Intenção é manter a mesma média de concreto a cada mês, durante o pico da obra.
A Norte Energia S/A, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará, comemorou hoje a marca de 100 mil m3 de concreto utilizados na obra. A eficiência e o cumprimento dos prazos nos serviços de concretagem são fundamentais para a montagem dos demais componentes da Casa de Força Principal.
“Os primeiros cem mil metros (cúbicos de concreto) são sempre os mais difíceis. Uma vez vencida esta etapa, a intenção é manter a mesma marca, mensalmente, durante o pico da obra”, ressaltou Antônio Kelson, diretor de construção da Norte Energia. Até 2019, quando entrará em operação a última das 24 turbinas da Usina Hidrelétrica Belo Monte, serão utilizados 2 milhões e 400 mil m3 de concreto.
Entrega do revestimento do pilar de sucção marca o início da chegada dos equipamentos na Usina Belo Monte
A entrega do revestimento do pilar de sucção da Unidade Geradora 01 (UG 01), da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará, marcou o início da chegada dos equipamentos eletromecânicos no empreendimento. A peça possui formato semelhante ao de um casco de navio e é toda revestida em aço. “A entrega dessa peça no tempo acordado mostra que a obra cumpre rigorosamente o cronograma estabelecido para a construção de Belo Monte. É, sem dúvida, um marco para a obra”, destacou o Diretor de Engenharia e Construção da Norte Energia, Antônio Kelson.
Mecanismo já operava desde o final do ano passado, mas agora terá capacidade para transpor embarcações de até 50 toneladas, pelo Xingu

Comemoração da entrega do Sistema de Transposição de Embarcações no sítio Piemental. Crédito: Jaime Souzza
Diretores, gerentes e trabalhadores da Norte Energia S/A e do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) comemoraram nesta terça-feira, 15/01, a entrega do Sistema de Transposição de Embarcações (STE), no sítio Pimental. O mecanismo com capacidade para transpor embarcações de até 50 toneladas, rio acima e rio abaixo, garantirá a navegabilidade no Xingu durante as obras e após o início de operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte.

Parte da área ensecada, no Sítio Pimental. Crédito: Regina Santos / Norte Energia
Começaram na quinta-feira, 10/01, as escavações da área entre as ensecadeiras construídas no Sítio Pimental, da Usina Hidrelétrica Belo Monte. As ensecadeiras são barragens provisórias moldadas com aterro compactado, que permitem a operação das máquinas em terreno seco no Rio Xingu. Estas estruturas ficaram prontas no final de dezembro de 2012, antes do prazo previsto pela equipe da Norte Energia, empresa responsável pelas obras e operação da usina.
Neste local, começam a ser erguidas as estruturas de concreto para instalação das unidades geradoras da casa de força complementar (233 MW) e as comportas do vertedouro. Para o diretor de Construção da Norte Energia, Antônio Kelson, “o começo das escavações da casa de força e do vertedouro, no Sítio Pimental, é um marco importante pois demonstra que o país, com Belo Monte, terá a energia limpa, barata e confiável que ele precisa para se desenvolver”.
A escavação é o primeiro passo para a construção da casa de força do Sítio Pimental, que culminará com o início efetivo da primeira turbina a entrar em operação, em 2015. Enquanto isso, a construção da casa de força principal, no Sítio Belo Monte (11.000 MW), continua no seu ritmo normal de obras, com a primeira turbina prevista para entrar em operação em 2016 e a última em 2019, com a conclusão do projeto.
Obra marca o início da construção da primeira casa de força de Belo Monte

Crédito: CCBM
O penúltimo dia de trabalho antes do recesso de fim de ano nas obras de Belo Monte foi de festa. Centenas de trabalhadores do sítio Pimental se reuniram, na quinta-feira, 19, para comemorar a conclusão da ensecadeira – estrutura que desvia parte do rio para que as máquinas trabalhem em área seca. Em Pimental será construída a casa de força auxiliar da Usina Hidrelétrica Belo Monte e o vertedouro. Além da competência, a conclusão do projeto celebra também a superação da equipe com a antecipação dos prazos, já que a primeira estimativa era de que a obra fosse concluída no início de 2013.

Crédito: Edvaldo Leite
Em frente à entrada do refeitório principal, trabalhadores do sítio Belo Monte, alojados ou não, participaram da celebração ecumênica. Muitos consideraram o encontro fundamental para renovar a fé e a inspiração positiva no cotidiano do trabalho. “Em primeiro lugar, agradecemos a Deus. Depois, à empresa, que nos deu esta oportunidade”, declarou o operário maranhense Raimundo Araújo, que arrematou em seguida: “Receber a palavra de Deus no coração é fundamental”.
Cinquenta líderes evangélicos, católicos e espíritas, além de integrantes do Conselho de Bairros de Altamira, conheceram de perto as instalações da obra, ente elas a área de escavação de rochas. “Esta visita também serve pra mudar o pensamento sobre muita besteira que se fala sobre a obra”, afirmou o presidente do Conselho, Dilermando Zorteia. A presidente da Associação dos Moradores do Bairro Baixão do Tufi, Sônia Schubach, compartilha do mesmo pensamento. “A importância deste evento e desta visita é a oportunidade que temos de levar informações corretas para a comunidade”, explicou Sônia.
Joel Mendes recorreu aos valores espirituais que o encontro representou. “Um momento para refletir não apenas no aspecto financeiro, mas também sobre a vida espiritual”, comentou.

Visitantes no canal de transposição de peixes da UHE Belo Monte. Crédito: Arquivo / Lactec
O presidente do Conselho de Administração da Norte Energia, Valter Cardeal e o Diretor Presidente da empresa, Duilio Figueiredo, estiveram esta semana no Centro de Hidráulica e Hidrologia Prof. Parigot de Souza (CEHPAR), um dos laboratórios do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), em Curitiba (PR).
No Lactec está sendo desenvolvida a maquete em escala reduzida dos vários sítios da Usina Hidrelétrica Belo Monte, que se constrói atualmente no Rio Xingu (PA). A área ocupada pelos vários modelos é de 4 mil m². O Lactec está localizado no Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Grupo constatou de perto informações repassadas pela Norte Energia S.A. sobre o projeto

Grupo conheceu obras e procedimentos de segurança adotados nos canteiros. Crédito: Jaime Souzza
Integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Altamira (Comam) participaram de uma visita monitorada a dois canteiros da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Oeste do Pará. O grupo foi acompanhado por técnicos da Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da usina.
A visita, realizada no sábado (1/12), atendeu solicitação feita pelo Comam para checar informações repassadas pela Norte Energia sobre o empreendimento. “Acompanhar as obras é a garantia de saber que muita coisa que se fala lá fora (sobre o empreendimento) não é verdade”, resumiu Janilde Cardoso, suplente no Conselho e integrante do grupo que visitou as obras.
Homens da Força Nacional de Segurança Pública desembarcou em Altamira para reforçar a segurança nos canteiros de obras

Imagens da concretagem do canal de fugo, no Sítio Belo Monte. Crédito: Regina Santos / Norte Energia
As atividades da Usina Hidrelétrica Belo Monte começaram a ser retomadas nesta quarta-feira, 14. As obras foram interrompidas no domingo, 11, depois que vândalos depredaram, saquearam e incendiaram vários setores do Sítio Pimental, no último final de semana.
“Os trabalhos serão retomados inicialmente com os funcionários que residem em Altamira e aqueles que se encontram alojados. Mas ainda esta semana os trabalhadores que foram evacuados de emergência receberão um comunicado para retornarem imediatamente ao canteiro de obras”, explicou o diretor de Projetos do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), Marco Túlio Pinto.
Os integrantes do Fórum de Acompanhamento Social de Belo Monte reuniram-se na terça-feira (30), no Espaço Cultural Norte Energia, na Orla de Altamira (PA), para apresentar o Sistema de Transposição de Embarcações para 13 entidades que participam da Comissão Temática da Volta Grande do Xingu bem como para pescadores. Essas entidades são formadas por associações ligadas a pescadores, agricultores e assentados rurais.
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