Em um ramo dominado pelas mais diferentes áreas da engenharia, a pós-doutora em energia, Virginia Parente, faz parte de uma minoria de economistas especializados e com atuação no setor. Aos 51 anos, a professora do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo ocupa hoje uma das duas cadeiras reservadas a conselheiros independentes da Eletrobras. Em sua primeira entrevista como membro do conselho, Virginia faz a defesa da usina hidrelétrica de Belo Monte e do uso da Amazônia para gerar energia.
Ela critica a atuação de ambientalistas internacionais focada na preservação da Amazônia, mas conivente com o crescente uso do petróleo do mundo. Defende a criação de um comitê com status de Copom (Comitê de Política Monetária) para definir aproveitamentos hidrelétricos e de transmissão, para que licenciamentos ambientais sejam uma questão de governo. A conselheira revela que não existe preconceito na Eletrobras em relação a uma possível privatização das distribuidoras da empresa e defende a atual administração que, segundo ela, está preocupada em dar retorno econômico a seus acionistas.
Compartilhe:
A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção, operação e manutenção da Usina Hidrelétrica Belo Monte (UHE Belo Monte), vem esclarecer sobre a Declaração de Utilidade Pública (DUP), emitida no final de dezembro de 2011 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Diferentemente do que tem sido disseminado por entidades contrárias ao empreendimento, a resolução autorizativa ANEEL nº 3.293, de 20 de dezembro de 2011, não representa desapropriação indiscriminada de terras na região do Rio Xingu. Na verdade, a deliberação da ANEEL é importante instrumento, que beneficia o empreendedor ao mesmo tempo em que protege as comunidades locais.
Compartilhe:

A BBC News Magazine, de Londres, divulgou nesta semana um programa de TV com o jornalista Justin Rowlatt, mostrando vitórias do Brasil na guerra contra o desmatamento e, com isso, salvando a Amazônia.

Leia abaixo a tradução livre e não revisada da matéria disponível apenas em inglês no site da BBC. Clique aqui para acessar o texto original. No link, você também poderá assistir a três vídeos. Um deles mostra John Carter, da ONG Aliança da Terra, explicando como os Xavantes estão sendo treinados para combater incêndios na sua terra ancestral. Em outro vídeo, saiba porque ecologistas estão “incendiando” a Amazônia. Também confira imagens de tartarugas de rio amazônico, saindo da incubação e pondo a cabeça para fora de seu “berçário”.
Compartilhe:
Os agentes do setor elétrico vão colocar a volta da construção de hidrelétricas com reservatório no topo da lista dos principais desafios para os próximos anos. Mas não é só. Na pauta de metas, estão objetivos como achar um equilíbrio entre desenvolvimento de novos empreendimentos de geração e questões socioambientais e persuadir a sociedade sobre a importância de continuar com as termelétricas como forma de manter a segurança do sistema.
O novo coordenador do Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico (FMASE), Marcelo Moraes, que assumiu o cargo em dezembro, diz que o setor não se omitirá de nenhum tema e ainda garante participação em todas as discussões pertinentes.
Após substituir Luiz Fernando Vianna, presidente da Associação dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), no comando do FMASE, Moraes conversou sobre essas e outras questões e descreveu como é estar a frente de um órgão que atualmente representa 18 entidades do setor elétrico brasileiro. Marcelo também falou sobre o fraco desempenho das hidrelétricas no último leilão A-5, realizado no dia 20 de dezembro.
Compartilhe:
O Portal Vermelho, site oficial do PCdoB, incluiu hoje (5) em sua TV online o vídeo O Ser Humano e o Progresso, produzido pela Norte Energia, sobre a construção da Usina Belo Monte no Rio Xingu. O vídeo é apresentado como ferramenta para conhece melhor a situação de moradores de Altamira e das comunidades indígenas da região de influência do empreendimento. Não deixe de conferir!
Compartilhe:
A preocupação das Organizações Não Governamentais (ONGs) norte americanas com os indígenas brasileiros, despertada pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, é tema do “Blog do Mello”. Para Antonio Mello, autor do blog que recebeu dois prêmios do iBest como um dos melhores 10 blogs na categoria Política, a razão central para a investida estadunidense contra o projeto não é a proteção dos nativos brasileiros, mas sim o fato do Brasil assegurar uma matriz energética limpa, renovável e genuinamente nacional.
Mello lembra que os Estados Unidos não pouparam seus próprios indígenas e deflagraram uma política de extermínio para facilitar a colonização do Oeste americano, no século XIX. O que não é, nem de perto, o caso de Belo Monte.
Ilustra a matéria uma entrevista concedida pelo indigenista Orlando Villas Boas (1914-2002) e postada no Youtube. Veja:
Compartilhe:
As principais caracteríticas da Usina Hidrelétrica Belo Monte foram apresentadas na edição de dezembro da revista Constructivo, editada no Peru. A partir de contatos com executivos da Norte Energia, empresa responsável pelo empreendimento, a reportagem aborda desde aspectos de engenharia até as questões socioambientais referentes ao projeto. Temas como a proteção aos indígenas, o desenvolvimento econômico e social que a região viverá nos próximos anos e o cronograma de obras da terceira maior usina hidrelétrica do mundo despertaram o interesse do país vizinho.
Compartilhe:
Professores do Grupo de Estudos do Setor Elétrico do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel-UFRJ) voltaram a argumentar em favor da construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, por meio de artigo publicado hoje (3) no jornal Valor Econômico.
Nivalde de Castro, Guilherme Dantas e André Luis da Silva Leite apontam, primeiro, que a construção de Belo Monte faz parte da estratégia brasileira de manter sua matriz elétrica entre as mais sustentáveis e competitivas do planeta. “O Ministério de Minas e Energia (MME) adota política de exploração de fontes renováveis, buscando criar sinergia operacional, mas priorizando a fonte em que temos mais experiência, maior abundância e menor custo: a hidreletricidade”, diz o texto.
As críticas ao projeto, principalmente no campo ambiental e no social, também são abordadas. “Todas as grandes hidrelétricas em construção, como Santo Antônio, Jirau, Teles Pires e mesmo Belo Monte, estão respeitando a Constituição de 1988 e a legislação ambiental”, destacam os autores do artigo.
Um dado importante é que essa legislação obriga a aplicação de mais de 10% do custo total das obras em ações que mitiguem os impactos na flora e fauna e invistam nos sistemas de saúde, educação, saneamento locais, buscando melhorar a qualidade de vida das populações de índios, ribeirinhos e citadinos afetados pelas usinas. Tal obrigação está sendo cumprida em Belo Monte.
Compartilhe:
0