
Apenas no mês de março, o consumo residencial aumentou 0,9%, e o do comércio, 1,4%, enquanto o industrial caiu 3%.
Desempenho foi puxado pelas residências e pelo comércio, enquanto a indústria puxou a média para baixo.
O consumo nacional de energia elétrica no país chegou a 114,6 mil gigawatts-hora (GWh) no primeiro trimestre de 2013, o que corresponde a um crescimento de 2,5% na comparação com igual período do ano passado, de acordo com as informações divulgadas nesta quinta-feira (25/4) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O consumo residencial teve incremento de 6,6% no período, por conta do aumento de equipamentos eletrodomésticos nos domicílios, e de seu maior uso.
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A partir de maio, as populações dos municípios próximos à Usina Hidrelétrica de Belo Monte começarão a ser beneficiadas pelo Programa Luz para Todos. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta quinta-feira, 11 de abril, que cerca de 15 mil ligações elétricas – o equivalente a 75 mil habitantes – serão instaladas na região ainda em 2013.
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O consumo nacional de energia elétrica totalizou, em fevereiro de 2013, 37.893 gigawatts-hora (GWh), 2,7% acima do valor registrado no mesmo mês do ano anterior.
O consumo residencial apresentou a maior taxa de expansão, anotando 7,9% – repercutindo as temperaturas elevadas registradas no segundo mês deste ano. Já o consumo industrial recuou 2,4%, refletindo influência do dia útil a mais que teve fevereiro no ano de 2012. O consumo comercial cresceu 5,9%.
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O Brasil tem nos rios sua principal fonte de geração de energia elétrica. De todo o potencial hidrelétrico brasileiro, de 250 mil MW de potência, 30% foram aproveitados. O maior potencial disponível está na bacia do Rio Amazonas (100 mil MW), do qual 17% já foram explorados. No entanto, explorar o potencial hidrelétrico da bacia do Amazonas representará um grande desafio, porque metade dos aproveitamentos potenciais interfere em unidades de conservação ou terras indígenas.
No Brasil existem 505 terras indígenas, que cobrem uma extensão de 106,7 milhões de hectares e representam 12,5% do território nacional. Nessas terras, cuja maior parte se encontra na Amazônia Legal, vivem 58% da população indígena. Estamos falando de uma população de 897 mil pessoas, divididas entre 305 povos que falam 274 línguas diferentes.
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O jornal Folha de São Paulo traz nesta terça-feira (27) matéria que apresenta dados sobre o uso de termelétricas no Brasil para atender a demanda por energia elétrica em horários de pico. A reportagem de Agnaldo Brito aponta que, ano após ano, o país tem recorrido a essa energia, mais cara e poluente do que a hidrelétrica. Entre as soluções estaria o aumento da capacidade de geração das hidrelétricas existentes, além da construção de novas usinas deste tipo.
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O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, retomou, na abertura do EXAME Fórum de Energia, a defesa da construção da Usina Belo Monte para abastecer o Brasil com energia elétrica. A matéria veiculada na revista Exame desta semana relata a preocupação tanto do governo quanto do setor elétrico com a demanda que a Copa do Mundo de 2014 irá gerar. Segundo a revista, na opinião do presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica, Luiz Vianna, é preciso ter fontes de energia que garantam a geração pesada, como as hidrelétricas, mesmo com o crescimento da oferta de fontes complementares.
Leia a matéria completa abaixo.
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A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, voltou a destacar a importância da construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte na abertura do seminário “Hidrelétricas: as necessidades do país e o respeito à sustentabilidade”, promovido nesta segunda-feira (22) pela revista Carta Capital, em São Paulo. Segundo a ministra, Belo Monte será um exemplo de implantação de hidrelétrica na região amazônica e terá papel relevante no desenvolvimento regional.
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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê aumento de 43% em recursos liberados para projetos do setor elétrico em 2011 na comparação com 2010. Segundo informações divulgadas pelo jornal Folha de São Paulo nesta quarta-feira, 3 de agosto, o montante previsto é de R$ 17 bilhões. Este crescimento é atribuído ao início da construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte e à explosão da construção de parques eólicos e de linhas de transmissão que irão ligar as usinas do Norte aos centros consumidores. A estimativa do BNDES é de que a liberação de parte do financiamento para Belo Monte seja feita até o fim do ano, ampliando o desempenho do banco de fomento no setor.
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O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Curt Trennepohl, o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, os diretores da Norte Energia S.A., Antônio Coimba e Luiz Rufato, e o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, participaram nesta terça-feira (dia 17) de workshop para jornalistas sobre a Usina Hidrelétrica Belo Monte. O evento foi promovido, em Brasília, pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom).
Ao longo da manhã, foram apresentados dados sobre o licenciamento ambiental da obra, o cumprimento de condicionantes, que incluem comunidades indígenas, e o posicionamento do projeto dentro do planejamento energético brasileiro. Cerca de 60 jornalistas, representantes tanto de veículos de comunicação nacionais quanto da área de influência do empreendimento, puderam também fazer questionamentos sobre a usina.
Veja apresentações em slides:
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A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê um crescimento de 4,8% ao ano na demanda de energia elétrica no Brasil ao longo desta década. Em 2020, o consumo total do país deve chegar a 730,1 mil gigawatts-hora (GWh) ante 456,5 mil GWh consumidos em 2010.
A previsão já incorpora ganhos de eficiência elétrica que devem resultar em uma redução do consumo de eletricidade, nder em 2020, de 33,9 mil GWh. Esse montante de energia conservada equivale à geração de 4,5 mil MW médios, aproximadamente a energia média a ser gerada pela usina hidrelétrica Belo Monte.
Este empreendimento, em construção pela Norte Energia no Rio Xingu, Pará, já deverá estar em operação em 2020, podendo participar do atendimento a esta elevação na demanda.
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