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Gente do Xingu
Família 2.000 no Água Azul
Gente do Xingu
Postado em 29.01.2015

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O acesso é difícil no terreno com mato e alagado pelo igarapé Ambé, cheio com as chuvas de janeiro. Aos fundos de uma ruína está a casa de Bárbara Joana da Conceição, de 64 anos. A casa da idosa é de tijolos ao lado da casa do filho Ricardo Henrique da Conceição Góes, de 31 anos. Ele abandonou o casebre de madeira para se abrigar  com a mãe por medo das tempestades que castigam a cidade nessa época. “Por ele, faço tudo”, ela diz, generosa. Os dias de temor e insalubridade estão contados: Bárbara é a moradora número 2.000 dos novos bairros que estão sendo construídos pela Norte Energia em Altamira.

Bárbara e Ricardo agora são moradores do bairro Água Azul. Ela não esconde o contentamento: continuarão sendo vizinhos, lado a lado, porém em duas casas novas, seguras e confortáveis. Antes de deixar a antiga moradia, ela fala com certa tristeza sobre a realidade enfrentada diariamente por nove anos no bairro São Domingos: “a gente vive aqui porque é o jeito. Tudo foi construído com esforço. Não dava pra largar assim e sair simplesmente”. Ela chegou ao local junto com a “invasão” do terreno, viu as palafitas serem erguidas uma a uma às margens do igarapé.

Ricardo está esperançoso e a conversa da mãe o faz recordar quando chegou ao São Domingos: “eu morava de aluguel, sou autônomo e tudo é mais complicado. Minha mãe veio para cá e era muito perigoso. Decidi fazer companhia pra ela e aproveitei para construir uma casinha para minha família. Estou aqui faz quase oito anos”.

“Sofremos muito no inverno. Meu esposo já teve que carregar nossos filhos nos ombros pra irem pra escola. Imagina a água nos joelhos e o tanto de cobras e insetos para enfrentar”, acrescenta Jádna Estevam, mulher de Ricardo. “Sei que tudo vai ser melhor, meus filhos vão crescer em um lugar seguro”, prevê ela.

Bárbara, Ricardo e Jádna sentiram um grande alívio com o aviso de que mudariam para o Água Azul. Jádna está contava os dias para sair: “a gente se acostuma com tudo, mesmo quando a vida não é boa, mas agora na casa nova eu vou ficar muito mais feliz”. As duas casas de número 88 e 89 no novo bairro têm 63 metros quadrados, em área de 300 metros quadrados, com sala e cozinha conjugada, três quartos, sendo uma suíte, e banheiro social. O novo bairro conta com infraestrutura urbana completa, como energia elétrica, iluminação pública, rede de abastecimento de água e esgoto, pavimentação asfáltica e calçamento e áreas de lazer.

 Nova casa no novo bairro Água Azul: fim do medo das chuvas do inverno amazônico. (Crédito: Evair Almeida/Norte Energia.)

Nova casa no novo bairro Água Azul: fim do medo das chuvas do inverno amazônico. (Crédito: Evair Almeida/Norte Energia.)

  • Comunidades rurais e ribeirinha de Medicilândia, Pacajá e Porto de Moz ganharam Posto de Saúde com capacidade de atendimento em vários setores.O líder comunitário Antônio Alves, mais conhecido como “Antônio do Poço”, conta que já percorreu mais de 40 quilômetros de moto com criança no colo para chegar à beira de estrada em busca de ajuda. Ali, esperava pela boa vontade de motoristas e caminhoneiros para seguir mais 30 quilômetros pela Transamazônica até o hospital mais próximo, na área urbana do município de Pacajá. “Essa é a vida que ‘nós’ levava aqui, moço. Mas se Deus quiser vai ser melhor daqui pra frente”. A esperança de seu Antônio foi renovada com a entrega do Posto de Saúde da Comunidade Moça Bonita, obra concluída e repassada para a prefeitura de Pacajá pela Norte Energia, empresa responsável pela implantação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, na terça, 11/12. “A escolha por esse local foi pela dificuldade de locomoção que essa gente enfrente em tempos de chuva. A Norte Energia está de parabéns porque a gente sabe que não é fácil fazer uma obra dessa qualidade aqui onde ela foi feita”, reconheceu o prefeito de Pacajá, padre Edmir José da Silva. A comunidade local compareceu em grande número para conhecer a obra entregue em Moça Bonita. Dona Tereza Mendes, 68, mora bem em frente ao novo posto. Olhava de longe para o prédio quando confessou para a nossa equipe. “Menino, eu tô admirada, viu!. Achei que ia morrer e não ia chegar o dia de ‘nós’ ser olhado aqui”, confessou, sorrindo. O elevado índice de malária em Pacajá também reforça a importância da obra entregue em Moça Bonita pela Norte Energia. O local conta com uma sala de imunização para agir na prevenção das doenças infectocontagiosas e medicamentos para evitar o deslocamentoaté o centro da cidade, em caso de infecção.. Pelo acordo firmado com a Norte Energia, cabe à administração municipal equipar e lotar servidores para iniciar as atividades do Posto. Medicilândia e Porto de Moz – O mesmo modelo de Posto de Saúde foi entregue na agrovila Jorge Boemi da Silva, a 20 quilômetros da área urbana de Medicilândia, na rodovia Transamazônica; e na comunidade ribeirinha Pedreira, no município de Porto de Moz, às margens do rio Xingu. Esse tipo de obra permite o atendimento de até 4 mil usuários por mês nas áreas de pré-natal, planejamento familiar, vacinação, odontologia, farmácia básica, vigilância alimentar e prevenção a doenças como tuberculose, dengue e malária, com alto índice de incidência na região. Em Medicilândia, a parteira aposentada Luiza Pereira esperou quase 30 anos pela construção da Unidade de Saúde na Agrovila Jorge Boemi da Silva. Ela e outros moradores comemoraram a obra entregue pela Norte Energia relembrando uma rotina difícil que tem tudo para fazer parte do passado, a partir de agora. “Entrar nesse prédio é realizar o sonho de uma vida. É saber que a minha comunidade, o lugar onde eu moro, agora tem onde se consultar sem precisar caminhar no lombo de animais em estrada de chão”, desabafou Valdivino Rodrigues, morador da comunidade. Situado na margem direita do Xingu, Porto de Moz é um típico município ribeirinho. O acesso até a cidade é feito somente de barco ou avião. A construção do Posto pela Norte Energia favorece moradores como Vanderson Gonçalves, 23, que vive com a família bem ao lado do novo prédio. “A gente demorava quatro horas de barco até a sede do município pra conseguir atendimento médico. Agora, com esse posto, a gente espera que realmente que as coisas mudem e os benefícios venham”. PDRS-X – As obras entregues nesses três municípios estão previstas no Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-X), que prevê uma série de obras e projetos nas áreas de saúde, educação e responsabilidade sócio-ambiental em todos os onze municípios localizados na área de influência da barragem. Prova clara de que Belo Monte age, sobretudo, como acelerador de desenvolvimento para toda a região da Transamazônica e Xingu.
  • Grupo de 30 trabalhadores também se organiza para aproveitar os benefícios do novo aterro sanitário, que será entregue em seis meses.“Não tem muita coisa pra dizer numa hora dessas. A gente fica mesmo é emocionado”. As palavras simples, mas sinceras, são do catador Edvan Souza, um dos 30 trabalhadores que começam a mudar de vida com o novo modelo de triagem de entulhos e resíduos sólidos implementado pela Norte Energia S/A, empresa responsável pela implantação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Lixão de Altamira. O Galpão entregue nessa segunda, 10/12, acaba com a exposição ao sol durante o trabalho de triagem dos resíduos e melhora as condições de higiene e logística dos catadores. O local é equipado com banheiro, pia e espaços para estocagem temporária de material. “Nosso respeito para com essas pessoas vem justamente em obras como essas, que parecem simples para muita gente, mas que na verdade ajuda na renda e autoestima desses trabalhadores”, declarou o diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João Pimentel. A prefeita de Altamira, Odileida Sampaio, também presente ao evento, ressaltou, mais uma vez, os benefícios recebidos pela cidade a partir da parceria com a Norte Energia. As iniciativas para resolver o problema do lixo na cidade, por exemplo, estão entre as ações mais importantes previstas no PBA, o Plano Básico Ambiental - documento que determina uma série de ações voltadas para o desenvolvimento de toda a região da Transamazônica e Xingu. “Graças à parceria com a Norte Energia estamos resolvendo um problema que já gerou para a cidade mais de dez milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama por conta do armazenamento do lixo a céu aberto. Está de parabéns a Norte Energia, está de parabéns a Prefeitura (de Altamira), mas o grande vencedor com esse projeto é, sem dúvida, o povo dessa cidade, que ganha em saúde e higiene”, definiu Odileida Sampaio. Desmistificação – A entrega do Galpão de triagem e os trabalhos de cobertura do lixo despejado a céu aberto reiteram as ações de urbanização previstas para a área do antigo Lixão de Altamira. Depois de devidamente coberto, o local será ocupado por espaços de lazer e entretenimento projetados pela prefeitura. Nada, porém, que remeta à construção de qualquer tipo de moradia. “Reforçamos que não há qualquer projeto de construção de casas nessa área. Não é nossa intenção, e a prefeitura sabe disso, construir moradias aqui (na antiga área do Lixão). Qualquer comentário nesse sentido não passa de pura especulação”, reforçou João Pimentel, da Norte Energia S/A. O trabalho de cobertura do antigo lixão está no terceiro de nove meses previstos para a conclusão da obra. O projeto conta com a instalação de um sistema interno de tubulação e poços para evitar que o gás metano produzido pelo chorume submerso ofereça qualquer risco para a região. “A gente vê que é um trabalho de responsabilidade e pelo qual esperamos por muito tempo. É gratificante saber que finalmente essa obra saiu do papel. Eu, particularmente, estou muito feliz”, declarou Jandeci Cardoso, membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Altamira.
  • Ação prevista no PBA beneficia um total de 16 mil pessoas nas zonas urbana e rural do municípioA rotina da agricultora Natalina Batista de Freitas, 62 anos, por muito tempo, foi de caminhar quatro quilômetros para buscar água ou coletá-la durante as chuvas. Ela e o marido improvisavam garrafas de refrigerante e sacos plásticos para garantir a lavagem de louças, água para os animais, banho e higiene pessoal. O sofrimento dela e de outras 29 famílias da comunidade Santa Luzia Camurim chegou ao fim com o sistema de abastecimento de água implantado pela Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte.Distante 46 quilômetros da área urbana de Brasil Novo, a vila recebeu um poço profundo, a instalação de bomba e reservatório e o abastecimento na torneira em todas as casas da comunidade. “Depois do poço melhorou muito e o problema de falta d’água, pra nós, acabou”, falou meio que atropelando a fala do marido, também satisfeito, que estava ao lado. O novo sistema de abastecimento de água em Camurim troca um histórico de sofrimento que desde março de 2012, quando o projeto começou a funcionar, faz parte apenas do passado. Dona Natalina ainda lembra, por exemplo, o sacrifício que era lavar uma bacia de roupas. “Eram quase cinco quilômetros pra lavar roupa. Quando a gente vinha de lá, a roupa já ‘tava’ praticamente enxuta”, relembra, sorrindo. No quintal da família, a lembrança dos tempos difíceis é sustentada apenas pelas quase quatro mil garrafas pets, hoje, amontoadas e sem uso depois que a água apareceu na torneira. A chegada da água no cano representa também mais renda para quem vive da agricultura, em Camurim. O agricultor Manoel Francisco da Silva, 59; e a esposa Rita, 52; são provas desse benefício. A chegada da água aumentou a produção de farinha de mandioca. “Sem água ninguém mexia (na roça). A gente precisava de animais pra carregar o balde com água. Agora, a água “taí”, na porta”, comemora Manoel. Dona Fátima é outro exemplo de como a água encanada - e de qualidade - reascendeu a vida em Camurim. Na porta do pequeno comércio que possui, ela segura o copo vazio ao mesmo tempo que conversa com nossa equipe. É o tempo todo matando a sede da molecada que corre desenfreada no campinho de futebol bem em frente. A garrafa com água gelada fica em cima do balcão. Pra lá corre feliz a garotada toda vez que a brincadeira termina. “Depois de brincarem, eles vêm aqui matar a sede. Sabem que agora tem água pra todo mundo”, comentou, feliz, a comerciante. Água e saúde- Previsto no Projeto Básico Ambiental (PBA), documento que determina as ações compensatórias pela construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, o abastecimento de água na região estende-se a pelos menos outros 16 mil moradores das zonas urbana e rural de Brasil Novo, município distante 45 quilômetros de Altamira. O trabalho inclui a escavação de poços, instalação de bombas, recuperação e implantação de caixas d’água e a distribuição de rede de canos pela cidade. Um investimento que garante tranquilidade, bem estar e, principalmente, mais saúde para os moradores do município.
  • Grupo constatou de perto informações repassadas pela Norte Energia S.A. sobre o projetoIntegrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Altamira (Comam) participaram de uma visita monitorada a dois canteiros da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Oeste do Pará. O grupo foi acompanhado por técnicos da Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da usina. A visita, realizada no sábado (1/12), atendeu solicitação feita pelo Comam para checar informações repassadas pela Norte Energia sobre o empreendimento. “Acompanhar as obras é a garantia de saber que muita coisa que se fala lá fora (sobre o empreendimento) não é verdade”, resumiu Janilde Cardoso, suplente no Conselho e integrante do grupo que visitou as obras. Entre outras coisas, os integrantes do Comam elogiaram a qualidade da refeição oferecida nos canteiros da obra. A constatação foi feita no sítio Belo Monte, onde o grupo fez parada para o almoço. A visita também contou com passagens pela área de escavação de rochas, onde será instalada a casa de força principal da hidrelétrica e pelo sítio Canais e Diques. “Estamos comprovando a veracidade das informações repassadas sobre essa grande obra e esclarecendo dúvidas sobre o projeto. Isso é excelente para a população”, definiu Zelma Costa, presidente do Comam e Secretária Municipal de Meio Ambiente de Altamira. Esclarecimento - Antes de seguirem para os canteiros e para entender o andamento das obras e a estrutura do projeto, os integrantes do Comam participaram de palestras no auditório do Espaço Cultural Norte Energia. Antônio Neto, Gerente do Meio Ambiente da Norte Energia, apresentou programas de conservação e educação ambiental, previstos no Projeto Básico Ambiental (PBA), documento que remete às ações compensatórias desenvolvidas pela empresa na região da Transamazônica e do Xingu.
  • Belo Monte recebe elogios por avanços nas negociações com trabalhadoresO avanço nas negociações salariais entre os trabalhadores e o Consórcio responsável pela construção de Belo Monte recebeu elogios do responsável pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado do Pará (Sintrapav – PA), Eduardo Armond, durante reunião na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados . Ele informou que “As negociações com Belo Monte tiveram muitos avanços, isso não podemos negar” afirmou Armond. O encontro reuniu, na terça-feira (04/12) em Audiência Pública realizada na Câmara dos Deputados, os engenheiros responsáveis pelas obras em Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, sindicalistas e técnicos do setor para uma rodada de conversas sobre as condições de trabalhos nos canteiros de obras. O diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João dos Reis Pimentel, foi um dos convidados a falar sobre as condições de trabalho nas Hidrelétricas durante a audiência, presidida pelo deputado federal Sebastião Bala Rocha (PDT/AP). João Pimentel destacou que Belo Monte é o maior projeto elétrico do Brasil e é diferente de Jirau e Santo Antônio. “São quatro canteiros distintos e um projeto 100% nacional, que empregará no pico da obra cerca de 23 mil pessoas. Por isso temos o maior empenho na implantação do acordo tripartite, desde o primeiro momento. Todas as empresas que trabalham conosco, e não somente as que constroem a usina, têm de ter uma cláusula de aderência a esse acordo, que envolve governo federal, centrais sindicais e construtoras” – disse ele. Para o diretor de Relações Institucionais do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), Henrique Di Lello, há desafios que em relação à logística em Belo Monte. Ele citou como exemplo a própria concepção da usina, os acessos entre as vilas residenciais e acampamentos, a mão de obra efetiva. Mas ressaltou que um dos caminhos para superar estes desafios é o programa “Capacitar para Crescer”,de treinamento e qualificação de trabalhadores. Di Lello citou também o as rodadas de negócios desenvolvidas em parceria com a Norte Energia para desenvolver e estimular fornecedores e o empresariado da região. Na mesma linha de incentivo à produção e ao desenvolvimento, Valter Cardeal, diretor de Geração da Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras) e presidente do Conselho de Administração da Norte Energia, enfatizou que, por causa de Belo Monte, várias fábricas foram construídas em todo o país e que são gerados empregos, inclusive os de alta tecnologia. “Belo Monte traz desenvolvimento para a região”, ressaltou. Como exemplo citou a redução dos casos de malária em 35% nos municípios da área de influência de Belo Monte, onde a malária é endêmica. Criticou os recentes tumultos registrados nos canteiros de obras de hidrelétricas, informando que esses atos e as depredações são um estrago para o país, ao invés de gerar ganhos para o trabalhador. Finalizou afirmando que o Brasil detém o maior conhecimento de hidroeletricidade no planeta, os nossos rios são perenes e a energia gerada por eles é limpa, renovável, barata e confiável: “Belo Monte está dando exemplo ao mundo”. O deputado Sebastião Bala Rocha destacou que a Audiência Pública é um espaço democrático para a troca de conhecimentos. Disse que já visitou Belo Monte e agora quer conhecer a realidade das outras obras. “Belo Monte é uma obra muito importante para o Brasil, quando visitei o empreendimento percebi que os trabalhadores têm internet e boas instalações nos acampamentos”. Também participaram da Audiência Pública, o diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Celso de Almeida Haddad; o diretor de Relações Institucionais da Santo Antônio Energia, Paulo Damião; o diretor de Relações Institucionais da Energia Sustentável do Brasil, José Lúcio de Arruda Gomes; o diretor Comercial de Energia da Camargo Corrêa S.A, Luiz Carlos Martins; e o representante do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado do Pará (Sintrapav – PA), Eduardo Armond, além dos parlamentares membros da Comissão do Trabalho.











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