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Desenvolvimento Social
APAE Altamira ganha nova sede da Norte Energia
Desenvolvimento Social
Postado em 18.08.2016

 Depois de 21 anos de fundação no município de Altamira, a Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (APAE) terá sede própria para realizar o atendimento pedagógico e terapêutico, desenvolver atividades culturais, esportivas e de lazer para cerca de 230 crianças. A nova “casa” será na antiga sede escritório da Norte Energia, no bairro Jatobá. Nesta quarta-feira, 17 de agosto, a empresa entregou à entidade o prédio construído em área de cerca de 1,3 mil metros quadrados.

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Antônio Lessa, presidente da APAE Altamira Foto: Osvaldo de Lima

“É um presente inesquecível para a APAE de Altamira. Há 18 anos estamos em um galpão de forma improvisada, numa área que não é nossa. Agora poderemos melhorar o atendimento às crianças inclusive com convênios com o governo federal para atendimento clínico, que hoje é feito somente por voluntários”, comenta o presidente da Associação, Antônio Lessa.

Fundada em 25 de março de 1994, a APAE de Altamira é a maior instituição de atendimento integral à pessoa com deficiência intelectual e múltipla na região da Transamazônica e Xingu. A entidade também recebe moradores dos municípios de Anapu, Brasil Novo, Gurupá, Medicilândia, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará, Vitória do Xingu e até de outros estados.

A entidade oferece a crianças e adolescentes com diferentes níveis de deficiência atividades pedagógicas e culturais, além de Fisioterapia, Fonoaudiologia, Odontologia, Equoterapia, Hidroginástica e recreação. Atualmente, os atendimentos são realizados em um prédio cedido pelo clube social Assembleia Altamirense. “O novo prédio é muito bem-vindo e exigirá adequações mínimas para instalar o atendimento e a parte administrativa da APAE Altamira”, destaca Antônio.

 

 

  • O feriado do Dia do Trabalhador contou com uma extensa programação para os mais de 20 mil trabalhadores da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Para festejar a data, cerca de 400 operários participaram da “Mini Maratona do 1° de maio”. Para homens e mulheres que trabalham nos três canteiros de obras do empreendimento também foram oferecidos serviços de saúde, corte de cabelo, show de humor e palestras gratuitas durante o dia todo. O dia iniciou com o clima competitivo e festivo da Mini Maratona, que em seu segundo ano, entrou definitivamente programação alusiva ao 1° de maio. A corrida teve função solidária ao arrecadar um quilo de alimento não perecível de cada inscrito e doar aos desabrigados pelas enchentes do município de Altamira. “Hoje pudemos entreter e estimular o esporte entre os trabalhadores e ajudar quem precisa”, diz o professor de Educação Física, Felipe Nunes, organizador da competição. O vencedor da categoria principal, o pernambucano Hélio Pereira dos Santos, foi aplaudido pelo público e expressou contentamento com o resultado. “É muito bom para a gente ter esses momentos de lazer. Eu me inscrevi pensando em ganhar o 2º lugar, sabia que era meu, mas foi uma surpresa muito boa ser o mais rápido entre os colegas. Todos estão de parabéns por essa festa tão bonita”. Separados por categorias a corrida teve a participação de trabalhadores dos três sítios, e contou com a participação dos militares da Força Nacional e do Exército Brasileiro. Os vencedores ganharam computadores portáteis, tablets e telefones celulares. Foram 12 premiados em quatro categorias, incluindo a feminina, militar e sênior para trabalhadores com mais de 40 anos de idade. A programação foi organizada pelo Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM). No nosso perfil do Facebook, confira o álbum completo da comemoração do Dia do Trabalhador! Abaixo, no pódio, a turma que suou bastante pela conquista (crédito da foto: Norte Energia)
  • “Eu era vendedora de cosméticos, não tinha uma renda fixa. Em 2012, fiz o curso de operadora de escavadeira hidráulica no Capacitar, mas cheguei a pensar que não seria chamada. O convite para trabalhar no CCBM chegou, e fiquei muito feliz. Agora, posso oferecer uma vida melhor e novas oportunidades às minhas duas filhas. Estou há nove meses na obra, e trabalhar em Belo Monte tem sido um desafio. Como mulher, sinto que a cobrança é muito grande, mas com dedicação e jeitinho a gente conquista os nossos sonhos. Quando eu era vendedora, tinha apenas uma bicicleta e não conseguia quitar a minha casa. Hoje, tenho uma moto, quitei a minha casa e, no fim do ano, pretendo comprar um carro. Abracei a oportunidade e só penso em melhorar ainda mais daqui para a frente”.
  • “Casado e com duas filhas, estou há 19 meses no CCBM. Até então, trabalhava em fazendas, como vaqueiro. Com a chegada de Belo Monte à região, percebi que teria uma possibilidade para melhorar de vida. Mesmo sem muito estudo, corri atrás e tirei a carteira de habilitação na raça. Procurei o programa Capacitar e fiz o curso de operador de trator de lâmina. Hoje, sinto orgulho por ter uma profissão. Antes, eu ganhava R$ 700 por mês. Agora, chego a receber R$2.500. Quando pequeno, não tive oportunidade de estudar, mas agora tenho condições de oferecer educação à minha família. Belo Monte está mudando a minha vida”.
  • “Comecei nessa profissão em 1999, na Hidrelétrica de Tucuruí, e a vida de um armador não é nada fácil. Estou trabalhando em Belo Monte há cinco meses, tendo sido contratado por intermédio do Sine (Sistema Nacional de Emprego). Logo após ser entrevistado por um funcionário do CCBM, recebi a boa notícia da contratação. Tenho uma filha para criar, e não poderia deixar passar essa chance. Na minha cidade, as oportunidades de emprego são raras, e por isso preciso muito do trabalho em Belo Monte. Quero realizar o sonho de comprar um carro de som e, futuramente, fazer propaganda com locuções pelas ruas da minha cidade”.
  • Nesta data tão significativa, o blog reúne alguns depoimentos de trabalhadores que fazem parte de uma história grandiosa para o Brasil.   “Meu último emprego foi na Hidrelétrica de Estreito, no Maranhão. Em 2014, vou completar nove anos trabalhando em barragens. Por isso, já me considero um barrageiro. Estou no CCBM desde 2011, e moro em alojamento. Trabalhar aqui tem sido muito bom. Além do salário, sei que essa oportunidade em Belo Monte vai melhorar o meu currículo. Quando terminar minha jornada por aqui, espero seguir para outras grandes obras, até me aposentar”.  











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