Tag: obras

Norte Energia festeja os primeiros 100 mil m³ de concreto em Belo Monte

29 abril 2013

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Operários festejam 100mil m³ de concreto no sítio Belo Monte.

Intenção é manter a mesma média de concreto a cada mês, durante o pico da obra.

 A Norte Energia S/A, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará, comemorou hoje a marca de 100 mil m3 de concreto utilizados na obra. A eficiência e o cumprimento dos prazos nos serviços de concretagem são fundamentais para a montagem dos demais componentes da Casa de Força Principal.

 “Os primeiros cem mil metros (cúbicos de concreto) são sempre os mais difíceis. Uma vez vencida esta etapa, a intenção é manter a mesma marca, mensalmente, durante o pico da obra”, ressaltou Antônio Kelson, diretor de construção da Norte Energia. Até 2019, quando entrará em operação a última das 24 turbinas da Usina Hidrelétrica Belo Monte, serão utilizados 2 milhões e 400 mil m3 de concreto.

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Belo Monte recebe o primeiro componente eletromecânico

18 abril 2013

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Primeira peça de montagem a chegar em Belo Monte / Foto: Regina Santos

Entrega do revestimento do pilar de sucção marca o início da chegada dos equipamentos na Usina Belo Monte

A entrega do revestimento do pilar de sucção da Unidade Geradora 01 (UG 01), da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará, marcou o início da chegada dos equipamentos eletromecânicos no empreendimento. A peça possui formato semelhante ao de um casco de navio e é toda revestida em aço. “A entrega dessa peça no tempo acordado mostra que a obra cumpre rigorosamente o cronograma estabelecido para a construção de Belo Monte. É, sem dúvida, um marco para a obra”, destacou o Diretor de Engenharia e Construção da Norte Energia, Antônio Kelson.

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Trabalhadores retomam as obras em canteiro de Belo Monte

18 outubro 2012

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Como parte das negociações, Norte Energia construirá escolas e postos de saúde para os índios

Após dois dias de audiências de conciliação entre a diretoria da Norte Energia e as comunidades indígenas, pescadores e ribeirinhos, as obras de construção civil no Sítio Pimental, um dos canteiros da Usina Hidrelétrica Belo Monte, voltam ao normal nesta quinta-feira (18). As reuniões da Norte Energia com os manifestantes foram coordenadas pelos procuradores da Fundação Nacional do Índio (Funai), Leandro Santos da Guarda, e pela procuradora do Incra, Analice Uchoa Cavalcanti, com a presença de representantes do Ibama, do Ministério Público Federal e da Defensoria Pública do Estado do Pará.

As pautas de reivindicações dos indígenas, pescadores e ribeirinhos foram atendidas pela Norte Energia, empresa responsável pela construção de Belo Monte. Diante disso, os manifestantes concluíram sua saída do canteiro para que os cerca de 900 trabalhadores retomem as suas atividades a partir de hoje. Dos invasores, 45 embarcaram nos ônibus da empresa na noite de ontem e o restante, cerca de 35, partiram em voadeiras (pequenas embarcações) na manhã de hoje.

Entre os pedidos dos indígenas estavam a construção de postos de saúde e escolas e informações sobre a reforma da Casa do Índio. Já os pescadores e ribeirinhos reivindicavam por alternativas de trabalho e pedem que a Norte Energia apoie as iniciativas para revogar a Instrução Normativa do Ibama que proíbe a pesca de espécies do rio.

A área próxima à ensecadeira, no sítio Pimental, estava ocupada desde 8 de outubro, com seguidas tentativas de diálogo com manifestantes. A Norte Energia informa que, apesar da paralisação, o cronograma da obra está mantido.

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Justiça manda retomar obras de Belo Monte

28 agosto 2012

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Operários voltam ao trabalho nos canteiros de Belo Monte. Crédito: Jaime Souzza / Norte Energia

O Supremo Tribunal Federal (STF) deferiu, na noite desta segunda-feira (27/8), liminar em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), permitindo a retomada das obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu, estado do Pará. Com esta decisão suspendem-se os efeitos do acórdão da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que havia determinado a paralisação das obras desta usina. Para a AGU, a decisão do STF evita a “ocorrência de dano vultoso e irreparável ao patrimônio público, à ordem administrativa, à ordem econômica e à política energética brasileira”.

Ás 5h30 da manhã de hoje, os trabalhadores diretamente envolvidos nas obras de Belo Monte começaram a voltar aos seus postos em todas as frentes de trabalho e, portanto, dentre outras ações, retomam-se os investimentos de R$ 3 bilhões previstos em programas do Projeto Básico Ambiental (PBA) e do Projeto Básico Ambiental para o Componente Indígena (PBA-CI), bem como o Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS Xingu).

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Nota à imprensa

17 agosto 2012

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A Norte Energia, empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, localizada no Estado do Pará, é um projeto estudado por mais de 35 anos, que conta até agora com investimentos de R$ 5 bilhões de um total de cerca de R$ 26 bilhões previstos.

A empresa tem como princípio norteador das suas ações o respeito à Constituição e à legislação ambiental, especialmente na defesa aos direitos dos povos indígenas da região do Xingu. As obras só tiveram início em junho de 2011, depois de rigorosamente cumpridas todas as exigências legais.

Nenhuma terra indígena será diretamente afetada por Belo Monte. As comunidades indígenas da região sempre foram consultadas e suas opiniões respeitadas na elaboração do projeto. Em sintonia com a Funai, realizaram-se entre dezembro de 2007 e outubro de 2009, 38 reuniões em 24 aldeias que fazem parte do processo de consulta, além de quatro audiências públicas nas cidades paraenses de Brasil Novo, Vitória do Xingu, Altamira e Belém.

O procedimento da consulta nas aldeias respeitou os costumes e tradições das comunidades. Para os que não entendem a língua portuguesa - os povos indígenas Xikrin do Bacajá, Parakanã, Araweté, Arara e Assurini - foram utilizados intérpretes, escolhidos por eles, que se encarregaram da tradução do Português para as respectivas línguas maternas.

Durante as reuniões nas aldeias, foram prestadas todas as informações sobre o projeto, o que incluiu seus impactos, mitigações e compensações estabelecidas no componente indígena, aprovado pela Funai. A esse respeito, vale mencionar que, nas reuniões ocorridas a partir de maio de 2009, o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) foi apresentado e distribuído aos indígenas em formato e linguagem acessível.

O IBAMA coordenou as quatro audiências públicas mencionadas realizadas em Brasil Novo, Vitória do Xingu, Altamira e Belém, em setembro de 2009, foram abertas à população em geral e atraíram cerca de 8.000 participantes, dos quais mais de 5.000 em Altamira, dentre eles, aproximadamente 200 eram lideranças indígenas.

Esse processo foi determinante para que os povos indígenas, por livre arbítrio, apoiassem Belo Monte, preservando seus direitos, sua cultura, suas terras, rios e qualidade de vida. Belo Monte é o primeiro empreendimento a ter um Projeto Básico Ambiental específico para as comunidades indígenas.

A Norte Energia manifesta sua preocupação com as consequências de uma possível paralisação, decorrente da decisão judicial da 5ª Turma do TRF-1 que, de imediato, vai implicar em graves problemas sociais, trabalhistas e econômicos para a população dos onze municípios direta e indiretamente envolvidos no empreendimento.

O primeiro prejudicado com a eventual desativação dos canteiros de obra será o Brasil.

A inadmissível paralisação da geração de energia de Belo Monte trará consequências negativas e imprevisíveis para a matriz energética brasileira, com a necessidade de acionamento de termoelétricas a óleo, bem mais poluidoras e com custos muitas vezes mais caros do que a energia de Belo Monte.

A suspensão das obras de engenharia já iniciadas, como a ensecadeira, se perderem a oportunidade do período de estiagem, correm o risco de não serem concluídas e causarem sérios prejuízos econômicos e ambientais. Tal paralisação implicará em prejuízos imediatos para Belo Monte e o país.

Mais de 20.000 trabalhadores ficarão imediatamente desempregados incluindo aí aqueles terceirizados, os lotados nas obras do entorno, na construção de escolas, postos de saúde, estradas, além daqueles que atuam nos programas socioambientais.

Outro efeito negativo da suspensão das obras é a interrupção dos investimentos de R$3 bilhões previstos em 117 programas do Projeto Básico Ambiental (PBA) que terão que ser cancelados. Obras importantes serão canceladas, como o saneamento básico da área urbana de Altamira e de Vitória do Xingu e a reassentamento de mais de 5.000 famílias que vivem em palafitas às margens do rio Xingu.

O financiamento do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX), que visa ao atendimento das populações dos 11 municípios com recursos da Norte Energia de R$ 500 milhões -e outros R$2,5 bilhões do governo federal- também serão suspensos, incluindo as iniciativas para as comunidades indígenas e ribeirinhos.

As administrações municipais, estaduais e federais poderão sentir as consequências em suas arrecadações, uma vez que o recolhimento de impostos e de encargos, da ordem de R$ 45 milhões/mês, relacionados à obra de Belo Monte terão de ser paralisados.

A Norte Energia preocupa-se ainda com a economia local que será severamente impactada, acarretando perdas de investimentos em áreas como imobiliárias, hotelaria, materiais de construção, empresas de ônibus e navegação fluvial, dentre outras.

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Norte Energia reúne com comissão de deputados estaduais sobre obras de Belo Monte

22 março 2012

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Presidente da Norte Energia apresenta dados de Belo Monte a deputados na Alepa

O diretor-presidente da Norte Energia S.A., Carlos Nascimento, foi a Belém (PA) ontem (21), para participar de reunião com deputados estaduais integrantes da Comissão Especial de Acompanhamento das Obras da UHE Belo Monte, instalada pela Assembléia Legislativa do Pará (Alepa). Essa foi a quarta reunião da comissão. Na oportunidade, Carlos Nascimento respondeu a questionamentos, tirou dúvidas e informou, sobretudo, a respeito de questões referentes à arrecadação tributária pelo Estado do Pará, ao cumprimento das condicionantes, especialmente nas áreas de educação, saúde e segurança, e ao estágio atual da obra da usina. Dentre as deliberações, está prevista, sem data definida, uma visita dos integrantes da Comissão às obras da usina.

Atentos, os deputados foram informados que, até o dia 12 de março deste ano, o Pará recebeu, em impostos provenientes do empreendimento, R$ 45,5 milhões a contar do mês de 2011. “A partir do segundo semestre deste ano, a arrecadação crescerá numa base exponencial”, adiantou o presidente. Para 2013, quando a obra alcança seu pico, os impostos gerados devem chegar a R$ 125 milhões, recolhidos pelo Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), além de outros R$ 46,4 milhões por conta de contratos firmados com os consórcios ELM e IMPSA, que fornecem os equipamentos eletromecânicos.

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FORT Xingu divulga nota à sociedade sobre ameaça ao Rio Xingu

20 janeiro 2012

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O Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental da Transamazônica e Xingu (FORT Xingu), composto de mais de 170 entidades da sociedade da região de influência da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, face à realização de manifestações e notícias veiculadas a respeito da construção da referida hidrelétrica, não podendo se furtar a participar do debate sobre o futuro do nosso Rio Xingu, vem à sociedade prestar esclarecimentos sobre a terceira maior hidrelétrica do mundo.

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Obras na UHE Belo Monte seguem normalmente

29 outubro 2011

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Trabalhadores retomam trabalhos em Belo Monte. Crédito: Divulgação Norte Energia

A Norte Energia informa que os canteiros das obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte voltaram, na sexta-feira (28/10), às suas rotinas de operação e à retomada dos trabalhos.

Após a ocupação de manifestantes, decisão interlocutória expedida pela Exma. Juíza Cristina Collyer Damásio, determinou a imediata desocupação da área e proibindo quaisquer atos de turbação ou esbulho que comprometessem o andamento da obra.

Obras prosseguem normalmente. Crédito: Divulgação Norte Energia

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Grandes Construções publica série “Belo Monte sem segredos”

28 setembro 2011

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A revista Grande Construções traz, na capa de sua edição mais recente, o título “Belo Monte sem segredos”, referente à série de três reportagens que detalha o projeto da Usina Hidrelétrica Belo Monte, em construção no Rio Xingu (PA). A chegada do maquinário, em julho, para o início das obras, desencadeia a apresentação de dados sobre a evolução das obras do empreendimento, que terá capacidade para gerar 11.233 MW, com entrega assegurada de aproximadamente 4 mil MW por ano em energia elétrica.

A reportagem também destacou o cumprimento de determinações na área socioambiental, na região de influência do empreendimento. Uma dessas ações financiadas pela Norte Energia S.A., empresa responsável pela implantação, construção, operação e manutenção da UHE Belo Monte, é o Plano de Ação para o Controle da Malária, no qual serão investidos R$ 36 milhões em seis anos. Está prevista, ainda, a implantação de um sistema completo de saneamento básico na área urbana de Altamira e Vitória do Xingu.

Os contratos assinados com fornecedores de maquinários e equipamentos para o empreendimento integram a reportagem. Entre os dados apresentados está o custo de R$ 4,3 bilhões investidos em equipamentos de geração de energia e montagem eletromecânica para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

Confira a íntegra das matérias abaixo:

Chegam as primeiras máquinas a Belo Monte e obras iniciam em ritmo acelerado
Redução dos impactos socioambientais
Equipamentos e montagem eletromecânica de Belo Monte vão gerar 11 mil empregos diretos

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