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07/08/2012 - Meio Ambiente, Rio+20

Universitários produzem mais um vídeo de apoio a Belo Monte


 

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Alunos das universidades públicas de Campinas e de Brasília esclarecem questões sobre Belo Monte de maneira inteligente e descomplicada

Alunos da Unicamp e da UnB que participaram da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável - Rio+20, no Rio de Janeiro, em junho, produziram um novo vídeo do movimento Tempestade em Copo D'água que trata de questões polêmicas ligadas a Usina Hidrelétrica Belo Monte.

No vídeo, tendo como cenário os debates e ações do evento, os estudantes entrevistam ativistas ambientais e grupos indígenas. Com essa abordagem, os futuros engenheiros tentam mostrar as controvérsias de alguns discursos e suas distâncias da realidade técnica.

A primeira peça produzida pelo grupo de alunos em novembro do ano passado,  foi uma iniciativa do curso de Engenharia Civil da Universidade Estadual de Campinas e brincava com a total desinformação dos atores globais que encabeçaram o Movimento Gota D'água, ancorado na popularidade de atores como Sérgio Marone, Juliana Paes e Maitê Proença. O movimento ganhou o reforço de estudantes brasilienses que na mesma época também produziram a sua resposta.

Agora, neste novo vídeo que acaba de ser postado no youtube e facebook, os alunos tratam de temas delicados como a questão da real necessidade da energia gerada pela usina, a perda de energia em redes de transmissões e o mito do alagamento de áreas indígenas. Além disso, traz depoimentos de moradores do Xingu, favoráveis ao empreendimento e que também estiveram presentes na conferência.

Confira o vídeo abaixo:

 



Belo Monte: um “debate apaixonado” no último dia da Rio+20


 

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Especial Belo Monte na Rio+20

Um animado público jovem despediu-se da Rio+20 participando, na Arena Socioambiental, nos jardins do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, de um debate sobre energia classificado como “apaixonado” pelos palestrantes. O tema, discutido durante a tarde desta sexta-feira, 22, foi o acesso sustentável à energia. A Usina Hidrelétrica Belo Monte, que está sendo construída pela empresa Norte Energia no rio Xingu, sudeste do Pará, esteve no centro do debate, transmitido ao vivo pela internet.

“É muito bom viver o processo democrático porque podemos discutir em âmbito nacional uma grande e importante obra de infraestrutura como é Belo Monte”, disse, em sua primeira intervenção, Sebastião de Amorim, professor de Estatística da Unicamp. Amorim tornou-se conhecido por estimular um grupo de alunos daquela universidade a realizar o vídeo “Tempestade em Copo D’ Água”, em resposta ao Movimento Gota D' Água, de alguns atores da Globo.

Participantes da Arena Socioambiental discutiram acesso à energia e Belo Monte foi assunto central

“Muita coisa completamente descabida tem sido dita sobre a obra”, afirmou. “É preciso parar de demonizar, em pleno século 21, o progresso. Sem desenvolvimento econômico é que não haverá solução para o meio ambiente”, afirmou. “Até construir uma casa gera impacto ambiental”, disse.

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Belo Monte é referência em painel sobre energias renováveis


 

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Especial Belo Monte na Rio+20

A Eletrobras promeveu, na tarde desta quinta-feira (21), como parte da programação da Rio+20, a rodada de palestras “Energias Renováveis”, no Parque dos Atletas. Foram apresentadas experiências de vários países na geração de energia renovável: hidrelétrica, eólica, solar, biomassa e biogás. A geração hidrelétrica foi representada no evento pelo projeto da Usina Hidrelétrica Belo Monte.

O diretor de Relações Institucionais da Norte Energia, João dos Reis Pimentel, fez a exibição de um vídeo apresentando Belo Monte e em seguida ressaltou alguns dados do empreendimento, como o andamento das obras de construção da Usina, que está com 11% de execução. O diretor explicou aos presentes que a primeira turbina de Belo Monte entrará em operação em fevereiro de 2015 e que em fevereiro de 2019 todas as 24 turbinas da Usina estarão em funcionamento. Quando pronta, Belo Monte terá a capacidade instalada de 11.233,1 MW, com 4.571 MW de energia firme. Pimentel também falou sobre a destinação da energia a ser gerada por Belo Monte. “70% da energia já está vendida para 27 concessionárias de distribuição, em 17 estados. 10% vão para a Vale e Sinobras, que são acionistas da Norte Energia, e 20% poderão ser vendidas no mercado livre de acordo com as regras da ANEEL”, explicou o diretor.

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ONU prevê US$ 50 bi para energia sustentável até 2030


 

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Especial Belo Monte na Rio+20

Idealizador, em setembro de 2011, da Iniciativa Energia Sustentável para Todos, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que coordena a Rio+20, aproveitou o megavento para anunciar que 50 países presentes à Conferência comprometeram-se a aplicar US$ 50 bilhões em energia sustentável até 2030. O programa do secretário-geral foi tema de uma série de plenárias ocorridas no Riocentro que tiveram início na última terça-feira, 19/06, e se encerram nesta quinta-feira, 21/06.

Os recursos, oriundos de bancos de desenvolvimento, governos, grandes empresas e instituições, deverão favorecer 1 bilhão de pessoas que sofrem com a falta de energia elétrica ou a utilizam em condições precárias, dependendo sobretudo de fontes não-renováveis, de alto impacto ambiental. Estão na lista de beneficiários Bangladesh, Quênia, Moçambique, Gana, Nepal, Tadjiquistão, Vietnã e Uruguai – único país da América do citado.
De acordo com os dados divulgados pela ONU, cerca de três bilhões de pessoas nos países em desenvolvimento dependem da biomassa tradicional (combustão direta de madeira e resíduos) e do carvão para cozinhar e se aquecer. Outro um bilhão e meio vivem ainda hoje sem eletricidade. Por isso, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2012 o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos.

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Dilma analisa acordo prévio e enumera avanços da Rio+20


 

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Especial Belo Monte na Rio+20

A presidente Dilma Roussef voltou a destacar, nesta quarta-feira (20), durante a abertura oficial da cúpula dos chefes do Estado e de governo na Rio+20, a posição de vanguarda do Brasil na produção de energia limpa para o desenvolvimento sustentável. Ao fazer um balanço dos avanços do país no cumprimento das metas estabelecidas na Eco-92, Dilma lembrou que 45% da matriz energética brasileira é proveniente de fontes renováveis - as que menos impactam o meio ambiente. A presidente destacou também a comprovada diminuição do desmatamento na Amazônia e o fato de o Brasil ter sido o responsável por 75% das áreas de conservação criadas nos últimos anos no planeta. Disse ainda que o país, celeiro de alimentos para o mundo, quase duplicou sua produção, ocupando apenas 30% a mais de solo.

Dilma Roussef afirmou que estas ações comprovam o “compromisso inarredável” do Brasil com a sustentabilidade e  lembrou que os países desenvolvidos devem aos em desenvolvimento compensações ambientais previstas em acordos internacionais, mencionando especificamente o desrespeito ao Protocolo de Kyoto. “Desenvolvimento sustentável significa crescimento com distribuição de renda, empregos e garantia de educação, saúde e segurança para a população”, defendeu. A presidente fez também uma breve análise do documento já negociado pelas delegações que participam da Conferência. Na sua avaliação, o texto produzido “consagra pontos novos e importantes”. “Não vamos retroceder”, garantiu.

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O Liberal: Editorial “Imagens e mentiras”


 

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Em editorial publicado nesta quarta-feira, o Jornal O Liberal comenta a invasão de ativistas ambientais no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte. O texto aborda, com o título “Imagens e mentiras”, a gravação em vídeo que revela a ação e seus autores. E ainda ressalta que toda ação criminosa deve ser investigada e punida.

Jornal O Liberal – Editorial

Imagens e mentiras

É muito mais fácil pegar um ativista na mentira do que propriamente pegar um mentiroso. No dia seguinte aos atos de vandalismo ocorridos no último sábado, num dos escritórios do Consórcio que constrói a hidrelétrica de Belo Monte, na região do Xingu, ativistas ambientais atribuíram o quebra-quebra a indígenas tomados de irresignação incontida, porque teriam constatado supostas violações dos direitos humanos em decorrência das obras.

No máximo, ativistas ambientais admitiram adesões individuais às depredações, que resultaram na queima de documentos e na destruição de mesas, cadeiras, computadores e outros bens.

Mas algumas imagens, que não mentem e não deixam mentir, mostram que ativistas ambientais são bons em ativismo, mas não são muito bons na mentira. E felizmente que não o são, porque facilmente descobre-seque a verdade, também ela, foi depredada.

A TV Liberal, em imagens mostradas na última segunda-feira, no “Jornal Liberal 2º Edição”, exibiu cenas indesmentíveis deque os índios que depredaram parcialmente as instalações do Consórcio Construtor de Belo Monte tiveram uma preciosa colaboração de companheiros do ativismo ambiental.

Imagens revelaram não apenas os autores do vandalismo em pleno ato de depredação como exibiram até um veículo usado como suporte na operação, se é que assim pode ser chamada aquela arruaça que teve contornos claros e configurados de um crime.

As notas de esclarecimento, divulgadas por movimentos que apoiaram os atos de vandalismo, imprimiram aquele velho e conhecido tom de que tudo não passou de artes e engenhos de indígenas inocentes, mas ao mesmo tempo revoltados com a destruição de sítios onde habitam há séculos.

O conteúdo das notas, que mistificam conceitos e depredam a verdade, deixa transparecer a intenção de que a decisão dos índios,de depredarem instalações privadas, surgiu assim do nada, espontaneamente, num momento de inconformismo incontrolável, de “fundo espiritual e pedagógico”,conforme menciona de foram ridícula a nota de um desses movimentos.

Conversa fiada. Absolutamente fiada. (mais…)



Investimento público sustentável é debatido na Rio+20


 

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Ministra do Planejamento, Miriam Belchior, fala sobre investimento público sustentável na Rio+20. ©REGINA SANTOS_NORTE ENERGIA

Ministra do Planejamento, Miriam Belchior, fala sobre investimento público sustentável na Rio+20. ©REGINA SANTOS_NORTE ENERGIA

Especial Belo Monte na Rio+20

As diferentes realidades de Brasil, Espanha e continente africano foram debatidas no seminário “Investimento Público: Desafios e Oportunidades para Desenvolvimento Sustentável”, realizado na manhã desta quarta-feira (20), pelo Ministério do Planejamento no âmbito da Rio+20. Como palestrantes do seminário, participaram a ministra do Planejamento do Brasil, Miriam Belchior, a ministra de Fomento da Espanha, Ana Maria Pastor, e o diretor de Qualidade e Resultados do Banco de Desenvolvimento Africano, Simon Mizhari. A conversa foi mediada por Alicia Barcena, Secretária-Executiva da Comissão Econômica para América Latina (CEPAL).

O foco da apresentação da ministra brasileira foi o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criado em 2007 pelo Governo Federal. Além dos projetos de infraestrutura apresentados, Miriam Belchior destacou o importante papel do PAC como vetor de transformação na área social. O diretor do Banco de Desenvolvimento Africano e a ministra de Fomento da Espanha ressaltaram a importância desse Programa na superação da crise econômica mundial de 2008, que foi respondida pelo Brasil com investimentos em infraestrutura, possibilitando geração de emprego e renda. Em sua segunda fase, o PAC (PAC 2) continua impulsionando a economia brasileira para ajudar a vencer esta segunda crise que afeta algumas das economias da Europa e tem reflexos no nosso país.

A construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, é a maior obra em andamento do PAC em execução no Brasil. Quando finalizada, vai beneficiar cerca de 60 milhões de brasileiros, segundo estudos da Empresa de Pesquisa Energética.



Cartilha mostra produção de energia limpa no país


 

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Presidente da Empresa de Pesquisas Energérticas (EPE) lança cartilha sobre energia renovável em evento da Rio+20. ©REGINA SANTOS_NORTE ENERGIA

Presidente da Empresa de Pesquisas Energérticas (EPE) lança cartilha sobre energia renovável em evento da Rio+20. ©REGINA SANTOS_NORTE ENERGIA

Especial Belo Monte na Rio+20

Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgou a cartilha “Brasil: Renováveis para o Desenvolvimento”. A cartilha evidencia a liderança do país na produção de energia limpa, destacando que:

  • O Brasil é a sexta economia do mundo, mas responde por apenas 1,2% (338 milhões de toneladas) das emissões mundiais de CO2 devidas à produção e ao uso da energia;
  • Em 2011, 44,1% da energia ofertada aos mais de 193 milhões de brasileiros foram provenientes de fontes renováveis, sendo a energia hidráulica e a biomassa as principais.
  • Graça à hidreletricidade (que responde por 81% da geração total de energia elétrica), o Brasil emite apenas 64g de CO2 para cada kWh produzido, enquanto a média mundial é de 500g;
  • Até 2010, o consumo de etanol garantiu a substituição de aproximadamente 250 bilhões de litros de gasolina, evitando-se emissões de 550 milhões de toneladas de CO2.
  • Em 2020, a participação de combustíveis renováveis na matriz de transportes deverá chegar a 30% - atualmente é de 20%.