17/05/2013 - Notícias

Pará e Amazonas têm maior peso no emprego


 

Só no Pará, foram gerados cerca de 30 mil empregos nos últimos 12 meses.

Os estados do Pará e Amazonas foram os que mais influenciaram o crescimento de empregos formais, com carteira assinada, na região Norte durante o mês de março deste ano. Com 686 novos postos de trabalho, o mercado de trabalho paraense registrou acréscimo de 0,09% em relação a fevereiro, com segunda colocação da região em geração de postos de trabalho, atrás apenas do Amazonas, com 1.321 novos postos.

A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte fez com que a indústria da Construção Civil ficasse na liderança do ranking dos setores que mais influenciam na geração de emprego, especialmente no município de Altamira, região do xingu paraense, a 1000 quilômetros de Belém. Esses números se encontram disponíveis no Boletim do Mercado de Trabalho Paraense, organizado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), baseado nas estatísticas sobre o desempenho do emprego celetista, com registro em carteira, baseado em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

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Norte Energia entrega 28 veículos em reunião do PDRS Xingu.


 

Na reunião do mês de maio, a Norte Energia fez entregas voltadas para a saúde e produção.
(Fotos: Regina Santos)

Automóveis, micro-ônibus, caminhões e motocicletas, além de ambulâncias e odontomóveis. Estes foram os veículos entregues nesta quarta-feira (08/05), durante reunião do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX). Os 28 veículos custeados pela Norte Energia atenderão algumas prefeituras e associações da região sudeste do Pará. Mais de R$ 2 milhões foram entregues em equipamentos. Leia mais…



Indígenas desocupam instalações do Sítio Belo Monte


 

A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que, por volta das 19h40m da quinta-feira (09/05), 83 indígenas, sendo 77 da etnia Munduruku, da região de Itaituba, no Sudoeste do Pará, deixaram as instalações do Sítio Belo Monte em ônibus disponibilizados pela Empresa para levá-los de volta as suas terras na região do Tapajós, a 800 km de Altamira.

A invasão dos indígenas da região do Tapajós durou uma semana, tendo sido iniciada na manhã de 02/05, quando os indígenas adentraram a portaria do sítio Belo Monte, chegando, inclusive, a confiscar veículos de trabalho da Empresa. Durante todo o período da ocupação, foram fornecidas refeições e assistência de saúde por parte da Empresa. Do total de 83 indígenas, 6 eram ribeirinhos e 40 eram mulheres e crianças.

A saída ocorreu por decisão judicial de reintegração de posse do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1). A permanência e a hospedagem dos indígenas em Altamira, neste momento, não são de responsabilidade da Norte Energia. Os ônibus fretados estão disponibilizados aos indígenas para seguir viagem para Itaituba.

A Norte Energia reafirma que agiu dentro da legislação vigente e usará sempre instrumentos legais e de segurança para manter a integridade física dos seus trabalhadores e das instalações da Usina Hidrelétrica Belo Monte, principalmente por ter tido, nesta invasão, uma de suas instalações usada para um protesto que não guarda relação direta com a usina em construção no rio Xingu.



Norte Energia melhora educação para alunos da comunidade da Ressaca em Senador José Porfírio.


 

Conforto oferecido pela nova escola resulta em qualidade na educação e estímulo para cerca de 150 alunos.

Antes da construção da escola, os alunos assistiam aula num barracão improvisado. O conforto era quase nenhum e as dificuldades para ministrar ou assistir aulas comprometia seriamente a capacidade de aprendizado dos estudantes. Com a reforma, a estrutura passou a ser toda em alvenaria. Foram construídos banheiros, refeitório, duas novas salas, cozinha e uma área de lazer. Qualidade e conforto que superam até mesmo as dificuldades naturais do caminho que leva até a escola. Leia mais…


08/05/2013 - Questão Indígena

Os índios e a realidade


 

Arroubos ambientalistas precisam ser contrapostos à realidade, confrontados com a verdade.
O ambientalismo barulhento pode soar agradável aos ouvidos e sentimentos de quem não tenha um pingo de discernimento para separar o discurso verdadeiro do espetaculoso, demagógico, que pode ser até bonito, mas não é real. Temos agora, pela enésima vez, o canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte, na região do Xingu, ocupado por índios de várias etnias. Os índios chegaram sozinhos ao local? É claro que não. Chegaram acompanhados de intrépidos, intimoratos, destemidos defensores da natureza.

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Medicilândia recebe ambulância doada pela Norte Energia


 

Veículo vai garantir transporte com qualidade e segurança para quem precisar de atendimento médico. (Foto: Dívani Brito)

 

O socorro médico às comunidades carentes da cidade de Medicilândia, a 90 quilômetros de Altamira, recebeu um importante reforço. A ambulância doada pela Norte Energia, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, vai beneficiar cerca de 4 mil pessoas. O veículos vai reduzir a espera por atendimento médico especializado em cidades mais distantes. Financiada pelo Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-X), a ambulância entregue no final de abril é parte dos investimentos aprovados em 2012 para a cidade.

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Governo federal supervisiona condicionantes da obra


 

Para que a Usina Hidrelétrica de Belo Monte fosse construída, foi definida uma série de condicionantes que deve ser realizada para compensar impactos sociais, ambientais e econômicos na região impactada pela obra. A TV PAC foi até Altamira, no Pará, checar algumas condicionantes concluídas, como escolas, postos de saúde, moradias, e a entrega do sistema de transposição de embarcações, criado para não atrapalhar a produtividade dos trabalhadores que dependem do curso do rio Xingu para manter sua renda.

Fonte: BrasilPAC

 


02/05/2013 - Setor Energético

Consumo sobe 2,5% no primeiro trimestre


 

Apenas no mês de março, o consumo residencial aumentou 0,9%, e o do comércio, 1,4%, enquanto o industrial caiu 3%.

Desempenho foi puxado pelas residências e pelo comércio, enquanto a indústria puxou a média para baixo.

O consumo nacional de energia elétrica no país chegou a 114,6 mil gigawatts-hora (GWh) no primeiro trimestre de 2013, o que corresponde a um crescimento de 2,5% na comparação com igual período do ano passado, de acordo com as informações divulgadas nesta quinta-feira (25/4) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

O consumo residencial teve incremento de 6,6% no período, por conta do aumento de equipamentos eletrodomésticos nos domicílios, e de seu maior uso.

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