Tag: Valor Econômico


Valor: Energia em busca de alternativas renováveis


 

0

Artigo publicado nesta quarta-feira no jornal Valor Econômico, por Nivalde José de Castro, Roberto Brandão e Guilherme de A. Dantas.

Pergunta: É possível haver equilíbrio em um quadro de alta do petróleo, custos pouco atrativos de fontes alternativas e a busca de uma matriz energética mais limpa por conta da pressão ambiental?

A matriz energética mundial tem como principal característica depender de insumos fósseis que respondem por cerca de 80% de toda a energia consumida a cada ano. Como os combustíveis fósseis estão entre as principais fontes de emissão de gases do efeito-estufa, o combate ao aquecimento global passa pelo aumento da participação de fontes renováveis na matriz energética. Trata-se de um enorme desafio, sobretudo porque o consumo de energia deve continuar a aumentar, especialmente nos países em vias de desenvolvimento, que têm níveis de consumo de energia per capita muito menores do que os países desenvolvidos.

Esse desafio de conciliar crescimento com meio ambiente é especialmente sensível para o setor de transportes, que atende a quase totalidade de sua demanda energética por meio do uso de derivados de petróleo.

Tecnicamente os biocombustíveis estão aptos a ser utilizados em veículos com motores de combustão interna e podem usufruir da infraestrutura de distribuição existente, no curto e médio prazo, constituindo-se na principal alternativa para que a expansão do consumo energético desse setor ocorra em bases ambientalmente sustentáveis. Entretanto, com exceção do etanol da cana-de-açúcar brasileira, a produção de biocombustíveis não apresenta produtividade e competitividade. (mais…)


14/12/2011 - Notícias

Associações do setor elétrico divulgam carta em apoio à Belo Monte


 

0

As mais importantes associações representativas do setor elétrico brasileiro reiteraram posição na defesa da Usina Hidrelétrica Belo Monte, mediante Carta de Apoio publicada no jornal Valor Econômico e reproduzida em vários sites e portais.

A Carta relaciona argumentos favoráveis à usina e ressalta os benefícios sociais que o projeto levará para a região. As entidades reforçam que o Brasil não deve e não pode abrir mão de seu potencial hidráulico, que é “um diferencial estratégico quepoucos países no mundo podem contar”.

Leia a íntegra da Carta de Apoio abaixo.

(mais…)



Valor Econômico: ??Um rio São Francisco’ para erguer uma torre de vento


 

0

A edição paulista do jornal Valor Econômico trouxe, na última sexta (2), reportagem sobre a instalação de torres para geração de energia eólica no sul da Bahia. Complementar ao uso de hidrelétricas para abastecer o Brasil com energia elétrica, a reportagem de Josette Goulart apresenta um dos desafios para a implantação desta fonte também renovável de energia. A necessidade de água para fazer concreto e sustentar o peso dos equipamentos é uma dificuldade a se vencer no sertão baiano.

Leia a reportagem aqui.

(mais…)


11/10/2011 - Notícias

Valor Econômico: Rios de oferta de energia ecologicamente correta


 

0

A necessidade de aproveitamento do potencial hidrelétrico brasileiro e também de desenvolver outras alternativas, como a energia eólica, solar e nuclear, é um dos temas abordados em artigo publicado nesta terça-feira (11/10), no jornal Valor Econômico. O presidente da AG Energia e membro do Conselho do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), Flávio Barra, registra a importância do debate sobre a matriz energética do país ter se ampliado para além do ambiente especializado e acadêmico, o que coloca a geração de energia em patamar de “matéria prima indispensável para que tenhamos um país mais próspero e capaz de oferecer mais empregos e melhor renda à população”.

Leia o artigo completo aqui.

(mais…)


18/07/2011 - Belo Monte, Notícias, Obras

Valor: Belo Monte enfrenta desafio logístico em Belo Monte


 

7

O início das obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte é detalhado pelo jornal Valor Econômico em série de matérias publicadas na edição de hoje, 18 de julho. O periódico descreve as ações desenvolvidas pela Norte Energia S.A. para que a obra seja realizada, como a construção de canteiros provisórios, ampliação em porto provisório, localizado em Vitória do Xingu e abertura de estradas. Segundo a reportagem, será necessária ainda a ampliação do aeroporto da cidade de Altamira, em análise pela Infraero. Outra matéria da série destaca a importância de pavimentação da Transamazônica para facilitar transporte de funcionários, equipamentos e insumos para a obra.

Confira abaixo as reportagens:

Logística de guerra para montar Belo Monte no Pará

Máquinas pesadas chegarão à região pelo novo porto

Expansão do aeroporto de Altamira

Crise no Dnit ameaça melhoria das rodovias

 



Valor: Expansão do aeroporto de Altamira


 

3

As operações logísticas de Belo Monte envolverão a ampliação do aeroporto de Altamira. O consórcio Norte Energia está em contato com a Infraero, que deverá colocar uma licitação no mercado ainda este mês para contratar as obras de ampliação do aeroporto. Preparado para receber apenas aviões de pequeno porte, como turboélices, o aeroporto terá sua pista aumentada para receber aviões do porte de boeings. A mudança será necessária para atender, principalmente, o fluxo constante de pessoas que transitarão pelo aeroporto nos fins de semana, já a partir do ano que vem.

No terceiro ano da obra, quando Belo Monte tiver 22 mil funcionários em operação, o consórcio Norte Energia prevê que, semanalmente, serão necessários até oito aviões de grande porte pousando em Altamira. Apesar do esforço do consórcio para contratar o maior número possível de pessoas da região, a Norte Energia calcula que cerca de 1,8 mil pessoas, em média, transitarão pelo aeroporto por fim de semana, entre idas e vindas.

“Hoje a capacidade que existe não atende. Numa sexta feira o aeroporto transporta pouco mais de 300 passageiros, mas vamos precisar de mais de 500 passagens só nesse dia”, diz Luiz Fernando Rufato, diretor de construção do consórcio Norte Energia.

O consórcio já está negociando com companhias aéreas a criação de uma rota regular de voos de grande porte até Altamira. Entre as empresas que já foram consultadas estão TAM e Gol. “Não vamos comprar avião e fazer linha aérea. Teremos um fluxo regular de pessoas na cidade. É natural que as companhias aéreas se interessem em operar o trecho”, comenta Rufato.

O transporte aéreo é uma dos benefícios mais recentes – e caros – que os trabalhadores de obras isoladas conquistaram. Em Belo Monte, haverá funcionários que viajarão a cada 45 dias. Outros viajarão a cada seis meses. Há um período de viagem para cada tipo de ocupação.

A dificuldade de acesso à região chega a dificultar, inclusive, a própria reforma do aeroporto de Altamira. Segundo Rufato, recentemente a Infraero chegou a colocar um edital no mercado para contratar uma empreiteira, mas a licitação não atraiu ninguém. A dificuldade de abastecimento de brita na região e o custo de mobilização de trabalhadores minaram o interesse das construtoras na obra. Rufato diz ter conversado com empreiteiras para estimular a entrada das empresas na nova licitação. (AB)



Valor: Logística de guerra para montar Belo Monte no Pará


 

3

Autor: André Borges | De Brasília

Bastaria camuflar máquinas e homens para que os primeiros movimentos que começam a se espalhar no entorno de Altamira (Pará) se confundissem com uma complexa operação do Exército. Não é nada disso. Mas o engenheiro Luiz Fernando Rufato prefere lançar mão de expedientes militares para definir o clima que passou a tomar conta das margens do rio Xingu. “Começamos uma campanha de guerra. Estamos longe de tudo e temos prazo para garantir o trânsito livre na região. Nosso desafio se chama logística, e nós começamos a enfrentá-lo”, diz.

Rufato é diretor de construção do consórcio Norte Energia, grupo de empresas responsável pela construção da hidrelétrica de Belo Monte. Há dez dias, as primeiras máquinas que abrirão caminho até os pontos onde serão instalados os canteiros de obra desembarcaram no município de Vitória do Xingu. São as primeiras ações práticas depois que o Ibama liberou a licença de instalação da obra e virou a página de 35 anos de alterações de projeto, protestos e críticas sem fim.

Os primeiros funcionários já estão em treinamento, aprendendo em videogames como operar caminhões, retroescavadeiras. Hoje são algumas centenas de homens trabalhando em um pequeno centro de treinamento, em Altamira. Em três anos, haverá 22 mil pessoas distribuídas em três canteiros de obra, no meio da mata da Volta Grande do Xingu, a cerca de 80 quilômetros dali.

Os canteiros pioneiros, montados com tendas e ar condicionado, começaram a ser erguidos no meio da mata. Funcionários passarão seis meses nessas bases provisórias, para construir os três canteiros definitivos e quatro refeitórios que, juntos, terão capacidade de produzir 70 mil refeições por dia.

A complexidade logística de Belo Monte, empreendimento orçado em R$ 26 bilhões, vai exigir todo o tipo de obra viária para que, durante seus nove anos de construção, o empreendimento transcorra como planejado. Para tanto, o aeroporto de Altamira terá de ser ampliado e a rodovia Transamazônica, finalmente pavimentada. Outros 400 quilômetros de estrada serão abertos. No rio Xingu, o consórcio vai construir um novo porto, para apoiar a chegada de máquinas pesadas, parte delas vindas de outros países.

Para reduzir dificuldades, o consórcio construtor tem priorizado a contratação de quem vive na região. Mais de 13 mil pessoas se cadastraram para trabalhar na obra. Dessas, só 287 não são da região. “O ideal seria contratar as 22 mil pessoas nos municípios próximos da obra, mas não será possível. Por isso, vamos treinar e contratar todos que conseguirmos”, diz Rufato.

Na cabeça dos gestores de Belo Monte está a preocupação de evitar os problemas que macularam as obras das usinas do Madeira, em Rondônia, além de dar uma resposta positiva à enxurrada de críticas que prevê o caos social, com a chegada de milhares de pessoas a uma região que é carente de todo o tipo de serviço básico. Nos canteiros, estão previstos quartos com camas individuais, e não beliche. Os locais terão casa lotérica, caixa bancário, templo religioso, centros de lazer, lan house e lanchonete vendendo de tudo, inclusive, cerveja. “E com álcool”, completa Rufato. “Se você não consegue controlar algo, não adianta proibir. Mas quem quiser, vai ter de pagar um preço alto.”



Valor: Para 11 cidades em área de influência, Belo Monte será “redenção”


 

0

O apoio dos prefeitos dos 11 municípios localizados na área de influência da Usina Hidrelétrica Belo Monte é apontado em reportagem do jornal Valor Econômico. Com a chegada do empreendimento, os municípios receberão ações de combate à malária e há ainda expectativa sobre a regularização de terras e pavimentação da Transamazônica, entre outros benefícios.

Confira aqui a íntegra da reportagem.

Leia também entrevistas exclusivas para o Blog Belo Monte com prefeitos da região:

Municípios veem oportunidades sociais e econômicas com Belo Monte

Para prefeita, NESA, governo municipal e federal podem levar desenvolvimento à Altamira

Sede de Belo Monte, Vitória do Xingu espera desenvolvimento



Valor: Acidente no Japão reabre debate sobre energia nuclear no Brasil


 

01

O Valor Econômico desta terça-feira traz ampla reportagem sobre novos debates em torno do programa nuclear brasileiro. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão oficial responsável pelo planejamento energético do país, reconhece que a discussão sobre o futuro da energia elétrica, após o acidente nuclear de Fukushima, no Japão, está colocado, diante dos desafios de segurança e custos enfrentados com a utilização desta fonte de energia.

Entretanto, o órgão defende a continuidade dos projetos aprovados nesta área, apesar de opiniões divergentes como o do engenheiro nuclear Ildo Sauer, ex-diretor de Gás e Energia da Petrobras. Ele defende o cancelamento destes projetos, que preveem a construção de cinco novas usinas até 2030, incluindo Angra 3, cujas obras já começaram.

O jornal também apresenta a avaliação do engenheiro Joaquim Francisco de Carvalho, ex-diretor de empresa que projetou as usinas Angra 1 e 2, segundo o qual existe a possibilidade de substituir o uso de energia nuclear pelo sistema hidroeólico, complementado por termelétricas a bagaço de cana. Em comparação com a alternativa de geração de energia por meio de usinas hidrelétricas, como Belo Monte, no Rio Xingu, e as usinas Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, o periódico também destaca que as opções de geração térmica, seja a carvão, gás ou nuclear vão elevar o custo da energia do futuro.

Confira abaixo a reportagem:

Fukushima acirra debate nuclear no país
Usina atômica traz “perigo permanente”, diz ex-diretor de empresa que projetou Angra
Alternativas de geração térmica a gás ou carvão têm custo de produção elevado