A Norte Energia S. A. informa que já investiu R$ 50 milhões em ações socioambientais na área de influência do projeto da Usina Hidrelétrica Belo Monte (UHE Belo Monte), de um total contratado de R$ 102 milhões.
Mais de 50 obras de responsabilidade da Norte Energia estão em andamento na região do Rio Xingu, em atendimento às condicionantes socioambientais na área de influência da UHE Belo Monte. As ações ocorrem em Altamira, Anapu (Belo Monte do Pontal) e Vitória do Xingu e ainda no acampamento da Norte Energia, próximo ao local onde será construída a usina.
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O Sistema Eletrobras está empenhado em desenvolver processos de gestão de negócios que resultem em eficiência energética e, consequentemente, aumento da oferta de energia no Brasil. Entre as ações previstas está a atuação de uma força-tarefa para propor e acompanhar a implementação de projetos de eficiência energética em unidades da estatal, desde a geração até a distribuição de eletricidade.
Segundo reportagem publicada na edição mais recente da revista Corrente Contínua, o trabalho da força-tarefa para a busca da eficiência energética chegou à Usina Hidrelétrica de Tucuruí, desenvolvido em parceria pelas superintendências de Engenharia de Geração, de Engenharia de Manutenção da Transmissão e de Produção Hidráulica da Eletrobras Eletronorte. As ações deverão balizar o trabalho nas outras unidades da empresa, que é sócia na construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte.
Leia reportagem completa clicando na imagem:
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Relatórios atualizados apontam o andamento de mais de 50 obras, desde o final de março, referentes às condicionantes socioambientais a serem realizadas pela Norte Energia. As ações ocorrem em Altamira, Anapu e Vitória Xingu e ainda no acampamento da Norte Energia, próximo às obras da Usina Belo Monte. Também haverá obras nos outros oito municípios que estão na área de influência da usina e que integram o Consórcio Belo Monte, com sede em Altamira. Os municípios são: Senador José Porfírio, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas, Porto de Moz, Gurupá e Pacajá. Juntos, os 11 municípios do Consórcio Belo Monte têm uma população de 360 mil habitantes conforme censo IBGE.
Em Altamira, há 14 escolas em processo de reforma ou ampliação, além de obras em três postos de saúde e no hospital municipal. O projeto de construção de um aterro sanitário também está presente no relatório. Em Anapu, são oito ações, entre reformas e ampliação de escolas e postos de saúde, além da construção de poços artesianos e de redes de energia e de água, entre outras. O município de Vitória do Xingu concentra o maior número dessas ações. São 40 projetos nas áreas de educação, saneamento, saúde e esporte. O levantamento traz ainda evoluções na construção da base de resgate de plantas e animais no acampamento da Norte Energia.
Clique no nome do município para saber o estágio em que as obras se encontram:
- Obras Emergenciais – Altamira
– Obras Emergenciais – Anapu
– Obras Emergenciais – Base de Resgate
– Obras Emergenciais – Vitória do Xingu
– Relatório Fotográfico – Altamira
– Relatório Fotográfico – Anapu
– Relatório Fotográfico – Base de Resgate
– Relatório Fotográfico – Vitória do Xingu
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Maior município do mundo e uma das principais bases de fornecimento para as obra da Usina Belo Monte, Altamira (PA) já sente efeitos positivos da chegada do empreendimento à região. A economia tem sido aquecida pela chegada de empresas e profissionais voltados para a obra. Em entrevista ao Blog Belo Monte, a atual prefeita da cidade, Odileida Sampaio, também aponta a expectativa de melhoria na qualidade de vida da população com a execução das condicionantes socioambientais estabelecidas para a Norte Energia e pelo acompanhamento do governo federal.
Na economia, já é possível observar crescimento. Hotéis e pousadas têm registrado aumento na demanda, novas empresas de diversos segmentos já chegaram à cidade e as seleções de trabalhadores de própria Altamira já começaram. “É mais uma razão para agilizar as ações socioambientais”, salienta.
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Artigo de Delfim Netto
Revista Carta Capital, edição 05/05/2011
A mudança no comando da administração do Ibama parece indicar o desejo do governo Dilma de eliminar algumas etapas visivelmente dispensáveis na tramitação dos processos de licenciamento ambiental de obras civis de engenharia necessárias para melhorar a qualidade de vida de milhões de brasileiros. Vários desses projetos estão sob monitoramento do PAC, ameaçados de desaceleração por conta de exigências que apenas remotamente têm a ver com a proteção ao meio natural. A nova direção assumiu e compromisso de desburocratizar os procedimentos nas análises dos processos de licenciamento.
Nada mais urgente do que “limpar as gavetas” (ou arquivos de computador) que no fim de dezembro passado mantinham inconclusos 117 processos de licenciamento de hidrelétricas e 161 de linhas de transmissão e mais 581 pedidos de licença para o início de obras só no setor dos transportes, área em que estão os grandes estrangulamentos logísticos que retardam o desenvolvimento da economia.
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Na mesa: Os conselheiros da Norte Energia Valter Cardeal (Eletrobras) e Adhemar Palocci (Eletronorte), representantes dos governos federal, do estado do Pará e dos municípios, da construtora Andrade Gutierrez e o diretor da área Socioambiental da NESA, Antônio Coimbra.
O Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental da Transamazônica e Xingu (FORT Xingu) comemorou dois anos com um jantar de confraternização realizado em Altamira na quarta-feira, dia 04 de maio. A missão da entidade é promover a discussão de alternativas para levar o desenvolvimento à região abrangida pelo Rio Xingu, no Pará. A capacidade de mobilização dos movimentos de bairro e igrejas, grupos empresariais e sindicatos rurais, entre outras entidades, tem garantido a inclusão das demandas da população local no Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) da Usina Hidrelétrica Belo Monte e o acompanhamento permanente das ações que envolvem o empreendimento.
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A compensação financeira pela utilização de recursos hídricos para geração de energia elétrica a municípios, estados e União totalizou R$ 167,4 milhões em abril de 2011 e R$ 646,8 milhões no acumulado do ano (janeiro a abril), segundo dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Energia Eletrica (Aneel).
Apenas em abril, 663 municípios de 21 estados e o Distrito Federal e a União receberam R$ 138,1 milhões a título de Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH), enquanto a transferência de R$ 29,3 milhões de royalties (compensação financeira devida pela Usina de Itaipu) chegou a 341 municípios de cinco estados e do Distrito Federal e à União. Nos primeiros quatro meses do ano, os municípios receberam R$ 522,1 milhões por CFURH e R$ 124,7 milhões em royalties.
A Usina Belo Monte é um projeto discutidos há décadas. Se já estivesse em operação, o empreendimento teria resultado em compensação financeira de R$ 65.313.520,00, para os municípios, e de R$ 65.313.520,00, para os estados.
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A Norte Energia participou na última segunda-feira, dia 2 de maio, de uma mesa-redonda organizada pela Universidade Federal do Pará (UFPA) sobre a Usina Belo Monte. Em reportagem do SBT local sobre o evento, o representante da empresa responsável pela obra, Ronaldo Crusco, fala sobre a importância da iniciativa, destacando a necessidade de debater com os cidadãos paraenses o processo de implantação da obra.
Em seguida, outra matéria do SBT mostra as obras da base de resgate da fauna encontrada na área de construção de Belo Monte. O gerente de Gestão Ambiental da empresa, Antônio Neto, disse que o espaço será usado para receber animais, durante a obra, que tenham necessidade de atendimento especializado antes de voltarem ao habitat natural.
Veja as reportagens abaixo:
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O Estado do Pará está entre as 18 Unidades da Federação declaradas em estado de emergência pelo Ministério do Meio Ambiente e que receberão brigadas de prevenção e combate aos incêndios florestais em 2011. Estes estados são os que mais sofrem com queimadas naturais, e também provocadas, no período de estiagem, que começa em maio. Ao todo, serão enviados reforços do Ibama para 107 municípios em todo o país.
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Fonte: G1 com BBC Brasil
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, afirmou que é provável que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) revise sua decisão sobre Belo Monte, alterando a solicitação feita ao governo brasileiro no início de abril para que paralise as obras no Rio Xingu.
“Como vai revisar eu não posso dizer, porque não estou autorizado. Espero que o faça, sinceramente”, disse em entrevista à BBC Brasil. “Acho que quando falamos de algo com a envergadura de Belo Monte, as coisas provavelmente teriam que ser vistas e conversadas com muito mais calma”.
Em visita ao Rio para o Fórum Econômico Mundial da América Latina, encerrado na última sexta-feira, Insulza ressaltou que a solicitação para interromper o processo de licitação e as obras de Belo Monte partiu da CIDH, órgão “completamente autônomo” da OEA.
Insulza disse ainda acreditar numa integração econômica plena na América do Sul, mas acredita que o movimento esteja basicamente nas mãos do Brasil, a quem caberia fazer “uma convocação conjunta” aos países da região.
Leia em reportagem da BBC Brasil os principais trechos da entrevista.
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