente&#8221;.</p>
<p>Confirma o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que, este ano, o consumo de energia no país deve subir 4,5% este ano, superando os 3,4% registrados em 2011. Como atender a essa demanda sem novas usinas? O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, na mesma linha, afirma: &#8220;O país não se intimida com a pressão do exterior&#8221; . E acrescenta: &#8220;Não se vai retirar um indígena sequer da região. Isso é uma falácia que tem sido vendida no exterior&#8221;, diz Lobão, que anuncia, após Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, mais uma fonte limpa de geração de energia: Serra Quebrada, entre Maranhão e Tocantins &#8211; se os movimentos internacionais deixarem.</p>
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		<title>O Estado de São Paulo: Energia solar vira pesadelo alemão</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 19:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Usina Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Der Spiegel]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornal O Estado de São Paulo reproduziu no caderno Planeta desta quarta-feira (25) texto publicado pela respeitada revista alemã Der Spiegel, sobre a utilização de energia solar na Alemanha. O jornalista Alexander Neubacher aponta os problemas energéticos enfrentados pelo país europeu, considerado &#8220;um dos países mais entusiastas na adoção desse tipo de energia renovável&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal O Estado de São Paulo reproduziu no caderno Planeta desta quarta-feira (25) texto publicado pela respeitada revista alemã Der Spiegel, sobre a utilização de energia solar na Alemanha. O jornalista Alexander Neubacher aponta os problemas energéticos enfrentados pelo país europeu, considerado &#8220;um dos países mais entusiastas na adoção desse tipo de energia renovável&#8221;. Segundo o texto, o governo alemão estuda como irá tratar o setor nos próximos anos diante da ineficiência que esta fonte de energia elétrica tem demonstrado.</p>
<p><span id="more-1756"></span></p>
<p>Leia abaixo a reportagem completa:</p>
<p><strong>O Estado de São Paulo: Energia solar vira pesadelo alemão </strong></p>
<p>Considerada um dos principais símbolos da economia verde, o uso da energia solar mudou a paisagem da Alemanha &#8211; um dos países mais entusiastas na adoção desse tipo de energia renovável. Só falta uma coisa nos 1,1 milhão de painéis solares espalhados pelos campos e telhados de residências de norte a sul do país: luz solar. Faz semanas que o sistema gera pouca ou nenhuma eletricidade. Como é comum no inverno, os dias são curtos, o tempo está ruim e o céu, encoberto.</p>
<p>Para evitar apagões, a Alemanha teve de importar temporariamente eletricidade gerada em usinas nucleares na França e na República Checa e até colocou em operação uma velha usina movida a petróleo na cidade austríaca de Graz.</p>
<p>Nas próximas semanas, o governo alemão pretende decidir como tratará a energia solar no futuro. A chanceler Angela Merkel sempre apregoou as &#8220;oportunidades de exportação&#8221;, desenvolvimento, tecnologia e empregos do setor. Agora, porém, membros de seu próprio staff o estão chamando de poço sem fundo de dinheiro.</p>
<p>As operadores de usinas solares e proprietários de casas com painéis solares nos telhados consumiram mais de 8 bilhões (US$10,2 bilhões) em subsídios em 2011, mas a eletricidade que geraram constituiu apenas 3% do suprimento total de energia. E os consumidores já se queixam de ter de pagar o segundo preço mais alto de eletricidade da Europa.</p>
<p>Pela Lei da Energia Renovável da Alemanha, cada novo sistema que se conecta à rede se qualifica a 20 anos de subsídios. Cálculos do Instituto de Pesquisas Econômicas da Renânia do Norte Westfália (RWI) indicam que os sistemas incorporados à rede em 2011 custarão aos consumidores de eletricidade cerca de 18 bilhões em subsídios nos próximos 20 anos.</p>
<p>&#8220;Somando todos os subsídios concedidos até agora, já superamos o nível de  100 bilhões&#8221;, diz Manuel Frondel, do RWI. Para uma família média, isso significaria uma despesa adicional de cerca de 200 anuais, além do custo real da eletricidade.</p>
<p>Erro. A energia solar tem o potencial de se tornar o erro mais caro da política ambiental alemã. Ela é de longe a mais ineficiente entre todas as fontes de energia renovável, apesar de receber os maiores subsídios.</p>
<p>Lobistas da energia solar gostam de ofuscar o público com números sugestivos sobre a capacidade do setor. Por exemplo, eles dizem que todos os sistemas instalados juntos poderiam gerar uma produção nominal de mais de 20 gigawatts, ou duas vezes mais energia que a que está sendo produzida atualmente pelas usinas nucleares alemãs ainda em operação.</p>
<p>Mas isso é pura teoria. Os sistemas de energia solar só podem operar no pico de sua capacidade quando otimamente expostos aos raios do sol (1.000 watts por metro quadrado), em um ângulo ótimo (48,2 graus) e com a temperatura de módulo solar ideal (25ºC) -em outras palavras, sob condições que dificilmente existem fora de um laboratório.</p>
<p>De fato, todos os sistemas de energia solar alemães reunidos produzem menos eletricidade do que a de duas usinas nucleares. E mesmo esse número está atenuado, porque a energia solar em um país quase sempre nublado como a Alemanha precisa ter o suporte de usinas elétricas de reserva. O resul-tado é uma estrutura duplicada, cara e basicamente desnecessária.</p>
<p>É o reverso da energia eólica. Pelo mesmo custo, o vento fornece no mínimo cinco vezes mais eletricidade que o sol, ao passo que as usinas hidroelétricas geram seis vezes mais energia. Mesmoas usinas de biomassa produzem três vezes mais energia do que a tecnologia solar.</p>
<p>Esse rendimento fraco em termos de produção de eletricidade faz com que, de quebra, a energia solar não colabore muito para a redução das emissões de dióxido de carbono, especialmente se comparada a outros possíveis programas a serem subsidiados. Para evitar a produção de uma tonelada de CO2, a Alemanha gasta  5 para isolar o teto de um prédio velho, investe 20 numa nova usina elétrica movida a gás ou aplica 500 num novo sistema de energia solar.</p>
<p>Os benefícios para o clima são os mesmos nos três casos. Para Hans-Werner Sinn, do Instituto de Pesquisa Econômica (Ifo), de Munique, a energia solar é um &#8220;desperdício de dinheiro às expensas da proteção climática&#8221;.</p>
<p>Decadência. Em meio a tanto prejuízo, não surpreende a participação cada vez menor da Alemanha no campo da energia solar. Em 2004, o país abocanhava uma fatia de 69% do setor global de painéis solares. Em 2010, essa participação caiu para 20%. A antiga gigante do setor, Solar-world, está passando por dificuldades. Solon e Solar Milennium, outrora consideradas empresas modelo, encerraram suas atividades. As fabricantes alemãs do setor investiram no ano passado somente 2% a 3%das receitas em pesquisa e desenvolvimento, em comparação com uma média de 6% no setor automotivo e 30% no campo da biomedicina. Enquanto isso, os concorrentes chineses oferecem sistemas de qualidade equivalentes apreços muito menores.</p>
<p>Para estancar a sangria de euros, o governo pretende estabelecer um limite para os subsídios ao setor. Uma nova expansão ficaria limitada a 1.000 megawatts este ano, ou seja, 6.500 megawatts a menos do que em 2011. Outra proposta em estudo prevê eliminar da lei que contempla as energias renováveis a concessão de subsídios para o setor de energia solar. Assim, os provedores de energia devem ser obrigados a fornecer uma quota de eletricidade verde, mas não é especificado em detalhes o que eles deverão fazer para atender tal quota. Isso estimularia a concorrência para a oferta da melhor tecnologia.</p>
<p>A vantagem em relação ao atual sistema é nítida: o dinheiro não mais seria investido em locais onde os maiores subsídios são pagos, mas onde uma maior quantidade de eletricidade verde pode ser gerada. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK e TEREZINHA MARTINO</p>
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		<title>CBN: &#8216;Encorajar as térmicas no Brasil é andar no caminho errado&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Usina Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia Hidrelétrica]]></category>
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		<description><![CDATA[O uso de termelétricas no Brasil voltou a ser discutido em entrevista do professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP e ex-secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, José Goldemberg, ao Jornal da CBN, ontem (28). Goldemberg informa que, atualmente, o uso desta fonte corresponde a 15% da geração no Brasil. Entretanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de termelétricas no Brasil voltou a ser discutido em entrevista do professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP e ex-secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, José Goldemberg, ao Jornal da CBN, ontem (28). Goldemberg informa que, atualmente, o uso desta fonte corresponde a 15% da geração no Brasil. Entretanto, o aumento no acionamento dessas usinas nos últimos anos traz preocupações quanto ao aumento do preço da energia elétrica e aos impactos ambientais que as termelétricas provocam. Ele compara as vantagens das termelétricas com as das hidrelétricas e avisa: a construção predominantemente de hidrelétricas sem reservatório, como é Belo Monte, é observada desde a década de 90 e pode aumentar ainda mais o uso das usinas térmicas.</p>
<p><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/programas/jornal-da-cbn/2011/12/28/ENCORAJAR-AS-TERMICAS-NO-BRASIL-E-ANDAR-NO-CAMINHO-ERRADO.htm" target="_blank">Saiba o porquê acessando a entrevista completa de Goldemberg à CBN.</a></p>
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		<title>Folha de São Paulo: País usa energia &#8216;suja&#8217; no horário de pico</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 12:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Usina Belo Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornal Folha de São Paulo traz nesta terça-feira (27) matéria que apresenta dados sobre o uso de termelétricas no Brasil para atender a demanda por energia elétrica em horários de pico. A reportagem de Agnaldo Brito aponta que, ano após ano, o país tem recorrido a essa energia, mais cara e poluente do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal Folha de São Paulo traz nesta terça-feira (27) matéria que apresenta dados sobre o uso de termelétricas no Brasil para atender a demanda por energia elétrica em horários de pico. A reportagem de Agnaldo Brito aponta que, ano após ano, o país tem recorrido a essa energia, mais cara e poluente do que a hidrelétrica. Entre as soluções estaria o aumento da capacidade de geração das hidrelétricas existentes, além da construção de novas usinas deste tipo.</p>
<p><span id="more-1641"></span></p>
<p><strong>Folha de São Paulo: País usa energia &#8216;suja&#8217; no horário de pico</strong></p>
<p>AGNALDO BRITO<br />
DE S?O PAULO</p>
<p>Mesmo com os novos projetos na Amazônia (como Belo Monte, Jirau, Santo Antônio e Teles Pires), o Brasil enfrenta falta de hidrelétricas para garantir a oferta de energia no horário de pico, principalmente no auge do verão, quando a carga exigida no país bate recordes.</p>
<p>O pior é que a situação está ficando mais grave ano após ano. Para suprir essa falta, o país tem recorrido a uma energia muito mais cara e poluente: as termelétricas. O assunto tem sido tratado apenas em relatórios técnicos de autoridades do setor elétrico.</p>
<p>O uso de térmicas para atender horário de pico começou em 2009 e não parou mais. Segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) &#8211; instituição que toma conta da geração de eletricidade no país-, o uso de térmicas para suprir essa demanda é inadequado.</p>
<p>O horário de verão, que redistribui o horário de maior demanda em algumas regiões do país, minimiza o problema, mas não o elimina.</p>
<p>Não é só inadequado do ponto de vista técnico. O uso de térmica custa muito para o consumidor. Dados da Abrace (Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres) mostram que em 2011 o acionamento de termelétricas vai colocar na conta de luz de 2012 uma quantia de R$ 1,4 bilhão.</p>
<p>Esse valor será rateado pela Aneel (agência reguladora do setor de energia elétrica) em 2012. A Abrace afirma que o uso de térmicas para o horário de pico (em vez das hidrelétricas mais baratas) está dentro dos R$ 1,4 bilhão.</p>
<p>O ONS diz que, neste ano, devido ao bom volume de chuvas, não foi preciso ligar térmicas durante os picos de consumo.</p>
<p><strong>SOLU??O</strong></p>
<p>A solução não é simples e passa pelo aumento da capacidade instalada nas grandes usinas. O problema é que o modelo brasileiro remunera as usinas pela energia gerada, não pela capacidade disponível. O governo discute a criação de um incentivo.</p>
<p>Uma hipótese é a de condicionar a renovação das concessões das hidrelétricas, em 2015, ao aumento da capacidade das usinas. Potencial disponível existe.</p>
<p>Estudo feito pelo WWF-Brasil afirma que o país pode elevar a capacidade de 67 usinas em 8.093 MW apenas trocando o rotor das turbinas.</p>
<p>Outro estudo, feito pela Abrage (Associação Brasileira das Empresas de Geração de Energia Elétrica), mostra a possibilidade de elevar em 5.214 MW a capacidade de 14 usinas hidrelétricas no país.</p>
<p>Isso seria possível instalando mais turbinas nas barragens, onde já existe espaço para isso. Há casos em São Paulo, nas usinas de Três Irmãos e Porto Primavera.</p>
<p>Ampliar a capacidade das velhas usinas é a única solução, já que o país tem reduzido o tamanho das novas. Para minimizar impactos, principalmente na Amazônia, as novas hidrelétricas não têm reservatório, impossibilitando o acúmulo de água para o período seco. A solução tem sido usar mais as térmicas.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1026534-pais-usa-energia-suja-no-horario-de-pico.shtml" target="_blank">Veja infográfico produzido pela Folha de São Paulo sobre o tema aqui.</a></p>
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